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Malformação arteriovenosa

Tue, 06/12/2018 - 14:51
Hemangioma capilar

Foto proveniente de banco de fotos online Dreamstime

Malformação arteriovenosa (MAV) é uma conexão anormal entre o sistema arterial e venoso, sem passar pelo usual sistema capilar. Esta anomalia vascular é amplamente conhecida por causa de sua ocorrência no sistema nervoso central (cerebral), mas podem aparecer em qualquer local do corpo, e, quando fora do sistema nervoso, é o cirurgião vascular o responsável pelos cuidados. Embora muitos MAVs possam ser pequenos e assintomáticos, alguns podem causar intensa dor ou sangramento e levar a outros problemas médicos sérios.
MAVs são geralmente congênitos e os padrões de transmissão são desconhecidos. Não é geralmente uma doença hereditária, a não ser em algumas síndromes específicas.
A malformação arteriovenosa, na maioria das vezes, surge no desenvolvimento anormal do sistema vascular na vida embrionária, ou seja, ainda dentro da barriga da mãe.
As verdadeiras causas do desvio do desenvolvimento vascular normal no embrião, ou mesmo a transformação vascular que ocorre após o nascimento, permanecem até hoje desconhecidas.
 
Diagnóstico
O diagnóstico é clínico a maior parte das vezes. Muitas vezes estas malformações arteriovenosas são encontradas incidentalmente em exames de imagem de rotina ou para investigação de outras doenças.
Para adequado estudo e indicação do tratamento, é preciso realizar exames de imagem, como ultrassonografia Doppler, tomografia, ressonância magnética ou angiografia. 
Nenhum paciente é igual a outro, portanto a avaliação diagnóstica é essencial para o planejamento terapêutico.
 

Anatomia: 

Sistema arterial, venoso e linfático

Causa: 

Alteração do desenvolvimento embrionário.

Diagnóstico Diferencial: 

Tipos e classificação de malformações arteriovenosas

  • Capilar
    • Mancha em vinho do Porto localizada ou extensa 
    • Mancha em vinho do Porto sindrômica
    • Síndrome de Sturge-Weber
    • Facomatose pigmentar vascular
    • Síndrome de Beckwith-Wiedemann 
    • Síndrome de Robert
    • Mancha salmão
    • Mancha vascular telangiectásica medial sacral 
    • Telangiectasias
    • Síndrome de Rendu-Osler-Weber
    • Síndrome de Louis-Bar
    • Cútis marmórea telangiectásica congênita
    • Síndrome de Adams-Oliver
  • Linfática
  • Venosa
  • Arterial
    • Malformação arterial(aneurisma, ectasia, coarctação)
  • Complexa-combinada
    • Fístula arterio-venosa (FAV), malformação arterio-venosa (MAV), venosa-capilar (MVC), venosa-linfática (MVL), capilar-venosalinfática (MCVL), venosa-arterial-capilar (MVAC), arterial-linfática-capilar (MALC), arterial-linfática-venosa (MALV), capilar-venosa-linfática-arterial (MCVLA)
    • Regional / Regional
      • Fístula arteriovenosa (FAV)
      • Síndrome de Wyburn-Mason (MAV)
      • Síndrome de Brégeat (MAV)
      • Síndrome de Cobb (MAV)
      • Síndrome de Servelle-Martorell (MVC)
      • Síndrome de Klippel-Trenaunay (MCVL)
      • Síndrome de Parkes-Weber (MCVLA)
  • Difusa
    • Síndrome de Proteus (MVC)
    • Síndrome de Maffucci (MVL) 
    • Síndrome de Riley-Smith (MVL)
    • Síndrome de Solomon (MVAC) 
    • Síndrome de Bannayan (MVLAC) 

 

Epidemiologia: 

A epidemiologia é variável, dependendo do tipo de lesão. 

Evolução Natural: 

A evolução natural é muito variável, dependendo muito do grau de acometimento, local e tipo de lesão. 

