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Como prevenir a síndrome vaso-vagal

Mon, 10/30/2017 - 10:57

Síndrome vaso vagal é o resultado de um reflexo exagerado do corpo, para preservar o fluxo de sangue em caso de hemorragia ou desidratação, que neste caso, leva ao efeito oposto com queda da frequência cardíaca e da pressão arterial.
Os principais sintomas são:
Fraqueza, sudorese, palidez, calor, náusea, tontura, borramento visual, cefaleia, palpitações e desmaios (pré síncope ou sincope).
Não adianta lutar contra esses sintomas, ao perceber que vai desmaiar, deve-se deitar no chão,  para não se machucar na queda e elevar as pernas para para melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro.
Não existe um tratamento específico para a síndrome vaso vagal. Mas sim, alguns cuidados comportamentais que devem ser tomados para prevenir quedas e consequentemente fraturas:
 

  • Evitar ficar em pé por períodos longos.
  • Beber bastante água (2 litros por dia), pois ajuda a aumentar a pressão arterial e prolongar a capacidade de ficar em pé por mais tempo.
  • Evitar bebidas desidratantes, como álcool.
  • Evitar ambientes quentes e fechados.
  • Evitar situações estressantes. 
  • Movimentar as pernas e panturrilhas enquanto estiver em pé parado.

Fonte: Reflexo vaso vagal

CardiologiaO que você acha deste artigo?:  0 No votes yet
Categories: Medical

Como prevenir a síndrome vaso-vagal

Mon, 10/30/2017 - 10:57

Síndrome vaso vagal é o resultado de um reflexo exagerado do corpo, para preservar o fluxo de sangue em caso de hemorragia ou desidratação, que neste caso, leva ao efeito oposto com queda da frequência cardíaca e da pressão arterial.
Os principais sintomas são:
Fraqueza, sudorese, palidez, calor, náusea, tontura, borramento visual, cefaleia, palpitações e desmaios (pré síncope ou sincope).
Não adianta lutar contra esses sintomas, ao perceber que vai desmaiar, deve-se deitar no chão,  para não se machucar na queda e elevar as pernas para para melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro.
Não existe um tratamento específico para a síndrome vaso vagal. Mas sim, alguns cuidados comportamentais que devem ser tomados para prevenir quedas e consequentemente fraturas:
 

  • Evitar ficar em pé por períodos longos.
  • Beber bastante água (2 litros por dia), pois ajuda a aumentar a pressão arterial e prolongar a capacidade de ficar em pé por mais tempo.
  • Evitar bebidas desidratantes, como álcool.
  • Evitar ambientes quentes e fechados.
  • Evitar situações estressantes. 
  • Movimentar as pernas e panturrilhas enquanto estiver em pé parado.

Fonte: Reflexo vaso vagal

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Potencial Evocado Somatossensitivo e Potencial Evocado Motor

Sun, 10/22/2017 - 09:59
Potencial Evocado

Somatossensitivo e Motor

    Os potenciais evocados são sinais elétricos gerados pelo sistema nervoso em resposta a a algum estímulo. Em geral, estímulos sensitivos, visuais ou auditivos são utilizados para estudo da integridade das vias neuronais, desde o órgão captador do estímulo, passando ao longo dos nervos até as diferentes regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de determinada informação. Por exemplo, no potencial somatossensitivo, estímulos sensitivos realizados no punho ou no tornozelo, passam pelo nervo periférico, pela medula espinhal, tronco encefálico e então alcançam diferentes áreas do córtex cerebral, onde os sinais são finalmente captados através de sensores posicionados no crânio. As respostas são gravadas em um equipamento que amplifica os sinais e produz gráficos que serão avaliados pelo médico neurofisiologista. Desta forma, é possível analisar a integridade da via neuronal da sensibilidade, de forma análoga a um circuito elétrico. 
 
     Os estímulos realizados nesse teste, são estímulos elétricos de baixa intensidade e são geralmente bem tolerados pelos pacientes, apesar de poder causar leve desconforto. O mesmo não acontece para o potencial evocado motor. Neste exame, o estímulo elétrico é gerado no crânio e captado nos membros, pois a idéia é testar a via neurológica responsável por levar as informações de movimento desde o cérebro até os músculos dos braços e pernas. Por esse motivo, o potencial evocado motor, apesar de extrema utilidade para diagnóstico de doenças neurológicas, só é realizado com a presença de anestesista para que o paciente fique sedado durante o exame.
 
     O potencial evocado motor faz parte da multimodalidade de testes neurofisiológicos hoje, amplamente utilizado para a monitorização intra-operatória em cirurgias neurológicas ou cirurgias de coluna, pois garante informação precisa da integridade das vias neurológicas para o cirurgião enquanto o paciente encontra-se anestesiado. Pode e deve ser também utilizado como exame diagnóstico de doenças que acometem a medula espinhal, como acompanhamento evolutivo dessas doenças ou para planejamento operatório. Sempre em sistema de hospital dia, ou seja, em ambiente preparado para sedação ou anestesia, sem necessidade de internação, sendo o paciente liberado alguns minutos após acordar. 
 
