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Como saber se tenho lipedema?

Cirurgia Vascular - Sat, 01/23/2021 - 19:16

O lipedema é uma doença difícil de ser diagnosticada porque nem todo profissional da área tem conhecimento aprofundado sobre o assunto. Infelizmente, essa é uma situação comum, pois o lipedema não é, de fato, uma questão muito estudada. Contudo, nos últimos tempos muitas informações têm surgido a respeito, o que vem facilitando bastante o diagnóstico, a partir da afinidade das pacientes com os sintomas.

O que é o lipedema

Lipedema é uma doença crônica, que atinge sobretudo mulheres e se caracteriza pelo excesso de gordura doente, geralmente nas extremidades do corpo como braços, pernas, coxas e quadris.

A desproporção corporal é outra característica do lipedema. Isso porque a gordura doente fica acumulada apenas em um determinado local, se tornando sobressalente e deixando aquela região assimétrica.

Apesar desses sinais, ainda é difícil para alguns especialistas identificar corretamente o lipedema. Por isso, mulheres que sofrem com o problema devem continuar a busca por um diagnóstico adequado e por um tratamento eficaz. A seguir, algumas dicas de como fazer isso.

Como diagnosticar o lipedema

Como não é um assunto estudado com profundidade, ainda há muitas dúvidas a respeito do diagnóstico do lipedema. Contudo, a partir de uma série de perguntas é possível traçar um panorama da situação que a paciente vem enfrentando e fazer uma investigação mais a fundo. Veja a seguir quais são essas perguntas.

Sente que tem algo de errado nas pernas, mas não sabe o quê?

Muitas mulheres relatam desconforto nas pernas, cansaço e dores, mas não conseguem definir bem o que seja e nem o motivo. Vão ao médico, mas ainda assim não saem satisfeitas com o diagnóstico. Em muitos casos, o próprio médico não consegue descobrir a causa daquele incômodo.

 

Suas pernas doem?

A dor é muito importante para o diagnóstico do lipedema. Não que o lipedema seja a única doença que cause dor. A trombose também é dolorida, assim como as varizes, por exemplo. Contudo, se a dor é um sintoma recorrente na sua vida e não há uma explicação óbvia, pode ser que você esteja sofrendo com lipedema.

 

Sente dificuldade em perder peso na parte inferior do corpo?

A gordura doente, que caracteriza o lipedema, se acumula na parte inferior do corpo e geralmente é uma gordura mais difícil de ser eliminada. Assim, quem tem lipedema, sente mais dificuldade de emagrecer nessa parte do que no restante do corpo.

Então se você tem mais facilidade para perder peso na parte superior do corpo e não consegue emagrecer do tronco para baixo, já é mais uma questão que deve ser avaliada pelo seu médico.

 

Apresenta desproporção corporal?

O seu corpo possui partes desproporcionais? A parte de cima da cintura e a parte de baixo são diferentes, com tamanhos diferentes? Essa também é uma característica comum em caso de lipedema.

Não quer dizer que a pessoa esteja obesa ou acima do peso. Uma pessoa que sofre de lipedema pode ter uma cintura bem fina, mas bastante gordura acumulada na parte inferior do corpo como quadris e pernas. E esse também é um ponto que serve para ajudar no diagnóstico da doença.

 

Suas pernas e braços apresentam hematomas com frequência?

Nesse caso, os hematomas são aquelas manchinhas roxas que surgem com uma certa frequência e sem uma motivação específica. Geralmente aparecem na região dos braços e das pernas. A equimose, nome científico do hematoma, surge por causa da fragilidade dos vasos capilares, outro sintoma do lipedema.

Assim, qualquer pancada, por menor que seja, pode desencadear um pequeno hematoma e nem sempre a pessoa sabe como surgiu aquele machucado, já que não lembra de ter sofrido nenhum impacto que tenha sido suficiente para formar aquela mancha.

No caso do lipedema, não precisa acontecer uma pancada violenta para que surja o hematoma. Como os vasos capilares dessas regiões estão sensíveis, qualquer colisão, por mínima que seja, já é capaz de desenvolver uma equimose.

 

Durante a puberdade você ganhou peso na região dos braços e pernas?

Pernas, quadris, coxas e braços são as regiões que mais acumulam gordura durante a puberdade quando a pessoa sofre com lipedema. É um fato comum entre as mulheres por causa dos hormônios que estão muito mais potentes não só nessa fase, mas também durante a gestação e a adolescência.

Portanto, se você também possui essa característica é importante ficar atento aos outros fatores já listados nesse artigo e procurar um especialista para que seja feito o diagnóstico correto.

 

Você percebeu algum ganho de gordura durante a amamentação ou menopausa?

Nessas duas situações, período da amamentação e menopausa, as mulheres também são mais propensas a ganhar peso nos braços, pernas e quadris quando sofrem com lipedema. A causa é a mesma já citada anteriormente: a ação mais intensa dos hormônios.

Esse acontecimento não atinge de forma rigorosa com todas as mulheres. Entretanto, ainda é um fator a ser considerado juntamente com a avaliação dos outros pontos listados aqui.

 

Qual especialista procurar?

O profissional especializado em doenças do sistema linfático, arterial e venoso é o cirurgião vascular. É esse médico que você deve procurar caso perceba alguma alteração com as características que acabamos de listar no artigo.

Como dissemos no início do texto, muitas mulheres sentem dificuldade em encontrar um profissional que tenha conhecimento aprofundado em lipedema. Por conta disso, muitas delas acabam não procurando o tratamento adequado e continuam tendo que lidar com os sintomas desagradáveis da doença.

A orientação é fazer uma pesquisa na Associação Brasileira de Lipedema, onde existe uma lista de profissionais que estudam esse problema. Depois, é só localizar algum especialista que esteja mais próximo da paciente e verificar a disponibilidade do médico para fazer uma consulta.

Como vimos, o lipedema é uma doença que atinge basicamente as mulheres. É um problema incômodo não só por causa do desconforto local, mas também devido às mudanças que ele provoca no corpo. Infelizmente, o diagnóstico da doença ainda não é frequente devido ao pouco conhecimento difundido a respeito. Enquanto isso, é importante que as mulheres fiquem atentas aos sinais que o corpo emite e possam reunir informações que facilitam o diagnóstico médico. 

E, claro, não deixem de buscar ajuda, mesmo que as tentativas iniciais sejam frustradas. Percebemos que novas informações estão chegando e esperamos que em breve os profissionais possam se capacitar e atender à demanda de tantas mulheres que sofrem com o lipedema.

Responda o questionário de auto-diagnóstico de lipedema aqui.

A equipe do Dr Alexandre Amato criou, validou e publicou trabalho científico sobre o assunto: Amato ACM, Amato FCM, Benitti DA, Amato LGL. Development of a questionnaire and screening model for lipedema. J Vasc Bras. 2020;19:1–7. 

