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Fatores relacionados ao Estilo de Vida e Infertilidade

Fertilidade - Tue, 01/26/2021 - 21:00

É bem conhecido que certos hábitos pessoais e fatores ligados ao estilo de vida causam impacto na saúde; muitos destes mesmos fatos podem limitar a habilidade do casal de conceber. Felizmente, no entanto, várias destas variáveis podem ser reguladas para aumentar não apenas as chances de concepção, mas também para a saúde geral do indivíduo. Alguns destes fatores comportamentais incluem:

1.    DIETA E EXERCÍCIOS
Um funcionamento reprodutivo otimizado requer tanto uma dieta apropriada quanto apropriados níveis de exercício. Mulheres que estão significativamente com sobrepeso ou subpeso podem ter dificuldades em engravidar.

2.    TABAGISMO
O hábito de fumar tem sido mostrado como um fator de diminuição na contagem de espermatozoides nos homens e aumenta o risco de aborto espontâneo, nascimento prematuro e baixo peso ao nascimento dos bebês em mulheres. O hábito de fumar por ambos os parceiros reduz as chances de concepção em cada ciclo, tanto naturalmente ou com fertilização in vitro, em um terço.

3.    ÁLCOOL
O consumo de álcool pelas mulheres  aumenta substancialmente o risco de defeitos ao nascimento, e, se em níveis altos o suficiente no sangue materno, pode causar a síndrome alcoólica fetal. O álcool também afeta a contagem de espermatozoides no homem.

4.    DROGAS
Drogas, como a maconha e os esteroides anabolizantes, podem causar impacto na contagem de espermatozoides no homem. O uso de cocaína por mulheres grávidas pode causar retardos severos e problemas de rins no bebê e é, talvez, a pior droga possível de se abusar durante a gravidez. O uso recreativo de drogas deve ser evitado, tanto durante a  tentativa da concepção quanto durante a gravidez.

 

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014
*Muitas destas informações são do site stanford.edu

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Categories: Medical

O que é sinal de Godet?

Cirurgia Vascular - Tue, 01/26/2021 - 12:04

Você já ouviu falar em sinal de Godet? Apesar do nome ser um pouco desconhecido, o sinal de Godet é uma tática bastante comum quando queremos identificar algum inchaço especialmente nos membros inferiores. Esse procedimento é muito utilizado não só por profissionais da área da saúde, mas também por pessoas comuns. Vamos saber mais sobre esse assunto?

O que é sinal de Godet?

O sinal de Godet também é chamado de cacifo ou sinal de cacifo. Nada mais é do que a depressão que se forma na pele após a compressão desse local, por meio dos dedos das mãos, indicador e polegar, fazendo um movimento de pinça ou contra estrutura óssea.

 

Para que serve esse procedimento?

O objetivo desse simples exame clínico é identificar a presença de algum edema na região. Após ser pressionada por alguns segundos, a superfície examinada deve voltar ao normal em menos de 15 segundos. Nesse caso, dizemos que o alerta é negativo para o edema.

Por outro lado, se a área pressionada permanecer alterada por mais de 15 segundos, sem voltar ao normal, podemos dizer que o resultado é positivo. Isto é, há presença do sinal de Godet, sinalizando algum edema que deve ser analisado.

A partir dessas explicações, é possível verificarmos qual é a necessidade dessa técnica, uma vez que, através dela, podemos antecipar e facilitar o diagnóstico de algum edema. Lembrando que o edema pode sinalizar alguma alteração no organismo que pode ser uma doença, uma alergia, um trauma etc.

 

O que causa o sinal de Godet?

Quando o teste é positivo para o sinal de Godet quer dizer que o paciente está com um edema, ou seja, um inchaço provocado geralmente por acúmulo de líquido. Esse líquido, derivado do sangue, que deveria circular normalmente dentro dos vasos capilares, não segue o seu caminho natural. Em vez disso, fica acumulado em certas regiões, provocando o inchaço

É por isso que o sinal de Godet é muito utilizado pelo cirurgião vascular para tentar identificar na paciente a presença de alguma doença venosa como a trombose, as varizes e o linfedema.

O lipedema, por sua vez, não apresenta inchaço que possa ser verificado por meio da compressão da pele, isto é, o sinal de Godet não costuma surgir quando a paciente apresenta o lipedema.

Em resumo, o sinal de Godet pode estar presente no indivíduo caso ele apresente algum inchaço na pele, que seja resultado de acúmulo de líquidos na região afetada. Veja a seguir a classificação do sinal de Godet.

 

Qual é a classificação do sinal de Godet?

Já vimos que o sinal de Godet é evidenciado quando pressionamos uma parte do corpo humano, geralmente pernas e pés, e, em vez da pele retornar ao normal, ocorre uma depressão no local. Isto é, a região fica um pouco funda e demorar a retornar.

Essa demora para a pele voltar à normalidade é dividida em graus. Quanto maior o grau, mais acentuado é o cacifo e mais inchada é a região.

Grau I – a depressão ocasionada pela pressão dos dedos desaparece quase que instantaneamente.

Grau II – em 15 segundos a depressão desaparece.

Grau III – a depressão demora cerca de 1 minuto para desaparecer completamente.

Grau IV – a pelo retorna ao normal entre 2 e 5 minutos.

Ou seja, quanto maior o grau do edema mais inchaço o paciente apresenta.

Um lembrete importante é que, em alguns casos, esse inchaço na pele, o edema, vem acompanhado de dor. Por isso, esse ato de pinçar a pele com os dedos deve ser feito com cuidado para não provocar mais desconforto ainda ao paciente.

 

O que é e o que causa um edema?

O edema é resultado do aumento do líquido no organismo. O edema pode ser localizado, quando atinge apenas uma parte do corpo, geralmente as pernas, pés e tornozelos, e também pode ser generalizado quando o corpo inteiro sofre com o inchaço.

Quando o edema é localizado, ele é derivado de processos inflamatórios, doenças alérgicas, venosas e linfáticas. As principais doenças causadoras do edema são a trombose e a insuficiência venosa, a inflamação local como a tromboflebite e também é resultado de diversos pós-operatórios e traumas.

Essas doenças, por sua vez, são provocadas por obstruções nas veias, impedindo que o fluxo sanguíneo aconteça naturalmente.

O edema, nessas situações, surge de uma maneira mais rápida, às vezes até de forma repentina como é o caso de algumas crises alérgicas. Quando vem acompanhado de dor, o edema pode ser resultado de algum processo inflamatório.

Quando é generalizado, o inchaço ocorre no corpo inteiro, com acúmulo de líquido e sódio em diversas regiões do organismo. As principais causas são doenças cardíacas, hepáticas, insuficiência renal e alguns casos de desnutrição grave.

Nesses casos, o edema surge mais lentamente, de forma silenciosa. É o que acontece quando o indivíduo vai engordando aos poucos, com um aumento progressivo de peso, por exemplo. O indivíduo começa a sentir roupas, calçados e anéis apertados.

Outras condições que aceleram o surgimento do edema são:

  • Ingestão de líquidos em excesso;
  • Uso constante de medicamentos que provocam retenção líquida;
  • Produção baixa de urina;
  • Baixa quantidade de proteínas no sangue.

 

Outras características do edema

O principal sintoma do edema é a elevação da região afetada, o que é perceptível aos olhos e pode ser confirmada com o teste do sinal de Godet. Além disso, o edema geralmente vem acompanhando de outros sintomas como, por exemplo:

 

  • Dor;
  • Sensação de peso;
  • Cansaço;
  • Alteração na cor da pele, que passa a ficar com aspecto avermelhado ou escurecido;
  • Dificuldade para usar calçados, roupas e outros acessórios anteriormente utilizados tranquilamente;
  • Região mais aquecida do que o restante do corpo;
  • Depressões na pele causadas por roupas e outros objetos apertados;
  • Pele mais brilhante e lisa;
  • Pele com aspecto mais esticado;
  • Surgimento de pequenos ferimentos e úlceras;
  • Atrofia muscular;
  • Região mais sensível.

 

O sinal de Godet é uma demonstração clínica de que o corpo está sofrendo com retenção líquida ou inchaço, também conhecido como edema. Quando a pele é pressionada, usando o polegar e o indicador como pinça, a região sofre uma depressão, um leve afundamento da pele, que permanece nessa condição por, no mínimo, 15 segundos. O edema pode ser a indicação da presença de alguma doença ou mau funcionamento do organismo. É importante procurar ajuda médica para buscar mais orientações a respeito.

