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Lúpus

Cirurgia Vascular - Mon, 09/18/2017 - 17:12

Lúpus eritematoso sistêmico, conhecido como LES ou lúpus, é uma doença crônica (longo prazo) que provoca a inflamação sistêmica que afeta múltiplos órgãos.
Fatos Rápidos

  • Lúpus ocorre dez vezes mais frequentemente em mulheres do que em homens.
  • O tratamento depende dos órgãos envolvidos.
  • O envolvimento dos rins e/ou do cérebro é a manifestação mais grave de lúpus.
  • As pessoas podem viver bem com lúpus se trabalham ativamente pela boa saúde.
  • Exposição ao sol pode levar a erupções de lúpus.
  • Planeje cuidadosamente sua gravidez; Lúpus pode aumentar durante a gravidez e pode afetar o seu resultado.

Além de afetar a pele e as articulações, pode afetar outros órgãos do corpo como os rins, o tecido que reveste os pulmões (pleura), o cérebro e o coração (pericárdio). Muitos pacientes sentem fadiga, perda de peso e febre.
Os sinais de Lúpus variam de leve a grave. A maioria dos pacientes tem momentos onde a doença está ativa, seguidos por momentos onde a doença está sobretudo silenciosa - referido como uma remissão. No entanto, há muita razão para ter esperança. Melhorias no tratamento têm melhorado extremamente a qualidade de vida destes pacientes e aumentaram a expectativa de vida deles.
O especialista responsável pelo tratamento do lúpus é o reumatologista.

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Lipedema e a inflamação crônica

Cirurgia Vascular - Mon, 09/18/2017 - 17:07

O lipedema é uma doença crônica do metabolismo lipidico que resulta em na distribuição e armazenamento anormal do tecido gorduroso associado com hiperplasia das celulas gordurosas causando edema e nas formas mais graves o lipolinfedema.
A disfunção linfática produz edema intersticial e disfunção imunológica causando inflamação crônica. A disfunção linfática e inflamação crônica são alvos terapêuticos para reduzir e/ou modular a progressão desta condição.
A inflamação crônica não está só presente no lipedema, mas também em outras condições como doenças cardiovasculares, sindrome metabólica, obesidade, diabetes, síndrome do intestino irritável, malignidades (tumores), doenças autoimunes e outras.
Dicas para reduzir inflamação na dieta:

  • dormir bem em quantidade e qualidade
  • exercícios de baixo impacto aeróbicos e para fortalecimento, melhorando a aptidão física
  • reduzir estresse
  • reduzir o consumo de álcool e cafeína
  • melhorar a função gastrointestinal
  • reduzir gordura trans, açucares refinados, glúten e derivados do leite
  • comer alimentos ricos em ômega-3, salmão fresco, azeite de oliva virgem, frando orgânico, grãos inteiros, vegetais crus, folhas verdes escuras, pimentas, berries, nozes, yogurte baixa gordura e não açucarado, gengibre, açafrão, alho, citrus, chá verde
  • eliminar alérgenos conhecidos e conservantes

Veja nosso artigo sobre dieta antiinflamatória.

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Tendinite (Bursite)

Cirurgia Vascular - Wed, 09/13/2017 - 17:34
Tendão de Aquiles

Fatos Rápidos

  • Tendinite e bursite são a inflamação ou degeneração (repartição) do tecido mole ao redor dos músculos e ossos.
  • O tratamento imediato inclui RICE: Repouso (Rest), Gelo (Ice), Compressão (Compression) e Elevação (Elevation).
  • Os sinais de perigo incluem rápida piora da dor, vermelhidão e inchaço, ou súbita incapacidade para mover uma articulação.

Os tendões são estruturas semelhantes a um cordão, localizados onde um músculo se estreita para se fixar a um osso. O tendão é mais fibroso e denso do que o elástico, carnudo músculo. Um tendão transmite a tração do músculo ao osso para causar o movimento. A tendinite é frequentemente muito sensível ao toque.
Tendinite ou bursite, muitas vezes afeta o ombro, cotovelo, pulso, quadril, joelho e tornozelo. A dor faz com que possa ser bastante grave e muitas vezes ocorre de repente. Como na artrite, a dor é pior durante o movimento. Ao contrário da artrite, a dor é muitas vezes em partes do corpo distantes de uma articulação. A tendinite, muitas vezes, resulta do uso repetitivo (uso excessivo). Embora o problema possa ser recorrente ou ser crônico (longo prazo) em algumas pessoas, é mais frequentemente por curto prazo, principalmente se tratado precocemente.
Bursite é a inflamação da bursa. Este pequeno saco atua como um amortecedor entre estruturas móveis (ossos, músculos, tendões ou pele). Se um músculo ou tendão está puxando um canto de um osso, ou está sobre um osso, uma bursa saudável o protege contra o desgaste e estresse. Quando a bursa está inflamada, torna-se muito doloroso, mesmo durante o repouso.

musculardorortopediaAnatomia: TendõesCausa: A causa mecânica é provocada por esforços prolongados e repetitivos, além de sobrecarga. A causa química é provocada por alimentação incorreta e por algumas toxinas presentes no organismo. Também pode ocorrer quando os músculos e tendões não estão sendo suficientemente drenados, ocasionando a desidratação.Diagnóstico Diferencial: Depende da localização, mas pode ser LER (Lesão por esforço repetitivo), artrite reumatoide, e outrasTratamentos Possíveis: Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação. Há casos em que são prescritos apenas anti-inflamatórios; em outros, pode haver a imobilização do membro afetado com tala ou até mesmo gesso; enquanto que em casos muito graves pode haver a aplicação local de corticoides. Repouso e fisioterapia também são recomendados. Em casos de tendinite com origem química, os médicos indicam uma dieta alimentar especial. O sucesso do tratamento está no reconhecimento e tratamento da doença de base.Prevenção Primária: Manter uma alimentação balanceada; Antes de começar uma rotina de exercícios, condicionar os músculos; Sempre fazer aquecimento antes de começar qualquer atividade física; Quem trabalha muito com computador e faz movimentos repetitivos deve parar sempre e se alongar para evitar a LER (lesão por esforço repetitivo); Procurar ajuda médica e seguir todas as orientações prescritas.Sinais ou Sintomas: O sintoma básico da tendinite é a dor. Dependendo de onde a inflamação está localizada, há também sensibilidade da área, inchaço e rigidez. Se existe um histórico de dor, ou seja, se o paciente sentiu uma dor forte em alguma articulação, é preciso procurar um ortopedista para que o problema seja diagnosticado e tratado da maneira correta.Código: M65
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Arterite de Takayasu

Cirurgia Vascular - Wed, 09/13/2017 - 17:12
Takayasu

Fatos Rápidos

  • Arterite de Takayasu é muito mais comum em mulheres do que em homens. A doença começa geralmente em adultos jovens, mas crianças e pessoas de meia-idade podem adquiri-la, também.
  • Médicos encontram Takayasu (TAK) em angiografias. Angiografias são tipos de exames de raio-x que examinam as artérias. Na TAK, a angiografia mostra estreitamento das artérias maiores.
  • Artérias estreitadas ou bloqueadas causam problemas que variam de leves a graves. E, nesse momento que o cirurgião vascular entra em ação.
  • O tratamento de TAK quase sempre inclui glicocorticoides (prednisona e outros), que ajudam a reduzir a inflamação. Também podem ser prescritos aos pacientes medicamentos que suprimem o sistema imunológico.
  • Os sintomas de TAK refletem o fluxo sanguíneo deficiente nos tecidos e órgãos.