 

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Fertilização

Fertilidade - Fri, 01/22/2021 - 21:38

Uma vez que o espermatozoide obteve entrada ao óvulo, uma cadeia complexa de eventos ocorre dentro de um período de mais ou menos 16 horas, culminando com o material genético do esperma, formando uma estrutura chamada de “pró-núcleo masculino” e o material genético do óvulo formando o “pró-núcleo feminino”. Os pró-núcleos masculino e feminino movem-se juntos em direção ao centro do óvulo e durante a fertilização In-Vitro;  isto pode ser visto no microscópio. O óvulo pode agora ser chamado de embrião fertilizado e normalmente estaria neste estágio um dia após a ovulação.  
No dia seguinte após a fertilização, o material genético do embrião deve dobrar e depois dividir-se formando duas células idênticas, tudo ainda dentro da membrana. Essa duplicação de material genético e divisão continua pelos próximos dois dias até que o embrião tenha por volta de oito células.
Com oito células, o embrião continua dividindo-se para fazer mais células, mas agora as células se tornam fortemente ligadas e começam a comunicarem-se umas com as outras.
Por volta do 4º ao 6º dia de fertilização, o estágio de blastocisto do embrião começa. O embrião agora tem entre 50 e 100 células. Fluidos começam a preencher o interior do embrião, formando uma pequena cavidade. As células externas começam a formar uma parede e as células internas formam uma bola – isto se tornará o futuro bebê.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Como funciona a fertilização in vitro?

Fertilidade - Fri, 01/22/2021 - 13:56

A fertilização in vitro (FIV) é um tipo de tratamento para fertilidade que é bastante falado, porém boa parte das pessoas não sabe realmente como ele funciona. É muito importante que os casais que estão pensando em fazer um tratamento para engravidar conheçam os detalhes desse procedimento.

Isso é fundamental, porque assim eles descobrem quais são as etapas do tratamento, entendem se ele é adequado para o cenário deles e ainda podem ficar mais tranquilos caso façam a FIV. Afinal, eles sabem por quais etapas têm que passar.

Então, se você e seu parceiro estão pensando em fazer um tratamento de fertilidade, precisam conhecer verdadeiramente a fertilização in vitro. Pensando nisso, vamos explicar neste post como ela funciona e suas principais características.

O que é a fertilização in vitro

A FIV é um tratamento de alta complexidade, em que é realizada a coleta de óvulos e espermatozoides, da mulher e do homem para que a fecundação seja feita em laboratório. Após a formação do embrião, esse é colocado no útero da mulher.

Muito conhecida também como bebê de proveta, a fertilização in vitro já é realizada no Brasil há mais de 30 anos, sendo que o primeiro bebê de FIV do país nasceu em 1984. Desde então, a técnica evoluiu e continua auxiliando casais inférteis a realizarem o sonho de serem pais.

Como funciona a FIV

A fertilização in vitro é realizada em etapas bem definidas e todos os pacientes que estão passando pelo tratamento precisam cumprir essas fases. Abaixo, explicamos detalhadamente cada etapa para que você entenda como funciona a FIV:

Indução da ovulação

O primeiro passo que deve ser realizado na FIV é sempre a indução da ovulação da mulher, que é feita por meio de medicações. Em casa, a paciente injeta em si mesma os medicamentos e a indução é monitorada com ultrassons transvaginais. Esses exames devem ser feitos em uma clínica  pelo médico ou médica especialista em tratamentos de fertilidade.

Com a indução da ovulação, os folículos da mulher crescem. A ideia na fertilização in vitro é justamente que mais de um folículo cresça, porque assim haverá um número maior de óvulos para realizar o tratamento. Dessa forma, as chances de a FIV ser bem-sucedida também são maiores.

Aspiração dos óvulos e coleta de espermatozoides

Quando a paciente está para ovular, começa a segunda etapa do tratamento: a aspiração dos óvulos e coleta dos espermatozoides. A aspiração dos óvulos deve acontecer sempre em um laboratório de reprodução assistida, que é o espaço onde é feita a manipulação de materiais biológicos.

No laboratório, a paciente toma uma anestesia e dorme entre 20 a 30 minutos. Nesse momento, por meio de um ultrassom transvaginal guiado por uma agulha, os óvulos são aspirados pelo profissional. Enquanto a paciente faz a aspiração dos óvulos, o parceiro realiza a coleta de espermatozoides.

Fertilização in vitro

Após a aspiração de óvulos e a coleta de espermatozoides, um biólogo especializado do laboratório seleciona os melhores entre todos os elementos coletados e faz a fertilização in vitro também em laboratório. Os embriões se formam e começam a evoluir ainda nesse ambiente.

Uma curiosidade é que essa escolha pelos melhores elementos pode levar até horas. Isso acontece porque o profissional responsável por essa etapa analisa diversos critérios para ter certeza de que está selecionando os melhores e, assim, está aumentando as chances de sucesso do tratamento.

Transferência do embrião

Após a formação dos embriões, os que mostrarem maior potencial são transferidos para o útero da paciente. Geralmente, mais de um embrião é colocado no útero para que haja mais chances de ocorrer a gravidez.

A transferência embrionária é um procedimento muito tranquilo, em que o médico insere os embriões no útero da mulher por meio de um cateter. Não é necessário tomar anestesia e após 20 ou 30 minutos, a paciente já pode ir para casa. Depois de, aproximadamente, duas semanas, a mulher deve fazer o teste de gravidez para descobrir se o tratamento funcionou.

Quanto tempo dura o tratamento

A fertilização in vitro, desde a ovulação até a fecundação em laboratório, dura aproximadamente de 15 a 20 dias. Depois da transferência embrionária, a paciente deve esperar cerca de duas semanas para realizar o exame de gravidez e conferir se o procedimento foi bem-sucedido.

Sendo assim, o tratamento completo da FIV geralmente dura cerca de 1 mês. Caso a primeira tentativa não funcione, se desejar, o casal pode tentar novamente a FIV. Nesse cenário, o indicado é descobrir o que motivou a falha na primeira tentativa e esperar pelo menos 2 ciclos naturais de ovulação para tentar novamente. Assim, os ovários da mulher já vão ter voltado ao tamanho normal e ao padrão de nível hormonal.

Para quem é indicado a FIV

Esse tipo de tratamento de fertilidade pode ser indicado em diversos casos. Em geral, ele é recomendado para:

  •         Casais que têm mais de 35 anos;
  •         Pacientes que têm algum problema de saúde conhecido que causa a infertilidade, como uma azoospermia, obstrução tubária ou quando há fator associado entre o homem e a mulher;
  •         Casais que estão tentando engravidar há bastante tempo e ainda não conseguiram.

A fertilização in vitro também é uma boa opção para as mulheres que têm dificuldades para produzir óvulos. Afinal, com a FIV, elas podem tentar engravidar com óvulos de doadoras.

Esse tratamento é considerado de alta complexidade, mas muitas pessoas optam por ele, porque a FIV é capaz de auxiliar em diversos casos e já trouxe bons resultados para milhares de famílias ao redor do mundo.

Se você e seu parceiro estão tentando engravidar há algum tempo e ainda não obtiveram sucesso, a FIV pode ser uma boa opção para solucionar essa dificuldade. 

Contudo, lembre-se de que vocês devem consultar um especialista na área e fazer exames para que o profissional possa entender melhor o caso. Só então ele vai dizer se a fertilização in vitro é o tratamento adequado para vocês.

Aqui na Clínica Reprodução Humana e Fertilização do Amato – Instituto de Medicina Avançada temos profissionais capacitados e especializados em tratamentos de fertilidade. Então, se você e seu parceiro ainda não sabem aonde ir para descobrir mais sobre o seu caso, marque uma consulta conosco para que possamos ajudá-los. 


