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10 Curiosidades sobre Varizes

Wed, 04/11/2018 - 15:22
A número 7 tenho certeza que você não sabia. Curiosidades sobre esta doença que é muito frequente na população. Para baixar o aplicativo comentado de visualização de varizes, vá para o link Vein Camera  

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Mitos sobre a osteoporose

Wed, 03/28/2018 - 13:00
Osteoporose

Os mitos envolvendo a Osteoporose são muitos, seguem os principais:

  • “Eu não tenho dor nos ossos, portanto, não tenho Osteoporose”: a Osteoporose raramente cursa com dores. Estas só surgem quando há a presença de fraturas, muitas vezes diagnosticadas tardiamente.
  • “Tomo muito leite, não terei Osteoporose”: a ingesta de leite e derivados de fato contribui para uma boa saúde dos ossos, no entanto, a origem da Osteoporose envolve vários fatores, dentre eles fatores genéticos que podem levar até mesmo uma pessoa com hábitos de vida saudáveis a ter Osteoporose.
  • “Eu tenho Osteoporose mas é só na coluna”: a Osteoporose é uma doença sistêmica, ou seja, acomete todos os ossos do corpo. Pode haver lugares mais gravemente acometidos, no entanto, a doença está presente em todos os ossos. A coluna e o fêmur são as regiões avaliadas pela densitometria óssea para fins diagnósticos, mas representam a saúde dos ossos como um todo.
  • “Homens têm ossos fortes, portanto, não têm Osteoporose”: os homens têm Osteoporose com menor frequência que as mulheres, mas essa é uma doença que acomete ambos os sexos, portanto os homens também devem investigar se têm Osteoporose.

 

Marque sua consulta com a Dra Lorena Lima.

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Osteoporose

Wed, 03/28/2018 - 12:55
Osteoporose

A osteoporose é uma doença dos ossos muito prevalente, que cursa com redução da quantidade e qualidade dos ossos, além de desorganização da microestrutura do osso (que fica com qualidade ruim). Essas alterações causam aumento da fragilidade óssea, levando a um maior risco de fraturas. 
O diagnóstico feito através do exame denominado Densitometria óssea, que permitirá seu médico avaliar se existe Osteoporose, ou mesmo Osteopenia, que é “um passo” antes da Osteoporose. O paciente com Osteopenia pode não progredir para Osteoporose através de intervenção adequada com medidas preventivas. Fraturas após quedas da própria altura, ou acidente leve também podem indicar a presença de Osteoporose. A Osteoporose é uma doença que pode ficar silenciosa por vários anos, e se não for detectada e tratada de forma precoce, pode levar às consequencias graves do diagnóstico tardio: fraturas de vértebras ou de óssos essenciaias para locomoção como o fêmur. Consulte seu médico para saber quais são os fatores de risco e não se enganar com os mitos relacionados à osteoporose. A prevenção é a melhor abordagem quando se fala em saúde dos ossos.
 
FATORES DE RISCO
 
Quais são os fatores de risco para Osteoporose?

  • Baixa ingesta de cálcio na infância e adolescência
  • Baixa exposição solar (Vitamina D fica baixa)
  • Sedentarismo
  • Baixo peso, magreza constitucional
  • Idade tardia da menarca (primeira menstruação)
  • História familiar de osteoporose (é o fator mais importante, pois 70% da massa óssea é determinada geneticamente)
  • Tabagismo
  • Etilismo (>3 doses/dia)
  • Uso de corticóides, anticonvulsivantes, anticoagulantes, quimioterápicos, inibidores de aromatase, análogos de GnRH...
  • DPOC, doenças inflamatórias intestinais, doenças disabsortivas, pós bariátrica ou pós ressecção intestinal, Artrite Reumatóide, Lupus Eritematoso Sistêmico, Insuficiência renal, cirrose, fibrose cística, Diabetes Mellitus, doenças da tireóide e da paratireóide, anorexia nervosa
  • Imobilização prolongada
  • História pessoal de fratura de fragilidade

 

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Exames genéticos

Mon, 03/26/2018 - 16:08

Os avanços na área da genética médica ocorrem em uma velocidade impressionante. Há menos de 2 décadas, o Projeto Genoma Humano utilizou uma técnica de sequenciamento genético conhecida como Sanger para mapear todos os genes humano. Esse projeto foi concluído em 2003, treze anos após o seu início, envolvendo mais de 500 pesquisadores e com um custo estimado de US$ 3,8 bilhões. Nas últimas décadas, a modernização das técnicas de sequenciamento genético permitiu a identificação de diversos genes associados à várias doenças, de forma rápida e com baixíssimo custo relativo. A quantidade e aplicabilidade clínica desses exames na área genética têm aumentado consideravelmente.