 

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Categories: Medical

8 Dicas: Como lidar com os medos e as expectativas ao longo do tratamento de fertilidade?

Amato Consultório Médico - Tue, 01/26/2021 - 11:00

Passar por um tratamento de fertilidade é uma ação que gera muitas expectativas em um casal que está tentando engravidar e até em familiares e amigos. Sendo assim, esse momento pode gerar medo, ansiedade, estresse e outras tensões em você e seu parceiro.

Mas, além de prejudicar sua qualidade de vida, esses sentimentos podem afetar o tratamento de fertilidade. Por isso, é essencial saber como lidar com seus medos e expectativas ao longo do processo.

Para lhe ajudar nesse período, listamos 8 dicas para você e seu parceiro saberem lidar com os medos e expectativas durante o seu tratamento de fertilidade.

Encontre um profissional de confiança

O primeiro passo para lidar com seus sentimentos durante o tratamento de fertilidade é encontrar um médico com experiência e que lhe transmita confiança.

Isso é fundamental, porque se você e seu parceiro não confiarem no profissional que está realizando o tratamento, será praticamente impossível ter tranquilidade durante esse período. Então, mesmo que vocês realizem outras ações que vamos indicar para lidar bem com o medo e as expectativas, elas provavelmente não vão surtir efeito nesse cenário. 

Por isso, antes de decidir onde fará seu tratamento, marque uma consulta com o médico, tire dúvidas e tenha certeza de que o profissional escolhido vai lhe acompanhar em todas as etapas do processo.

Converse com outros casais que passaram pelo tratamento

Falar com pessoas que já passaram pela mesma situação é muito importante, pois elas sabem exatamente quais são suas preocupações e conhecem o passo a passo do tratamento.

Dessa forma, elas conseguem realmente compreender seus anseios e podem até dar conselhos para que você e seu parceiro enfrentem esse desafio de maneira mais tranquila. Contudo, lembre-se de que cada caso é um caso.

Por isso, não tome medicamentos ou utilize estratégias de amigos para aumentar as chances de engravidar sem conversar com seu médico. Afinal, o que funcionou para uma mulher nem sempre vai ser benéfico para outra paciente.

Não se compare com outras mulheres

Conversar com casais que passaram pelo mesmo tratamento é essencial para ter um apoio especializado, mas tenha em mente que você não deve se comparar com outras mulheres que passaram pelo mesmo procedimento.

Cada casal é único, porque eles têm personalidades diferentes e causas distintas de infertilidade. Sendo assim, não é porque sua amiga fez o procedimento diversas vezes antes de conseguir engravidar ou engravidou na primeira tentativa que o mesmo vai acontecer com você.

O seu corpo e tratamento são únicos, então não se compare com as outras mulheres e com os resultados obtidos por elas. Essa não é uma ação fácil, por isso você tem que se lembrar dela todos os dias.

Crie uma rotina de exercícios físicos

Praticar exercícios físicos é indispensável para lidar com suas emoções, porque esse tipo de atividade auxilia a aliviar estresse, ansiedade e outras tensões que você pode sofrer durante o tratamento.

Além disso, é interessante praticar exercícios durante o seu tratamento, pois eles melhoram o seu sistema imunológico e o condicionamento físico. Ou seja, eles aprimoram a sua saúde em geral.

Mas, lembre-se de que antes de começar a praticar uma atividade, é preciso conversar com seu médico para conferir qual é a opção mais adequada de exercício de acordo com o tratamento.

Procure um auxílio psicológico

Quando as emoções causadas pelo tratamento de fertilidade começam a aparecer, muitos casais silenciam esses sentimentos e continuam focados no procedimento. Mas, esse é um grande erro.

Ignorar os sentimentos que surgem e se intensificam nesse período é um grande problema, porque isso pode aumentar o sofrimento de ambos, prejudicar a saúde mental e até física do casal.

Sendo assim, o silenciamento é capaz de dificultar o seu tratamento. Por isso, é importante conversar com casais que já passaram por um tipo de tratamento para ter apoio de pessoas queridas, mas é preciso ir além.

Um auxílio psicológico é essencial, porque um profissional dessa área é capacitado para escutar suas preocupações, problemas e ajudá-la nessa situação. O psicólogo vai saber guiar tanto você quanto seu parceiro para a compreensão, aceitação e até uma mudança de perspectiva.  

Essa ajuda consegue aumentar tanto a união entre vocês, que pode até melhorar o relacionamento após a finalização do tratamento.

Divirta-se com pessoas queridas

Ademais de ter um suporte para lidar com suas emoções, não se esqueça de separar um tempo para se divertir com amigos e familiares. Passar bons momentos com pessoas queridas é uma ótima forma de se alegrar e se acalmar durante o processo.

Então, ligue para eles, converse e, quando possível, encontre-os. Em alguns casos, compartilhar com os amigos e familiares os anseios sobre o tratamento também é interessante para incluí-los nesse momento especial e para aliviar seus sentimentos.

Contudo, tenha em mente que você e seu parceiro podem decidir quando desejam compartilhar com pessoas próximas as novidades sobre o tratamento e até com quais indivíduos conversar sobre o procedimento.

Isto é, vocês não são obrigados a contarem tudo a todo momento ou desde o início. O importante é que vocês estejam confortáveis e contem com o apoio de pessoas queridas da forma que preferirem.

Descubra hobbys

Praticar atividades de lazer que lhe relaxam também é fundamental para lidar com os medos e as expectativas de seu tratamento. Elas fazem bem para o seu emocional, porque liberam hormônios que proporcionam bem-estar ao corpo, como a serotonina, endorfina e oxitocina.

Portanto, teste diferentes atividades, como ler, pintar, praticar artesanato, e descubra aquelas que mais lhe agradam. Se você já tinha um hobby que foi deixado de lado devido à rotina corrida, que tal voltar a praticá-lo durante o tratamento?

Caso seu hobby seja algo que pode impactar no procedimento, como um exercício físico, é melhor conversar com seu médico antes de voltar a realizá-lo. Se não, aproveite o momento para renovar seus hobbys e aumentar o bem-estar ao longo do tratamento.

Seguindo essas dicas, será mais fácil lidar com os medos e expectativas durante o processo de fertilidade. E, caso você e seu parceiro precisem de mais ajuda, lembrem-se de conversar com o especialista responsável pelo tratamento de fertilidade.

Após conferir como encarar os sentimentos causados por esse período, veja também o que observar antes de iniciar um tratamento em uma clínica

Dra. Juliana Amato

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Implantação

Fertilidade - Tue, 01/26/2021 - 09:50

Durante todo este tempo o embrião vem se movimentando ao longo dos tubos de falópio, mas no estágio de blastocisto o embrião adentra o útero. Ele vai crescer e irá formar conexões com a mãe através de vasos sanguíneos. Este estágio de conexão com o útero é chamado “implantação” e é outro estágio crítico para a obtenção da gravidez.
Neste ponto, o embrião está mandando componentes químicos na corrente sanguínea da mãe, e após 2 semanas da fertilização os componentes químicos terão alcançado um nível capaz de ser percebido por um teste de gravidez.
O embrião deve então continuar a crescer e desenvolver os diferentes tipos de células e estruturas necessárias para se tornar um bebê. O processo de concepção ocorreu e a mulher está grávida.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Qual é a diferença entre inseminação artificial e fertilização in vitro?

Fertilidade - Mon, 01/25/2021 - 20:20

Um casal que está procurando um tratamento de fertilidade hoje em dia logo percebe que existem diversos procedimentos disponíveis que auxiliam mulheres a engravidarem. Mas, cada um deles possui características distintas e é indicado para casos específicos.

Com tantas opções, é comum que as pessoas façam confusão e não entendam exatamente como funciona cada procedimento. Uma dúvida comum entre os pacientes, por exemplo, é qual é a diferença entre a inseminação artificial e a fertilização in vitro.

Para acabar com as incertezas sobre os dois tratamentos, vamos explicar a seguir quais são as diferenças entre eles.

Como é a inseminação artificial

A inseminação intrauterina, conhecida também como artificial, é um tratamento de baixa complexidade em reprodução assistida. Nesse modelo, primeiro é realizada a indução da ovulação e um controle ultrassonográfico para monitorar o crescimento dos folículos (que contêm os óvulos).