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Puberdade Precoce

Amato Consultório Médico - Thu, 01/21/2021 - 17:17

A puberdade é a fase de transição quando as crianças desenvolvem as características corporais que levarão a forma adulta. O marcador do início da puberdade é o surgimento de broto mamário nas meninas e aumento de testículos em meninos, além da aceleração da velocidade de crescimento “estirão puberal” e mudanças psicológicas.

A puberdade é considerada precoce quando ocorre antes dos 8 anos nas meninas e antes dos 9 anos nos meninos, sendo muito mais comum entre as meninas.

Há meio século, a idade da primeira menstruação era em torno de 17 anos de idade e, atualmente, é 12 anos. Essa antecipação da puberdade e até mesmo os casos de puberdade precoce, que são mais frequentes em meninas, podem estar sendo causados pela exposição das crianças aos chamados disruptores endócrinos, que são substâncias que desregulam o sistema hormonal. Essas substâncias estão presentes em latas, plásticos, pesticidas, poluentes industriais e em diversos elementos ambientais. Obesidade, cada vez mais prevalente entre as crianças, também é um fator que pode desencadear a precocidade puberal.

As causas de puberdade precoce são várias, e vão desde o que chamamos de idiopática (sem motivo específico) até mesmo tumores da região hipofisária (glândula pequena presente na região central do crânio).

O tratamento depende da causa da puberdade precoce. Há situações onde o tratamento medicamentoso não é necessário, somente o seguimento, no entanto, na maioria das vezes o uso de medicamentos será indicado.

Quando a causa da puberdade precoce é idiopática (muito frequente, principalmente em meninas) o tratamento é feito com injeções mensais ou trimestrais que bloqueiam a puberdade. Esse tratamento é seguro e com poucos efeitos colaterais.

A ausência de tratamento pode levar à síndrome metabólica, baixa estatura e até mesmo transtornos psicológicos. Caso você identifique surgimento precoce de mamas nas meninas, ou aumento de testículos e pênis nos meninos, assim como o aumento precoce de pelos e acne, não deixe de procurar ajuda médica para avaliação.

 

Dra. Lorena Lima Amato

*Lorena Lima Amato é endocrinologista pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)

 

 

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Em busca da fertilidade.

Fertilidade - Thu, 01/21/2021 - 09:28

A Dra Juliana Amato acabou de publicar o livro “Em Busca da Fertilidade“, de leitura fácil e respondendo as perguntas e dúvidas mais comuns encontradas no consultório de reprodução humana sobre o tratamento da infertilidade, tanto masculina quanto feminina. Quais são as doenças mais comuns, quais sao os tratamentos disponíveis e aplicáveis em cada caso.

O livro está disponível pela editora Lulu e pelo Clube de Autores.


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Tensão Pré Menstrual (TPM)

Fertilidade - Wed, 01/20/2021 - 18:31

Artigo sobre TPM no Segredoa da Mente, onde a Dra Juliana responde perguntas importantes.

TPM

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Conheça o Instituto

Amato Consultório Médico - Wed, 01/20/2021 - 14:12

Publicado originalmente em9 de setembro de 2015 @ 18:32

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Reconstrução e aumento da mama: técnica utiliza gordura do corpo em procedimentos

Amato Consultório Médico - Wed, 01/20/2021 - 14:07

Além da prótese de silicone, as mulheres podem contar também com uma cirurgia que utiliza a gordura do próprio corpo para reconstrução e aumento da mama. Quais as vantagens? As duas técnicas podem, de alguma forma, interferir na amamentação?

 

Eu selecionei as principais dúvidas que chegam para mim no consultório e compilei abaixo com as respostas. Acompanhe:

 

A técnica que utiliza gordura da paciente pode ser aplicada para quais casos?

Ela pode ser indicada para pacientes que querem aumentar a mama, complementar a prótese (silicone) para melhorar o contorno, na reconstrução da mama (quando foi preciso retirá-la em casos de câncer), para corrigir deformidades (que podem ter sido causadas no tratamento do câncer) e também nos casos em que é necessário realizar a troca da prótese de silicone, sendo uma opção que pode ser discutida com o seu médico, como uma alternativa até para a substituição do implante.

 

 

De onde é retirada a gordura que é utilizada na cirurgia ade mama?

Principalmente do abdômen, mas o cirurgião pode utilizar também a gordura de outros locais como coxa e dorso.

 

Quando comparada ao silicone, a cirurgia que utiliza gordura pode apresentar menor rejeição?

Os riscos são minimizados, já que se utiliza a própria gordura do paciente, mas ainda pode acontecer infecção e até mesmo absorção da gordura. No caso de prótese de mama (silicone), todo material sintético pode causar alguma reação do organismo, como formação de uma cápsula ao redor. Mas essa cápsula pode ficar endurecida com o tempo, sendo visível e até causando dor, chamado de contratura capsular.

 

A prótese de silicone é indicada para qualquer pessoa?

A princípio sim, mas é claro que se deve ter bom senso, respeitar os limites de idade e condições clínicas.

 

 

A prótese de silicone pode causar câncer de mama?

Câncer de mama não, mas recentemente foi relacionada a um tipo raro de linfoma.

 

 

Tanto a prótese de silicone como a técnica que utilizam gordura do paciente podem interferir de alguma forma na amamentação?

Tanto a gordura como a prótese de mama não interferem, mas a técnica utilizada para reposicionar o mamilo e a ressecção de tecido em excesso, na mastopexia, podem interferir sim.

 

O termo prótese de silicone popularizou e é utilizado, algumas vezes, de forma incorreta. O Sr. pode esclarecer as diferenças?

 

Uma prótese é um material sintético que substitui alguma parte do corpo. Assim, na mama, quando usamos para reconstrui-la, podemos chamar de prótese. Para aumentar a mama, chamamos de implante, mas o nome prótese já é comumente utilizado nos casos de estética.

 

Dr. Fernando Amato

 

*Dr. Fernando Amato é médico cirurgião plástico, membro titular pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS).

 

 

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Probióticos

Cirurgia Vascular - Wed, 01/20/2021 - 12:52

Os probioticos estão sendo cada vez mais utilizados na medicina. Os probióticos são bactérias vivas, chamadas de “boas bactérias” por serem benéficas ao ser humano, principalmente no aparelho digestivo.
“Os existentes em alimentos e suplementos são similares aos naturalmente presentes no intestino” Apesar das pessoas não precisarem de suplementação de probióticos para serem saudáveis, recentes estudos demonstram que eles podem auxiliar a saúde, pois:

  • Diminuem as bactérias ruins que causam inflamação e infecção;
  • Ajudam na digestão de alimentos;
  • Sintetizam minerais e produzem vitaminas e enzimas que mantém o intestino saudável.

Além disso, recentes pesquisas demonstraram que os probióticos podem melhorar a resposta a antibióticos, tratar diarréia, síndrome do cólon irritável, refluxo, inflamações da pele, eczema e, ultimamente, auxiliar no tratamento da depressão.
As mais comuns são:

  • Lactobacillus: encontrados em iogurtes e bebidas fermentadas, segundo estudos, eles auxiliam no tratamento e prevenção de diarreia, cólicas em bebês, infecções pulmonares, colite ulcerativa, sindrome do cólon irritável, infecções vaginais e eczema.
  • Bifidobacterium: também encontrados em iogurtes e queijos, de acordo com pesquisas, eles auxiliam no tratamento de constipação, sindrome do cólon irritável, infecção pulmonar e, mais recentemente, na depressão menor.