Prevenção Primária: 

Por ser congênito e hereditário na maioria das vezes, não é possível a prevenção primária.

Sinais ou Sintomas: 

Os sintomas da MAV variam muito de acordo com a localização anatômica  da malformação. Cerca de quase 90% das pessoas com uma MAV são assintomáticos por muitos anos. Muitas vezes a malformação só é descoberta como parte de uma autópsia ou sem intenção durante o exame de outra doença ou check-up(link is external) (achado incidental). Quando há sintomas, os mais comuns de uma MAV cerebral são dores de cabeça e crises de epilepsia. 
 
A malformação arteriovenosa é definida como um conjunto de lesões primárias da artéria, pois iniciam na fase embrionária do indivíduo.  Os indícios de malformação arteriovenosa não tendem a se manifestar nos primeiros anos de vida, no entanto, evoluem ao longo do tempo e dificilmente regridem espontaneamente. Fora do cérebro, estas lesões aumentam de forma proporcional ao crescimento do corpo e seu crescimento é desencadeado por estímulos fisiológicos, endócrinos, trauma, infecções e desnutrição dos tecidos, podendo predispor ao desenvolvimento de feridas e sangramentos.De acordo com a região em que se apresentam, as malformações podem causar comprometimento estético importante ou sintomas como dor, inchaço local ou de membro, prisão de ventre, sangramentos, entre outros sintomas. A malformação arteriovenosa nada mais é que uma má formação dos vasos que dificulta o fluxo sanguíneo, pulando o sistema capilar, e resulta no estresse de bombeamento de sangue ao coração, podendo levar à insuficiência cardíaca(link is external).
 

Prognóstico: 

O prognóstico é variável, dependendo muito do grau de acometimento, local e tipo de lesão. 

Tratamentos Possíveis: 

O tratamento para o MAV cerebral pode ser apenas sintomático e os pacientes podem ser observados periodicamente por um neurologista(link is external) para qualquer convulsões, dores de cabeça, ou défices neurológicos focais. O tratamento específico pode envolver embolização endovascular, neurocirurgia aberta ou radiocirurgia. A embolização significa encher a MAV com partículas, acrilatos ou polímeros introduzido por um cateter radiograficamente guiado. As malformações arteriovenosas podem ser simples ou complexas, com estratégia de tratamento diferente para cada tipo. O importante é entender bem a situação, conhecer o objetivo do procedimento, ter um bom planejamento e facilidade com a técnica que será utilizada.As malformações arteriovenosas de fluxo baixo, que consistem em componente venoso mais preponderante, apresentam melhores resultados quando tratadas por meio de técnicas de esclerose percutânea (punção e injeção de substâncias através da pele diretamente na lesão); e a malformação arteriovenosa de alto fluxo, com preponderância arterial, por embolização endovascular. A técnica de embolização é minimamente invasiva, ou seja, é realizada através de uma pequena punção sob anestesia local e sem cortes. Guiado por um equipamento de fluoroscopia digital, o cirurgião endovascular leva estes cateteres até a artéria que está nutrindo a malformação e nela injeta substâncias ou materiais (molas, esferas, partículas) que causam a oclusão da entrada dessa malformação. Assim, o fluxo que alimenta a malformação é interrompido, fazendo com que esta regrida e se degenere, diminuindo seu tamanho e levando ao alívio dos sintomas ao paciente.
Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação.

Complicações Possíveis: 

Trombose, sangramento, lesões, feridas, úlceras, edema, dor e outros.