Arterite de Takayasu, também chamada de TAK, é uma forma rara de vasculite, doença envolvendo a inflamação nas paredes das artérias maiores no corpo: a aorta e seus ramos principais. A doença resulta de um ataque pelo sistema imunológico do próprio corpo, causando inflamação nas paredes das artérias. A inflamação leva ao estreitamento das artérias, e isso pode reduzir o fluxo de sangue para várias partes do corpo.
Arterite de Takayasu pode resultar em um pulso fraco ou perda do pulso em braços, pernas e órgãos. Por esta razão, as pessoas costumavam referir-se a doença como "doença sem pulso". Às vezes os pacientes com TAK podem não ter sintomas, e a doença é tão rara que os médicos podem não reconhecê-la facilmente. Assim, muitas vezes, há um atraso na detecção, às vezes por vários anos.
 
 
 

reumatologiavasculararterialAnatomia: ArtériasCausa: desconhecida (autoimune, infecciosa, genética)Diagnóstico Diferencial: arterite cranial, fibrose retroperitoneal, aortite sifilítica, síndrome de Ehler-Danlos, Doença de Marfan, Síndrome de Cogan, Policondrite recorrente, Lúpus eritematoso sistêmico, aortiteEpidemiologia:  Arterite de Takayasu acomete principalmente mulheres (proporção masculino/feminino de 1:9) jovens, antes dos 40 anos, com idade de início entre 15 e 25 anos. Nos Estados Unidos sua incidência é de 3 casos/milhão de habitantes.Complicações Possíveis: As principais complicações são insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico e insuficiência renal.Tratamentos Possíveis: Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação. O tratamento, deve ser sempre realizado em decorrência da possível morbidade e mortalidade da doença. As principais complicações são insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico e insuficiência renal.Fatores de Risco: Origem AsiáticaSinais ou Sintomas: Inicialmente inespecífica, apenas com sintomas constitucionais, como cansaço, febre, anorexia, perda de peso, sudorese noturna, mialgias e artralgias. Em seguida, costumam aparecer os sintomas de insuficiência arterial em decorrência principalmente da estenose das artérias. Código: M31.4Evolução Natural: O curso da AT é bastante variável, inclusive com relatos de caso de remissão espontânea.
Categories: Medical

Revista Fertilidade.org

Fertilidade - Mon, 09/04/2017 - 08:52

Revista Fertilidade.org fez tanto sucesso entre nossas pacientes que agora está online.

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Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático

Cirurgia Vascular - Sat, 08/26/2017 - 20:41

Seu sistema linfático desempenha um enorme papel na proteção contra doenças, mas a maioria das pessoas não sabe muito sobre isso.
A Internet está cheia de informações questionáveis sobre o corpo e como cuidar de seus vários sistemas e órgãos — e o sistema linfático não é exceção. Aliás, é quase regra, pois é um sistema complicado, com poucos médicos que se dedicam a estudá-lo, muita ciência básica e pouca ciência aplicada. Uma rápida pesquisa no Google traz diversos artigos alegando que ele precisa ser desintoxicado para seu funcionamento ideal e melhor saúde geral. Outros alegam propriedades milagrosas ao sistema. Blogueiros aconselham a fazer coisas como tomar ervas especiais, secar escovando a sua pele, remover o arame do seu sutiã e ficar pendurado de cabeça para baixo numa “mesa de inversão" para liberar as toxinas do seu sistema — e eles afirmam que se você negligencia seu sistema linfático, corre o risco de ter eczema, artrite, sinusite crônica e outros problemas de saúde com diferentes graus de gravidade. Caramba. Puxa vida.
Na saúde, somos céticos sobre qualquer conselho relativo à desintoxicação. Afinal, a ciência prova que o nosso fígado e rins já fornecem um eficiente sistema de filtragem da maioria dos alimentos e substâncias prejudiciais que ingerimos. Além disso, certos tipos de limpeza fazem mais mal do que bem e podem levar a graves consequências. É por isso que podemos ler sobre tudo o que há para saber sobre o sistema linfático e estender a mão para médicos que tratam isso todos os dias. A especialidade dedicada é a cirurgia vascular e a angiologia, apesar disso, nem todos se dedicam ao assunto. Aqui, uma visão geral do que o sistema linfático faz — e a palavra final sobre se ele precisa ser limpo e desintoxicado ou não.
O que é o sistema linfático?
O sistema linfático é uma rede de tecidos e órgãos que transportam o fluido linfático através do corpo. Faz parte do sistema imunológico, ajudando o corpo a combater infecções. É, também, o sistema relegado entre os sistemas vasculares.
Também chamado de circulação linfática, é composta por vasos linfáticos que correm por todo o corpo em uma grande rede (sendo o maior vaso o ducto torácico, que coleta uma grande parte da linfa do corpo); gânglios linfáticos, localizados no pescoço, axila, virilha e no interior do centro do peito e abdômen; amígdalas e adenoides, que são coleções de tecido linfoide semelhantes aos gânglios linfáticos; e o baço e timo, que são órgãos linfoides.
Como é que funciona?
Quando o coração bombeia o sangue para os capilares, o fluido linfático — o fluido aquoso, fluido nutritivo no sangue — precisa ir até os vasos sanguíneos nos tecidos diversos do corpo para alimentá-los. Uma vez que esse fluido esteja lá, ele não consegue retornar pelas veias até o coração; é aí que o sistema linfático move o fluido de volta através do corpo. O sistema linfático coleta a linfa  pelos capilares linfáticos e a retorna para dentro do sistema circulatório. Uma vez dentro do sistema linfático, o fluido é chamado de linfa.
O fluido linfa filtra através dos gânglios linfáticos. Se os linfonodos detectam corpos estranhos como vírus e bactérias no líquido linfático, os gânglios encurralam os intrusos e produzem mais células brancas de combate à infecção para destruí-los. Pense no pequeno PAC-MEN limpando a sujeira, se você tem um corte no seu braço e os gânglios linfáticos acima em sua axila ficam vermelhos e sensíveis, ou se você tem um resfriado e os gânglios no pescoço ficam vermelhos, inchados ou doloridos, isso significa que eles estão fazendo seu trabalho. São as chamadas ínguas.
A partir daí, a linfa viaja através do ducto torácico no peito ou pelo ducto linfático direito e depois para uma área ao lado do pescoço, perto da veia jugular, onde volta ao sistema circulatório de novo. Alguns gânglios também transportam gorduras do seu trato gastrointestinal para a corrente sanguínea.
Você precisa desintoxicar seu sistema linfático?
Se você é uma pessoa razoavelmente saudável, você não precisa se preocupar com o seu sistema linfático ou a sua função. Ele vai fazer sua própria atividade, e seu estilo de vida não vai afetá-lo.
Então toda aquela conversa de acúmulo de toxinas em seu sistema linfático e a necessidade de desintoxicá-lo? Charlatanismo. Você não pode ou precisa aumentar a saúde do seu sistema linfático. Ele funciona maravilhosamente sozinho, e não há nada para desintoxicar. Desconfie dos supostos especialistas que afirmam que você pode ajudar a livrar seu corpo das toxinas no sistema adicionando certas ervas na sua dieta ou indo para a sauna. Exercício e massagem ajudam a mover a linfa através do corpo (veja sobre drenagem linfática), mas a movimentação normal diária e ao invés de ficar sentado ou ser sedentário por muito tempo cuida do bombeamento da linfa naturalmente.
O que pode prejudicar seu sistema linfático?
Quando os gânglios linfáticos são removidos ou danificados — geralmente devido ao tratamento de câncer — podem causar linfedema, ou inchaço nos braços ou pernas. Linfedema ocorre por um bloqueio no sistema linfático, impedindo que o fluido viaje através do corpo corretamente. Essa condição aumenta o risco de infecções. 
Outro problema potencial do sistema linfático: leucemia e linfomas que podem se desenvolver. Mas a limpeza ou desintoxicação do sistema não tem impacto sobre isto. Os fatores externos que parecem afetar o seu risco para estes cânceres são o Agente Laranja (um herbicida usado pelos militares dos Estados Unidos durante a guerra do Vietnã) e exposição à fumaça pesada (não-cigarro).
Se seu sistema linfático não está funcionando corretamente, você pode notar o acúmulo de líquido nos membros, como inchaço. Você verá o inchaço durante o dia, que pode melhorar à noite. Ao longo do tempo, o líquido pode não ir embora à noite e você pode ver as alterações na pele da região. Se tiver estes sintomas, converse com seu médico cirurgião vascular. O lipedema não deve ser confundido com o linfedema.
Em geral, o sistema linfático é uma ferramenta poderosa para nutrir os tecidos e ajudar nosso sistema imunológico, limpando as bactérias e patógenos. Ele não precisa ser desintoxicado — ele faz isso por conta própria. Ao se manter ativo, com hábitos saudáveis, exercícios físicos, você mantem seu sistema linfático funcionando corretamente.
 