Em seguida, perto da ovulação, o parceiro faz a coleta de espermatozoides e um profissional seleciona os melhores entre os colhidos. Após a seleção, os espermatozoides com maior potencial são colocados na cavidade uterina da mulher por meio de uma sonda. Essa etapa acontece quando a paciente está ovulando.

A inseminação artificial é um procedimento simples realizado no consultório do especialista e a mulher nem precisa tomar anestesia. Ela tem duração aproximada de 12 dias. Depois da inseminação dos espermatozoides, o casal tem que esperar cerca de 15 dias para conferir se a mulher está grávida.

Como funciona a fertilização in vitro

Já a fertilização in vitro (FIV) é considerada um tratamento de alta complexidade entre os realizados atualmente. Nesse procedimento, primeiro é feita a indução da ovulação e um monitoramento do crescimento dos folículos por meio de ultrassons transvaginais. Aqui, o ideal é que cresçam diversos folículos para aumentar as chances de gravidez.

Quando a mulher está perto de sua ovulação, ela vai até um laboratório especializado em reprodução assistida para fazer a aspiração dos óvulos. Esse procedimento é realizado através da ultrassom vaginal guiada por agulha e a paciente precisa tomar uma anestesia para fazê-lo.

Enquanto a mulher faz a aspiração dos óvulos, o parceiro realiza a coleta dos espermatozoides em laboratório. Um biólogo separa os melhores espermatozoides e, em seguida, os reúne com os óvulos para que a fecundação aconteça em laboratório. É por essa razão que a FIV é muito conhecida também como “bebê de proveta”.

Após a formação dos embriões, alguns dos que mostraram maior potencial são transferidos para o útero da mulher por meio de um cateter. Essa transferência é tranquila e a paciente não precisa de anestesia.

A FIV acontece principalmente em um laboratório especializado e geralmente ela dura de 15 a 20 dias. Depois da transferência embrionária, é preciso esperar aproximadamente duas semanas para conferir se o tratamento foi bem-sucedido.

Diferenças entre inseminação artificial e fertilização in vitro

Ao conhecer as etapas de cada procedimento, já é possível perceber certas distinções. Contudo, nem todas elas ficam claras somente com esses detalhes. Por isso, listamos abaixo as principais diferenças entre inseminação artificial e fertilização in vitro:

Fecundação

A principal diferença entre os dois tratamentos é o local da fecundação. Na inseminação, a fecundação do embrião é feita no interior do útero da mulher. O tratamento apenas auxilia no encontro do espermatozoide com o óvulo, que pode não acontecer naturalmente devido a um problema da parceira ou do parceiro. 

Algumas condições que dificultam esse encontro são, por exemplo, problemas na ejaculação e irregularidade na ovulação.

Já na fertilização in vitro, a fecundação acontece em um laboratório, onde são reunidos os melhores óvulos e espermatozoides do casal. E após a fertilização, embriões já desenvolvidos são transferidos para o útero da mulher. É por essa razão que a FIV é considerada mais complexa que os demais procedimentos.

Local do tratamento

A inseminação artificial é realizada predominantemente no consultório do médico responsável pelo tratamento. Afinal, o acompanhamento do crescimento dos folículos e a transferência dos espermatozoides para a cavidade uterina são feitos na clínica do especialista. Somente a coleta dos espermatozoides é feita em laboratório.

Por outro lado, a fertilização in vitro é distribuída entre laboratório e clínica, sendo que as principais etapas são realizadas no primeiro ambiente. Lá é onde acontece a aspiração dos óvulos, a coleta dos espermatozoides e a fertilização do embrião. Já na clínica, são feitos o monitoramento da indução da ovulação e a transferência dos embriões para o útero.

Custo

Como têm complexidades distintas, os custos de cada tratamento também são diferentes. A inseminação tem um valor mais acessível, pois demanda menos equipamentos de laboratórios e é realizada com procedimentos mais simples. Sendo assim, o honorário da equipe é mais baixo.

A FIV possui um custo maior, porque precisa de mais procedimentos e esses são mais complexos, como a aspiração dos óvulos e a transferência embrionária. Além disso, esse tratamento demanda uma estrutura e equipamentos melhores. O laboratório, por exemplo, deve oferecer um ambiente organizado, limpo, equipado e seguro para a fecundação dos óvulos e espermatozoides.

Indicação

Cada tratamento tem suas particularidades, portanto, eles são indicados para diferentes casos de infertilidade. A inseminação intrauterina é recomendada especialmente para casais que têm menos de 35 anos e não apresentam um fator de risco ou problema de saúde que impeça a inseminação (como obstrução tubária ou baixo nível de espermatozoides).

A FIV geralmente é recomendada para os pacientes que:

  •         Têm mais de 35 anos;
  •         Apresentam um problema de saúde que causa a infertilidade, como obstrução tubária, azoospermia ou um fator associado entre o homem e a mulher;
  •         Parceiros que estão tentando engravidar a bastante tempo e ainda não obtiveram sucesso.

Esse procedimento também é interessante para mulheres que têm problemas na ovulação e necessitam da doação de óvulos para engravidar.

Apesar de haver essas recomendações, lembre-se de que somente um médico especialista na área pode dizer qual é o tratamento mais adequado para você e seu parceiro. 

Isso é essencial, porque o profissional analisa o histórico de ambos, a causa da infertilidade e assim indica o procedimento que tem mais chances de oferecer um bom resultado para o casal.

Então, agora que você sabe quais são as diferenças entre inseminação artificial e fertilização in vitro, marque uma consulta conosco para descobrir qual procedimento é o melhor para seu caso. 

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Categories: Medical

Confira 5 tipos de tratamentos de varizes

Amato Consultório Médico - Mon, 01/25/2021 - 11:00

As varizes atingem uma parcela considerável do público feminino. Além de comprometer a estética das pernas, as varizes também indicam problemas circulatórios e podem evoluir para doenças mais graves como a trombose. Felizmente, existem vários tratamentos para as varizes e é sobre eles que falaremos a seguir. Confira.

5 tratamentos contra as varizes

Os tratamentos para as varizes dividem-se em meios tradicionais, modernos, com aplicação isolada ou em conjunto. A escolha do procedimento depende da avaliação do médico especialista. Saiba mais a seguir.

1) Escleroterapia

A escleroterapia é um dos procedimentos mais usados no combate às varizes devido ao seu resultado satisfatório e simplicidade de execução. Esse tratamento consiste na aplicação de uma substância diretamente nas varizes, fazendo com que elas sequem e se tornem invisíveis.

A escleroterapia é indicada para o tratamento de varizes finas e vasinhos perceptíveis, que sempre causam muito incômodo estético nas mulheres. É um método invasivo e tanto a indicação quanto a sua aplicação deve ser realizada por um médico especialista como um cirurgião vascular.

Existem dois tipos de escleroterapia: a tradicional, com aplicação de glicose 75% e a com espuma, com aplicação de polidocanol. Vamos saber mais sobre elas a seguir.

a) Escleroterapia tradicional (aplicação de glicose)

Nesse tipo de tratamento, uma solução de glicose é injetada na área afetada com o intuito de fazer com que as varizes desapareçam. É uma técnica simples, apesar de invasiva e recomendada para vasos com até 2mm de diâmetro.

A glicose é uma substância natural e não provoca alergias ou rejeições no organismo. Apesar disso, é técnica de baixo poder esclerótico.

Algumas pessoas também podem se incomodar com o uso da agulha, mas, o incômodo provocado pelas aplicações é completamente suportável. Por isso podemos acrescentar a técnica Annox para sedação consciente.

Para que os resultados sejam satisfatórios é preciso realizar o tratamento completo, seguindo o número de aplicações recomendadas pelo médico que acompanha a paciente.

b) Escleroterapia com espuma (aplicação de polidocanol)

Essa modalidade é a mais indicada para vasos com até 4mm de diâmetro, embora possa funcionar com vasos de quase qualquer tamanho. Em vez da glicose, é aplicada nas veias uma solução esclerosante, com consistência de espuma, chamada de polidocanol. Essa substância é muito mais potente do que a glicose, mas tras outros riscos associados.

Esse procedimento não é recomendado para idosos, gestantes e pessoas que já tenham sofrido com embolia pulmonar.

2) Laser transdérmico

Nesse tipo de tratamento é utilizado um feixe de luz diretamente nas varizes, ocasionando o sumiço delas por causa do calor. O laser transdérmico pode ser aplicado de duas formas: isoladamente ou em conjunto com a escleroterapia.