 

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Entupimento de veia

Tue, 06/12/2018 - 14:02
Entupimento de Veia

Para entendermos o entupimento das veias, necessitamos lembrar como funciona o sistema vascular, que contém o sistema arterialvenoso e linfático. Todos eles podem entupir em algum momento e as consequências e tratamentos são bem diferentes.
Quando falamos entupimento de veia, e entendemos literalmente, estamos falando do sistema venoso, que consiste em um sistema vascular responsável por trazer o sangue de volta ao coração. É um sistema de baixa pressão que não sofre as consequencias da aterosclerose, mas que, por causa do seu fluxo mais lento, pode "trombosar", ou seja, ocluir, entupir a veia. Quando o sistema venoso profundo é ocluído, ocorre a trombose venosa profunda e quando o sistema venoso superficial entope, ocorre a tromboflebite superficial. A trombose venosa profunda é mais grave, pois pode acarretar a embolia pulmonar, que pode ser fatal. Tanto a trombose venosa profunda, quanto a tromboflebite superficial causam dor e inchaço, mais frequentemente nas pernas, mas a gravidade dos sintomas depende muito de acordo com o tipo e localização da veia acometida. O tratamento mais frequentemente realizado para o entupimento venoso (trombose venosa) é, portanto, a anticoagulação, com o intuito primário de evitar sua pior complicação que é a emboliza pulmonar. Em alguns casos específicos pode ser indicado a fibrinólise, com o objetivo de desentupir a veia e evitar uma complicação a longo prazo, que se chama síndrome pós trombótica. As varizes podem ocorrer pela síndrome pós trombótica, mas não são caracterizadas pelo entupimento das veias, e, sim a insuficiência venosa.
Agora, quando falamos entupimento de veias genericamente, podemos estar querendo dizer "entupimento arterial", ou seja, do sistema vascular responsável por levar o sangue do coração aos órgãos e membros, e, nesse caso, estamos falando de outras entidades que podem causar dificuldade na progressão desse sangue de alta pressão, sendo, mais frequente (>90% dos casos) a aterosclerose. A aterosclerose ocorre lenta e paulativamente, aumentando a espessura da parede das artérias e levando a um estrangulamento, ou fechamento dessas artérias, de moso que o sangue arterial, cheio de oxigênio, não chega aonde deveria, e os órgãos ou membros passam a sofrer com a falta de oxigênio. As áreas mais acometidas com a aterosclerose são: o coração e suas coronárias (podendo levar ao infarto)carótidas (podendo levar ao AVC) e membros inferiores (podendo levar à claudicação). O tratamento varia muito dependendo do local acometido, mas sempre inclui o controle dos fatores de risco, como parar de fumar, controle da pressão arterial, controle da diabetes e outras comorbidade, dieta adequada, exercício fisico sob observação médica e, em alguns casos as cirurgias podem ser necessárias.
Outra possibilidade seria o entupimento de um vaso linfático, que é menos comum, mas pode acontecer. A obstrução linfática mais frequentemente está associada à lesões e traumas, podendo ocorrer, por exemplo após cirurgias (cirurgia de câncer de mama é bem frequente quando se faz o esvaziamento linfático), ou mesmo após infecções (celulite ou erisipela). O tratamento consiste na compressão elástica ou inelástica.
Então, quando falamos entupimento, pode ser de qualquer estrutura tubular que leve ou traga alguma substância dentro do nosso corpo, se quisermos ser precisos e for referente ao sistema vascular, é necessário falar se é arterial, linfático ou venoso. As doenças são bem diferentes entre si, e com tratamentos mais diferentes ainda. É óbvio que as doenças podem aparecer concomitantemente, e pode ocorrer por exemplo as úlceras mistas, onde há o acomentimento venoso, arterial e até mesmo linfático.
 

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Cisto sinovial (articular) na coluna

Tue, 06/05/2018 - 16:28

Uma das causas de dor lombar ou nas pernas em pacientes com doença da coluna são os cistos sinoviais. Esses cistos são benignos, pequenos sacos que contém líquido proveniente das articulações da coluna e que são formados como resultado da degeneração (desgaste). Dependendo da localização e tamanho dos cistos, eles podem estreitar o canal vertebral, por onde passam os nervos, e causar dor.
 