 

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Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático

Cirurgia Vascular - Sat, 08/26/2017 - 20:41

Seu sistema linfático desempenha um enorme papel na proteção contra doenças, mas a maioria das pessoas não sabe muito sobre isso.
A Internet está cheia de informações questionáveis sobre o corpo e como cuidar de seus vários sistemas e órgãos — e o sistema linfático não é exceção. Aliás, é quase regra, pois é um sistema complicado, com poucos médicos que se dedicam a estudá-lo, muita ciência básica e pouca ciência aplicada. Uma rápida pesquisa no Google traz diversos artigos alegando que ele precisa ser desintoxicado para seu funcionamento ideal e melhor saúde geral. Outros alegam propriedades milagrosas ao sistema. Blogueiros aconselham a fazer coisas como tomar ervas especiais, secar escovando a sua pele, remover o arame do seu sutiã e ficar pendurado de cabeça para baixo numa “mesa de inversão" para liberar as toxinas do seu sistema — e eles afirmam que se você negligencia seu sistema linfático, corre o risco de ter eczema, artrite, sinusite crônica e outros problemas de saúde com diferentes graus de gravidade. Caramba. Puxa vida.
Na saúde, somos céticos sobre qualquer conselho relativo à desintoxicação. Afinal, a ciência prova que o nosso fígado e rins já fornecem um eficiente sistema de filtragem da maioria dos alimentos e substâncias prejudiciais que ingerimos. Além disso, certos tipos de limpeza fazem mais mal do que bem e podem levar a graves consequências. É por isso que podemos ler sobre tudo o que há para saber sobre o sistema linfático e estender a mão para médicos que tratam isso todos os dias. A especialidade dedicada é a cirurgia vascular e a angiologia, apesar disso, nem todos se dedicam ao assunto. Aqui, uma visão geral do que o sistema linfático faz — e a palavra final sobre se ele precisa ser limpo e desintoxicado ou não.
O que é o sistema linfático?
O sistema linfático é uma rede de tecidos e órgãos que transportam o fluido linfático através do corpo. Faz parte do sistema imunológico, ajudando o corpo a combater infecções. É, também, o sistema relegado entre os sistemas vasculares.
Também chamado de circulação linfática, é composta por vasos linfáticos que correm por todo o corpo em uma grande rede (sendo o maior vaso o ducto torácico, que coleta uma grande parte da linfa do corpo); gânglios linfáticos, localizados no pescoço, axila, virilha e no interior do centro do peito e abdômen; amígdalas e adenoides, que são coleções de tecido linfoide semelhantes aos gânglios linfáticos; e o baço e timo, que são órgãos linfoides.
Como é que funciona?
Quando o coração bombeia o sangue para os capilares, o fluido linfático — o fluido aquoso, fluido nutritivo no sangue — precisa ir até os vasos sanguíneos nos tecidos diversos do corpo para alimentá-los. Uma vez que esse fluido esteja lá, ele não consegue retornar pelas veias até o coração; é aí que o sistema linfático move o fluido de volta através do corpo. O sistema linfático coleta a linfa  pelos capilares linfáticos e a retorna para dentro do sistema circulatório. Uma vez dentro do sistema linfático, o fluido é chamado de linfa.
O fluido linfa filtra através dos gânglios linfáticos. Se os linfonodos detectam corpos estranhos como vírus e bactérias no líquido linfático, os gânglios encurralam os intrusos e produzem mais células brancas de combate à infecção para destruí-los. Pense no pequeno PAC-MEN limpando a sujeira, se você tem um corte no seu braço e os gânglios linfáticos acima em sua axila ficam vermelhos e sensíveis, ou se você tem um resfriado e os gânglios no pescoço ficam vermelhos, inchados ou doloridos, isso significa que eles estão fazendo seu trabalho. São as chamadas ínguas.
A partir daí, a linfa viaja através do ducto torácico no peito ou pelo ducto linfático direito e depois para uma área ao lado do pescoço, perto da veia jugular, onde volta ao sistema circulatório de novo. Alguns gânglios também transportam gorduras do seu trato gastrointestinal para a corrente sanguínea.
Você precisa desintoxicar seu sistema linfático?
Se você é uma pessoa razoavelmente saudável, você não precisa se preocupar com o seu sistema linfático ou a sua função. Ele vai fazer sua própria atividade, e seu estilo de vida não vai afetá-lo.
Então toda aquela conversa de acúmulo de toxinas em seu sistema linfático e a necessidade de desintoxicá-lo? Charlatanismo. Você não pode ou precisa aumentar a saúde do seu sistema linfático. Ele funciona maravilhosamente sozinho, e não há nada para desintoxicar. Desconfie dos supostos especialistas que afirmam que você pode ajudar a livrar seu corpo das toxinas no sistema adicionando certas ervas na sua dieta ou indo para a sauna. Exercício e massagem ajudam a mover a linfa através do corpo (veja sobre drenagem linfática), mas a movimentação normal diária e ao invés de ficar sentado ou ser sedentário por muito tempo cuida do bombeamento da linfa naturalmente.
O que pode prejudicar seu sistema linfático?
Quando os gânglios linfáticos são removidos ou danificados — geralmente devido ao tratamento de câncer — podem causar linfedema, ou inchaço nos braços ou pernas. Linfedema ocorre por um bloqueio no sistema linfático, impedindo que o fluido viaje através do corpo corretamente. Essa condição aumenta o risco de infecções. 
Outro problema potencial do sistema linfático: leucemia e linfomas que podem se desenvolver. Mas a limpeza ou desintoxicação do sistema não tem impacto sobre isto. Os fatores externos que parecem afetar o seu risco para estes cânceres são o Agente Laranja (um herbicida usado pelos militares dos Estados Unidos durante a guerra do Vietnã) e exposição à fumaça pesada (não-cigarro).
Se seu sistema linfático não está funcionando corretamente, você pode notar o acúmulo de líquido nos membros, como inchaço. Você verá o inchaço durante o dia, que pode melhorar à noite. Ao longo do tempo, o líquido pode não ir embora à noite e você pode ver as alterações na pele da região. Se tiver estes sintomas, converse com seu médico cirurgião vascular. O lipedema não deve ser confundido com o linfedema.
Em geral, o sistema linfático é uma ferramenta poderosa para nutrir os tecidos e ajudar nosso sistema imunológico, limpando as bactérias e patógenos. Ele não precisa ser desintoxicado — ele faz isso por conta própria. Ao se manter ativo, com hábitos saudáveis, exercícios físicos, você mantem seu sistema linfático funcionando corretamente.
 