O profissionais de saúde precisam estar sempre atualizados às novas abordagens diagnósticas. Os médicos do Instituto Amato já estão cientes dos diversos exames genéticos disponíveis e em algumas áreas já é possível realizar avaliação de perfis genéticos com uma coleta de material simples, tornando possível a individualização do tratamento. 

 

Se você quer saber mais sobre os novos exames genéticos disponíveis, marque uma consulta conosco para esclarecer suas dúvidas. 

 

 

Collins FS, Morgan M, Patrinos A. The Human Genome Project: Lessons from Large-Scale Biology. Science 2003;300:5617, 286-29

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Imposto de Renda

Sat, 03/24/2018 - 18:34

Como lançar as despesas com médico e hospital reembolsadas pelo convênio no imposto de renda ?

As despesas médicas devem ser lançadas no quadro de pagamentos e doações efetuados.

Quando houver reembolso deve ser declarado o valor total pago e em parcela não dedutível o valor reembolsado.

Lembramos que a receita federal cruza o valor declarado como pago pelo contribuinte, na declaração de imposto de renda, com a DMED – Declaração de Serviços Médicos enviado por todos os estabelecimentos de saúde informando o paciente o pagante e os respectivos CPF.

 

359 - DESPESAS COM SAÚDE – O recibo ou a nota fiscal deve conter o seu nome completo ou de seu dependente, o nome, CPF ou CNPJ e endereço do prestador do serviço e nos deve ser enviada a via original. Nos casos de solicitação de reembolso pode ser lançado somente a parte não reembolsada, cujo valor é encontrado no informe de reembolso emitido pelo convênio. O envio de cópia desses documentos é de inteira responsabilidade do cliente, caso a receita federal exija a comprovação dos lançamentos.

 

Como declarar o reembolso de despesa médica recebido em ano-calendário posterior ao de sua dedução?

 

O reembolso deve ser informado na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas pelo Titular” da Declaração de Ajuste Anual correspondente ao ano-calendário de seu recebimento.

(Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999 - Regulamento do Imposto sobre a Renda (RIR/1999), arts. 37 e 38)

Dessa forma, os recibos que não foram reembolsados durante o ano poderão ser lançados como despesas médicas e no ano subsequente serem lançados como rendimentos tributáveis.

 

Reembolso Médico e o Imposto de Renda - Artigo de 2014

Imposto de renda e despesas da saúde. - Artigo de 2015

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Hipovitaminose D (deficiência de vitamina D)

Mon, 03/19/2018 - 13:40
Vitamina D

A vitamina D é fundamental para o equilíbrio do cálcio e do fósforo no organismo e para a saúde dos ossos. A deficiência dessa vitamina prejudica a mineralização óssea em todas as fases da vida, prejudicando o crescimento em crianças e podendo causar osteoporose e outras doenças em adultos.
A Vitamina D (colecalciferol) é a forma de vitamina D sintetizada pela pele quando exposta ao Sol. A produção de colecalciferol pela pele depende não só da exposição solar mas também de fatores genéticos, do estado de saúde da pele (pele doente produz menos Vitamina D), idade etc. A quantidade de Vitamina D3 que adquirimos através da dieta é quase sempre insuficiente para as necessidades do nosso organismo, por isso sempre dependeremos de outras fontes da Vitamina D além da dieta, como a síntese cutânea ou reposição com suplementos.
 