É necessário ter muita cautela antes de iniciar o uso de qualquer probiótico, passando por uma avaliação de um médico que entenda do assunto, para que o tipo e a dose certas sejam prescritas.
Ao mesmo tempo, é essencial atentar-se ao local da compra do probiótico, para não correr riscos de tomar bactérias erradas ou substâncias que poderão dar alergias.

Importante: mulheres grávidas ou que estejam amamentando e pessoas com o sistema imunológico enfraquecido devem tomar cuidado extra antes de iniciar qualquer tratamento.

 

Prof. Dr. Alexandre Amato

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Ovulação: momento mais importante do ciclo

Fertilidade - Wed, 01/20/2021 - 08:38
Vamos direto ao assunto?

A cada mês, quando a mulher inicia seu ciclo menstrual, vários óvulos começam a se desenvolver em ambos os ovários. Cada óvulo se desenvolve dentro de uma estrutura chamada de “folículo”.
O corpo inicia a ovulação liberando um hormônio chamado hormônio luteinizante ou LH. Este hormônio é prontamente medido na urina por volta de 12 a 24 horas antes da liberação do óvulo.  Kits de detecção de ovulação podem ser usados para detectar o pico de concentração do LH – o momento no ciclo feminino onde esta está mais propensa a engravidar. Durante a ovulação, o folículo se rompe, liberando o fluido de seu interior e logo liberando o óvulo.
Este óvulo abandona o folículo ovariano e é capturado no final do Tubo de Falópio. Ali, ele começa a movimentar-se vagarosamente para baixo do tubo em direção ao útero. No entanto, para uma gravidez se desenvolver, é necessário primeiro que o óvulo encontre o espermatozoide enquanto ainda está na trajetória dentro do tubo de falópio. A sua fertilização deve ocorrer dentro das primeiras 24 horas ou ele morre.

O que é a ovulação?

Ovulação é o nome do processo que normalmente ocorre uma vez em cada ciclo menstrual, quando as alterações hormonais estimulam um ovário a liberar um óvulo. Explicamos aqui a ovulação e como usar esse conhecimento para ajudá-la a engravidar.

Ovulação:

Ovulação é o nome do processo que ocorre normalmente uma vez em cada ciclo menstrual, quando as alterações hormonais estimulam um ovário a liberar um óvulo. Você pode engravidar apenas se um espermatozoide fertilizar um óvulo. A ovulação geralmente ocorre de 12 a 16 dias antes do início da próxima menstruação.

Com a aproximação da ovulação, o corpo da mulher aumenta a produção de um hormônio chamado estrogênio, que causa o espessamento do revestimento do útero e ajuda a criar um ambiente acolhedor e apropriado para o espermatozoide.
Os altos níveis de estrogênio acionam um súbito aumento em outro hormônio, chamado de hormônio luteinizante (LH). Esse aumento de “LH” causa a liberação do óvulo maduro do ovário – isso é a ovulação.
A ovulação vai ocorrer normalmente de 24 a 36 horas após o aumento de LH e, portanto, o aumento de LH é bom para prever o pico de fertilidade, ou seja, o melhor momento para engravidar.
O óvulo pode ser fertilizado apenas até 24 horas após a ovulação. Se não for fertilizado, o revestimento, todo aquele ambiente acolhedor, do útero será descartado (e o óvulo irá com ele) e a menstruação iniciará. Ela marca o início do próximo ciclo menstrual.

Qual é a diferença entre ovulação e dias férteis?

Embora um óvulo sobreviva somente por 24 horas, o espermatozoide pode permanecer ativo por até 5 dias. Portanto, pode ser surpreendente saber que um casal pode engravidar tendo relações sexuais 4 a 5 dias antes da liberação do óvulo.

A “janela de fertilidade” total, levando em consideração a vida útil do espermatozoide e do óvulo, é de cerca de 6 dias. Os “dias férteis” são todos aqueles durante o ciclo menstrual quando você tem a capacidade de engravidar se mantiver relações sexuais sem proteção.

A identificação de dias férteis adicionais proporciona aos casais mais flexibilidade para planejar as relações sexuais em seu estilo de vida e também mais oportunidades para conceber, o que pode reduzir a pressão que eles sofrem ao tentar engravidar.

Quando uma mulher é mais fértil?

Em cada ciclo, os dias nos quais você está mais fértil, portanto com maior probabilidade de engravidar por relação sexual sem proteção, são o dia da ovulação e o dia anterior – esses são os dois dias de pico de fertilidade. Alguns dias antes, você também terá fertilidade alta, com oportunidade de engravidar. Fora dessa “janela de fertilidade” de cerca de 6 dias, as chances de engravidar são baixas.

Quando ocorre a ovulação?

A duração do ciclo menstrual varia de mulher para mulher e de ciclo para ciclo, mas geralmente é de 23 a 35 dias. A ovulação geralmente ocorre de 12 a 16 dias antes da próxima menstruação. Muitas mulheres pensam que ovulam no dia 14, mas isso é apenas uma média. Na verdade, a maioria das mulheres ovulará em um dia diferente do ciclo menstrual e isso também variará de ciclo para ciclo. Na verdade, 46% dos ciclos menstruais variam em sete dias ou mais.

Algumas mulheres afirmam sentir uma pontada de dor quando ovulam, mas muitas não sentem nada e não há outros sinais de ovulação físicos. Para engravidar, é importante ter relações sexuais nos dias férteis; se você desejar descobrir quando são seus dias mais férteis, é importante conhecer seu corpo e seu ciclo menstrual.

Quanto tempo dura a ovulação?

Como a ovulação ocorre com a liberação de um óvulo de um ovário, ela pode ser considerada  quase instantânea – o folículo eclode e o óvulo é expelido muito rapidamente para a tuba uterina.

Descubra seus dias mais férteis

Utilize a nossa calculadora de fertilidade para identificar seus próximos dias mais férteis.

 


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Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Tour do Futebol

Fertilidade - Tue, 01/19/2021 - 21:22

Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol mostra uma das mais reconhecidas manifestações culturais do Brasil e permite que os visitantes entendam como o futebol, um esporte inglês, originalmente de elite e branco, aos poucos ganhou novos traços e se tornou brasileiro, popular e mestiço, como a própria cultura brasileira. Os visitantes terão acesso a uma sequência de experiências visuais e sonoras de última geração, que relacionam o esporte e a vida brasileira no século XX. O espaço ainda tem a Sala das Curiosidades, com informações sobre o esporte e o Jogo de Corpo, onde a pessoa testa a potência do chute, assiste a jogadas em câmera lenta e vê o que acontece no corpo do atleta quando está jogando. Neste tour, há também a visita panorâmica ao Estádio do Morumbi, maior estádio particular do mundo (visita interna opcional ao Memorial do São Paulo Futebol Clube – ingresso não incluso).

 

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Qual hormônio ajuda a engravidar?

Fertilidade - Tue, 01/19/2021 - 11:17

Hormônios são substâncias essenciais para o organismo humano, porque desempenham diversos papeis no corpo que contribuem para que ele funcione de forma adequada. Eles auxiliam, por exemplo, a regular a pressão arterial, a controlar a glicemia no organismo, no desenvolvimento dos indivíduos e até nas possibilidades de uma mulher engravidar.

Existe mais de um hormônio que influencia no sucesso de uma gravidez e, caso haja qualquer alteração neles, a mulher pode ter dificuldades para engravidar ou manter uma gestação.