 

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Categories: Medical

6 áreas de excesso de pele ao perder peso: Ex-obeso

Amato Consultório Médico - Sat, 08/26/2017 - 18:22
Ex-obeso

Após perder peso

Nos tempos atuais, a maioria da população (51%) está acima do peso ideal, sendo que a obesidade  atinge 18%  da população. A obesidade é um fator de risco para diversas doenças, principalmente diabetes e hipertensão. Com o objetivo de combater essa doença e melhorar a qualidade de vida desses pacientes, além de introdução de dietas, mudança de hábito, e medicações, a cirurgia bariátrica vêm crescendo, assim como os pacientes que conseguiram vencer essa etapa e emagreceram.
Pacientes que tiveram grandes perdas ponderais dificilmente conseguem estabilizar no peso ideal sem sequelas, pois a pele já não tem elasticidade e, portanto, não consegue acompanhar esse emagrecimento. Fica em excesso em muitas partes do corpo, sendo um novo problema para esses indivíduos. 
A cirurgia plástica é essencial na abordagem desses pacientes, principalmente para preservar um contorno corporal mais harmônico, assim como reconstruir deformidades, melhorando a qualidade de vida e trazendo mais conforto ao paciente, mas, infelizmente, são cirurgias que não são isentas de cicatrizes.
As principais regiões que precisam de cirurgia são:
Abdome

  • O abdome é, sem dúvida, a região mais acometida pelo acumulo de pele. Conhecido como abdome em avental, a sua correção é uma das poucas cirurgias nesses pacientes que pode ser coberta pelos planos de saúde.  A dobra do abdome sobre ele mesmo pode até causar infeções bacteriana, candidíase, escoriações, odor fétido, etc. O abdome pode apresentar hernias abdominais e diástases.
  • A cirurgia pode ser feita em carater higiênico nos casos em que houve perda de peso, porém não suficente, mas com sinais de infeção, escoriações, odor, ou quando tiver grandes hérnias
  • Pode ser realizado a abdominoplastia clássica ou em âncora.

Mamas

  • O tratamento das mamas depende do volume, tamanho e excesso de pele. 
  • Em mamas muito volumosas pode ser realizado apenas a mamoplastia redutora.
  • Em mamas com ptose (ou seja, caídas), deve ser realizado a mastopexia e dependendo do volume desejado pode ou não ser colocado um implante mamário (protese de silicone) 
  • Em homens pode apresentar a ginecomastia que é o aumento da mama as custas do aumento da glândula mamária, ou a pseudoginecomastia que é o aumento das mamas sem aumento de glandula mamária. O tratamento varia conforme cada caso, podendo ser realizado adenectomia,e/ou lipoaspiração, e/ou ressecção de pele

Braços

  • Para tratar o excesso de pele nos braços a cirurgia preconizada é a braquioplastia, em que a cicatriz final fica ao longo do braço e na axila, ressecando pele. Existem opções com cicatrizes reduzidas que ficam escondidas nas axilas,  mas o resultado pode ser insatisfatório.
  • Pode ser associado a lipaspiração na mesma região, com diminuição da gordura nessa região.

Coxas

  • A cirurgia que trata o excesso de pele na região da coxa, prinicpalmente na face medial (parte de dentro), é a cruroplastia, a cicatriz pode ser vertical, obliqua no sentido da raiz da coxa, ou ter um formato em "L" invertido, havendo outras variações tecnicas e muitas vezes está associada a lipoaspiração dessa região

Dorso

  • O tratamento do excesso de pele e gordura no dorso é chamado de torsoplastia, pode ser tratado também em uma abdominoplastia circunferêncial, continuando a cicatriz da abdominoplastia.

Gluteo

  • A região glutea sofre principalmente queda, a sua suspensão pode ser realizada associada a torsoplastia, com preenchimento gluteo com tecido do dorso, ou até mesmo com a colocação de implantes de silicone.

 
Autor: Dr Fernando Amato

plásticaobesidadecirurgia
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Hérnia de disco por endoscopia - Acesso Interlaminar

Vídeo demonstrando o acesso interlaminar para o tratamento endoscópico da hérnia de disco.

 

Clique aqui para ver a técnica transforaminal!

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3 dicas para evitar: Aneurisma de aorta abdominal

Cirurgia Vascular - Sun, 08/20/2017 - 12:50

Aneurisma é basicamente uma distensão, como um balão, de um ponto enfraquecido da parede de qualquer artéria do organismo. Pode ocorrer desde a cabeça até as pernas. Existe um grande desentendimento na população em geral sobre aneurismas, mas isso ocorre devido aos seus diversos seus tipos e tratamentos: podem ser fusiforme, sacular ou dissecante. Ainda podem ser classificados como congênito, inflamatório, degenerativo ou traumático. O motivo de todas essas classificações? Determinar o melhor tratamento. Um bom tratamento para uma determinada causa ou local pode não ser adequada para outra. Portanto o especialista indicado para a avaliação e tratamento de aneurismas em qualquer lugar do organismo, que não no cérebro, é o cirurgião vascular.
O aneurisma mais frequente ocorre na aorta, a maior artéria do corpo, também chamado de aneurisma de aorta abdominal. Como está muito relacionado ao fumo e à idade, no momento em que for diagnosticado o aneurisma, parar de fumar passa a ser uma prioridade. Embora os aneurismas possam produzir sintomas pressionando órgãos vizinhos, o perigo maior é a sua ruptura, que causa hemorragia gravíssima.
Desejamos sempre que possível tratar os pacientes antes deles apresentarem sintomas, e, portanto, antes das suas complicações. Assim o tratamento tem maior probabilidade de êxito. Mas como descobrir um aneurisma se ele não apresenta sintomas? Bom, frequentemente são diagnosticados ao fazer exames de imagem por qualquer outro motivo, como pedras nos rins, vesícula ou outros. São outros médicos e especialistas que descobrem os aneurismas e encaminham para o vascular. Mas existem fatores que indicam quem deve ser submetido a um ultrassom abdominal de rastreamento, para avaliar se você preenche esses critérios é necessário conversar com seu clínico geral. Estão mais suscetíveis homens com mais de 65 anos, aqueles que possuem algum familiar direto com história de aneurismas e fumantes.
Porque eu falo em probabilidade de êxito? O aneurisma pode romper, mas o risco de ruptura aumenta gradativamente de acordo com o seu tamanho. Como a cirurgia também tem riscos, somente devemos oferecer a cirurgia como possibilidade de tratamento caso o risco seja menor do que o risco do tratamento clínico. Temos que “colocar na balança” os prós e contras e somente então decidir o melhor tratamento.
Então quer dizer que mesmo tendo um aneurisma, e este podendo romper, pode não ser necessário cirurgia? Sim, o cirurgião vascular utiliza diversos critérios para definir qual a probabilidade de ruptura e risco cirúrgico. Caso o risco cirúrgico seja maior que o risco de ruptura espontânea, a cirurgia não vale a pena. Alguns aneurismas, apesar de terem um risco, possuem um crescimento tão lento que a probabilidade de ruptura é muito baixa e pode ser realizado tratamento clínico.
Atualmente, com as novas técnicas de cirurgia endovascular, procedimentos minimamente invasivos onde não é necessário grandes cortes, conseguimos oferecer tratamento para alguns pacientes que antes a cirurgia era considerada proibitiva. A decisão sobre a melhor técnica, aberta ou endovascular não deve ser baseada na estética da cicatriz, mas sim no benefício e risco do paciente. Deve ser feita por cirurgião vascular e endovascular, versado em todas as técnicas de tratamento, levando em consideração a opinião do paciente.
Dicas:

  1. Parar de fumar imediatamente
  2. Controlar a Pressão Arterial
  3. Faça o Check-up Vascular

 

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3 dicas para evitar: Aneurisma de aorta abdominal