Quais são os efeitos da vitamina D no nosso organismo? São vários, dentre eles:
 

  • aumenta a absorção intestinal de cálcio e fósforo
  • aumentar a reabsorção de cálcio nos rins 
  • reduz a secreção do Paratormônio (PTH)

 
Há também efeitos não relacionados ao cálcio (nem todos comprovados):

  • regulação do sistema autoimune - reduzindo a incidência de algumas doenças como Diabetes MellitusEsclerose Múltipla, e melhorando imunidade contra algumas doenças infecciosas
  • redução da Hipertensão e do risco cardiovascular - através da redução da secreção renal de renina
  • redução da proliferação de alguns tipos celulares, reduzindo incidência de alguns tipos de câncer como o de cólon, de mama, de próstata, além de doenças como psoríase
  • redução da fraqueza e dor muscular, reduzindo incidência de quedas e de fraturas 

 
A forma mais fácil e mais natural de obter Vitamina D é a partir da exposição à luz do Sol, que faz com que o corpo faça a sua própria Vitamina D. Apenas 15 minutos por dia de exposição ao Sol de verão, mesmo que somente nos braços, rosto e mãos, já aumentam a produção de Vitamina D. No entanto esse hábito é contrário à tendência atual de diminuir a exposição solar: tanto para prevenir câncer de pele, como por fatores estéticos ou hábitos da vida moderna (escritórios fechado, jornadas noturnas) cada vez menos nos expomos ao Sol.
As fontes dessa vitamina na alimentação são basicamente ovos, peixes, óleos de peixes, gordura de leite e alimentos fortificados. Ou seja, uma dieta naturalmente rica em gorduras, o que assim como a exposição solar também é contrária à tendência atual, que estimula a exclusão de alimentos gordurosos para manter ou diminuir o peso corporal
 
Se você quer saber se os níveis de vitamina D estão adequados em seu organismo e como corrigir a deficiência dessa vitamina, procure seu Endocrinologista.
 

 
Marque sua consulta com a Dra Lorena Lima.
 

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Paratormonio (PTH)

Mon, 03/19/2018 - 13:40

O paratormônio, mais conhecido como PTH, é um hormônio produzido pelas glândulas paratireóides, localizadas junto  à glândula tiroide na região anterior do pescoço. O PTH é um dos principais hormônios que controlam os níveis sanguíneos do cálcio e e fósforo no organismo.
As ações do PTH são principalmente relacionadas a elevação do cálcio do sangue, eliminação de fósforo pela urina e regulação da produção da forma ativa da vitamina D.
 
Fiz exames de sangue e o PTH está aumentado (elevado/alto), o que significa?
Várias podem ser as causas da elevação do PTH. Uma das mais comuns é a deficiência de vitamina D. No entanto, uma doença denominada hiperparatireoidismo que deve ser tratada tão logo seja diagnosticada, também é causa frequente da elevação dos níveis de PTH no sangue.
 

 
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8 anos certificado como informação de qualidade na Web

Sun, 03/18/2018 - 09:13

Recebemos novamente a certificação da HON - Health on the Net Foundation. São 8 anos certificado como autoridade, complementaridade, confidencialidade, transparência na propriedade, transparência em patrocínio e honestidade da publicidade e da política editorial. 

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Bioimpedância

Fri, 03/16/2018 - 10:21
Bioimpedância

O método da bioimpedância elétrica (BIA) é baseado na condução de uma corrente elétrica de baixa intensidade (indolor), aplicada ao organismo por meio de cabos conectados a eletrodos ou superfícies condutoras, que são colocados em contato com a pele (mãos e pés, em geral). Apesar de sua facilidade técnica e alta reprodutibilidade, situações em que o balanço hidroeletrolítico está alterado (ingestão de álcool, atividade física intensa realizada antes do teste, presença de edema ou retenção hídrica em certos períodos do ciclo menstrual, por exemplo) podem tornar as estimativas menos precisas, assim como a ingestão recente de alimentos e obesidade. Os aparelhos disponíveis para este tipo de avaliação fornecem os valores de gordura, por meio de equações preditivas ajustadas para sexo, idade, peso, altura e nível de atividade física.
 