Para agendar o exame entre em contato com o Instituto Amato: clique aqui!
 
Dr. Marcelo Amato (neurocirurgião e cirurgião de coluna)
Dr. Ricardo Ferreira (neurofisiologista responsável)

exameNeurocirurgiaNeurologiaprocedimentoprocedimentosO que você acha deste artigo?:  0 No votes yet
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Entendendo a fibrilação atrial (FA)

Sat, 10/21/2017 - 12:27
Fibrilação Atrial

FA

O coração trabalha como uma bomba impulsionando o sangue para todas as regiões do corpo, é formado por quatro câmaras, dois átrio e dois ventrículos. O átrio direito recebe o sangue do corpo e o esquerdo dos pulmões. Os ventrículos que ficam abaixo são as principais bombas. O ventrículo direito bomba o sangue para os pulmões, para ser oxigenado e o esquerdo, bomba o sangue já oxigenado para o corpo inteiro.
Essa bomba é coordenada por um sistema elétrico que transmite ao músculo cardíaco a ordem para ele bater. O nódulo sinusal, fica no átrio direito e funciona como marca-passo cardíaco. Daí sai o comando para o coração bater. Esse impulso elétrico atravessa o coração inteiro através do músculo cardíaco.
Cada impulso elétrico nasce do átrio. Essas câmeras se contraem pelo estimulo elétrico, o que ajuda o sangue a fluir para o ventrículo  e o impulso nos ventrículos, causa uma contração maior, impulsionando o sangue para fora do órgão.
Quando o coração está em FA, quer dizer que o átrio perdeu o comando, está com problema no  seu sistema elétrico. Ele perde o ritmo regular e passa a bater desordenadamente e com frequência maior.
 
A fibrilação atrial representa 1/3 das internações por alterações do ritmo cardíaco
Sua incidência aumenta com a idade, a partir de 50 anos, duplica a cada década. Acomete cerca de 10% de ambos os sexos na faixa etária de 80 anos ou mais. Em 30% dos casos é isolada e idiopática ou seja, ocorre na ausência de cardiopatia. Apresenta incidência  de 2:1 de homens:mulheres.
 
O que causa a FA?
Geralmente a causa da FA 9Fibrilação Atrial) é desconhecida, mas alguns fatores de risco aumentam a chance de seu aparecimento. Ocorre geralmente em pacientes com insuficiência coronariana, infarto prévio, em insuficiência cardíaca e mesmo em pessoas que nunca apresentaram doença cardíaca
Outras causas são:

  • Hipertensão arterial
  • Cirurgia cardíaca recente
  • Inflamação cardíaca, ou seja miocardites ou pericardites
  • Cardiopatias congênitas
  • Hipertireoidismo
  • Doença aguda ou crônica do pulmão
  • Diabetes
  • Abuso do álcool
  • Uso de drogas estimulantes
  • Apneia do sono
  • Síndrome metabólica
  • Outras

 
 
Por que é necessário tratar a FA?
Mesmo sem apresentar sintomas a presença de FA aumenta o risco de :

  • Acidente vascular cerebral (AVC)
  • Embolias sistêmicas
  • Insuficiência cardíaca
  • Cansaço e fadiga crônica
  • Outros problemas de arritmia
  • Insuficiência circulatória

 
Qual o melhor tratamento para FA?
O tratamento correto depende da causa, do tipo de FA, dos sintomas e do nível de comprometimento cardíaco.
O objetivo do tratamento são três metas:

  1. controlar a frequência cardíaca
  2. reverter ao ritmo normal, se possível
  3. prevenir a embolia

O tratamento farmacológico da FA ainda não é definitivo, os medicamentos disponíveis apenas controlam o problema. O uso de anticoagulantes ou antiplaquetários para a prevenção são imprescindíveis. Entretanto, a tecnica de ablação por catéter tem evoluído muito e cada vez apresenta menos complicações. Ainda falta muito para esse ser o tratamento padrão da FA, mas em muitos casos já tem sua indicação como primeira escolha.
 
Como prevenir a embolia?
A prevenção da formação de êmbolos no coração, decorrente da FA, é parte fundamental do tratamento. Seu controle adequado diminui em menos de 1% o risco de embolia.
Os medicamentos mais frequentemente utilizados são a varfarina e o ácido acetil salicílico (AAS). Porém hoje existe uma nova classe de medicamentos que também podem ser prescritos, são eles: dabigatran, rivoraxaban e apixaban.
Todos esses medicamentos reduzem a habilidade do sangue de se coagular, o que ajuda a diminuir o risco do tromboembolismo em pacientes com FA.
 
O que é possível fazer para prevenir a FA?
O controle dos fatores de risco cardiovasculares, tais como  hipertensão arterial,  tabagismo,  diabetes, obesidade e do alcoolismo, podem prevenir mais da metade dos casos de FA.
 