Diferente da escleroterapia, o laser transdérmico é um método não invasivo. Sua aplicação é recomendada para tratar vasos de menor calibre e não é indicada para pessoas com histórico de câncer de pele ou outras doenças dermatológicas.

a) Tratamento isolado

Nessa opção, há apenas a aplicação do laser transdérmico, sem interferência de outros métodos.

b) Tratamento laser associado à escleroterapia (CLACS)

Nesse tipo de tratamento, são utilizados o laser e também a escleroterapia tradicional, com aplicação de glicose 75%. É uma metodologia recomendada e aplicada nas varizes de maior calibre que não são removidas totalmente apenas com a escleroterapia e nem com o laser.

Ao juntar esses dois tratamentos, o resultado é mais completo e satisfatório.

3) Microcirurgia

A microcirurgia é indicada para o tratamento de varizes de pequeno e médio porte e é considerado um procedimento minimamente invasivo. A cirurgia acontece após a aplicação de uma anestesia local e a sedação da paciente.

A microcirurgia é utilizada para a retirada da veia varicosa através de incisões mínimas e que não necessitam de suturas. A cicatrização é rápida e o pós-operatório também é tranquilo.

A única contraindicação é para pacientes que tenham alguma alergia às substâncias anestésicas ou que sofram de alguma doença grave cardiovascular.

4) Safenectomia tradicional (stripping)

Um dos tratamentos mais tradicionais das varizes, a safenectomia é recomendada para aquelas veias extremamente tortuosas e dilatadas, com funcionamento quase nulo. O procedimento consiste na retirada da veia safena, localizada nos membros inferiores.

É considerada a técnica mais agressiva de tratamento das varizes, mas têm ótimos resultados a longo prazo, além de execução simples.

5) Termoablação de safenas e perfurantes

Esse tratamento de varizes é uma modalidade recente, mas já com muitos adeptos e resultados excelentes. Fazemos a termoablação com laser há mais de 1 década e chegamos a publicar internacionalmente nossos resultados. A técnica consiste na aplicação de calor na veia safena para que a mesma deixe de funcionar.

O tratamento é minimamente invasivo e acontece por meio de uma punção da veia, sem incisões na pele. O médico é orientado pelo ultrassom durante todo o processo.

A termoablação pode ser executada de duas formas: a laser e por radiofrequência. Os dois tratamentos são eficazes, rápidos e com resultados duráveis. Veja a seguir detalhes dos dois tipos.

a) Termoablação a laser (endolaser)

No endolaser, o paciente é sedado por meio de anestesia local. A parede da veia doente é eliminada com a ação do calor emitido pela luz com apenas um comprimento de onda. É um procedimento que substitui a cirurgia tradicional.

b) Termoablação por radiofrequência

Essa opção de termoablação da veia acontece por meio de um eletrodo, localizado na extremidade de um cateter fazendo a liberação de energia de radiofrequência. É esse calor que destrói a veia doente.

Existem algumas vantagens nessas duas técnicas em relação aos meios tradicionais de tratamento de varizes: são menos invasivas, produzem menos hematomas e menos dores e garantem ao paciente uma recuperação mais rápida e satisfatória.

A termoablação não é recomendada para pacientes com histórico de trombose da veia safena. Por outro lado, obesos, idosos e pacientes que já tiveram linfedema respondem bem ao procedimento.

É importante salientar que um resultado eficaz do tratamento escolhido depende também do paciente e da sua disponibilidade em seguir as demais orientações repassadas no consultório como reduzir o peso, usar meias compressoras e manter uma alimentação saudável. Só assim é possível, de fato, usufruir de todos os benefícios oriundos do tratamento aplicado.

Como vimos, há diversos tipos de tratamentos de varizes. A indicação de um ou outro vai depender do médico que acompanha o caso, do tipo, tamanho das varizes e necessidade de cada paciente. Por serem procedimentos delicados, é crucial que sejam acompanhados por um especialista vascular. Também é de suma importância que o paciente siga todas as recomendações médicas para uma recuperação eficaz dentro do prazo estipulado.

Prof. Dr. Alexandre Amato

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Categories: Medical

Como saber se tenho lipedema?

Cirurgia Vascular - Sat, 01/23/2021 - 19:16

O lipedema é uma doença difícil de ser diagnosticada porque nem todo profissional da área tem conhecimento aprofundado sobre o assunto. Infelizmente, essa é uma situação comum, pois o lipedema não é, de fato, uma questão muito estudada. Contudo, nos últimos tempos muitas informações têm surgido a respeito, o que vem facilitando bastante o diagnóstico, a partir da afinidade das pacientes com os sintomas.

O que é o lipedema

Lipedema é uma doença crônica, que atinge sobretudo mulheres e se caracteriza pelo excesso de gordura doente, geralmente nas extremidades do corpo como braços, pernas, coxas e quadris.

A desproporção corporal é outra característica do lipedema. Isso porque a gordura doente fica acumulada apenas em um determinado local, se tornando sobressalente e deixando aquela região assimétrica.

Apesar desses sinais, ainda é difícil para alguns especialistas identificar corretamente o lipedema. Por isso, mulheres que sofrem com o problema devem continuar a busca por um diagnóstico adequado e por um tratamento eficaz. A seguir, algumas dicas de como fazer isso.

Como diagnosticar o lipedema

Como não é um assunto estudado com profundidade, ainda há muitas dúvidas a respeito do diagnóstico do lipedema. Contudo, a partir de uma série de perguntas é possível traçar um panorama da situação que a paciente vem enfrentando e fazer uma investigação mais a fundo. Veja a seguir quais são essas perguntas.

Sente que tem algo de errado nas pernas, mas não sabe o quê?

Muitas mulheres relatam desconforto nas pernas, cansaço e dores, mas não conseguem definir bem o que seja e nem o motivo. Vão ao médico, mas ainda assim não saem satisfeitas com o diagnóstico. Em muitos casos, o próprio médico não consegue descobrir a causa daquele incômodo.

 

Suas pernas doem?

A dor é muito importante para o diagnóstico do lipedema. Não que o lipedema seja a única doença que cause dor. A trombose também é dolorida, assim como as varizes, por exemplo. Contudo, se a dor é um sintoma recorrente na sua vida e não há uma explicação óbvia, pode ser que você esteja sofrendo com lipedema.

 

Sente dificuldade em perder peso na parte inferior do corpo?

A gordura doente, que caracteriza o lipedema, se acumula na parte inferior do corpo e geralmente é uma gordura mais difícil de ser eliminada. Assim, quem tem lipedema, sente mais dificuldade de emagrecer nessa parte do que no restante do corpo.

Então se você tem mais facilidade para perder peso na parte superior do corpo e não consegue emagrecer do tronco para baixo, já é mais uma questão que deve ser avaliada pelo seu médico.

 

Apresenta desproporção corporal?

O seu corpo possui partes desproporcionais? A parte de cima da cintura e a parte de baixo são diferentes, com tamanhos diferentes? Essa também é uma característica comum em caso de lipedema.

Não quer dizer que a pessoa esteja obesa ou acima do peso. Uma pessoa que sofre de lipedema pode ter uma cintura bem fina, mas bastante gordura acumulada na parte inferior do corpo como quadris e pernas. E esse também é um ponto que serve para ajudar no diagnóstico da doença.

 

Suas pernas e braços apresentam hematomas com frequência?

Nesse caso, os hematomas são aquelas manchinhas roxas que surgem com uma certa frequência e sem uma motivação específica. Geralmente aparecem na região dos braços e das pernas. A equimose, nome científico do hematoma, surge por causa da fragilidade dos vasos capilares, outro sintoma do lipedema.

Assim, qualquer pancada, por menor que seja, pode desencadear um pequeno hematoma e nem sempre a pessoa sabe como surgiu aquele machucado, já que não lembra de ter sofrido nenhum impacto que tenha sido suficiente para formar aquela mancha.

No caso do lipedema, não precisa acontecer uma pancada violenta para que surja o hematoma. Como os vasos capilares dessas regiões estão sensíveis, qualquer colisão, por mínima que seja, já é capaz de desenvolver uma equimose.

 

Durante a puberdade você ganhou peso na região dos braços e pernas?

Pernas, quadris, coxas e braços são as regiões que mais acumulam gordura durante a puberdade quando a pessoa sofre com lipedema. É um fato comum entre as mulheres por causa dos hormônios que estão muito mais potentes não só nessa fase, mas também durante a gestação e a adolescência.

Portanto, se você também possui essa característica é importante ficar atento aos outros fatores já listados nesse artigo e procurar um especialista para que seja feito o diagnóstico correto.