Por que fazer a bioimpedancia ?
Existem diversas maneiras de avaliar a gordura corporal, desde imersão em tanques de água, tomografias, até outras estimativas mais usuais como as abaixo relacionadas.
A gordura em excesso está diretamente relacionada com o risco cardiometabólico, ou seja com a incidência de diabetes, hipertensão, infarto do miocárdio, insuficiência renal, aneurisma, acidentes vasculares cerebrais ou periféricos, entre outras doenças.
 
 
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Doença de Cushing

Fri, 03/16/2018 - 10:12
Doença de Cushing

O nome da Doença vem do médico Harvey William Cushing, neurocirurgião norte-americano, que estudou medicina na Escola Médica de Harvard. Dr. Cushing desenvolveu muitas das técnicas cirúrgicas básicas para operar o cérebro estabelecendo, desse modo, a neurocirurgia como uma disciplina cirúrgica nova e autônoma. 
Seu nome foi imortalizado na história de medicina, pela sua descoberta, em 1912, da Doença de Cushing, uma síndrome endocrinológica causada pelo mau funcionamento da glândula hipófise.
O diagnóstico da Doença de Cushing se baseia inicialmente na caracterização da Síndrome de Cushing, com os seguintes sintomas:
 

  • Obesidade abdominal / visceral
  • Estrias arroxeadas maiores que 1cm
  • Fraqueza muscular de braços e coxas
  • Dores musculares
  • Face “em lua cheia” (redonda)
  • Rosto avermelhado (pletora facial)
  • Equimoses (roxos na pele) espontâneas 
  • Irregularidade menstrual, parada da menstruação (amenorréia), perda de libido
  • Aumento dos pêlos corporais (hirsutismo)
  • Queda de cabelo (alopécia)
  • Predisposição a Diabetes, Hipertensão, Osteoporose, Colesterol alto (dislipidemia)

 
Há também o chamado pseudo-Cushing que pode ser causado por situações como:

  • Pacientes sob estresse físico, tal como por uma infecção bacteriana grave
  • Pacientes com obesidade grave, especialmente aqueles com obesidade visceral ou síndrome dos ovários policísticos
  • Pacientes com desnutrição, anorexia nervosa ou com exercício crônico intenso
  • Pacientes com estresse psicológico, especialmente pacientes com transtorno depressivo grave e sintomas melancólicos
  • Pacientes com alcoolismo crônico

 
 
Na Síndrome de Pseudo-Cushing ocorre hiperprodução de cortisol pela hipófise mas como uma resposta fisiológica a um estado de estresse. Não há tumor produzindo o cortisol.
O diagnóstico não é simples; são necessário diversos testes para que o diagnóstico seja feito.
Caso a doença de Cushing seja diagnosticada o tratamento é principalmente neurocirúrgico para ressecção do tumor.
 
 
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Obesidade + Dicas para prevenção da Obesidade

Fri, 03/16/2018 - 09:40
Obesidade

Perder Peso

A obesidade hoje é considerada uma epidemia mundial, no Brasil, cerca de 18 milhões de pessoas são consideradas obesas e 70 milhões estão pelo menos na faixa do sobrepeso. 
O problema é ainda mais preocupante quando vemos que cada vez mais crianças são atingidas pelo problema (obesidade infantil). A prevalência de obesidade em crianças no Brasil aumentou de 3 para 15% nos últimos 29 anos.
As causas de obesidade são múltiplas.
Para o diagnóstico de obesidade em adultos o mais tradicional é o cálculo do índice de massa corporal (IMC), no entanto outros métodos podem ser utilizados como pregas cutâneas, circunferência abdominal e bioimpedância
A obesidade está relacionada a maior mortalidade devido à maior frequência de eventos cardiovasculares (infarto, angina), eventos cerebrovasculares (acidente vascular cerebral) e alguns cânceres como de endométrio, mama e vesícula. 
Além disso a obesidade está relacionada à baixa qualidade de vida devido a problemas associados com diabetes, esteatose hepática, osteoartrose em quadris e joelhos e síndrome da apneia do sono, além da possibilidade da redução da fertilidade em homens e mulheres
Os avanços ocorridos nos conhecimentos sobre a obesidade, não foram acompanhados de grandes progressos no que se refere ao seu tratamento. Muitas estratégias de emagrecimento têm sido tentadas, mas, via de regra, perder peso e mantê-lo são extremamente difíceis na maioria dos casos. A perda de peso sempre estará na dependência de um balanço energético negativo, conseqüente à menor ingestão alimentar em relação ao gasto calórico. Classicamente esta situação é alcançada com a redução da ingestão alimentar e aumento da atividade física. Além disso a obesidade é uma doença multifatorial e o controle dos fatores ambientais é importante para combatê-la.
No tratamento o objetivo não é só a perda de peso, mas também a correção dos fatores de risco para outras doenças. A idéia de se reduzir o peso corporal de indivíduos obesos para valores consideráveis normais vem sendo substituída por condutas que levam a um objetivo menos ambicioso e mais realista, pela impossibilidade de se conseguir, a longo prazo, atingir e manter o peso ideal na maioria dos casos. A perda de uma porcentagem do peso, mesmo que não se alcance o "peso ideal" já traz inúmeros benefícios em qualidades de vida, diminuição da mortalidade e morbidade dos indivíduos obesos. 
Para auxiliar na prevenção e facilitar o combate à obesidade nos que já lutam contra o problema elaboramos algumas dicas, veja:
 