Cirurgia Vascular - Sun, 08/20/2017 - 12:50

Aneurisma é basicamente uma distensão, como um balão, de um ponto enfraquecido da parede de qualquer artéria do organismo. Pode ocorrer desde a cabeça até as pernas. Existe um grande desentendimento na população em geral sobre aneurismas, mas isso ocorre devido aos seus diversos seus tipos e tratamentos: podem ser fusiforme, sacular ou dissecante. Ainda podem ser classificados como congênito, inflamatório, degenerativo ou traumático. O motivo de todas essas classificações? Determinar o melhor tratamento. Um bom tratamento para uma determinada causa ou local pode não ser adequada para outra. Portanto o especialista indicado para a avaliação e tratamento de aneurismas em qualquer lugar do organismo, que não no cérebro, é o cirurgião vascular.
O aneurisma mais frequente ocorre na aorta, a maior artéria do corpo, também chamado de aneurisma de aorta abdominal. Como está muito relacionado ao fumo e à idade, no momento em que for diagnosticado o aneurisma, parar de fumar passa a ser uma prioridade. Embora os aneurismas possam produzir sintomas pressionando órgãos vizinhos, o perigo maior é a sua ruptura, que causa hemorragia gravíssima.
Desejamos sempre que possível tratar os pacientes antes deles apresentarem sintomas, e, portanto, antes das suas complicações. Assim o tratamento tem maior probabilidade de êxito. Mas como descobrir um aneurisma se ele não apresenta sintomas? Bom, frequentemente são diagnosticados ao fazer exames de imagem por qualquer outro motivo, como pedras nos rins, vesícula ou outros. São outros médicos e especialistas que descobrem os aneurismas e encaminham para o vascular. Mas existem fatores que indicam quem deve ser submetido a um ultrassom abdominal de rastreamento, para avaliar se você preenche esses critérios é necessário conversar com seu clínico geral. Estão mais suscetíveis homens com mais de 65 anos, aqueles que possuem algum familiar direto com história de aneurismas e fumantes.
Porque eu falo em probabilidade de êxito? O aneurisma pode romper, mas o risco de ruptura aumenta gradativamente de acordo com o seu tamanho. Como a cirurgia também tem riscos, somente devemos oferecer a cirurgia como possibilidade de tratamento caso o risco seja menor do que o risco do tratamento clínico. Temos que “colocar na balança” os prós e contras e somente então decidir o melhor tratamento.
Então quer dizer que mesmo tendo um aneurisma, e este podendo romper, pode não ser necessário cirurgia? Sim, o cirurgião vascular utiliza diversos critérios para definir qual a probabilidade de ruptura e risco cirúrgico. Caso o risco cirúrgico seja maior que o risco de ruptura espontânea, a cirurgia não vale a pena. Alguns aneurismas, apesar de terem um risco, possuem um crescimento tão lento que a probabilidade de ruptura é muito baixa e pode ser realizado tratamento clínico.
Atualmente, com as novas técnicas de cirurgia endovascular, procedimentos minimamente invasivos onde não é necessário grandes cortes, conseguimos oferecer tratamento para alguns pacientes que antes a cirurgia era considerada proibitiva. A decisão sobre a melhor técnica, aberta ou endovascular não deve ser baseada na estética da cicatriz, mas sim no benefício e risco do paciente. Deve ser feita por cirurgião vascular e endovascular, versado em todas as técnicas de tratamento, levando em consideração a opinião do paciente.
Dicas:

  1. Parar de fumar imediatamente
  2. Controlar a Pressão Arterial
  3. Faça o Check-up Vascular

 

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Escolha do implante mamário com simulação 3d

Amato Consultório Médico - Sun, 08/20/2017 - 12:21

O Dr Fernando Amato acaba de publicar artigo sobre técnica muito interessante de escaneamento tridimensional e simulação de prótese de mama. Leia na integra abaixo:

Breast Augmentation

Tags: 3dmamaCirurgia Plásticaplástica
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Potencial Evocado Somatossensitivo e Potencial Evocado Motor

Amato Consultório Médico - Sat, 08/19/2017 - 20:42
Potencial Evocado

Somatossensitivo e Motor

Os potenciais evocados são sinais elétricos gerados pelo sistema nervoso em resposta a a algum estímulo. Em geral, estímulos sensitivos, visuais ou auditivos são utilizados para estudo da integridade das vias neuronais, desde o órgão captador do estímulo, passando ao longo dos nervos até as diferentes regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de determinada informação. Por exemplo, no potencial somatossensitivo, estímulos sensitivos realizados no punho ou no tornozelo, passam pelo nervo periférico, pela medula espinhal, tronco encefálico e então alcançam diferentes áreas do córtex cerebral, onde os sinais são finalmente captados através de sensores posicionados no crânio. As respostas são gravadas em um equipamento que amplifica os sinais e produz gráficos que serão avaliados pelo médico. Desta forma, é possível analisar a integridade da via neuronal da sensibilidade, de forma análoga a um circuito elétrico.  
Os estímulos realizados nesse teste, são estímulos elétricos de baixa intensidade e são geralmente bem tolerados pelos pacientes, apesar de poder causar leve desconforto. O mesmo não acontece para o potencial evocado motor. Neste exame, o estímulo elétrico é gerado no crânio e captado nos membros, pois a idéia é testar a via neurológica responsável por levar as informações de movimento desde o cérebro até os músculos dos braços e pernas. Por esse motivo, o potencial evocado motor, apesar de extrema utilidade para diagnóstico de doenças neurológicas, só é realizado com a presença de anestesista para que o paciente fique sedado durante o exame. 
O potencial evocado motor é hoje, amplamente utilizado para a monitorização intra-operatória em cirurgias neurológicas ou cirurgias de coluna, pois garante informação precisa da integridade das vias neurológicas para o cirurgião enquanto o paciente encontra-se anestesiado. 
Pode e deve ser também utilizado como exame ou para planejamento operatório em sistema de hospital dia, ou seja, em ambiente preparado para sedação ou anestesia, sem necessidade de internação, o paciente será liberado alguns minutos após acordar.
 
Autor: Dr Marcelo Amato

exameNeurocirurgiaNeurologiaprocedimentoprocedimentos
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Potencial Evocado Somatossensitivo e Potencial Evocado Motor

     Os potenciais evocados são sinais elétricos gerados pelo sistema nervoso em resposta a a algum estímulo. Em geral, estímulos sensitivos, visuais ou auditivos são utilizados para estudo da integridade das vias neuronais, desde o órgão captador do estímulo, passando ao longo dos nervos até as diferentes regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de determinada informação. Por exemplo, no potencial somatossensitivo, estímulos sensitivos realizados no punho ou no tornozelo, passam pelo nervo periférico, pela medula espinhal, tronco encefálico e então alcançam diferentes áreas do córtex cerebral, onde os sinais são finalmente captados através de sensores posicionados no crânio. As respostas são gravadas em um equipamento que amplifica os sinais e produz gráficos que serão avaliados pelo médico. Desta forma, é possível analisar a integridade da via neuronal da sensibilidade, de forma análoga a um circuito elétrico. 

 

     Os estímulos realizados nesse teste, são estímulos elétricos de baixa intensidade e são geralmente bem tolerados pelos pacientes, apesar de poder causar leve desconforto. O mesmo não acontece para o potencial evocado motor. Neste exame, o estímulo elétrico é gerado no crânio e captado nos membros, pois a idéia é testar a via neurológica responsável por levar as informações de movimento desde o cérebro até os músculos dos braços e pernas. Por esse motivo, o potencial evocado motor, apesar de extrema utilidade para diagnóstico de doenças neurológicas, só é realizado com a presença de anestesista para que o paciente fique sedado durante o exame.