É fundamental que uma mulher que deseja engravidar conheça esses hormônios, porque uma alteração em uma ou mais dessas substâncias pode ser a causa de infertilidade da paciente.

Então, para que você os conheça, listamos abaixo quais são os hormônios que ajudam uma mulher a engravidar!

Hormônios que ajudam a engravidar Estrogênio

O estrogênio é conhecido como o principal hormônio sexual feminino, porque ele é responsável pelo desenvolvimento físico e sexual das mulheres. É esse hormônio que atua, por exemplo, na formação e no amadurecimento do endométrio, do sistema reprodutor e dos seios.

Além disso, o estrogênio é importante para que ocorra a gravidez. Isso porque ele auxilia no crescimento folicular, no amadurecimento do óvulo, na circulação na membrana uterina e na união do espermatozoide com o óvulo.

Então, se uma mulher tiver pouco ou muito estrogênio no organismo, ela pode apresentar problemas para engravidar. Por isso, é muito importante que um especialista analise a quantidade de estrogênio no corpo da mulher que está tentando engravidar.

Dessa forma, ele saberá se a infertilidade é causada pelo estrogênio e qual é o melhor tratamento para o caso.

FSH e LH

O hormônio folículo estimulante (FSH) e o luteinizante (LH) têm como principal função no organismo estimular o crescimento do folículo, que é um revestimento que protege o óvulo antes de ocorrer a ovulação.

O FSH e o LH também influenciam na produção e na liberação dos óvulos, porque eles atuam na regulação da função hormonal e do desenvolvimento dos ovários. Esses hormônios ainda são importantes para os homens que estão tentando ter filhos, pois eles atuam nos testículos aumentando a produção de espermatozoides.

Devido à importância do crescimento folicular para uma gravidez, atualmente existem diversos medicamentos de tratamento de fertilidade que possuem o FSH em suas composições.

Esses remédios podem ser usados em determinados tratamentos, como o de indução da ovulação e de inseminação artificial. Mas, é importante ressaltar que a utilização deles sempre deve ser recomendada e orientada pelo médico responsável pelo tratamento.

HCG

Gonadotrofina coriônica humana (HCG) é um hormônio que faz parte do mesmo grupo do FSH e LH, mas que possui diferentes funções no organismo. O HCG não auxilia a mulher a engravidar, porém ele é conhecido como hormônio da gravidez, porque só começa a ser produzido no corpo quando a mulher está grávida.

A função dele é manter o corpo lúteo, uma estrutura que se desenvolve no ovário após a ovulação, no início da gestação até que a placenta se forme e possa assumir a produção de estrogênio e progesterona. O HCG ainda é responsável por inibir a menstruação durante a gestação.

A molécula desse hormônio é dividida em duas partes. Uma é bem parecida com o FSH e o LH, já a outra é única. Esta, que é chamada de beta, é o elemento que os testes de gravidez verificam justamente porque ela geralmente só é produzida em altos níveis quando uma mulher está grávida.

Progesterona

A progesterona é um hormônio importante tanto antes da gravidez quanto durante. Ele é essencial para que a gestação aconteça, porque ele é produzido pelo ovário no ciclo menstrual justamente para preparar o endométrio para a implantação do embrião no útero. Ou seja, a progesterona prepara o organismo feminino para a gravidez.

Já durante a gestação, o hormônio garante que a gravidez seja segura e ainda atua na preparação das glândulas mamárias para a produção de leite depois que o bebê nascer.

Caso uma mulher grávida tenha um nível baixo de progesterona, ela pode tomar um suplemento do hormônio para que a gravidez seja mais segura. Entretanto, novamente quem deve indicar a suplementação é o médico que acompanha a gestação. 

Isso é essencial, porque ele sabe realmente se é necessário o suplemento e como a paciente deve consumir esse medicamento.

TSH

Os hormônios estimulantes da tireoide (TSH) realizam diversas atividades no organismo para garantir que ele vai funcionar de forma adequada. Em relação à gravidez eles são importantes, porque atuam com a progesterona e o estrogênio para promover o funcionamento dos ovários e auxiliar no amadurecimento dos óvulos.

Então, se a mulher apresenta falta ou excesso de TSH em seu organismo, ela pode ter problemas de infertilidade. Afinal, os ovários e o crescimento dos óvulos são afetados por essa alteração.

Por isso, quando uma mulher busca saber sua causa de infertilidade é necessário analisar os níveis de TSH em seu organismo.

Prolactina

A prolactina é bastante conhecida como o hormônio responsável pela produção de leite materno, já que atua nas glândulas mamárias estimulando a formação da bebida. Mas, ela também é importante para a gravidez, pois é a prolactina que libera a gonadotrofina (gnRH) no organismo durante o ciclo menstrual. E é a gnRH que libera o FSH e o LH que vão estimular o crescimento do folículo na mulher.

Sendo assim, níveis alterados de prolactina no organismo também podem prejudicar a fertilidade de uma mulher. Se uma moça apresenta esse hormônio em excesso, por exemplo, o cérebro entende que ela já está amamentando e para de colaborar com o desenvolvimento folicular.

Como os hormônios listados aqui ajudam a engravidar e a manter uma gestação segura, eles precisam estar equilibrados no organismo da mulher que deseja ter um filho.

Se você estiver enfrentando dificuldades para engravidar, deve se consultar com um especialista para que ele verifique se todos os hormônios estão equilibrados em seu organismo. De acordo com o diagnóstico, ele poderá lhe indicar o melhor tratamento para seu caso.

Agora que você sabe quais hormônios ajudam a engravidar, veja também se existem pré-requisitos para ser elegível a um tratamento de fertilidade!

Dra. Juliana Amato

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O que observar antes de iniciar o tratamento em uma clínica de fertilidade?

Amato Consultório Médico - Tue, 01/19/2021 - 11:05

Após realizar diversas tentativas frustradas de engravidar, um casal que está desconfiando de infertilidade precisa procurar uma clínica especializada no assunto. Dessa forma, eles conseguirão descobrir a causa da infertilidade e fazer um tratamento para engravidar.

Mas, o casal não pode ir em qualquer clínica sem se informar sobre ela. É necessário observar vários itens antes de iniciar um tratamento, porque o consultório e o profissional escolhidos fazem muita diferença no sucesso do procedimento.

Pensando nisso, separamos aqui 8 ações que você deve realizar antes de iniciar o seu tratamento para escolher uma clínica de fertilidade adequada.

Faça pesquisas sobre a clínica e seus profissionais

Primeiro, você deve pesquisar sobre a clínica e seus profissionais para saber mais sobre ela. Verifique o site e as redes sociais da clínica para descobrir desde quando ela oferece serviços, ler os textos publicados, observar comentários de pacientes e conhecer sua equipe de profissionais.

Leia o currículo dos médicos e veja se eles têm experiência na área. Caso não haja muitas informações a respeito da equipe ou da clínica nas páginas oficiais, vale a pena pesquisar também em um buscador, como o Google, para conferir se há mais dados interessantes.

Lembre-se ainda de verificar se a equipe é composta por profissionais com diferentes especialidades. Um time diversificado e completo pensa em áreas distintas do seu bem-estar e faz com que o tratamento seja melhor.