O que causam os cistos sinoviais?
A sinóvia é um tecido fino que produz fluido que ajuda a lubrificar as articulações. Quando as articulações facetarias lombares começam a degenerar, esse fluido pode aumentar como tentativa de proteger a articulação. Em algumas pessoas, pequenas quantidades deste fluido escapam da cápsula articular, mas permanecem dentro da sinóvia, criando uma protrusão em forma de saco ou bexiga. O cistos sinoviais são relativamente comuns nos exames de imagem, principalmente na população idosa, mas nem sempre causam sintomas.
 
Quais são os sintomas causados pelos cistos sinoviais?
Os sintomas dependem muito da localização e tamanho do cisto, mas por serem mais comuns na coluna lombar, podem causar dor nesta região, além de dor, formigamento e perda de força nas pernas, pela compressão das raízes nervosas. Geralmente, os sintomas são aliviados na posição sentada, pois essa posição causa aumento do canal vertebral, aliviando a pressão nos nervos. 
 
Como os cistos sinoviais são diagnosticados?
A ressonância magnética e a tomografia computadorizada podem identificar os cistos sinoviais da coluna. Raios X também são realizados para determinar o grau de degeneração das articulações facetárias, e também para identificar outros problemas da coluna que podem causar instabilidade e estar associados com o cisto, como a espondilolistese (quando uma vértebra escorrega sobre a outra).
 

 
Como é o tratamento do cisto sinovial?
Se o cisto sinovial não estiver causando sintomas, nenhum tratamento além da observação, é necessário. Se o paciente estiver apresentando desconforto leve, pode ser recomendado que restrinja as atividades mais desconfortáveis. Medicamentos para dor, infiltrações e outros tratamentos conservadores como fisioterapia, também podem auxiliar no alívio da dor. No entanto, se a dor for grave, crônica e estiver interferindo das atividades da vida diária, cirurgia pode ser necessária. 
 
Como é a cirurgia para o cisto sinovial?
Procedimentos minimamente invasivos podem ser utilizados para o tratamento cirúrgico dos cistos sinoviais. A punção do cisto, juntamente com o bloqueio das raízes nervosas acometidas, pode ser realizado, especialmente nos casos em que a dor é único problema. A cirurgia endoscópica é uma alternativa minimamente invasiva, em que através de uma câmera, pode-se realizar a ressecção do cisto sinovial e liberação das estruturas nervosas. Em casos de recidiva do cisto, ou se houver instabilidade associada, está indicada a fusão da articulação, para assegurar que o cisto não retorne. Como cada paciente é diferente do outro, a consulta com um especialista é essencial. 
 
Referencias
Kao CC, Uihlein A, Bickel WH, Soule EH. Lumbar intraspinal extradural ganglion cyst. J Neurosurg 1968;29:168¾72. 
Lemish W, Apsimon T, Chakera T. Lumbar intraspinal synovial cysts. Recognition and CT diagnosis. Spine 1989;14:1378¾83.  
Hsu KY, Zucherman JF, Shea WJ, Jeffrey RA. Lumbar intraspinal synovial and ganglion cysts (facet cysts). Ten-year experience in evaluation and treatment. Spine 1995;20:80¾9.  

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Consulta Nutricional - Nutrição

Mon, 05/21/2018 - 18:32
Consulta Nutricional

O que é a Nutrição?
Nutrição é a ciência que estuda a composição de micro e macronutrientes presentes nos alimentos e sua influência direta no organismo, podendo melhorar o bem-estar físico.
Nos últimos anos, o interesse pela nutrição e seus benefícios cresceu de maneira vertiginosa, pois seu impacto na saúde está cada vez mais claro e definido pela literatura cientifica.
O aumento da longevidade e das doenças crônicas, não transmissíveis, como diabetes, dislipidemias, hipertensão e obesidade, tornou o acompanhamento nutricional, associado a orientação médica, imprescindível. Concomitantemente, a eterna busca pela melhor qualidade de vida e bem-estar, levou a população a procurar cada vez mais o nutricionista.
A nutrição adequada é fundamental em todas as etapas da vida, desde a gestação, infância, maturidade, até a velhice, assim como em fases especiais pré e pós competições esportistas, estados de convalescença, pré e pós determinadas cirurgias, entre outras situações.
Cada um tem seus hábitos alimentares dependentes da cultura familiar, criada desde a infância. Por isso, é muito importante levar em conta que a orientação nutricional precisa ser personalizada.
Aqui, no Instituto Amato, dispomos de nutricionista para acompanhar nossos pacientes durante seu tratamento auxiliando-os a atingir os resultados esperados com maior eficácia e segurança.
 