Artigo publicado primeiramente em Cardiologia.pro pela Dra Marisa Amato.

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Entendendo a fibrilação atrial (FA)

Sat, 10/21/2017 - 12:27
Fibrilação Atrial

FA

O coração trabalha como uma bomba impulsionando o sangue para todas as regiões do corpo, é formado por quatro câmaras, dois átrio e dois ventrículos. O átrio direito recebe o sangue do corpo e o esquerdo dos pulmões. Os ventrículos que ficam abaixo são as principais bombas. O ventrículo direito bomba o sangue para os pulmões, para ser oxigenado e o esquerdo, bomba o sangue já oxigenado para o corpo inteiro.
Essa bomba é coordenada por um sistema elétrico que transmite ao músculo cardíaco a ordem para ele bater. O nódulo sinusal, fica no átrio direito e funciona como marca-passo cardíaco. Daí sai o comando para o coração bater. Esse impulso elétrico atravessa o coração inteiro através do músculo cardíaco.
Cada impulso elétrico nasce do átrio. Essas câmeras se contraem pelo estimulo elétrico, o que ajuda o sangue a fluir para o ventrículo  e o impulso nos ventrículos, causa uma contração maior, impulsionando o sangue para fora do órgão.
Quando o coração está em FA, quer dizer que o átrio perdeu o comando, está com problema no  seu sistema elétrico. Ele perde o ritmo regular e passa a bater desordenadamente e com frequência maior.
 
A fibrilação atrial representa 1/3 das internações por alterações do ritmo cardíaco
Sua incidência aumenta com a idade, a partir de 50 anos, duplica a cada década. Acomete cerca de 10% de ambos os sexos na faixa etária de 80 anos ou mais. Em 30% dos casos é isolada e idiopática ou seja, ocorre na ausência de cardiopatia. Apresenta incidência  de 2:1 de homens:mulheres.
 
O que causa a FA?
Geralmente a causa da FA 9Fibrilação Atrial) é desconhecida, mas alguns fatores de risco aumentam a chance de seu aparecimento. Ocorre geralmente em pacientes com insuficiência coronariana, infarto prévio, em insuficiência cardíaca e mesmo em pessoas que nunca apresentaram doença cardíaca
Outras causas são:

  • Hipertensão arterial
  • Cirurgia cardíaca recente
  • Inflamação cardíaca, ou seja miocardites ou pericardites
  • Cardiopatias congênitas
  • Hipertireoidismo
  • Doença aguda ou crônica do pulmão
  • Diabetes
  • Abuso do álcool
  • Uso de drogas estimulantes
  • Apneia do sono
  • Síndrome metabólica
  • Outras

 
 
Por que é necessário tratar a FA?
Mesmo sem apresentar sintomas a presença de FA aumenta o risco de :

  • Acidente vascular cerebral (AVC)
  • Embolias sistêmicas
  • Insuficiência cardíaca
  • Cansaço e fadiga crônica
  • Outros problemas de arritmia
  • Insuficiência circulatória

 
Qual o melhor tratamento para FA?
O tratamento correto depende da causa, do tipo de FA, dos sintomas e do nível de comprometimento cardíaco.
O objetivo do tratamento são três metas:

  1. controlar a frequência cardíaca
  2. reverter ao ritmo normal, se possível
  3. prevenir a embolia

O tratamento farmacológico da FA ainda não é definitivo, os medicamentos disponíveis apenas controlam o problema. O uso de anticoagulantes ou antiplaquetários para a prevenção são imprescindíveis. Entretanto, a tecnica de ablação por catéter tem evoluído muito e cada vez apresenta menos complicações. Ainda falta muito para esse ser o tratamento padrão da FA, mas em muitos casos já tem sua indicação como primeira escolha.
 
Como prevenir a embolia?
A prevenção da formação de êmbolos no coração, decorrente da FA, é parte fundamental do tratamento. Seu controle adequado diminui em menos de 1% o risco de embolia.
Os medicamentos mais frequentemente utilizados são a varfarina e o ácido acetil salicílico (AAS). Porém hoje existe uma nova classe de medicamentos que também podem ser prescritos, são eles: dabigatran, rivoraxaban e apixaban.
Todos esses medicamentos reduzem a habilidade do sangue de se coagular, o que ajuda a diminuir o risco do tromboembolismo em pacientes com FA.
 
O que é possível fazer para prevenir a FA?
O controle dos fatores de risco cardiovasculares, tais como  hipertensão arterial,  tabagismo,  diabetes, obesidade e do alcoolismo, podem prevenir mais da metade dos casos de FA.
 
Artigo publicado primeiramente em Cardiologia.pro pela Dra Marisa Amato.