DICAS PARA PREVENÇÃO DA OBESIDADE

  1. Seja persistente. A obesidade é uma doença, para a qual não existe cura. O paciente quando consegue voltar ao seu peso adequado, deve sempre cuidar-se e estar atento a recaídas. 
  2. Não acredite em receitas ou dietas milagrosas para a perda de peso. Eventualmente com essas estratégias se consegue uma perda de peso rápida mas sem modificação dos hábitos alimentares ocorrerá o reganho de peso trazendo o tão indesejado "efeito sanfona". 
  3. Inicie a prática de atividade física regularmente e tenha hábitos menos sedentários como tentar utilizar mais escadas que elevadores e ir a locais próximos a pé.
  4. Beba mais água e evite matar a sede com outros líquidos que não sejam água (sucos, refrigerantes, água de coco, chás.).
  5. Tente ter uma alimentação equilibrada e saudável, evitando frituras, excesso de açúcares e gorduras.

 
“MÚLTIPLAS CAUSAS DE OBESIDADE”
 
São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa associado a maus hábitos alimentares e sedentarismo, no entanto, eventualmente pode também estar associado a disfunções endócrinas como Doença de Cushing, hipotireoidismo, insulinoma.

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Sintomas de Hipotireoidismo

Fri, 03/16/2018 - 09:30
Sintomas de Hipotireoidismo

Os sintomas de hipotireoidismo são inespecíficos e podem ser confundidos com de outras doenças como depressão, obesidade, síndrome metabólica etc. Esses sintomas são:
 

  • Bócio
  • pele grossa
  • inchaço ao redor dos olhos (periorbital)
  • pele fria, intolerância ao frio
  • sonolência
  • desânimo
  • lentificação do pensamento, dificuldade de concentração
  • ganho de peso - mas atenção: o ganho de peso devido ao hipotireoidismo é somente de poucos quilos e relacionado a retenção de líquidos. Não se torna obeso somente pelo hipotireoidismo.
  • alteração dos ciclos menstruais
  • queda de cabelos e unhas quebradiças
  • dificuldade para engravidar
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Tireoidite de Hashimoto