 

Você percebeu algum ganho de gordura durante a amamentação ou menopausa?

Nessas duas situações, período da amamentação e menopausa, as mulheres também são mais propensas a ganhar peso nos braços, pernas e quadris quando sofrem com lipedema. A causa é a mesma já citada anteriormente: a ação mais intensa dos hormônios.

Esse acontecimento não atinge de forma rigorosa com todas as mulheres. Entretanto, ainda é um fator a ser considerado juntamente com a avaliação dos outros pontos listados aqui.

 

Qual especialista procurar?

O profissional especializado em doenças do sistema linfático, arterial e venoso é o cirurgião vascular. É esse médico que você deve procurar caso perceba alguma alteração com as características que acabamos de listar no artigo.

Como dissemos no início do texto, muitas mulheres sentem dificuldade em encontrar um profissional que tenha conhecimento aprofundado em lipedema. Por conta disso, muitas delas acabam não procurando o tratamento adequado e continuam tendo que lidar com os sintomas desagradáveis da doença.

A orientação é fazer uma pesquisa na Associação Brasileira de Lipedema, onde existe uma lista de profissionais que estudam esse problema. Depois, é só localizar algum especialista que esteja mais próximo da paciente e verificar a disponibilidade do médico para fazer uma consulta.

Como vimos, o lipedema é uma doença que atinge basicamente as mulheres. É um problema incômodo não só por causa do desconforto local, mas também devido às mudanças que ele provoca no corpo. Infelizmente, o diagnóstico da doença ainda não é frequente devido ao pouco conhecimento difundido a respeito. Enquanto isso, é importante que as mulheres fiquem atentas aos sinais que o corpo emite e possam reunir informações que facilitam o diagnóstico médico. 

E, claro, não deixem de buscar ajuda, mesmo que as tentativas iniciais sejam frustradas. Percebemos que novas informações estão chegando e esperamos que em breve os profissionais possam se capacitar e atender à demanda de tantas mulheres que sofrem com o lipedema.

Responda o questionário de auto-diagnóstico de lipedema aqui.

A equipe do Dr Alexandre Amato criou, validou e publicou trabalho científico sobre o assunto: Amato ACM, Amato FCM, Benitti DA, Amato LGL. Development of a questionnaire and screening model for lipedema. J Vasc Bras. 2020;19:1–7. 

 

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Fertilização

Fertilidade - Fri, 01/22/2021 - 21:38

Uma vez que o espermatozoide obteve entrada ao óvulo, uma cadeia complexa de eventos ocorre dentro de um período de mais ou menos 16 horas, culminando com o material genético do esperma, formando uma estrutura chamada de “pró-núcleo masculino” e o material genético do óvulo formando o “pró-núcleo feminino”. Os pró-núcleos masculino e feminino movem-se juntos em direção ao centro do óvulo e durante a fertilização In-Vitro;  isto pode ser visto no microscópio. O óvulo pode agora ser chamado de embrião fertilizado e normalmente estaria neste estágio um dia após a ovulação.  
No dia seguinte após a fertilização, o material genético do embrião deve dobrar e depois dividir-se formando duas células idênticas, tudo ainda dentro da membrana. Essa duplicação de material genético e divisão continua pelos próximos dois dias até que o embrião tenha por volta de oito células.
Com oito células, o embrião continua dividindo-se para fazer mais células, mas agora as células se tornam fortemente ligadas e começam a comunicarem-se umas com as outras.
Por volta do 4º ao 6º dia de fertilização, o estágio de blastocisto do embrião começa. O embrião agora tem entre 50 e 100 células. Fluidos começam a preencher o interior do embrião, formando uma pequena cavidade. As células externas começam a formar uma parede e as células internas formam uma bola – isto se tornará o futuro bebê.

Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Como funciona a fertilização in vitro?

Fertilidade - Fri, 01/22/2021 - 13:56

A fertilização in vitro (FIV) é um tipo de tratamento para fertilidade que é bastante falado, porém boa parte das pessoas não sabe realmente como ele funciona. É muito importante que os casais que estão pensando em fazer um tratamento para engravidar conheçam os detalhes desse procedimento.

Isso é fundamental, porque assim eles descobrem quais são as etapas do tratamento, entendem se ele é adequado para o cenário deles e ainda podem ficar mais tranquilos caso façam a FIV. Afinal, eles sabem por quais etapas têm que passar.

Então, se você e seu parceiro estão pensando em fazer um tratamento de fertilidade, precisam conhecer verdadeiramente a fertilização in vitro. Pensando nisso, vamos explicar neste post como ela funciona e suas principais características.

O que é a fertilização in vitro

A FIV é um tratamento de alta complexidade, em que é realizada a coleta de óvulos e espermatozoides, da mulher e do homem para que a fecundação seja feita em laboratório. Após a formação do embrião, esse é colocado no útero da mulher.

Muito conhecida também como bebê de proveta, a fertilização in vitro já é realizada no Brasil há mais de 30 anos, sendo que o primeiro bebê de FIV do país nasceu em 1984. Desde então, a técnica evoluiu e continua auxiliando casais inférteis a realizarem o sonho de serem pais.

Como funciona a FIV

A fertilização in vitro é realizada em etapas bem definidas e todos os pacientes que estão passando pelo tratamento precisam cumprir essas fases. Abaixo, explicamos detalhadamente cada etapa para que você entenda como funciona a FIV:

Indução da ovulação

O primeiro passo que deve ser realizado na FIV é sempre a indução da ovulação da mulher, que é feita por meio de medicações. Em casa, a paciente injeta em si mesma os medicamentos e a indução é monitorada com ultrassons transvaginais. Esses exames devem ser feitos em uma clínica  pelo médico ou médica especialista em tratamentos de fertilidade.

Com a indução da ovulação, os folículos da mulher crescem. A ideia na fertilização in vitro é justamente que mais de um folículo cresça, porque assim haverá um número maior de óvulos para realizar o tratamento. Dessa forma, as chances de a FIV ser bem-sucedida também são maiores.

Aspiração dos óvulos e coleta de espermatozoides

Quando a paciente está para ovular, começa a segunda etapa do tratamento: a aspiração dos óvulos e coleta dos espermatozoides. A aspiração dos óvulos deve acontecer sempre em um laboratório de reprodução assistida, que é o espaço onde é feita a manipulação de materiais biológicos.

No laboratório, a paciente toma uma anestesia e dorme entre 20 a 30 minutos. Nesse momento, por meio de um ultrassom transvaginal guiado por uma agulha, os óvulos são aspirados pelo profissional. Enquanto a paciente faz a aspiração dos óvulos, o parceiro realiza a coleta de espermatozoides.

Fertilização in vitro

Após a aspiração de óvulos e a coleta de espermatozoides, um biólogo especializado do laboratório seleciona os melhores entre todos os elementos coletados e faz a fertilização in vitro também em laboratório. Os embriões se formam e começam a evoluir ainda nesse ambiente.

Uma curiosidade é que essa escolha pelos melhores elementos pode levar até horas. Isso acontece porque o profissional responsável por essa etapa analisa diversos critérios para ter certeza de que está selecionando os melhores e, assim, está aumentando as chances de sucesso do tratamento.

Transferência do embrião

Após a formação dos embriões, os que mostrarem maior potencial são transferidos para o útero da paciente. Geralmente, mais de um embrião é colocado no útero para que haja mais chances de ocorrer a gravidez.

A transferência embrionária é um procedimento muito tranquilo, em que o médico insere os embriões no útero da mulher por meio de um cateter. Não é necessário tomar anestesia e após 20 ou 30 minutos, a paciente já pode ir para casa. Depois de, aproximadamente, duas semanas, a mulher deve fazer o teste de gravidez para descobrir se o tratamento funcionou.

Quanto tempo dura o tratamento

A fertilização in vitro, desde a ovulação até a fecundação em laboratório, dura aproximadamente de 15 a 20 dias. Depois da transferência embrionária, a paciente deve esperar cerca de duas semanas para realizar o exame de gravidez e conferir se o procedimento foi bem-sucedido.

Sendo assim, o tratamento completo da FIV geralmente dura cerca de 1 mês. Caso a primeira tentativa não funcione, se desejar, o casal pode tentar novamente a FIV. Nesse cenário, o indicado é descobrir o que motivou a falha na primeira tentativa e esperar pelo menos 2 ciclos naturais de ovulação para tentar novamente. Assim, os ovários da mulher já vão ter voltado ao tamanho normal e ao padrão de nível hormonal.