Cardiologiafibrilação atrial
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Atividade física e seu benefícios

Sat, 10/21/2017 - 12:25
Exercício Físico

e o coração

Os benefícios do exercício físico vão muito além do condicionamento cardio pulmonar e desenvolvimento de massa muscular, ocorre um efeito psicológico e social altamente eficaz. Praticar esporte ou exercitar-se significa reduzir a depressão, a ansiedade e as perturbações neurovegetativas, além de manter o peso, a pressão arterial e o colesterol dentro dos níveis da normalidade.
A capacidade física fica maior, resultando em menor esforço físico para executar determinada tarefa. Há maior disposição não somente para o trabalho, como também para o lazer; maior resistência para as doenças de um modo geral. Isso leva a um agradável bem-estar, maior autoconfiança e uma saudável alegria de viver.
Quem consegue incluir a atividade física entre seus hábitos pessoais, com certeza está evitando diversos problemas consequentes ao sedentarismo da vida moderna e poderá usufruir as vantagens proporcionadas pelo progresso, com maior qualidade de vida.
Todos os órgãos da economia humana têm seu comportamento alterado, em maior ou menor intensidade, pelo exercício ou pela imobilidade.
O exercício físico é um excelente remédio. Não só para reduzir risco de doenças como também para ajudar pacientes em reabilitação. Quem está em tratamento cardíaco, vascular, pulmonar, neurológico ou ortopédico, por exemplo, tem na atividade física um eficiente meio de curar-se mais depressa.
Claro que pacientes devem seguir orientação médica antes de iniciar qualquer programa de atividade física. E quem é hipertenso ou tem problemas no coração precisa realizar exames complementares, que fornecerão as informações necessárias para a continuidade segura dos exercícios.
Durante o exercício, a pressão arterial e a freqüência dos batimentos cardíacos aumentam. Isso é natural, pois a atividade exige maior oxigenação do organismo. Existem porém níveis perigosos de freqüência cardíaca. São perigosos porque pode ocorrer uma alteração do ritmo dos batimentos e prejuízo para a irrigação dos músculos do coração. Nesse caso ocorre a estafa do músculo cardíaco, que pode até provocar a morte.
A freqüência cardíaca não pode exceder certo limite. Acima dele é arriscado praticar exercícios.
A freqüência cardíaca varia conforme a idade e o condicionamento físico de cada um. O atleta, por exemplo, durante o repouso apresenta freqüência cardíaca muito mais baixa do que uma pessoa comum. Cada um tem sua faixa de freqüência, dentro da qual pode fazer exercício sem perigo.
É importante, portanto, que cada um tenha seu próprio programa de exercícios. O atleta necessita trabalhar numa faixa de freqüência cardíaca mais elevada enquanto indivíduos sedentários e sadios devem, de um modo geral, exercitar-se em faixas mais baixas. A medida que vão se condicionando, eventualmente podem exercitar-se com maior intensidade. O condicionamento leva um indivíduo a realizar o mesmo esforço físico, cada vez mais facilmente.
Classificação dos exercícios
Aeróbico ou aeróbio – é aquele que gasta oxigênio para produção de energia, diz-se das atividades isotônicas, aquelas em que o indivíduo “teoricamente” se desloca. Essas atividades melhoram a aptidão cardiopulmonar.
Anaeróbico ou Anaeróbio – é aquele que utiliza outra fonte energética, a do ácido lático, e diz-se das atividades isométricas àquelas em que teoricamente o indivíduo não sai do lugar. Estas hipertrofiam a massa muscular. Esse tipo de atividade aumenta muito a pressão arterial e dependendo da intensidade, às vezes pode ser contra-indicada para hipertensos.
Todos os exercícios, na realidade são mistos, sendo um pouco mais aeróbicos ou anaeróbios.
Um programa de exercícios, deve ser completo, tendo uma fase de alongamento, outra predominantemente aeróbica, em seguida outra mais anaeróbia e finalmente um relaxamento.
Atualmente, existe uma infinidade de modalidades de exercícios físicos, para todos os tipos de gosto
 
Andar - este talvez seja o “primeiro passo” para fazermos o mínimo em atividade física. Os grandes andarilhos têm vida longa. De nada precisamos para começarmos a andar a não ser termos a benção de poder andar. Para tal exercício não precisamos de local especial, de equipamentos, de aparelhagem, de instrumentos, de professor e nem mesmo de parceiro que, aliás, geralmente não falta. É atividade individual por excelência. Podemos escolher o local, a hora, a distância, o ritmo, a velocidade. Tudo isso a nossa maneira e vontade. Enquanto não estabelecemos o programa que faremos “vamos andando” até que o encontremos a modalidade que traga prazer associado.
Existem diversas formas de atividade física e com certeza o mínimo que se faça é bem melhor do que não fazer nada
Aí vão algumas sugestões: subir e descer escada, dançar, nadar, hidroginastica,  pular corda, patinar, pedalar, eliptico ou step, remar, esquiar, diversas modalidades de aulas que cada academia dá um nome diferente. A yoga e o pilates, também tem sua contribuição aeróbica, apesar de ser em menor intensidade. Assim como diversos esportes como futebol, tênis, vôlei e outros que exigem treinamento físico concomitante.
Perigo no fim de semana
É importante ressaltar também que não existe “poupança física”. Não adianta ser um esportista de fim de semana. Isso não acumula ganhos nem rende juros para os outros dias em que não se faz nada. Pior: é muito perigoso.
Também é arriscado recomeçar uma prática esportiva depois de um longo período de inatividade. Mesmo que você tenha sido um campeão no passado, lembre-se: seu físico não é mais o mesmo. É bom ser cuidadoso, prudente e não abusar, para não correr risco de vida.
 