 

     O potencial evocado motor é hoje, amplamente utilizado para a monitorização intra-operatória em cirurgias neurológicas ou cirurgias de coluna, pois garante informação precisa da integridade das vias neurológicas para o cirurgião enquanto o paciente encontra-se anestesiado. Pode e deve ser também utilizado como exame ou para planejamento operatório em sistema de hospital dia, ou seja, em ambiente preparado para sedação ou anestesia, sem necessidade de internação, o paciente será liberado alguns minutos após acordar.

 

 

 

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Lipedema

Cirurgia Vascular - Thu, 08/17/2017 - 19:35

Sobre o lipedema

O lipedema é caracterizado pelo aumento do tecido adiposo nos membros, e esse tecido gordurosos pode ser doloroso. Existe uma ampla diferenciação nas características presentes. A dor pode ser constante, pode ir e vir, ou apenas ocorrer quando o tecido adiposo é pressionado. Pode ser muito leve ou grave. O mecanismo da sensação de dor não é compreendido pela medicina neste momento.
Além disso, muitas pessoas experimentam algum inchaço (edema não depressível).
Para simplificar bem o diagnóstico, procure por um "manguito", uma marca no tornozelo e no pulso e verifique se as mãos e os pés NÃO incham através do teste de Sinal de Stemmer (O chamado sinal de Stemmer é um sinal de diagnóstico confiável para reconhecer o linfedema. Experimente puxar uma prega da pele para cima (por exemplo, por cima de um dedo do pé). Se isso se mostrar difícil, ou mesmo impossível, estamos falando de um "sinal de Stemmer positivo").
A diferenciação entre doença venosa (exame de ultra-sonografia venosa), obesidade (examinar locais de depósito de gordura), linfedema (teste possível via linfocintilografia), lipedema e Doença de Dercum são importantes. 
O que fazer a respeito do lipedema.
Como o lipedema ainda não é bem compreendido, ninguém sabe ainda com certeza o que ajudará melhor as pessoas com lipedema. Os corpos de todos são diferentes e, no momento, não temos nenhuma fórmula única e mágica que funcione para todos. À medida que você for testando e acrescentando à sua vida diferentes tratamentos para ver o que funciona melhor, você deve começar cada terapia nova lentamente, uma de cada vez, para ver se isso ajuda.
NÃO MORRA DE FOME. Coma alimentos de melhor qualidade em uma quantidade saudável.
Não se concentre no peso, mas tente gerenciar o inchaço e o ganho de músculos para sustentar seu corpo e permaneça o mais ativo possível. É importante lembrar que existem algumas categorias de coisas que contribuem para o peso final que aparece na balança: alimentos no trato digestivo, músculo, gordura comum, gordura do lipedema e líquido. Pode ser difícil determinar quais estão mudando. Alimentos e líquidos são mais fáceis de influenciar, depois vem gordura regular, depois músculo, e depois a gordura do lipedema.
Os objetivos do tratamento são: reduzir a inflamação, administrar a dor, melhorar o fluxo linfático (reduzir o excesso de líquido), obter suporte emocional e ajudar seu corpo a lidar com o lipedema. 
Considerando que tratamentos testar, tenha em mente o que é "conservador", ou seja, o que não é cirúrgico, e o que é cirúrgico. Cirurgiões não operarão a menos que você estabeleça primeiro boas rotinas e mostre-se engajada com os tratamentos conservadores. A cirurgia não corrige os problemas subjacentes e você ainda precisará de bons hábitos conservadores após a cirurgia para manter o resultado.
Os tratamentos conservadores podem ser interpretados ​​como mudanças de estilo de vida (melhor nutrição e exercício mais moderado), mecânicos (DLM - Drenagem Linfática Manual, roupas de compressão e bombas de compressão) e suplementos / medicamentos.
Tratamentos que são baratos e fáceis de começar incluem respiração profunda e caminhada.
As sugestões de nutrição variam, mas são geralmente destinadas a comer menos alimentos inflamatórios. Reduzir calorias não reduz a gordura do lipedema, e há evidências crescentes que mostram que a redução de calorias incentiva seu corpo a armazenar mais gordura. Dietas Páleo, cetogênica, LCHF, RAD e anti-inflamatórias são algumas das dietas recomendadas. Um livro de nutrição bem pesquisado foi criado para pacientes com lipedema especificamente; Veja aqui. À medida que você considera diferentes planos de nutrição, faça suas pesquisas para ver o que normalmente acontece se você parar o plano.
As recomendações de exercícios são geralmente: caminhada, exercício na água de qualquer tipo (hidroginástica, natação), Pilates, ciclismo e yoga. Os objetivos são fazer com que o sistema linfático se mova, cuidar de suas articulações se você for hipermóvel e criar força para ajudar a combater o peso extra.
Muitas informações existem sobre tratamentos mecânicos, como MLD, roupas/botas de compressão e bombas. A informação é geralmente destinada a pacientes com linfedema, mas também são frequentemente aplicadas ao lipedema.

A maioria dos medicamentos diuréticos não ajudam a aliviar o inchaço do lipedema e podem causar complicações se usados por muito tempo. Alguns medicamentos para dor aumentam o inchaço, mais notavelmente os AINEs.  
 
Leia também:

Tags: lipedema Select ratingGive Lipedema 1/5Give Lipedema 2/5Give Lipedema 3/5Give Lipedema 4/5Give Lipedema 5/5 No votes yet
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Lipedema

Cirurgia Vascular - Thu, 08/17/2017 - 19:35

Sobre o lipedema

O lipedema é caracterizado pelo aumento do tecido adiposo nos membros, e esse tecido gordurosos pode ser doloroso. Existe uma ampla diferenciação nas características presentes. A dor pode ser constante, pode ir e vir, ou apenas ocorrer quando o tecido adiposo é pressionado. Pode ser muito leve ou grave. O mecanismo da sensação de dor não é compreendido pela medicina neste momento.
Além disso, muitas pessoas experimentam algum inchaço (edema não depressível).
Para simplificar bem o diagnóstico, procure por um "manguito", uma marca no tornozelo e no pulso e verifique se as mãos e os pés NÃO incham através do teste de Sinal de Stemmer (O chamado sinal de Stemmer é um sinal de diagnóstico confiável para reconhecer o linfedema. Experimente puxar uma prega da pele para cima (por exemplo, por cima de um dedo do pé). Se isso se mostrar difícil, ou mesmo impossível, estamos falando de um "sinal de Stemmer positivo").
A diferenciação entre doença venosa (exame de ultra-sonografia venosa), obesidade (examinar locais de depósito de gordura), linfedema (teste possível via linfocintilografia), lipedema e Doença de Dercum são importantes. 
O que fazer a respeito do lipedema.
Como o lipedema ainda não é bem compreendido, ninguém sabe ainda com certeza o que ajudará melhor as pessoas com lipedema. Os corpos de todos são diferentes e, no momento, não temos nenhuma fórmula única e mágica que funcione para todos. À medida que você for testando e acrescentando à sua vida diferentes tratamentos para ver o que funciona melhor, você deve começar cada terapia nova lentamente, uma de cada vez, para ver se isso ajuda.
NÃO MORRA DE FOME. Coma alimentos de melhor qualidade em uma quantidade saudável.
Não se concentre no peso, mas tente gerenciar o inchaço e o ganho de músculos para sustentar seu corpo e permaneça o mais ativo possível. É importante lembrar que existem algumas categorias de coisas que contribuem para o peso final que aparece na balança: alimentos no trato digestivo, músculo, gordura comum, gordura do lipedema e líquido. Pode ser difícil determinar quais estão mudando. Alimentos e líquidos são mais fáceis de influenciar, depois vem gordura regular, depois músculo, e depois a gordura do lipedema.
Os objetivos do tratamento são: reduzir a inflamação, administrar a dor, melhorar o fluxo linfático (reduzir o excesso de líquido), obter suporte emocional e ajudar seu corpo a lidar com o lipedema. 
Considerando que tratamentos testar, tenha em mente o que é "conservador", ou seja, o que não é cirúrgico, e o que é cirúrgico. Cirurgiões não operarão a menos que você estabeleça primeiro boas rotinas e mostre-se engajada com os tratamentos conservadores. A cirurgia não corrige os problemas subjacentes e você ainda precisará de bons hábitos conservadores após a cirurgia para manter o resultado.
Os tratamentos conservadores podem ser interpretados ​​como mudanças de estilo de vida (melhor nutrição e exercício mais moderado), mecânicos (DLM - Drenagem Linfática Manual, roupas de compressão e bombas de compressão) e suplementos / medicamentos.
Tratamentos que são baratos e fáceis de começar incluem respiração profunda e caminhada.
As sugestões de nutrição variam, mas são geralmente destinadas a comer menos alimentos inflamatórios. Reduzir calorias não reduz a gordura do lipedema, e há evidências crescentes que mostram que a redução de calorias incentiva seu corpo a armazenar mais gordura. Dietas Páleo, cetogênica, LCHF, RAD e anti-inflamatórias são algumas das dietas recomendadas. Um livro de nutrição bem pesquisado foi criado para pacientes com lipedema especificamente; Veja aqui. À medida que você considera diferentes planos de nutrição, faça suas pesquisas para ver o que normalmente acontece se você parar o plano.
As recomendações de exercícios são geralmente: caminhada, exercício na água de qualquer tipo (hidroginástica, natação), Pilates, ciclismo e yoga. Os objetivos são fazer com que o sistema linfático se mova, cuidar de suas articulações se você for hipermóvel e criar força para ajudar a combater o peso extra.
Muitas informações existem sobre tratamentos mecânicos, como MLD, roupas/botas de compressão e bombas. A informação é geralmente destinada a pacientes com linfedema, mas também são frequentemente aplicadas ao lipedema.