Fri, 03/16/2018 - 09:15

Tireoidite de Hashimoto

O Hipotireoidismo é causado, na grande maioria das vezes, pela diminuição da função da glândula tireóide, o chamado Hipotireoidismo primário.
A Tireodite de Hashimoto e Hipotireoidismo são na maioria das vezes conseqüentes da destruição auto-imune da tireóide; ou seja, o próprio organismo produz anticorpos (Anti Tireoperoxidase - Anti TPO e Anti Tireoglobulina) contra a tireóide, levando a sua destruição e disfunção. Em adultos, o aparecimento do Hipotireoidismo é geralmente tão insidioso que as manifestações típicas podem levar meses ou anos para aparecer, e passarem despercebidas. Os sintomas desse doença são decorrentes da falta da Levotiroxina (principalmente o chamado T4 livre), hormônio produzido pela tireóide. No entanto, o diagnóstico do hipotireoidismo não pode ser feito somente pelas queixas do paciente (pois essas queixas são muito comuns em outras doenças não tireoidianas) e depende muito de testes laboratoriais devido a inespecificidade do quadro clínico.  
O tratamento do Hipotireodismo / Hashimoto é simples. O paciente deverá usar a Levotiroxina (o próprio hormônio tireoidiano) diariamente. Essa medicação não causa efeitos colaterais na maioria dos pacientes; deve ser tomada em jejum, com água pela manhã, o paciente não deve ingerir alimentos ou outras medicações até pelo menos 30 minutos após a medicação. O paciente deverá ter retornos frequentes com seu Endocrinologista para avaliar se a dose da medicação esta adequada, uma vez que durante a vida, um mesmo paciente pode necessitar de doses diferentes da medicação para manter o metabolismo adequado.
Tanto a Doença de Graves quanto a Doença de Hashimoto podem ocorrer dentro da mesma família pois frequentemente compartilham fatores de susceptibilidade genética.
 
 
Marque sua consulta com a Dra Lorena Lima.

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Doença de Graves

Fri, 03/16/2018 - 09:10
Hipertireoidismo

Doença de Graves

Hipertireoidismo significa funcionamento aumentado da glândula tireóide, responsável pelo metabolismo. A Doença de Graves é uma causa comum de Hipertireoidismo e acomete ~ 1% das mulheres e se manifesta por sintomas inespecíficos. O tratamento é simples, realizado com medicamentos que controlam a função da tireóide. O repouso durante a fase inicial da doença é parte essencial ao tratamento, até que os exames da função tireoidiana normalizem ao menos parcialmente. Eventualmente, ocorre do hipertireoidismo não melhorar após um ano de tratamento com medicações; nesses casos é necessário a realização de Radioiodoterapia, um tratamento não invasivo, indolor, definitivo para o Hipertireoidismo.
Os pacientes com Hipertireoidismo deverão seguir por toda a vida com seu Endocrinologista.
 

Sintomas do hipertireoidismo ou doença de Graves
 
Sintomas frequentes do hipertireodismo, representam o aumento do metabolismo corpóreo e incluem:

  • nervosismo
  • sudorese excessiva
  • tremores
  • diarréia
  • diminuição do apetite
  • fraqueza
  • palpitações
  • perda de peso
  • irregularidade menstrual
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Nódulos tireoidianos

Fri, 03/16/2018 - 09:02
Tireóide

Nódulo tireoideano

Os nódulos tireoidianos podem ser observados pelo paciente ou durante um procedimento radiológico, como ultrassonografia de tireóide, de carótidas, tomografia computadorizada do pescoço e etc. Vários problemas diferentes podem causar nódulos tireoidianos. O mais importante após descobrir um nódulo tireoidiano é excluir que trata-se de um câncer, que correspondem a aproximadamente de 4 a 6% de todos os nódulos tireoidianos.
 
Nesses casos, a prevalência de câncer é mais elevada em certos grupos como:

  • Crianças
  • Adultos com menos de 30 anos ou maiores de 60 anos
  • Pacientes com história de irradiação da cabeça e pescoço
  • Pacientes com história familiar de câncer de tireóide

 
A prevalência de câncer é mais baixa nos nódulos:

  • Em bócios multinodulares
  • Hiperfuncionantes (ou chamados de "quentes"), ou seja, que produzem muito hormônio tireoidiano levando o paciente ao hipertireoidismo.

 
O que podemos sentir quando temos um nódulo tireoidiano?

  • Podem ser completamente assintomáticos
  • Podem causar rouquidão
  • Sintomas compressivos na garganta (“sensação de aperto”)
  • Se o nódulo for hiperfuncionante pode levar a sintomas de hipertireoidismo (palpitações, irritabilidade, insônia, emagrecimento)

 
Como o nódulo deve ser avaliado?
Inicialmente deve ser avaliado com ultrassonografia da tireóide a avaliação da função tireoidiana através das dosagens dos hormônios que a tireóide produz (TSH e T4 livre). 
Eventualmente é necessário a solicitação de cintilografia da tireóide. Dependendo das características do nódulo ao Ultrassom ele deve ser puncionado (o que chamamos de PAAF - punção aspirativa por agulha fina).
 