Artigo publicado primeiramente em Cardiologia.pro pela Dra. Marisa Amato.

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Atividade física e seu benefícios

Sat, 10/21/2017 - 12:25
Exercício Físico

e o coração

Os benefícios do exercício físico vão muito além do condicionamento cardio pulmonar e desenvolvimento de massa muscular, ocorre um efeito psicológico e social altamente eficaz. Praticar esporte ou exercitar-se significa reduzir a depressão, a ansiedade e as perturbações neurovegetativas, além de manter o peso, a pressão arterial e o colesterol dentro dos níveis da normalidade.
A capacidade física fica maior, resultando em menor esforço físico para executar determinada tarefa. Há maior disposição não somente para o trabalho, como também para o lazer; maior resistência para as doenças de um modo geral. Isso leva a um agradável bem-estar, maior autoconfiança e uma saudável alegria de viver.
Quem consegue incluir a atividade física entre seus hábitos pessoais, com certeza está evitando diversos problemas consequentes ao sedentarismo da vida moderna e poderá usufruir as vantagens proporcionadas pelo progresso, com maior qualidade de vida.
Todos os órgãos da economia humana têm seu comportamento alterado, em maior ou menor intensidade, pelo exercício ou pela imobilidade.
O exercício físico é um excelente remédio. Não só para reduzir risco de doenças como também para ajudar pacientes em reabilitação. Quem está em tratamento cardíaco, vascular, pulmonar, neurológico ou ortopédico, por exemplo, tem na atividade física um eficiente meio de curar-se mais depressa.
Claro que pacientes devem seguir orientação médica antes de iniciar qualquer programa de atividade física. E quem é hipertenso ou tem problemas no coração precisa realizar exames complementares, que fornecerão as informações necessárias para a continuidade segura dos exercícios.
Durante o exercício, a pressão arterial e a freqüência dos batimentos cardíacos aumentam. Isso é natural, pois a atividade exige maior oxigenação do organismo. Existem porém níveis perigosos de freqüência cardíaca. São perigosos porque pode ocorrer uma alteração do ritmo dos batimentos e prejuízo para a irrigação dos músculos do coração. Nesse caso ocorre a estafa do músculo cardíaco, que pode até provocar a morte.
A freqüência cardíaca não pode exceder certo limite. Acima dele é arriscado praticar exercícios.
A freqüência cardíaca varia conforme a idade e o condicionamento físico de cada um. O atleta, por exemplo, durante o repouso apresenta freqüência cardíaca muito mais baixa do que uma pessoa comum. Cada um tem sua faixa de freqüência, dentro da qual pode fazer exercício sem perigo.
É importante, portanto, que cada um tenha seu próprio programa de exercícios. O atleta necessita trabalhar numa faixa de freqüência cardíaca mais elevada enquanto indivíduos sedentários e sadios devem, de um modo geral, exercitar-se em faixas mais baixas. A medida que vão se condicionando, eventualmente podem exercitar-se com maior intensidade. O condicionamento leva um indivíduo a realizar o mesmo esforço físico, cada vez mais facilmente.
Classificação dos exercícios
Aeróbico ou aeróbio – é aquele que gasta oxigênio para produção de energia, diz-se das atividades isotônicas, aquelas em que o indivíduo “teoricamente” se desloca. Essas atividades melhoram a aptidão cardiopulmonar.
Anaeróbico ou Anaeróbio – é aquele que utiliza outra fonte energética, a do ácido lático, e diz-se das atividades isométricas àquelas em que teoricamente o indivíduo não sai do lugar. Estas hipertrofiam a massa muscular. Esse tipo de atividade aumenta muito a pressão arterial e dependendo da intensidade, às vezes pode ser contra-indicada para hipertensos.
Todos os exercícios, na realidade são mistos, sendo um pouco mais aeróbicos ou anaeróbios.
Um programa de exercícios, deve ser completo, tendo uma fase de alongamento, outra predominantemente aeróbica, em seguida outra mais anaeróbia e finalmente um relaxamento.
Atualmente, existe uma infinidade de modalidades de exercícios físicos, para todos os tipos de gosto
 