A maioria dos medicamentos diuréticos não ajudam a aliviar o inchaço do lipedema e podem causar complicações se usados por muito tempo. Alguns medicamentos para dor aumentam o inchaço, mais notavelmente os AINEs.  
 
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Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar

Cirurgia Vascular - Mon, 08/07/2017 - 14:41
A cardiologista dra. Marisa Amato explica quais são as doenças decorrentes do hábito de fumar cigarros. Confira!  

  **** Transcrição *****   Eu sou a doutora Marisa Amato, cardiologista aqui do Instituto Amato. E hoje nós vamos falar sobre as doenças causadas pelo hábito de fumar. O tabaco é o único produto de consumo legal que mata a metade dos seus usuários, ele é um dos fatores determinantes das maiores causas de morte que são as doenças cardiovasculares e o câncer. O tabaco na fumaça do tabaco existem mais de cinco mil substâncias nocivas sendo que as mais conhecidas são a nicotina e o monóxido de carbono. A nicotina o efeito da nicotina é aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial prejudicando muito a irrigação sanguínea. O cigarro, a nicotina também causa uma falsa sensação de tranquilidade de equilíbrio emocional continua dessa fumaça causa uma tolerância a essa droga fazendo com que cada vez o indivíduo precisa fumar mais. O monóxido de carbono ele ocupa o lugar do oxigênio nos glóbulos vermelhos do sangue, ele também agride a parede arterial e ele aumenta a viscosidade do sangue, causando uma incidência maior de trombose arterial. A gravidade dos efeitos do tabagismo dependem de dois fatores, da quantidade e do tempo de uso. Os efeitos imediatos são o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, diminuição da temperatura da pele causando as extremidades frias, o mal hálito, a diminuição do apetite, tontura, diminuição da capacidade respiratória, tosse e aumento da trombose arterial. Agora os efeitos a longo prazo são principalmente o câncer e o órgão mais atingido é o pulmão, mas também atinge a laringe, a cavidade oral, a bexiga, pâncreas, útero, rins, fígado, quase todos os órgãos. E o alcatrão é a substância cancerígena responsável pelo início do câncer, 87% das mortes de câncer de pulmão são consequentes ao tabagismo. As doenças respiratórias obstrutivas, como o enfisema e a bronquite crônica, elas são quase que definitivas, porque a fumaça destrói os cílios que existe no epitélio do pulmão e isso causa o acúmulo de muco nas vias aéreas respiratórias. A fumaça ela também danifica completamente os alvéolos que perdem a capacidade de absorver o oxigênio do ar. E também os pulmões acabam perdendo a elasticidade e não conseguem expandir e contrair levando o indivíduo a ter aquela respiração ofegante e falta de ar. As doenças arteriais como infarto, acidente vascular cerebral e doença arterial obstrutiva crônica, elas também são consequências da nicotina que causa uma vasoconstrição e diminui a elasticidade das artérias e do monóxido de carbono que diminui o transporte de oxigênio para os órgãos e lesa a parede das artérias. As alterações a longo prazo elas são como, por exemplo, a impotência masculina, a infertilidade tanto masculina, como feminina, aquela cor amarelada nos dentes, as placas bacterianas, a gengivite acaba perdendo dentes precocemente são as doenças infecciosas Macas bacterianas acaba perdendo dentes, rugas precoces osteopenia, osteoporose, a perda da visão, a rouquidão, o abaixamento da voz e a maior propensão a ter doenças infecciosas. Bom, a expectativa de vida de um fumante é em média de 20 a 25 anos menor do que a do não fumante. E o que acontece se o indivíduo parar de fumar? Bom, se já atingiu alguns danos irreversíveis, como o enfisema e a doença pulmonar obstrutiva crônica, esses não vão regrediu, porém 20 minutos após parar de fumar a frequência cardíaca e a pressão arterial voltam ao normal, duas horas depois não há mais nicotina no sangue, 8 horas depois o nível de oxigênio está normal no sangue, 12 horas depois a capacidade pulmonar já melhorou, dois dias o paladar e olfato estão normalizados, em três semanas já existe uma a melhora da capacidade respiratória, em um ano o risco de morte por infarto já caiu pela metade, em 10 anos o risco de câncer caiu pela metade e o de infarto é igual ao de quem nunca fumou, e em 20 anos o risco de câncer é igual ao de quem nunca fumou. Bom, o risco do câncer é drasticamente reduzido depois de 10 anos de parar de fumar, principalmente se a interrupção do vício acontecer antes dos 40 anos de idade, por isso é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e assim tomar uma decisão, é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e tomar uma decisão. Para maiores informações acesse as nossas redes sociais.  

 

Tags: videotabagismoaterosclerosecardiologia Select ratingGive Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 1/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 2/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 3/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 4/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 5/5 No votes yet
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Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar

Cirurgia Vascular - Mon, 08/07/2017 - 14:41
A cardiologista dra. Marisa Amato explica quais são as doenças decorrentes do hábito de fumar cigarros. Confira!  