Como é feita uma consulta nutricional?
A consulta nutricional é realizada através de uma entrevista detalhada, abrangendo o histórico familiar, hábitos alimentares e pessoais, qualidade do sono, funcionamento intestinal, rotina de atividade física e análise dos sintomas relatados pelo paciente como cansaço, irritabilidade, insônia, etc.
Muitos desses sintomas desagradáveis podem estar associados à qualidade ruim de alimentos ingeridos no dia-a-dia. Posteriormente, é feita a avaliação corporal, com peso, medidas antropométricas e porcentagem de gordura. Alguns exames laboratoriais podem ser solicitados pela equipe médica, a fim de identificar eventual alteração que necessite ser tratada, assim como também permite um controle mais preciso do acompanhamento nutricional.
É importante destacar, que independentemente das metas terapêuticas traçadas pelo profissional e paciente, a consulta nutricional não tem resultado imediato, é um processo de reeducação que para ser eficaz e definitivo, precisa ser a médio e longo prazo. Nossa proposta é sem rótulos de dietas ou terrorismo nutricional, visando sempre a saúde e o bem estar do paciente. Durante o acompanhamento nutricional são transmitidos conhecimentos de nutrição para que a relação com a alimentação seja fácil e prazerosa.

 
Marque sua consulta e venha conhecer nossa equipe!

 

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Ozonioterapia, acupuntura, tomates e espuma no tratamento de varizes.

Fri, 04/27/2018 - 11:37

Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular (CRM 108.651), mostra como é arriscado acreditar em tudo que se vê na internet sobre varizes. Os tratamentos "naturais" e "alternativos" para varizes muitas vezes são inócuos, mas alguns também são nocivos. Não acredite em tudo que encontra na net.

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Categories: Medical

Como evitar uma nova cirurgia de varizes após cirurgia?

Fri, 04/27/2018 - 11:33

Um medo recorrente é o de operar varizes e depois ter que operar novamente de varizes. Existem maneiras de se evitar, ou pelo menos diminuir as probabilidades de precisar de novo procedimento. Como não precisar de nova cirurgia de varizes?

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Outros exames para varizes? Ultrassom? Ecodopper? Tomografia? Ressonância?

Fri, 04/27/2018 - 11:30

Quais são os exames para o diagnóstico de varizes? O Dr Alexandre Amato (108651) mostra que a maioria dos exames de imagem podem mostrar as varizes, mas utilizamos mais frequentemente o ecodoppler e a pletismografia.

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10 Curiosidades sobre Varizes

Fri, 04/27/2018 - 11:24

A número 7 tenho certeza que você não sabia. Curiosidades sobre esta doença que é muito frequente na população. Para baixar o aplicativo comentado de visualização de varizes, vá para o link

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Cirurgia de varizes precisa de hospital?

Fri, 04/27/2018 - 11:14

O laser e a radiofrequencia permitem a realização da cirurgia em ambiente de hospital dia e ambulatorial. Há muitos anos a microcirurgia também permitiu esse avanço. A diferença agora é que até os casos mais complicados podem ser realizados com anestesia local e sedação com alta precoce.

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Vein Camera

Fri, 04/27/2018 - 11:10

Aplicativo para celular desenvolvido pelo Dr Alexandre Amato (CRM 108651) permite a visualização de veias varicosas facilmente. Baixe aqui:

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O que o laser venoso faz com a veia?