Andar - este talvez seja o “primeiro passo” para fazermos o mínimo em atividade física. Os grandes andarilhos têm vida longa. De nada precisamos para começarmos a andar a não ser termos a benção de poder andar. Para tal exercício não precisamos de local especial, de equipamentos, de aparelhagem, de instrumentos, de professor e nem mesmo de parceiro que, aliás, geralmente não falta. É atividade individual por excelência. Podemos escolher o local, a hora, a distância, o ritmo, a velocidade. Tudo isso a nossa maneira e vontade. Enquanto não estabelecemos o programa que faremos “vamos andando” até que o encontremos a modalidade que traga prazer associado.
Existem diversas formas de atividade física e com certeza o mínimo que se faça é bem melhor do que não fazer nada
Aí vão algumas sugestões: subir e descer escada, dançar, nadar, hidroginastica,  pular corda, patinar, pedalar, eliptico ou step, remar, esquiar, diversas modalidades de aulas que cada academia dá um nome diferente. A yoga e o pilates, também tem sua contribuição aeróbica, apesar de ser em menor intensidade. Assim como diversos esportes como futebol, tênis, vôlei e outros que exigem treinamento físico concomitante.
Perigo no fim de semana
É importante ressaltar também que não existe “poupança física”. Não adianta ser um esportista de fim de semana. Isso não acumula ganhos nem rende juros para os outros dias em que não se faz nada. Pior: é muito perigoso.
Também é arriscado recomeçar uma prática esportiva depois de um longo período de inatividade. Mesmo que você tenha sido um campeão no passado, lembre-se: seu físico não é mais o mesmo. É bom ser cuidadoso, prudente e não abusar, para não correr risco de vida.
 
Artigo publicado primeiramente em Cardiologia.pro pela Dra. Marisa Amato.

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Projeto Coluna e Bem Estar | Instituto Amato

Thu, 10/05/2017 - 05:05
O Instituto Amato está participando de um projeto filantrópico, que beneficiará pacientes que sofrem de hérnia de disco lombar.    O projeto Coluna e Bem Estar visa o atendimento de pacientes que tenham indicação de cirurgia de hérnia de disco, e que não tenham acesso ao plano de saúde privado ou que estejam aguardando atendimento pelo sistema público.    Nesta primeira etapa do projeto, serão realizadas 10 cirurgias de hérnia de disco, através do método minimamente invasivo, além de atendimento médico, fisioterápico, de enfermagem e palestras sobre o tema para os candidatos.    Para saber se o seu caso se enquadra nessa possibilidade de tratamento, acesse o site herniadedisco.pro e envie o resumo do seu histórico clínico, as imagens do seu exame de ressonância magnética e responda os questionários no site. A primeira seleção será realizada em outubro.

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Projeto Coluna e Bem Estar | Instituto Amato

Thu, 10/05/2017 - 05:05
O Instituto Amato está participando de um projeto filantrópico, que beneficiará pacientes que sofrem de hérnia de disco lombar.    O projeto Coluna e Bem Estar visa o atendimento de pacientes que tenham indicação de cirurgia de hérnia de disco, e que não tenham acesso ao plano de saúde privado ou que estejam aguardando atendimento pelo sistema público.    Nesta primeira etapa do projeto, serão realizadas 10 cirurgias de hérnia de disco, através do método minimamente invasivo, além de atendimento médico, fisioterápico, de enfermagem e palestras sobre o tema para os candidatos.    Para saber se o seu caso se enquadra nessa possibilidade de tratamento, acesse o site herniadedisco.pro e envie o resumo do seu histórico clínico, as imagens do seu exame de ressonância magnética e responda os questionários no site. A primeira seleção será realizada em outubro.

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Abdominoplastia e dermolipectomia abdominal

Wed, 09/20/2017 - 20:01
O Dr. Fernando Amato (CRM 133826) fala sobre a abdominoplastia ou dermolipectomia abdominal. A abdominoplastia consiste no tratamento estético do abdômen principalmente com a retirada de excesso de pele e gordura. A abdominoplastia clássica consiste na retirada de pele, do excesso de pele e gordura abaixo do umbigo resultando numa cicatriz na localização da cesária e um pouco maior. Mas existe também a abdominoplastia em âncora que é uma opção cirúrgica para aqueles pacientes tiveram grandes perdas ponderais, isto é, já perderam muito peso.    