A decisão se o nódulo precisa ser retirado por cirurgia ou não depende do resultado da PAAF. Eventualmente a PAAF pode ser inconclusiva sendo necessária a repetição do procedimento. A PAAF é um procedimento pouco doloroso acompanhado de poucos riscos ao paciente. 
 
Os paciente com nódulos devem manter seguimento regular com Endocrinologista.
 
 
 
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Hipoglicemia

Fri, 03/16/2018 - 08:53

A hipoglicemia é uma situação frequente em quem usa insulina para o tratamento do diabetes. É caracterizada por um nível anormalmente baixo de glicose no sangue, geralmente abaixo de 70 mg/dL. Várias situações podem levar à hipoglicemia nos diabéticos: aumentar a quantidade de exercícios sem orientação correta; pular refeições; exagerar na medicação e ingestão de álcool.
A hipoglicemia em situações extremas pode levar à perda de consciência, ou a crises convulsivas.
Os sinais da hipoglicemia são importantes para uma ação preventiva e eles variam de pessoas para pessoa. É importante que assim que você perceba esses sinais de hipoglicemia, verifique a glicemia capilar através do glicosímetro para checar se de fato está baixa e inicie medidas para correção da hipoglicemia. A hipoglicemia grave pode causar acidentes, lesões, levar ao estado de coma e até à morte.
 

Sinais de hipoglicemia
Os sintomas de hipoglicemia podem variar, dependo da sensibilidade do indivíduo aos níveis baixos de glicose no sangue. São os mais comuns:

  • Tremores
  • Sudorese excessiva
  • Alterações do humor
  • Confusão mental e até delírio
  • Taquicardia, aceleração do coração
  • Fome ou náusea
  • Sonolência
  • Visão embaçada
  • Fraqueza e fadiga

 
 

Medidas para correção da hipoglicemia
Assim que detectar a hipoglicemia, consuma de 15 a 20 gramas de carboidratos, preferencialmente carboidratos simples, como açúcar (uma colher de sopa, dissolvida em água), refrigerante comum, não diet (um copo de 200 mL), uma colher de sopa de mel, 1 copo de suco de laranja integral, entre outros. Verifique novamente a glicemia depois de 15 minutos; se continuar baixa, consuma novamente 15 a 20 g de carboidratos. Espere de 45 a 60 minutos para dirigir após um episódio de hipoglicemia.
Caso a pessoa esteja com hipoglicemia e inconsciente, precisará da ajuda de alguém. Uma medidas possível é a aplicação de glucagon, um hormônio que estimula o fígado liberar glicose na corrente sanguínea e que pode ser adquirido com prescrição médica. Após a aplicação do glucagon, se houver recuperação da consciência deve-se ingerir carboidratos simples para que a glicemia se mantenha em níveis normais. Caso a consciência não retorne deve-se procurar assistência médica imediata. 
 
 
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Histerossalpingografia com sedação

Sun, 02/25/2018 - 10:48
Histerossalpingografia

É o exame que avalia as trompas uterinas. Chamado de histerossalpingografia pode ser visualizado no video abaixo.

 

 

O exame de raio-x com contraste tem fama de desconfortável, mas tudo depende do material usado pelo laboratório e da possibilidade de sedação. O Instituto Amato, onde localiza-se o Fertilidade.org, tem infraestrutura para realizar o exame com sedação e maior conforto para a paciente. Converse com sua especialista em reprodução humana.

A histerossalpingografia é um exame normalmente realizado para verificar se há alguma anomalia no útero ou nas trompas de pacientes que apresentam dificuldade para engravidar, mas também pode ser feito para investigação de outros problemas ginecológicos ligados à anatomia do útero e das trompas. Se a anatomia estiver muito alterada, poderá haverá haver problemas para conseguir ter um bebê.