Para quem é indicado a FIV

Esse tipo de tratamento de fertilidade pode ser indicado em diversos casos. Em geral, ele é recomendado para:

  •         Casais que têm mais de 35 anos;
  •         Pacientes que têm algum problema de saúde conhecido que causa a infertilidade, como uma azoospermia, obstrução tubária ou quando há fator associado entre o homem e a mulher;
  •         Casais que estão tentando engravidar há bastante tempo e ainda não conseguiram.

A fertilização in vitro também é uma boa opção para as mulheres que têm dificuldades para produzir óvulos. Afinal, com a FIV, elas podem tentar engravidar com óvulos de doadoras.

Esse tratamento é considerado de alta complexidade, mas muitas pessoas optam por ele, porque a FIV é capaz de auxiliar em diversos casos e já trouxe bons resultados para milhares de famílias ao redor do mundo.

Se você e seu parceiro estão tentando engravidar há algum tempo e ainda não obtiveram sucesso, a FIV pode ser uma boa opção para solucionar essa dificuldade. 

Contudo, lembre-se de que vocês devem consultar um especialista na área e fazer exames para que o profissional possa entender melhor o caso. Só então ele vai dizer se a fertilização in vitro é o tratamento adequado para vocês.

Aqui na Clínica Reprodução Humana e Fertilização do Amato – Instituto de Medicina Avançada temos profissionais capacitados e especializados em tratamentos de fertilidade. Então, se você e seu parceiro ainda não sabem aonde ir para descobrir mais sobre o seu caso, marque uma consulta conosco para que possamos ajudá-los. 


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Sistema Day Hospital reduz custos com internações e apresenta menor taxa de infecção entre pacientes

Amato Consultório Médico - Thu, 01/21/2021 - 17:22

O sistema é ágil, apresenta melhores resultados na recuperação do paciente e custos mais baixos.

Muito difundido nos Estados Unidos, o conceito de Day Hospital começa a tomar força no Brasil. Por ser um sistema operacional semelhante ao de um hospital na realização de procedimentos, o Day Hospital ou Centros de Cirurgia Ambulatorial (ASC), como são conhecidos nos EUA, oferecem aos pacientes a conveniência de se poderem realizar cirurgias e procedimentos fora do ambiente hospitalar com a mesma segurança.

O primeiro Day Hospital ou ASC surgiu em Phoenix, Arizona, em 1970, e nas últimas quatro décadas o sistema têm demonstrado capacidade excepcional para melhorar a qualidade de serviço ao cliente, reduzindo custos simultaneamente. No momento em que a maioria dos serviços de saúde vem aumentando seus preços, o Day Hospital destaca-se como uma exceção à regra.

De acordo com o Dr. Alexandre Amato, do Amato – Instituto de Medicina Avançada, o Day Hospital é a preferencia da maioria dos pacientes, que já se submeteram ao serviço, de forma direta ou por meio de familiares, já que apresenta vantagens como agilidade no processo, melhores resultados, recuperação imediata, menores custos. “Muitas pessoas têm fobias a hospitais e sentem-se mais à vontade em ambiente descontraído e menos burocrático, além disso, o Day Hospital apresenta menor taxa de infecção por não haver a presença de pacientes infectados”, conta.

Outra vantagem do Day Hospital são os baixos custos. Neste sistema não há necessidade de gastos com operações noturnas, exames ultra especializados, equipes extras em fins de semana e feriados nem mesmo serviço de hotelaria. Os tratamentos são minimamente invasivos e com alta resolutividade. O desenvolvimento da anestesia e os avanços nas técnicas minimamente invasivas permitem a realização de procedimentos fora dos hospitais e a eliminação de problemas relacionados às grandes estruturas existentes como, por exemplo, a dependência de leitos disponíveis.
Os hospitais sobrevivem à custa de exames e materiais caros e muitas vezes desnecessários para todos os pacientes porque sua rotina é muito abrangente e demanda muitos detalhes, além de ser obrigado a ter uma estrutura administrativa complexa.

No sistema Day Hospital, a estrutura administrativa é mais enxuta e na maioria das vezes os médicos que participam da equipe tem poder decisório, agilizando o processo e atraindo outros médicos de qualidade reconhecida pelos pacientes.

Um centro Day Hospital é uma solução criativa e oportuna de desenvolver estratégia de tratamento objetiva, rápida, eficaz e barata.

 

Fonte: Notícias R7

Publicado originalmente em30 de setembro de 2015 @ 19:07

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Puberdade Precoce

Amato Consultório Médico - Thu, 01/21/2021 - 17:17

A puberdade é a fase de transição quando as crianças desenvolvem as características corporais que levarão a forma adulta. O marcador do início da puberdade é o surgimento de broto mamário nas meninas e aumento de testículos em meninos, além da aceleração da velocidade de crescimento “estirão puberal” e mudanças psicológicas.

A puberdade é considerada precoce quando ocorre antes dos 8 anos nas meninas e antes dos 9 anos nos meninos, sendo muito mais comum entre as meninas.

Há meio século, a idade da primeira menstruação era em torno de 17 anos de idade e, atualmente, é 12 anos. Essa antecipação da puberdade e até mesmo os casos de puberdade precoce, que são mais frequentes em meninas, podem estar sendo causados pela exposição das crianças aos chamados disruptores endócrinos, que são substâncias que desregulam o sistema hormonal. Essas substâncias estão presentes em latas, plásticos, pesticidas, poluentes industriais e em diversos elementos ambientais. Obesidade, cada vez mais prevalente entre as crianças, também é um fator que pode desencadear a precocidade puberal.

As causas de puberdade precoce são várias, e vão desde o que chamamos de idiopática (sem motivo específico) até mesmo tumores da região hipofisária (glândula pequena presente na região central do crânio).

O tratamento depende da causa da puberdade precoce. Há situações onde o tratamento medicamentoso não é necessário, somente o seguimento, no entanto, na maioria das vezes o uso de medicamentos será indicado.

Quando a causa da puberdade precoce é idiopática (muito frequente, principalmente em meninas) o tratamento é feito com injeções mensais ou trimestrais que bloqueiam a puberdade. Esse tratamento é seguro e com poucos efeitos colaterais.

A ausência de tratamento pode levar à síndrome metabólica, baixa estatura e até mesmo transtornos psicológicos. Caso você identifique surgimento precoce de mamas nas meninas, ou aumento de testículos e pênis nos meninos, assim como o aumento precoce de pelos e acne, não deixe de procurar ajuda médica para avaliação.

 

Dra. Lorena Lima Amato

*Lorena Lima Amato é endocrinologista pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)

 

 

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Em busca da fertilidade.

Fertilidade - Thu, 01/21/2021 - 09:28

A Dra Juliana Amato acabou de publicar o livro “Em Busca da Fertilidade“, de leitura fácil e respondendo as perguntas e dúvidas mais comuns encontradas no consultório de reprodução humana sobre o tratamento da infertilidade, tanto masculina quanto feminina. Quais são as doenças mais comuns, quais sao os tratamentos disponíveis e aplicáveis em cada caso.

O livro está disponível pela editora Lulu e pelo Clube de Autores.


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Tensão Pré Menstrual (TPM)

Fertilidade - Wed, 01/20/2021 - 18:31

Artigo sobre TPM no Segredoa da Mente, onde a Dra Juliana responde perguntas importantes.

TPM

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A doença e a pessoa.

Amato Consultório Médico - Wed, 01/20/2021 - 14:17
É mais importante conhecer a pessoa que tem a doença do que a doença que a pessoa tem Hipócrates

Publicado originalmente em17 de setembro de 2015 @ 18:12

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Conheça o Instituto

Amato Consultório Médico - Wed, 01/20/2021 - 14:12

Publicado originalmente em9 de setembro de 2015 @ 18:32

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Reconstrução e aumento da mama: técnica utiliza gordura do corpo em procedimentos

Amato Consultório Médico - Wed, 01/20/2021 - 14:07

Além da prótese de silicone, as mulheres podem contar também com uma cirurgia que utiliza a gordura do próprio corpo para reconstrução e aumento da mama. Quais as vantagens? As duas técnicas podem, de alguma forma, interferir na amamentação?

 

Eu selecionei as principais dúvidas que chegam para mim no consultório e compilei abaixo com as respostas. Acompanhe:

 

A técnica que utiliza gordura da paciente pode ser aplicada para quais casos?