***transcrição ****   Olá, sou o dr. Fernando Amato e hoje falaremos sobre abdominoplastia ou dermolipectomia abdominal.   A abdominoplastia consiste no tratamento estético do abdômen, principalmente com a retirada de excesso de pele e gordura. Pode ser a abdominoplastia clássica, que é a retirada da pele, do excesso de pele e gordura abaixo do umbigo e resultando numa cicatriz na localização da cesárea e um pouquinho maior. Existe também a abdominoplastia em âncora, que é uma opção cirúrgica para aqueles pacientes que tiveram grandes perdas ponderais, ou seja, perderam muito peso, seja com dieta ou com cirurgia bariátrica e, nesse caso, terá uma cicatriz resultante final em âncora, com uma vertical e uma horizontal. Existe a abdominoplastia invertida ou abdômen reverso, que é uma opção e é mais raro, para tratar o excesso de pele apenas acima do umbigo. Além disso, tem o famoso mini abdômen, que de mini só tem um corte um pouquinho menor do que a adbominoplastia clássica e nessa cirurgia faz uma cirurgia tratando toda a musculatura, ou seja, com um corte pequeno, descola até aqui em cima, corrige hérnia umbilical, quando presente e isso tem um resultado de uma cicatriz um pouco menor e retirando muito menos pele. Além disso, existe a lipoabdominoplastia, que é uma associação de lipoaspiração no abdômen e abdominoplastia. É um pouco diferente de quando se realiza a lipoaspiração no corpo e abdômen, nesse caso é feita a lipoaspiração no próprio abdômen.   Em todas essas cirurgias é feito o tratamento de hérnias que estejam na linha média, a mais comum é a hérnia umbilical e o tratamento da diástase do músculo reto adbominal, que é o afastamento que ocorre na musculatura. Muitos pacientes perguntam sobre o umbigo: como fica o umbigo após essas cirurgias. Existem técnicas que preservam o umbigo e reinserem no novo abdômen e fica uma cicatriz na união do umbigo velho com esse novo abdômen e, dependendo do caso, é possível até deixar sem cicatriz.   Quer saber mais sobre cirurgia plástica? Acompanhe nossos vídeos na nossa rede social. plásticaabdomeO que você acha deste artigo?:  0 No votes yet
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Abdominoplastia e dermolipectomia abdominal

Wed, 09/20/2017 - 20:01
O Dr. Fernando Amato (CRM 133826) fala sobre a abdominoplastia ou dermolipectomia abdominal. A abdominoplastia consiste no tratamento estético do abdômen principalmente com a retirada de excesso de pele e gordura. A abdominoplastia clássica consiste na retirada de pele, do excesso de pele e gordura abaixo do umbigo resultando numa cicatriz na localização da cesária e um pouco maior. Mas existe também a abdominoplastia em âncora que é uma opção cirúrgica para aqueles pacientes tiveram grandes perdas ponderais, isto é, já perderam muito peso.    

***transcrição ****   Olá, sou o dr. Fernando Amato e hoje falaremos sobre abdominoplastia ou dermolipectomia abdominal.   A abdominoplastia consiste no tratamento estético do abdômen, principalmente com a retirada de excesso de pele e gordura. Pode ser a abdominoplastia clássica, que é a retirada da pele, do excesso de pele e gordura abaixo do umbigo e resultando numa cicatriz na localização da cesárea e um pouquinho maior. Existe também a abdominoplastia em âncora, que é uma opção cirúrgica para aqueles pacientes que tiveram grandes perdas ponderais, ou seja, perderam muito peso, seja com dieta ou com cirurgia bariátrica e, nesse caso, terá uma cicatriz resultante final em âncora, com uma vertical e uma horizontal. Existe a abdominoplastia invertida ou abdômen reverso, que é uma opção e é mais raro, para tratar o excesso de pele apenas acima do umbigo. Além disso, tem o famoso mini abdômen, que de mini só tem um corte um pouquinho menor do que a adbominoplastia clássica e nessa cirurgia faz uma cirurgia tratando toda a musculatura, ou seja, com um corte pequeno, descola até aqui em cima, corrige hérnia umbilical, quando presente e isso tem um resultado de uma cicatriz um pouco menor e retirando muito menos pele. Além disso, existe a lipoabdominoplastia, que é uma associação de lipoaspiração no abdômen e abdominoplastia. É um pouco diferente de quando se realiza a lipoaspiração no corpo e abdômen, nesse caso é feita a lipoaspiração no próprio abdômen.   Em todas essas cirurgias é feito o tratamento de hérnias que estejam na linha média, a mais comum é a hérnia umbilical e o tratamento da diástase do músculo reto adbominal, que é o afastamento que ocorre na musculatura. Muitos pacientes perguntam sobre o umbigo: como fica o umbigo após essas cirurgias. Existem técnicas que preservam o umbigo e reinserem no novo abdômen e fica uma cicatriz na união do umbigo velho com esse novo abdômen e, dependendo do caso, é possível até deixar sem cicatriz.   Quer saber mais sobre cirurgia plástica? Acompanhe nossos vídeos na nossa rede social. plásticaabdome
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Reconstrução de Mama: cirurgia plástica

Wed, 09/20/2017 - 19:57
O Dr. Fernando Amato (CRM 133826) fala sobre reconstrução mamária. Além de ser um órgão de amamentação, a mama é um símbolo da sensualidade e desempenham um papel fundamental na estética do corpo feminino. O tratamento do câncer de mama pode ser mutilador além de causar deformidades na mama. Mais importante que isso é o impacto emocional. A reconstrução dependerá principalmente de como é essa mama, ou seja, qual o tamanho, qual volume, qual formato, e principalmente da proposta cirúrgica realizada pelo mastologista.  