Fri, 04/27/2018 - 11:04

Operar varizes para desobstruir as veias? É isso que é feito na cirurgia de varizes? Não, a cirurgia obstrui ou retira as veias doentes. O Dr Alexandre Amato (108651) explica como atua o laser na cirurgia de termoablação de varizes.

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Veias fazem falta?

Fri, 04/27/2018 - 10:56

Quando tiramos veias doentes na cirurgia de varizes, elas chegam a fazer falta? O cirurgião vascular Dr Alexandre Amato (CRM 108651) responde essa pergunta e explica a existência e importância do sistema venoso profundo.

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10 Curiosidades sobre Varizes

Wed, 04/11/2018 - 15:22
A número 7 tenho certeza que você não sabia. Curiosidades sobre esta doença que é muito frequente na população. Para baixar o aplicativo comentado de visualização de varizes, vá para o link Vein Camera  

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Mitos sobre a osteoporose

Wed, 03/28/2018 - 13:00
Osteoporose

Os mitos envolvendo a Osteoporose são muitos, seguem os principais:

  • “Eu não tenho dor nos ossos, portanto, não tenho Osteoporose”: a Osteoporose raramente cursa com dores. Estas só surgem quando há a presença de fraturas, muitas vezes diagnosticadas tardiamente.
  • “Tomo muito leite, não terei Osteoporose”: a ingesta de leite e derivados de fato contribui para uma boa saúde dos ossos, no entanto, a origem da Osteoporose envolve vários fatores, dentre eles fatores genéticos que podem levar até mesmo uma pessoa com hábitos de vida saudáveis a ter Osteoporose.
  • “Eu tenho Osteoporose mas é só na coluna”: a Osteoporose é uma doença sistêmica, ou seja, acomete todos os ossos do corpo. Pode haver lugares mais gravemente acometidos, no entanto, a doença está presente em todos os ossos. A coluna e o fêmur são as regiões avaliadas pela densitometria óssea para fins diagnósticos, mas representam a saúde dos ossos como um todo.
  • “Homens têm ossos fortes, portanto, não têm Osteoporose”: os homens têm Osteoporose com menor frequência que as mulheres, mas essa é uma doença que acomete ambos os sexos, portanto os homens também devem investigar se têm Osteoporose.

 

Marque sua consulta com a Dra Lorena Lima.

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Osteoporose

Wed, 03/28/2018 - 12:55
Osteoporose

A osteoporose é uma doença dos ossos muito prevalente, que cursa com redução da quantidade e qualidade dos ossos, além de desorganização da microestrutura do osso (que fica com qualidade ruim). Essas alterações causam aumento da fragilidade óssea, levando a um maior risco de fraturas. 
O diagnóstico feito através do exame denominado Densitometria óssea, que permitirá seu médico avaliar se existe Osteoporose, ou mesmo Osteopenia, que é “um passo” antes da Osteoporose. O paciente com Osteopenia pode não progredir para Osteoporose através de intervenção adequada com medidas preventivas. Fraturas após quedas da própria altura, ou acidente leve também podem indicar a presença de Osteoporose. A Osteoporose é uma doença que pode ficar silenciosa por vários anos, e se não for detectada e tratada de forma precoce, pode levar às consequencias graves do diagnóstico tardio: fraturas de vértebras ou de óssos essenciaias para locomoção como o fêmur. Consulte seu médico para saber quais são os fatores de risco e não se enganar com os mitos relacionados à osteoporose. A prevenção é a melhor abordagem quando se fala em saúde dos ossos.
 
FATORES DE RISCO
 
Quais são os fatores de risco para Osteoporose?