Ela pode ser indicada para pacientes que querem aumentar a mama, complementar a prótese (silicone) para melhorar o contorno, na reconstrução da mama (quando foi preciso retirá-la em casos de câncer), para corrigir deformidades (que podem ter sido causadas no tratamento do câncer) e também nos casos em que é necessário realizar a troca da prótese de silicone, sendo uma opção que pode ser discutida com o seu médico, como uma alternativa até para a substituição do implante.

 

 

De onde é retirada a gordura que é utilizada na cirurgia ade mama?

Principalmente do abdômen, mas o cirurgião pode utilizar também a gordura de outros locais como coxa e dorso.

 

Quando comparada ao silicone, a cirurgia que utiliza gordura pode apresentar menor rejeição?

Os riscos são minimizados, já que se utiliza a própria gordura do paciente, mas ainda pode acontecer infecção e até mesmo absorção da gordura. No caso de prótese de mama (silicone), todo material sintético pode causar alguma reação do organismo, como formação de uma cápsula ao redor. Mas essa cápsula pode ficar endurecida com o tempo, sendo visível e até causando dor, chamado de contratura capsular.

 

A prótese de silicone é indicada para qualquer pessoa?

A princípio sim, mas é claro que se deve ter bom senso, respeitar os limites de idade e condições clínicas.

 

 

A prótese de silicone pode causar câncer de mama?

Câncer de mama não, mas recentemente foi relacionada a um tipo raro de linfoma.

 

 

Tanto a prótese de silicone como a técnica que utilizam gordura do paciente podem interferir de alguma forma na amamentação?

Tanto a gordura como a prótese de mama não interferem, mas a técnica utilizada para reposicionar o mamilo e a ressecção de tecido em excesso, na mastopexia, podem interferir sim.

 

O termo prótese de silicone popularizou e é utilizado, algumas vezes, de forma incorreta. O Sr. pode esclarecer as diferenças?

 

Uma prótese é um material sintético que substitui alguma parte do corpo. Assim, na mama, quando usamos para reconstrui-la, podemos chamar de prótese. Para aumentar a mama, chamamos de implante, mas o nome prótese já é comumente utilizado nos casos de estética.

 

Dr. Fernando Amato

 

*Dr. Fernando Amato é médico cirurgião plástico, membro titular pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS).

 

 

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Probióticos

Cirurgia Vascular - Wed, 01/20/2021 - 12:52

Os probioticos estão sendo cada vez mais utilizados na medicina. Os probióticos são bactérias vivas, chamadas de “boas bactérias” por serem benéficas ao ser humano, principalmente no aparelho digestivo.
“Os existentes em alimentos e suplementos são similares aos naturalmente presentes no intestino” Apesar das pessoas não precisarem de suplementação de probióticos para serem saudáveis, recentes estudos demonstram que eles podem auxiliar a saúde, pois:

  • Diminuem as bactérias ruins que causam inflamação e infecção;
  • Ajudam na digestão de alimentos;
  • Sintetizam minerais e produzem vitaminas e enzimas que mantém o intestino saudável.

Além disso, recentes pesquisas demonstraram que os probióticos podem melhorar a resposta a antibióticos, tratar diarréia, síndrome do cólon irritável, refluxo, inflamações da pele, eczema e, ultimamente, auxiliar no tratamento da depressão.
As mais comuns são:

  • Lactobacillus: encontrados em iogurtes e bebidas fermentadas, segundo estudos, eles auxiliam no tratamento e prevenção de diarreia, cólicas em bebês, infecções pulmonares, colite ulcerativa, sindrome do cólon irritável, infecções vaginais e eczema.
  • Bifidobacterium: também encontrados em iogurtes e queijos, de acordo com pesquisas, eles auxiliam no tratamento de constipação, sindrome do cólon irritável, infecção pulmonar e, mais recentemente, na depressão menor.

É necessário ter muita cautela antes de iniciar o uso de qualquer probiótico, passando por uma avaliação de um médico que entenda do assunto, para que o tipo e a dose certas sejam prescritas.
Ao mesmo tempo, é essencial atentar-se ao local da compra do probiótico, para não correr riscos de tomar bactérias erradas ou substâncias que poderão dar alergias.

Importante: mulheres grávidas ou que estejam amamentando e pessoas com o sistema imunológico enfraquecido devem tomar cuidado extra antes de iniciar qualquer tratamento.

 

Prof. Dr. Alexandre Amato

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Ovulação: momento mais importante do ciclo

Fertilidade - Wed, 01/20/2021 - 08:38
Vamos direto ao assunto?

A cada mês, quando a mulher inicia seu ciclo menstrual, vários óvulos começam a se desenvolver em ambos os ovários. Cada óvulo se desenvolve dentro de uma estrutura chamada de “folículo”.
O corpo inicia a ovulação liberando um hormônio chamado hormônio luteinizante ou LH. Este hormônio é prontamente medido na urina por volta de 12 a 24 horas antes da liberação do óvulo.  Kits de detecção de ovulação podem ser usados para detectar o pico de concentração do LH – o momento no ciclo feminino onde esta está mais propensa a engravidar. Durante a ovulação, o folículo se rompe, liberando o fluido de seu interior e logo liberando o óvulo.
Este óvulo abandona o folículo ovariano e é capturado no final do Tubo de Falópio. Ali, ele começa a movimentar-se vagarosamente para baixo do tubo em direção ao útero. No entanto, para uma gravidez se desenvolver, é necessário primeiro que o óvulo encontre o espermatozoide enquanto ainda está na trajetória dentro do tubo de falópio. A sua fertilização deve ocorrer dentro das primeiras 24 horas ou ele morre.

O que é a ovulação?

Ovulação é o nome do processo que normalmente ocorre uma vez em cada ciclo menstrual, quando as alterações hormonais estimulam um ovário a liberar um óvulo. Explicamos aqui a ovulação e como usar esse conhecimento para ajudá-la a engravidar.

Ovulação:

Ovulação é o nome do processo que ocorre normalmente uma vez em cada ciclo menstrual, quando as alterações hormonais estimulam um ovário a liberar um óvulo. Você pode engravidar apenas se um espermatozoide fertilizar um óvulo. A ovulação geralmente ocorre de 12 a 16 dias antes do início da próxima menstruação.

Com a aproximação da ovulação, o corpo da mulher aumenta a produção de um hormônio chamado estrogênio, que causa o espessamento do revestimento do útero e ajuda a criar um ambiente acolhedor e apropriado para o espermatozoide.
Os altos níveis de estrogênio acionam um súbito aumento em outro hormônio, chamado de hormônio luteinizante (LH). Esse aumento de “LH” causa a liberação do óvulo maduro do ovário – isso é a ovulação.
A ovulação vai ocorrer normalmente de 24 a 36 horas após o aumento de LH e, portanto, o aumento de LH é bom para prever o pico de fertilidade, ou seja, o melhor momento para engravidar.
O óvulo pode ser fertilizado apenas até 24 horas após a ovulação. Se não for fertilizado, o revestimento, todo aquele ambiente acolhedor, do útero será descartado (e o óvulo irá com ele) e a menstruação iniciará. Ela marca o início do próximo ciclo menstrual.

Qual é a diferença entre ovulação e dias férteis?

Embora um óvulo sobreviva somente por 24 horas, o espermatozoide pode permanecer ativo por até 5 dias. Portanto, pode ser surpreendente saber que um casal pode engravidar tendo relações sexuais 4 a 5 dias antes da liberação do óvulo.

A “janela de fertilidade” total, levando em consideração a vida útil do espermatozoide e do óvulo, é de cerca de 6 dias. Os “dias férteis” são todos aqueles durante o ciclo menstrual quando você tem a capacidade de engravidar se mantiver relações sexuais sem proteção.

A identificação de dias férteis adicionais proporciona aos casais mais flexibilidade para planejar as relações sexuais em seu estilo de vida e também mais oportunidades para conceber, o que pode reduzir a pressão que eles sofrem ao tentar engravidar.

Quando uma mulher é mais fértil?

Em cada ciclo, os dias nos quais você está mais fértil, portanto com maior probabilidade de engravidar por relação sexual sem proteção, são o dia da ovulação e o dia anterior – esses são os dois dias de pico de fertilidade. Alguns dias antes, você também terá fertilidade alta, com oportunidade de engravidar. Fora dessa “janela de fertilidade” de cerca de 6 dias, as chances de engravidar são baixas.

Quando ocorre a ovulação?