Verifique quais tratamentos ela oferece

Durante a sua pesquisa sobre a clínica, dê uma atenção especial para a seção de tratamentos. Se você ainda não sabe qual é a causa de sua infertilidade, é interessante escolher uma clínica que forneça diversos tratamentos de diferentes complexidades, como indução da ovulação, fertilização in vitro e inseminação artificial.

Isso é importante, porque assim você tem uma garantia de que independente da causa da infertilidade, essa clínica poderá lhe atender. Já se ela oferecer apenas tratamentos mais simples ou só os mais complexos, talvez não seja possível continuar o tratamento neste local.

Descubra se o tratamento é individualizado

Um tratamento individualizado é aquele em que o médico analisa o seu caso e de seu parceiro para realizar o melhor procedimento de fertilidade para vocês. Ou seja, ele conhece o histórico do casal, solicita exames com base nas informações obtidas e busca descobrir qual é a causa da infertilidade.

Após essa etapa, ele ainda indica medicamentos e dosagens de acordo com suas características e necessidades. Fazer um tratamento individualizado é muito importante, porque os cenários de esterilidade e os casais não são sempre iguais. Sendo assim, o tratamento para cada caso também apresenta particularidades.

Confira as taxas de sucesso

Em um tratamento de fertilidade, existem diversas variáveis que podem influenciar no resultado, como a idade da mulher, a causa da infertilidade, a qualidade dos embriões, entre outros. Por isso, as taxas de sucesso desses procedimentos costumam variar bastante.

Mesmo com essa variação, é interessante analisar esse dado para saber mais sobre a clínica de fertilidade. O ideal é observar a taxa oferecida por ela e as taxas médias nacionais ou mundiais.

Se a clínica estiver muito abaixo dessas médias é um sinal de que talvez ela não seja tão qualificada. Por outro lado, se ela estiver bem acima das demais médias, desconfie da veracidade do dado. Afinal, existem diversas variáveis envolvidas nos tratamentos, o que dificulta o alcance de uma taxa muito alta.

Converse com ex-pacientes da clínica

Além de conferir informações na internet ou por telefone, peça a opinião de casais que já passaram pelo tratamento na clínica. Se você não conhecer ninguém, verifique com familiares e amigos se eles conhecem alguém que já realizou um tratamento de fertilidade neste local.

Peça indicações ainda para seu ginecologista e para outros casais que não necessariamente realizaram o procedimento na clínica que você está pesquisando. Dessa forma, você pode conseguir outras boas indicações.

Marque uma consulta com um médico da equipe

Marcar uma consulta com um médico da clínica é fundamental em sua escolha, pois você tem que confiar no profissional responsável pelo tratamento se deseja ter sucesso no processo.

E para ter certeza de que você confia no médico nada melhor que uma consulta presencial. Durante a visita, tire suas dúvidas, observe se ele tem paciência para respondê-las, para ouvir sua história e se é o tipo de profissional que vai lhe acompanhar durante todo o tratamento. Essas características com certeza lhe darão mais segurança e confiança para realizar o tratamento na clínica.

Avalie o valor do tratamento

Uma clínica de fertilidade não deve ser escolhida somente devido ao preço que ela oferece pelo tratamento, mas é importante avaliar o valor cobrado para saber se ele cabe em seu orçamento.

Além disso, se a clínica realizar o tratamento por um valor muito abaixo do mercado, desconfie. Os custos de equipamentos, medicamentos, processos de fertilidade e da manutenção de uma clínica não são baixos. Então, se o valor do tratamento é muito pequeno significa que talvez os profissionais não estejam utilizando produtos de qualidade.

Observe a estrutura e os equipamentos do espaço físico

Quando marcar sua consulta na clínica, peça para conhecer o espaço ou pergunte a respeito dele para o médico. Veja se o local tem estrutura para realizar exames e procedimentos, como ultrassons, coleta de óvulos e sêmen. Se tudo puder ser feito na própria clínica, o tratamento se torna mais prático e confortável para os pacientes.

Confira ainda com quais equipamentos a clínica trabalha e se eles são modernos. O ideal é que eles sejam bem tecnológicos, pois assim aumentam as chances de o procedimento ser bem-sucedido.

Com essas informações, será muito mais fácil saber qual é a clínica de fertilidade correta para o seu tratamento. Lembre-se de que observar a estrutura, os equipamentos e valores da clínica são atividades essenciais, mas se você não confiar no médico aquela não é a melhor opção.

Por essa razão, quando encontrar uma clínica que lhe agrade, marque uma consulta para tomar sua decisão. Caso ainda não tenha iniciado a sua pesquisa, navegue em nosso site para conhecer a nossa clínica e confirmar se ela é uma boa opção para você e seu parceiro. 

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Lipedema: o que é?

Cirurgia Vascular - Tue, 01/19/2021 - 11:03

Você já ouviu falar em lipedema? A doença, considerada crônica por especialistas, atinge majoritariamente as mulheres e o surgimento tem a ver com fator genético e com hormônios. Algumas pessoas confundem lipedema com obesidade e com linfedema, mas são doenças diferentes. Veja a seguir o que de fato é o lipedema, características dessa doença e o que fazer para evitar e tratar esse problema.

O que é lipedema?

Lipedema é uma doença que atinge especialmente as mulheres. Caracteriza-se pelo acúmulo de gordura em locais específicos do corpo, como quadris, nádegas, pernas e tornozelos, causando uma aparência disforme e desproporcional ao restante do corpo.

A doença é considerada crônica, uma vez que evolui de maneira progressiva e não tem cura. Além dos depósitos de gordura, outros sintomas que podem surgir são o inchaço na pele, dores, sensibilidade local, sensação de peso e desconforto na região.

Geralmente, o médico pode identificar a presença do lipedema apenas através do exame clínico e do relato de mulheres que sofrem com a doença. A partir daí, o médico sugere o melhor tratamento de acordo com o caso avaliado.

 

O que causa o lipedema?

Apesar de ser caracterizado como excesso de tecido adiposo, popularmente chamado de gordura, o lipedema não tem relação com o excesso de peso. Diversos médicos especialistas têm tentado descobrir o motivo do surgimento do lipedema. Inclusive nós!

Existem duas causas prováveis: a influência dos hormônios femininos e o fator genético. Por esse motivo é que as mulheres são as pessoas que mais sofrem com o lipedema, principalmente durante o período em que os hormônios estão desequilibrados como o período de gestação, a menopausa e na fase adulta, durante o uso de anticoncepcionais.

Em homens, esse problema pode até surgir, mas apenas quando eles estão fazendo algum tratamento relacionado à ingestão de hormônios, o que reforça mais ainda a tese de que fatores hormonais são causadores do lipedema.

 

Diferença entre lipedema e linfedema

Apesar dos nomes semelhantes, lipedema e linfedema são doenças diferentes. Enquanto o lipedema se caracteriza pelo acúmulo de gordura em uma específica do corpo, o linfedema tem como sintoma principal o acúmulo de linfa na região, provocado pela obstrução dos vasos linfáticos.

Linfa é o nome de um líquido, que se origina no sangue e é responsável pela condução de glóbulos brancos pelo organismo. Os glóbulos brancos, por sua vez, auxiliam na defesa do nosso organismo contra agentes nocivos e retorno à circulação das excretas das células do nosso corpo.

Essas duas doenças podem se relacionar. Ou seja, uma pessoa que sofre com lipedema também pode apresentar linfedema. Isso acontece porque as células de gordura do lipedema impedem a circulação natural que acontece dentro dos canais linfáticos, causando o acúmulo de líquido na região. Contudo, são problemas diferentes.