  • Baixa ingesta de cálcio na infância e adolescência
  • Baixa exposição solar (Vitamina D fica baixa)
  • Sedentarismo
  • Baixo peso, magreza constitucional
  • Idade tardia da menarca (primeira menstruação)
  • História familiar de osteoporose (é o fator mais importante, pois 70% da massa óssea é determinada geneticamente)
  • Tabagismo
  • Etilismo (>3 doses/dia)
  • Uso de corticóides, anticonvulsivantes, anticoagulantes, quimioterápicos, inibidores de aromatase, análogos de GnRH...
  • DPOC, doenças inflamatórias intestinais, doenças disabsortivas, pós bariátrica ou pós ressecção intestinal, Artrite Reumatóide, Lupus Eritematoso Sistêmico, Insuficiência renal, cirrose, fibrose cística, Diabetes Mellitus, doenças da tireóide e da paratireóide, anorexia nervosa
  • Imobilização prolongada
  • História pessoal de fratura de fragilidade

 

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Exames genéticos

Mon, 03/26/2018 - 16:08

Os avanços na área da genética médica ocorrem em uma velocidade impressionante. Há menos de 2 décadas, o Projeto Genoma Humano utilizou uma técnica de sequenciamento genético conhecida como Sanger para mapear todos os genes humano. Esse projeto foi concluído em 2003, treze anos após o seu início, envolvendo mais de 500 pesquisadores e com um custo estimado de US$ 3,8 bilhões. Nas últimas décadas, a modernização das técnicas de sequenciamento genético permitiu a identificação de diversos genes associados à várias doenças, de forma rápida e com baixíssimo custo relativo. A quantidade e aplicabilidade clínica desses exames na área genética têm aumentado consideravelmente.

O profissionais de saúde precisam estar sempre atualizados às novas abordagens diagnósticas. Os médicos do Instituto Amato já estão cientes dos diversos exames genéticos disponíveis e em algumas áreas já é possível realizar avaliação de perfis genéticos com uma coleta de material simples, tornando possível a individualização do tratamento. 

 

Se você quer saber mais sobre os novos exames genéticos disponíveis, marque uma consulta conosco para esclarecer suas dúvidas. 

 

 

Collins FS, Morgan M, Patrinos A. The Human Genome Project: Lessons from Large-Scale Biology. Science 2003;300:5617, 286-29

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Imposto de Renda

Sat, 03/24/2018 - 18:34

Como lançar as despesas com médico e hospital reembolsadas pelo convênio no imposto de renda ?

As despesas médicas devem ser lançadas no quadro de pagamentos e doações efetuados.

Quando houver reembolso deve ser declarado o valor total pago e em parcela não dedutível o valor reembolsado.

Lembramos que a receita federal cruza o valor declarado como pago pelo contribuinte, na declaração de imposto de renda, com a DMED – Declaração de Serviços Médicos enviado por todos os estabelecimentos de saúde informando o paciente o pagante e os respectivos CPF.

 

359 - DESPESAS COM SAÚDE – O recibo ou a nota fiscal deve conter o seu nome completo ou de seu dependente, o nome, CPF ou CNPJ e endereço do prestador do serviço e nos deve ser enviada a via original. Nos casos de solicitação de reembolso pode ser lançado somente a parte não reembolsada, cujo valor é encontrado no informe de reembolso emitido pelo convênio. O envio de cópia desses documentos é de inteira responsabilidade do cliente, caso a receita federal exija a comprovação dos lançamentos.

 

Como declarar o reembolso de despesa médica recebido em ano-calendário posterior ao de sua dedução?

 

O reembolso deve ser informado na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas pelo Titular” da Declaração de Ajuste Anual correspondente ao ano-calendário de seu recebimento.

(Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999 - Regulamento do Imposto sobre a Renda (RIR/1999), arts. 37 e 38)

Dessa forma, os recibos que não foram reembolsados durante o ano poderão ser lançados como despesas médicas e no ano subsequente serem lançados como rendimentos tributáveis.