A duração do ciclo menstrual varia de mulher para mulher e de ciclo para ciclo, mas geralmente é de 23 a 35 dias. A ovulação geralmente ocorre de 12 a 16 dias antes da próxima menstruação. Muitas mulheres pensam que ovulam no dia 14, mas isso é apenas uma média. Na verdade, a maioria das mulheres ovulará em um dia diferente do ciclo menstrual e isso também variará de ciclo para ciclo. Na verdade, 46% dos ciclos menstruais variam em sete dias ou mais.

Algumas mulheres afirmam sentir uma pontada de dor quando ovulam, mas muitas não sentem nada e não há outros sinais de ovulação físicos. Para engravidar, é importante ter relações sexuais nos dias férteis; se você desejar descobrir quando são seus dias mais férteis, é importante conhecer seu corpo e seu ciclo menstrual.

Quanto tempo dura a ovulação?

Como a ovulação ocorre com a liberação de um óvulo de um ovário, ela pode ser considerada  quase instantânea – o folículo eclode e o óvulo é expelido muito rapidamente para a tuba uterina.

Descubra seus dias mais férteis

Utilize a nossa calculadora de fertilidade para identificar seus próximos dias mais férteis.

 


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Fonte: Amato, JLS. Em Busca Da Fertilidade. 2014

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Tour do Futebol

Fertilidade - Tue, 01/19/2021 - 21:22

Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol mostra uma das mais reconhecidas manifestações culturais do Brasil e permite que os visitantes entendam como o futebol, um esporte inglês, originalmente de elite e branco, aos poucos ganhou novos traços e se tornou brasileiro, popular e mestiço, como a própria cultura brasileira. Os visitantes terão acesso a uma sequência de experiências visuais e sonoras de última geração, que relacionam o esporte e a vida brasileira no século XX. O espaço ainda tem a Sala das Curiosidades, com informações sobre o esporte e o Jogo de Corpo, onde a pessoa testa a potência do chute, assiste a jogadas em câmera lenta e vê o que acontece no corpo do atleta quando está jogando. Neste tour, há também a visita panorâmica ao Estádio do Morumbi, maior estádio particular do mundo (visita interna opcional ao Memorial do São Paulo Futebol Clube – ingresso não incluso).

 

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Qual hormônio ajuda a engravidar?

Fertilidade - Tue, 01/19/2021 - 11:17

Hormônios são substâncias essenciais para o organismo humano, porque desempenham diversos papeis no corpo que contribuem para que ele funcione de forma adequada. Eles auxiliam, por exemplo, a regular a pressão arterial, a controlar a glicemia no organismo, no desenvolvimento dos indivíduos e até nas possibilidades de uma mulher engravidar.

Existe mais de um hormônio que influencia no sucesso de uma gravidez e, caso haja qualquer alteração neles, a mulher pode ter dificuldades para engravidar ou manter uma gestação.

É fundamental que uma mulher que deseja engravidar conheça esses hormônios, porque uma alteração em uma ou mais dessas substâncias pode ser a causa de infertilidade da paciente.

Então, para que você os conheça, listamos abaixo quais são os hormônios que ajudam uma mulher a engravidar!

Hormônios que ajudam a engravidar Estrogênio

O estrogênio é conhecido como o principal hormônio sexual feminino, porque ele é responsável pelo desenvolvimento físico e sexual das mulheres. É esse hormônio que atua, por exemplo, na formação e no amadurecimento do endométrio, do sistema reprodutor e dos seios.

Além disso, o estrogênio é importante para que ocorra a gravidez. Isso porque ele auxilia no crescimento folicular, no amadurecimento do óvulo, na circulação na membrana uterina e na união do espermatozoide com o óvulo.

Então, se uma mulher tiver pouco ou muito estrogênio no organismo, ela pode apresentar problemas para engravidar. Por isso, é muito importante que um especialista analise a quantidade de estrogênio no corpo da mulher que está tentando engravidar.

Dessa forma, ele saberá se a infertilidade é causada pelo estrogênio e qual é o melhor tratamento para o caso.

FSH e LH

O hormônio folículo estimulante (FSH) e o luteinizante (LH) têm como principal função no organismo estimular o crescimento do folículo, que é um revestimento que protege o óvulo antes de ocorrer a ovulação.

O FSH e o LH também influenciam na produção e na liberação dos óvulos, porque eles atuam na regulação da função hormonal e do desenvolvimento dos ovários. Esses hormônios ainda são importantes para os homens que estão tentando ter filhos, pois eles atuam nos testículos aumentando a produção de espermatozoides.

Devido à importância do crescimento folicular para uma gravidez, atualmente existem diversos medicamentos de tratamento de fertilidade que possuem o FSH em suas composições.

Esses remédios podem ser usados em determinados tratamentos, como o de indução da ovulação e de inseminação artificial. Mas, é importante ressaltar que a utilização deles sempre deve ser recomendada e orientada pelo médico responsável pelo tratamento.

HCG

Gonadotrofina coriônica humana (HCG) é um hormônio que faz parte do mesmo grupo do FSH e LH, mas que possui diferentes funções no organismo. O HCG não auxilia a mulher a engravidar, porém ele é conhecido como hormônio da gravidez, porque só começa a ser produzido no corpo quando a mulher está grávida.

A função dele é manter o corpo lúteo, uma estrutura que se desenvolve no ovário após a ovulação, no início da gestação até que a placenta se forme e possa assumir a produção de estrogênio e progesterona. O HCG ainda é responsável por inibir a menstruação durante a gestação.

A molécula desse hormônio é dividida em duas partes. Uma é bem parecida com o FSH e o LH, já a outra é única. Esta, que é chamada de beta, é o elemento que os testes de gravidez verificam justamente porque ela geralmente só é produzida em altos níveis quando uma mulher está grávida.

Progesterona

A progesterona é um hormônio importante tanto antes da gravidez quanto durante. Ele é essencial para que a gestação aconteça, porque ele é produzido pelo ovário no ciclo menstrual justamente para preparar o endométrio para a implantação do embrião no útero. Ou seja, a progesterona prepara o organismo feminino para a gravidez.

Já durante a gestação, o hormônio garante que a gravidez seja segura e ainda atua na preparação das glândulas mamárias para a produção de leite depois que o bebê nascer.

Caso uma mulher grávida tenha um nível baixo de progesterona, ela pode tomar um suplemento do hormônio para que a gravidez seja mais segura. Entretanto, novamente quem deve indicar a suplementação é o médico que acompanha a gestação. 

Isso é essencial, porque ele sabe realmente se é necessário o suplemento e como a paciente deve consumir esse medicamento.

TSH

Os hormônios estimulantes da tireoide (TSH) realizam diversas atividades no organismo para garantir que ele vai funcionar de forma adequada. Em relação à gravidez eles são importantes, porque atuam com a progesterona e o estrogênio para promover o funcionamento dos ovários e auxiliar no amadurecimento dos óvulos.

Então, se a mulher apresenta falta ou excesso de TSH em seu organismo, ela pode ter problemas de infertilidade. Afinal, os ovários e o crescimento dos óvulos são afetados por essa alteração.

Por isso, quando uma mulher busca saber sua causa de infertilidade é necessário analisar os níveis de TSH em seu organismo.

Prolactina

A prolactina é bastante conhecida como o hormônio responsável pela produção de leite materno, já que atua nas glândulas mamárias estimulando a formação da bebida. Mas, ela também é importante para a gravidez, pois é a prolactina que libera a gonadotrofina (gnRH) no organismo durante o ciclo menstrual. E é a gnRH que libera o FSH e o LH que vão estimular o crescimento do folículo na mulher.

Sendo assim, níveis alterados de prolactina no organismo também podem prejudicar a fertilidade de uma mulher. Se uma moça apresenta esse hormônio em excesso, por exemplo, o cérebro entende que ela já está amamentando e para de colaborar com o desenvolvimento folicular.

Como os hormônios listados aqui ajudam a engravidar e a manter uma gestação segura, eles precisam estar equilibrados no organismo da mulher que deseja ter um filho.

Se você estiver enfrentando dificuldades para engravidar, deve se consultar com um especialista para que ele verifique se todos os hormônios estão equilibrados em seu organismo. De acordo com o diagnóstico, ele poderá lhe indicar o melhor tratamento para seu caso.

Agora que você sabe quais hormônios ajudam a engravidar, veja também se existem pré-requisitos para ser elegível a um tratamento de fertilidade!

Dra. Juliana Amato

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Categories: Medical

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