 

Lipedema e obesidade não são a mesma coisa

Há uma facilidade muito grande em confundir lipedema e obesidade, provavelmente porque os dois problemas apresentam acúmulo de gordura no corpo. Porém, são doenças diferentes em alguns aspectos.

Em primeiro lugar, a obesidade não atinge especificamente as mulheres. Homens também podem sofrer com o excesso de peso em diferentes fases da vida. Geralmente, no público masculino a gordura se acumula na região do abdômen, mas também pode afetar as mamas.

Outra diferença é a localização da gordura em excesso. Pessoas obesas quase sempre têm gordura em toda a extensão do corpo, apesar de também ter um acúmulo maior em regiões como seios, bumbum, abdômen, pernas e quadris, principalmente no caso das mulheres.

A gordura da obesidade pode ser reduzida com mudanças na alimentação e prática constante de atividade física. No caso do lipedema, o aspecto da gordura é reduzido, mas o problema não é completamente solucionado.

Por fim, o aspecto visual desse depósito de gordura também é diferente. Obesos apresentam nódulos e ondulações no corpo, de uma maneira mais uniforme. Enquanto isso, o lipedema surge como se fosse uma bolsa de gordura, deixando aquela região disforme, sobressalente e com aspecto anormal, diferente do resto do corpo.

 

Perder peso é eficaz contra o lipedema?

A resposta é não, o motivo é simples. Mesmo que o lipedema tenha como sintoma o acúmulo de gordura em determinadas partes do corpo, esse depósito de tecido adiposo não acontece por causa da ingestão exagerada de alimentos ou pela falta de atividade física.

A concentração de gordura é um fator patológico, provocado por uma doença. Logo, não adianta fazer dieta ou passar a se exercitar com frequência na intenção de eliminar o lipedema.

É claro que perder peso sempre é uma boa alternativa porque previne várias doenças, além de deixar o corpo mais leve e bem disposto. No caso do lipedema, esses hábitos podem minimizar e até ajudar a prevenir o problema, mas não o elimina.

 

Lipedema tem cura?

Não, o lipedema é uma doença crônica e não tem cura. Contudo, tem tratamento que, se realizado corretamente, reduz bastante o aspecto estético do problema e melhora o desconforto que a mulher sente não só na região afetada, como também na queda da autoestima.

Nesses casos, são indicadas as massagens terapêuticas, as roupas de compressão, dieta e exercícios físicos para reduzir a gordura no corpo todo, além de apoio psicológico para lidar também com a saúde mental da paciente.

Depressão e rejeição ao próprio corpo é muito comum em mulheres que têm lipedema, principalmente porque a estética da paciente é afetada. Por isso, é importante pensar também em tratamento psicológico para que a mulher aprenda a lidar melhor com a situação.

Outro tratamento eficaz para tratar o lipedema é o procedimento cirúrgico que consiste em várias seções de aspiração de gordura do local afetado. O ideal é que cada paciente seja avaliado por um especialista para que ele verifique a necessidade de um ou outro tratamento. O objetivo sempre deve ser o bem-estar do indivíduo e uma vida com mais saúde e qualidade.

Hoje, vimos que o lipedema é uma doença crônica, que atinge especialmente as mulheres e tem como causas prováveis os hormônios e a genética. Se alguém da sua família tem lipedema, é possível que você também passe a apresentar essa doença. O principal sintoma do lipedema é o acúmulo de gordura em regiões específicas do corpo, provocando um aspecto disforme e assimétrico. Apesar de não ter cura, é possível tratar o lipedema com as orientações corretas de um médico especialista.

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Parque da Cantareira

Fertilidade - Tue, 01/19/2021 - 09:58

Através de uma trilha na Mata Atlântica dentro do Parque Estadual da Cantareira chega-se ao mais belo mirante da cidade de São Paulo. Macacos e várias aves podem ser vistos nesta caminhada de 2 horas. A experiência fica ainda mais completa nos restaurantes ao redor do parque, que servem as delícias da cozinha caipira. No local, há também lojas de artesanato, antiguidades e roupas.

 

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Planejamento de Fertilidade

Fertilidade - Mon, 01/18/2021 - 19:45

Referencia:
http://v2.maringasaude.com.br/ferramentas/calculaOvulacao.htm

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Escleroterapia: o que é isso?

Amato Consultório Médico - Mon, 01/18/2021 - 10:32

A escleroterapia é um procedimento realizado pelo cirurgião vascular para tratamento de pequenos vasinhos dilatados (telangiectasias) e varizes presentes em diferentes locais do corpo, como face e pernas. Ela pode amenizar a aparência desses vasos sanguíneos dilatados, ou eliminá-los por completo, aliviando quaisquer sintomas que possam gerar desconforto ao paciente.

A técnica consiste na injeção de substâncias (como glicose ou uma espuma especial), ou ainda aplicação de laser, no vasinho acometido, de modo que o sangue saia de dentro dele para outros vasos e ele seque; essa agressão ao vaso permite que ele vá diminuindo de tamanho com o tempo e com o número de aplicações. Em alguns casos, com algumas técnicas, pode ser necessário o uso de meias elásticas compressivas após o tratamento por algumas semanas, assim como evitar a exposição solar por um determinado tempo para se obter melhores resultados.

Os efeitos adversos da terapia, que dependem da substância utilizada, da experiência do profissional e de características próprias de cada paciente, incluem a presença de manchas escuras e lesões (pequenas úlceras) na pele, reações alérgicas e dor durante a aplicação, considerada tolerável pela maioria dos pacientes. Por isso é muito importante fazer o procedimento com cirurgião vascular especialista no assunto.

A substância mais adequada a ser usada e o número de aplicações variam conforme o paciente, assim como também pode variar a resposta ao tratamento. É importante manter em mente que a técnica não impede a formação de novas varizes, apenas elimina as já formadas. As varizes resultam de inúmeros fatores que devem ser considerados durante o tratamento, de modo que, caso as agressões se mantenham, como, por exemplo, ficar muito tempo em pé, é possível que futuramente sejam necessárias novas aplicações.

Apenas o médico especialista (cirurgião vascular) é capaz de julgar, após avaliação técnica adequada, quais vasinhos podem ser tratados por escleroterapia e qual a forma mais apropriada de tratamento.

 

Prof. Dr. Alexandre Amato

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Embu das Artes

Fertilidade - Mon, 01/18/2021 - 09:12

Tradicionalmente famosa por seu artesanato e suas galerias de arte, Embu das Artes também chama a atenção por sua arquitetura colonial, por sua história ligada à catequização pelos jesuítas, e pela culinária tipicamente brasileira. A apenas 25 km de São Paulo é um passeio ideal para caminhar, fazer compras de artesanatos e antiguidades, e saborear uma ótima comida. 

 

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Circuito de Museus

Fertilidade - Fri, 01/15/2021 - 19:43

São Paulo possui um dos principais acervos de arte e relíquias históricas da América Latina. Neste tour, você poderá conhecer alguns dos principais museus que tornaram a cidade uma das principais capitais culturais do mundo, como o MASP (Museu de Arte de São Paulo), o MAM (Museu de Arte Moderna), o MAC (Museu de Arte Contemporânea). No Museu da Língua Portuguesa, o visitante poderá explorar através de muita tecnologia e interatividade, a história do idioma português e, depois, visitar a Pinacoteca do Estado, onde estão mais de 4 mil obras de artistas como Portinari, Anita Mafaldi, Victor Brecheret, Almeida Junior, entre outros. 