 

Reembolso Médico e o Imposto de Renda - Artigo de 2014

Imposto de renda e despesas da saúde. - Artigo de 2015

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Hipovitaminose D (deficiência de vitamina D)

Mon, 03/19/2018 - 13:40
Vitamina D

A vitamina D é fundamental para o equilíbrio do cálcio e do fósforo no organismo e para a saúde dos ossos. A deficiência dessa vitamina prejudica a mineralização óssea em todas as fases da vida, prejudicando o crescimento em crianças e podendo causar osteoporose e outras doenças em adultos.
A Vitamina D (colecalciferol) é a forma de vitamina D sintetizada pela pele quando exposta ao Sol. A produção de colecalciferol pela pele depende não só da exposição solar mas também de fatores genéticos, do estado de saúde da pele (pele doente produz menos Vitamina D), idade etc. A quantidade de Vitamina D3 que adquirimos através da dieta é quase sempre insuficiente para as necessidades do nosso organismo, por isso sempre dependeremos de outras fontes da Vitamina D além da dieta, como a síntese cutânea ou reposição com suplementos.
 
Quais são os efeitos da vitamina D no nosso organismo? São vários, dentre eles:
 

  • aumenta a absorção intestinal de cálcio e fósforo
  • aumentar a reabsorção de cálcio nos rins 
  • reduz a secreção do Paratormônio (PTH)

 
Há também efeitos não relacionados ao cálcio (nem todos comprovados):

  • regulação do sistema autoimune - reduzindo a incidência de algumas doenças como Diabetes MellitusEsclerose Múltipla, e melhorando imunidade contra algumas doenças infecciosas
  • redução da Hipertensão e do risco cardiovascular - através da redução da secreção renal de renina
  • redução da proliferação de alguns tipos celulares, reduzindo incidência de alguns tipos de câncer como o de cólon, de mama, de próstata, além de doenças como psoríase
  • redução da fraqueza e dor muscular, reduzindo incidência de quedas e de fraturas 

 
A forma mais fácil e mais natural de obter Vitamina D é a partir da exposição à luz do Sol, que faz com que o corpo faça a sua própria Vitamina D. Apenas 15 minutos por dia de exposição ao Sol de verão, mesmo que somente nos braços, rosto e mãos, já aumentam a produção de Vitamina D. No entanto esse hábito é contrário à tendência atual de diminuir a exposição solar: tanto para prevenir câncer de pele, como por fatores estéticos ou hábitos da vida moderna (escritórios fechado, jornadas noturnas) cada vez menos nos expomos ao Sol.
As fontes dessa vitamina na alimentação são basicamente ovos, peixes, óleos de peixes, gordura de leite e alimentos fortificados. Ou seja, uma dieta naturalmente rica em gorduras, o que assim como a exposição solar também é contrária à tendência atual, que estimula a exclusão de alimentos gordurosos para manter ou diminuir o peso corporal
 
Se você quer saber se os níveis de vitamina D estão adequados em seu organismo e como corrigir a deficiência dessa vitamina, procure seu Endocrinologista.
 

 
Marque sua consulta com a Dra Lorena Lima.
 

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Paratormonio (PTH)

Mon, 03/19/2018 - 13:40

O paratormônio, mais conhecido como PTH, é um hormônio produzido pelas glândulas paratireóides, localizadas junto  à glândula tiroide na região anterior do pescoço. O PTH é um dos principais hormônios que controlam os níveis sanguíneos do cálcio e e fósforo no organismo.
As ações do PTH são principalmente relacionadas a elevação do cálcio do sangue, eliminação de fósforo pela urina e regulação da produção da forma ativa da vitamina D.
 
Fiz exames de sangue e o PTH está aumentado (elevado/alto), o que significa?
Várias podem ser as causas da elevação do PTH. Uma das mais comuns é a deficiência de vitamina D. No entanto, uma doença denominada hiperparatireoidismo que deve ser tratada tão logo seja diagnosticada, também é causa frequente da elevação dos níveis de PTH no sangue.
 

 
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8 anos certificado como informação de qualidade na Web

Sun, 03/18/2018 - 09:13

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