O exame consiste em injetar um contraste (líquido colorido), através do colo do útero, no aparelho reprodutor da mulher, para que seja possível a visualização da cavidade uterina e das trompas uterinas através de radiografias. Ocasionalmente o próprio exame pode acabar desobstruindo e liberando as trompas para a fertilização.

O que é histerossalpingografia (ou histerosalpingografia)?
A histerossalpingografia é exame feito no útero e nas trompas uterinas para diagnosticar malformações dos órgãos reprodutores femininos, doenças da cavidade uterina e do interior das trompas de Falópio. Indicada principalmente nos casos de infertilidade por obstrução de trompas.

Histerossalpingografia e gravidez

A histerossalpingografia não pode ser realizada se houver a possibilidade da mulher estar grávida, pois utiliza Raio-X e contraste, sendo prejudicial à saúde do feto.

Pelo exame, é possível descobrir também possíveis alterações de forma congênitas do útero, sinéquias uterinas (cicatrizes e aderências dentro da cavidade uterina) além de tumores intrauterinos. Mulheres que possuem história de abortos de repetição, doença inflamatória pélvica crônica e miomatose também podem necessitar deste exame.

Histerossalpingografia dói?

Existe um certo medo coletivo de precisar passar pela histerossalpingografia. Pois quando realizada com equipamentos de baixa qualidade, ou por profissionais despreparados, a histerossalpingografia pode ser realmente dolorosa e bastante desconfortável. O contraste também deve ser aquecido previamente, para evitar a contração uterina que também pode causar dor no momento do exame. O exame, quando realizado pelo convênio, nem sempre comporta sedação para conforto da mulher. O desconforto pode ocorrer, sendo necessário medicação analgésica e anti-inflamatória que será indicada pelo médico responsável. A histerossalpingografia feita com cuidado é bem tolerada.

Histerossalpingografia pode ajudar a engravidar?
O exame de histerossalpingografia ajuda engravidar? O resultado esperado não deve ser esse, mas mesmo sendo um exame diagnóstico, há relatos de mulheres que conseguem engravidar imediatamente após a realização deste exame, por conta do "desentupimento" das trompas. Quando há uma pequena obstrução simples das trompas, a gestação realmente pode ocorrer, mas o exame não tem o intuito inicial de ser terapêutico, mas sim diagnóstico. O exame tem como objetivo encontrar possíveis alterações anatômicas ou funcionais que podem atrapalhar a chegada de uma gestação.

Histerossalpingografia onde fazer?
É importante encontrar um bom laboratório, conceituado e conhecido, indicado pelo seu médico especialista em infertilidade para que o exame seja feito por médicos experientes e com equipamentos de qualidade. Nós fazemos o exame no Instituto Amato e a Clinica Fertilidade.Org em centro cirúrgico adequado e com suporte à sedação. Nessas situações, a dor é mínima ou nula, e os resultados são confiáveis, podendo ajudar corretamente seu esterileuta a identificar quaisquer problemas localizados na trompa e útero responsáveis pela infertilidade.

Como é feita a histerossalpingografia?

Neste exame, a mulher é colocada em posição ginecológica, em sala adequada com equipamento de RaioX, coloca-se um espéculo vaginal e é introduzido no canal do colo do útero, um catéter apropriado. Por este catéter injeta-se contraste, que deve permear a cavidade uterina e as trompas. Se as trompas estiverem desobstruidas, o contraste “cai” na cavidade abdominal.
Durante a injeção do contraste, realizam-se radiografias da pelve que mostrarão a progressão do contraste e, pelas imagens geradas pelo contraste, é possível avaliar o útero por dentro e a situação das trompas.

*histerosalpingografia - o correto é histerossalpingografia

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Otoplastia: cirurgia plástica ou estética das orelhas

Tue, 01/16/2018 - 15:03

A Otoplastia é a cirurgia plástica para a correção de deformidades das orelhas. Considerada uma cirurgia reconstrutora porque melhora a autoestima do paciente, sendo o principal público crianças no início das atividades escolares que podem ser vítimas de bullying. Assista ao vídeo e conheça algumas das dúvidas comuns sobre esse procedimento com o Dr. Fernando Amato (CRM 133826).

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Rinoplastia: cirurgia plastica nariz

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