 

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Como fazer a dieta do Mediterrâneo

Cirurgia Vascular - Fri, 01/15/2021 - 17:11

A dieta do Mediterrâneo, também conhecida como dieta mediterrânea, é mais do que um cardápio a seguir por alguns dias. É um estilo de vida e um jeito de se alimentar tendo como base os alimentos facilmente encontrados na natureza como frutas, legumes, cereais, sementes, peixes e outros.

Esse cardápio é típico dos moradores da região do mar Mediterrâneo, incluindo o sul de países como França, Itália, Espanha e Grécia. Por causa da alimentação natural, essas pessoas têm uma expectativa de vida maior, uma rotina mais saudável e com baixa incidência de doenças.

Comida de verdade: a base da dieta do Mediterrâneo

Quando falamos em comida de verdade, estamos falando de alimentos naturais, livres de processos industriais. Ou seja, são aqueles encontrados na natureza, que não têm embalagem. Por exemplo: frutas, legumes, verduras, peixes, ovos, sementes, mel, grãos integrais e carnes magras.

Esses devem ser a base de um cardápio inspirado em uma dieta mediterrânea. Contudo, é possível acrescentar outros alimentos que, apesar de naturais, ainda passam por algum processo industrial como o leite e seus derivados e o azeite, por exemplo.

O que deve ser prontamente evitado, ou ao menos reduzido para quem está começando, são os alimentos industrializados. São itens que passam por diversos processos de fabricação, com acréscimo de substâncias pouco saudáveis como corantes e conservantes, e acabam perdendo também ingredientes positivos dos alimentos como as fibras e demais nutrientes.

Com o passar do tempo, e com a ingestão contínua de uma alimentação baseada em produtos industrializados, o corpo acaba sofrendo as consequências, ficando doente frequentemente, com menos disposição física e mental.

Como fazer a dieta do Mediterrâneo

Se você pensa que fazer a dieta do Mediterrâneo é algo chato ou trabalhoso, está enganado. No começo, é possível que você sinta um pouco de dificuldade, porém com o passar do tempo e percepção dos benefícios, você verá o quanto vale a pena. Veja como funciona.

Prefira comer alimentos naturais

Como dissemos, os alimentos frescos e naturais devem ser a principal alimentação de quem segue a dieta mediterrânea. Então, sempre que tiver a opção de ingerir um alimento natural, dê preferência a ele. Coma mais ovos, carne de ave, peixe, frutas, legumes, verduras, cereais integrais, azeite e sementes.

Evite o consumo de industrializados

Reduza ao máximo o consumo de industrializados, embutidos e processados. No começo, pode ser um pouco difícil devido às inúmeras ofertas que temos disponíveis e também ao paladar já acostumado a esses alimentos, mas, com a prática e um olhar mais atento você saberá fazer escolhas melhores.

Exemplos: comidas prontas, congelados, linguiças, salame, salsichas, bebidas energéticas, refrigerantes, temperos prontos etc.

Inclua gorduras boas no seu cardápio

Por algum tempo, as gorduras boas eram consideradas ruins para o organismo. Com o avanço dos estudos na área, o que foi percebido é que essas gorduras boas fazem bem ao nosso corpo, especialmente para o nosso cérebro.

Inclua na sua dieta: abacate, azeitona e azeite de oliva.

Reduza o consumo de carne vermelha

A carne vermelha não deve ser eliminada, mas precisa ser consumida com moderação. Uma vez por semana é o suficiente e dando preferência aos cortes magros. Nos outros dias, coma mais ovos, carne branca e peixes.

Água e vinho para acompanhar as refeições

A água é o líquido principal da dieta mediterrânea e pode ser ingerida à vontade. O vinho, apesar do teor alcoólico, também pode ser consumido, desde que em pequena quantidade. O vinho contém polifenóis, ricos em antioxidantes que combatem inflamações e doenças como o câncer.

Prefira adoçantes naturais

Açúcar refinado, demerara e similares, além de adoçantes industrializados também devem ser evitados. No lugar deles, use mel para adoçar os alimentos ou acostume-se aos poucos com o sabor natural dos alimentos.

Consuma leites e derivados

Leite, queijo, requeijão e manteiga também são permitidos, porém com preferência para as versões mais magras como o leite desnatado, o queijo minas ou a ricota e o requeijão light. Quanto à manteiga, prefira aquela que tem menos ingredientes e evite a margarina.

Prefira frutas e legumes da estação

Frutas, legumes e verduras da estação são mais saborosas, têm um preço mais acessível e sofrem menos intervenções dos produtores. Portanto, monte o seu cardápio diário de acordo com o período de produção de cada alimento.

Benefícios da dieta do Mediterâneo

Por ser uma dieta baseada em alimentos naturais, com baixa gordura saturada e grande variedade de alimentos, a dieta do Mediterrâneo oferece muitos benefícios ao indivíduo, especialmente na qualidade de vida dele. Conheça a seguir os principais benefícios.

Organismo mais resistente

Os nutrientes existentes nos alimentos naturais fortalecem o organismo, mantendo-o mais saudável e menos propenso a sofrer com a incidência de diversas doenças. O corpo fica fortalecido e mais bem disposto.

Emagrecimento saudável e sustentável

Produtos industrializados, enlatados, açúcar e carboidratos refinados são as principais causas do aumento de peso. A dieta mediterrânea, por ter como base os alimentos naturais, leva ao emagrecimento saudável e a longo prazo, bem diferente do que acontece com as dietas restritivas que geralmente fazem com que a pessoa engorde tudo novamente depois.

Além disso, esses alimentos contém muitas fibras que dão saciedade, aumentam o metabolismo e a queima natural de gordura corporal.

Baixa incidência de doenças crônicas

Alzheimer, diabetes, hipertensão, doenças cardíacas, doenças vasculares, câncer, colesterol, doença de Parkinson e até a depressão podem ser prevenidas com a dieta do Mediterrâneo. Tudo isso é resultado não só do poder nutritivo dos alimentos, mas também por causa do bom funcionamento de todos os órgãos influenciados pela alimentação saudável.

Mais poder nutritivo

Alimentos naturais são ricos em nutrientes, não possuem conservantes e nenhum tipo de aditivo, garantindo mais sabor e saúde. Uma dica é investir em frutas, legumes e verduras respeitando o período de sazonalidade de cada alimento. Assim, você garante alimentos mais saborosos e com amadurecimento natural.

Alimentação mais limpa e mais variada

A dieta do Mediterrâneo oferece aos seus adeptos refeições mais simples, variadas e naturais, bem diferente de um cardápio comum atualmente, recheado de produtos industrializados. Temos à disposição uma infinidade de frutas, legumes e verduras, além de grãos e sementes diversos, o que facilita muito a elaboração de um cardápio diverso e gostoso.

Como pudemos ver, fazer a dieta do Mediterrâneo não é um desafio difícil de cumprir. Basta focar ao máximo em alimentos naturais, fazer as combinações necessárias e manipular os alimentos de forma que eles fiquem apetitosos. É possível preparar inúmeras receitas com a variedade de ingredientes que temos disponíveis, aliando sabor e nutrição. Assim, além de comer para se satisfazer, você também come para nutrir e fortalecer o seu organismo.

 

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