  **** Transcrição *****   Eu sou a doutora Marisa Amato, cardiologista aqui do Instituto Amato. E hoje nós vamos falar sobre as doenças causadas pelo hábito de fumar. O tabaco é o único produto de consumo legal que mata a metade dos seus usuários, ele é um dos fatores determinantes das maiores causas de morte que são as doenças cardiovasculares e o câncer. O tabaco na fumaça do tabaco existem mais de cinco mil substâncias nocivas sendo que as mais conhecidas são a nicotina e o monóxido de carbono. A nicotina o efeito da nicotina é aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial prejudicando muito a irrigação sanguínea. O cigarro, a nicotina também causa uma falsa sensação de tranquilidade de equilíbrio emocional continua dessa fumaça causa uma tolerância a essa droga fazendo com que cada vez o indivíduo precisa fumar mais. O monóxido de carbono ele ocupa o lugar do oxigênio nos glóbulos vermelhos do sangue, ele também agride a parede arterial e ele aumenta a viscosidade do sangue, causando uma incidência maior de trombose arterial. A gravidade dos efeitos do tabagismo dependem de dois fatores, da quantidade e do tempo de uso. Os efeitos imediatos são o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, diminuição da temperatura da pele causando as extremidades frias, o mal hálito, a diminuição do apetite, tontura, diminuição da capacidade respiratória, tosse e aumento da trombose arterial. Agora os efeitos a longo prazo são principalmente o câncer e o órgão mais atingido é o pulmão, mas também atinge a laringe, a cavidade oral, a bexiga, pâncreas, útero, rins, fígado, quase todos os órgãos. E o alcatrão é a substância cancerígena responsável pelo início do câncer, 87% das mortes de câncer de pulmão são consequentes ao tabagismo. As doenças respiratórias obstrutivas, como o enfisema e a bronquite crônica, elas são quase que definitivas, porque a fumaça destrói os cílios que existe no epitélio do pulmão e isso causa o acúmulo de muco nas vias aéreas respiratórias. A fumaça ela também danifica completamente os alvéolos que perdem a capacidade de absorver o oxigênio do ar. E também os pulmões acabam perdendo a elasticidade e não conseguem expandir e contrair levando o indivíduo a ter aquela respiração ofegante e falta de ar. As doenças arteriais como infarto, acidente vascular cerebral e doença arterial obstrutiva crônica, elas também são consequências da nicotina que causa uma vasoconstrição e diminui a elasticidade das artérias e do monóxido de carbono que diminui o transporte de oxigênio para os órgãos e lesa a parede das artérias. As alterações a longo prazo elas são como, por exemplo, a impotência masculina, a infertilidade tanto masculina, como feminina, aquela cor amarelada nos dentes, as placas bacterianas, a gengivite acaba perdendo dentes precocemente são as doenças infecciosas Macas bacterianas acaba perdendo dentes, rugas precoces osteopenia, osteoporose, a perda da visão, a rouquidão, o abaixamento da voz e a maior propensão a ter doenças infecciosas. Bom, a expectativa de vida de um fumante é em média de 20 a 25 anos menor do que a do não fumante. E o que acontece se o indivíduo parar de fumar? Bom, se já atingiu alguns danos irreversíveis, como o enfisema e a doença pulmonar obstrutiva crônica, esses não vão regrediu, porém 20 minutos após parar de fumar a frequência cardíaca e a pressão arterial voltam ao normal, duas horas depois não há mais nicotina no sangue, 8 horas depois o nível de oxigênio está normal no sangue, 12 horas depois a capacidade pulmonar já melhorou, dois dias o paladar e olfato estão normalizados, em três semanas já existe uma a melhora da capacidade respiratória, em um ano o risco de morte por infarto já caiu pela metade, em 10 anos o risco de câncer caiu pela metade e o de infarto é igual ao de quem nunca fumou, e em 20 anos o risco de câncer é igual ao de quem nunca fumou. Bom, o risco do câncer é drasticamente reduzido depois de 10 anos de parar de fumar, principalmente se a interrupção do vício acontecer antes dos 40 anos de idade, por isso é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e assim tomar uma decisão, é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e tomar uma decisão. Para maiores informações acesse as nossas redes sociais.  

 

Tags: videotabagismoaterosclerosecardiologia Select ratingGive Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 1/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 2/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 3/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 4/5Give Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar 5/5 No votes yet
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Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar

Check-up MED - Mon, 08/07/2017 - 11:59
A cardiologista dra. Marisa Amato explica quais são as doenças decorrentes do hábito de fumar cigarros. Confira!  

  **** Transcrição *****   Eu sou a doutora Marisa Amato, cardiologista aqui do Instituto Amato. E hoje nós vamos falar sobre as doenças causadas pelo hábito de fumar. O tabaco é o único produto de consumo legal que mata a metade dos seus usuários, ele é um dos fatores determinantes das maiores causas de morte que são as doenças cardiovasculares e o câncer. O tabaco na fumaça do tabaco existem mais de cinco mil substâncias nocivas sendo que as mais conhecidas são a nicotina e o monóxido de carbono. A nicotina o efeito da nicotina é aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial prejudicando muito a irrigação sanguínea. O cigarro, a nicotina também causa uma falsa sensação de tranquilidade de equilíbrio emocional continua dessa fumaça causa uma tolerância a essa droga fazendo com que cada vez o indivíduo precisa fumar mais. O monóxido de carbono ele ocupa o lugar do oxigênio nos glóbulos vermelhos do sangue, ele também agride a parede arterial e ele aumenta a viscosidade do sangue, causando uma incidência maior de trombose arterial. A gravidade dos efeitos do tabagismo dependem de dois fatores, da quantidade e do tempo de uso. Os efeitos imediatos são o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, diminuição da temperatura da pele causando as extremidades frias, o mal hálito, a diminuição do apetite, tontura, diminuição da capacidade respiratória, tosse e aumento da trombose arterial. Agora os efeitos a longo prazo são principalmente o câncer e o órgão mais atingido é o pulmão, mas também atinge a laringe, a cavidade oral, a bexiga, pâncreas, útero, rins, fígado, quase todos os órgãos. E o alcatrão é a substância cancerígena responsável pelo início do câncer, 87% das mortes de câncer de pulmão são consequentes ao tabagismo. As doenças respiratórias obstrutivas, como o enfisema e a bronquite crônica, elas são quase que definitivas, porque a fumaça destrói os cílios que existe no epitélio do pulmão e isso causa o acúmulo de muco nas vias aéreas respiratórias. A fumaça ela também danifica completamente os alvéolos que perdem a capacidade de absorver o oxigênio do ar. E também os pulmões acabam perdendo a elasticidade e não conseguem expandir e contrair levando o indivíduo a ter aquela respiração ofegante e falta de ar. As doenças arteriais como infarto, acidente vascular cerebral e doença arterial obstrutiva crônica, elas também são consequências da nicotina que causa uma vasoconstrição e diminui a elasticidade das artérias e do monóxido de carbono que diminui o transporte de oxigênio para os órgãos e lesa a parede das artérias. As alterações a longo prazo elas são como, por exemplo, a impotência masculina, a infertilidade tanto masculina, como feminina, aquela cor amarelada nos dentes, as placas bacterianas, a gengivite acaba perdendo dentes precocemente são as doenças infecciosas Macas bacterianas acaba perdendo dentes, rugas precoces osteopenia, osteoporose, a perda da visão, a rouquidão, o abaixamento da voz e a maior propensão a ter doenças infecciosas. Bom, a expectativa de vida de um fumante é em média de 20 a 25 anos menor do que a do não fumante. E o que acontece se o indivíduo parar de fumar? Bom, se já atingiu alguns danos irreversíveis, como o enfisema e a doença pulmonar obstrutiva crônica, esses não vão regrediu, porém 20 minutos após parar de fumar a frequência cardíaca e a pressão arterial voltam ao normal, duas horas depois não há mais nicotina no sangue, 8 horas depois o nível de oxigênio está normal no sangue, 12 horas depois a capacidade pulmonar já melhorou, dois dias o paladar e olfato estão normalizados, em três semanas já existe uma a melhora da capacidade respiratória, em um ano o risco de morte por infarto já caiu pela metade, em 10 anos o risco de câncer caiu pela metade e o de infarto é igual ao de quem nunca fumou, e em 20 anos o risco de câncer é igual ao de quem nunca fumou. Bom, o risco do câncer é drasticamente reduzido depois de 10 anos de parar de fumar, principalmente se a interrupção do vício acontecer antes dos 40 anos de idade, por isso é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e assim tomar uma decisão, é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e tomar uma decisão. Para maiores informações acesse as nossas redes sociais.  

 

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