***transcrição***   Olá, eu sou o dr. Fernando Amato, cirurgião plástico e hoje falarei sobre reconstrução de mama.   As mamas representam muito mais que um órgão de amamentação. Elas são um símbolo da sensualidade e desempenham um papel fundamental na estética do corpo feminino. O tratamento do câncer de mama pode ser mutilador, além de deformidades na mama, causa um impacto emocional importante. No Brasil, é direito da mulher, tanto no SUS como nos convênios realizar reconstrução mamária durante ou após o tratamento do câncer.   O melhor momento da cirurgia é escolhido de acordo com cada paciente. Dependerá do desejo dela, assim como diversos fatores, inclusive das suas condições clínicas. A reconstrução dependerá principalmente de como é essa mama, ou seja, qual o tamanho, qual o volume, qual o formato e, principalmente, da proposta cirúrgica realizada pelo mastologista.   O que ele fará? A quadrantectomia, que é a retirada apenas de uma parte da mama, ou a mastectomia, que é a retirada inteira da mama. Com essas informações, por exemplo, a reconstrução pode ser feita apenas com o uso de tecidos que sobraram da mama, ou seja, com retalhos e dependendo da localização pode ter um resultado semelhante a uma redução mamária ou uma mastopexia. Pode ser feito o uso de prótese de silicone ou expansores mamários.    O que é o expansor? O expansor é uma bexiguinha que, depois de ser colocada, no ambulatório é infiltrado o soro e vai crescendo, ganhando pele para no futuro trocar esse expansor por uma prótese de mama. E quando se retira muita pele para a retirada da mama, é preciso fazer um retalho e o retalho é a movimentação de tecidos de outros lugares. Um exemplo desse é o retalho do músculo grande dorsal, em que é retirada pele das costas com o músculo, e ele é rodado para a frente e esse retalho e essa pele cobrem uma prótese. Existe também outro retalho mais conhecido, que é o TRAM. Esse TRAM é um retalho do abdômen e que se retira a pele e, com a musculatura, é levado para a mama, para reconstruir a mama e o resultado final do abdômen pode ser semelhante a uma abdominoplastia. Além disso, existem outras técnicas mais refinadas de reconstrução de mama, com transplante de tecido do próprio paciente para a mama. Exemplo do glúteo e da perna.   Depois de ter feito a mama, é possível fazer a aréola e a papila e isso pode ser feito com retalhos e enxertos. Além disso, uma técnica menos invasiva é a micropigmentação. Vale lembrar que também é direito da paciente realizar a plástica na outra mama, para deixá-la mais parecida com a mama reconstruída.    Era isso o que eu tinha para falar sobre reconstrução de mama. Fiquem atentos para os próximos vídeos e nos sigam nas redes sociais. Cirurgia PlásticamamaO que você acha deste artigo?:  0 No votes yet
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Reconstrução de Mama: cirurgia plástica

Wed, 09/20/2017 - 19:57
O Dr. Fernando Amato (CRM 133826) fala sobre reconstrução mamária. Além de ser um órgão de amamentação, a mama é um símbolo da sensualidade e desempenham um papel fundamental na estética do corpo feminino. O tratamento do câncer de mama pode ser mutilador além de causar deformidades na mama. Mais importante que isso é o impacto emocional. A reconstrução dependerá principalmente de como é essa mama, ou seja, qual o tamanho, qual volume, qual formato, e principalmente da proposta cirúrgica realizada pelo mastologista.  

***transcrição***   Olá, eu sou o dr. Fernando Amato, cirurgião plástico e hoje falarei sobre reconstrução de mama.   As mamas representam muito mais que um órgão de amamentação. Elas são um símbolo da sensualidade e desempenham um papel fundamental na estética do corpo feminino. O tratamento do câncer de mama pode ser mutilador, além de deformidades na mama, causa um impacto emocional importante. No Brasil, é direito da mulher, tanto no SUS como nos convênios realizar reconstrução mamária durante ou após o tratamento do câncer.   O melhor momento da cirurgia é escolhido de acordo com cada paciente. Dependerá do desejo dela, assim como diversos fatores, inclusive das suas condições clínicas. A reconstrução dependerá principalmente de como é essa mama, ou seja, qual o tamanho, qual o volume, qual o formato e, principalmente, da proposta cirúrgica realizada pelo mastologista.   O que ele fará? A quadrantectomia, que é a retirada apenas de uma parte da mama, ou a mastectomia, que é a retirada inteira da mama. Com essas informações, por exemplo, a reconstrução pode ser feita apenas com o uso de tecidos que sobraram da mama, ou seja, com retalhos e dependendo da localização pode ter um resultado semelhante a uma redução mamária ou uma mastopexia. Pode ser feito o uso de prótese de silicone ou expansores mamários.    O que é o expansor? O expansor é uma bexiguinha que, depois de ser colocada, no ambulatório é infiltrado o soro e vai crescendo, ganhando pele para no futuro trocar esse expansor por uma prótese de mama. E quando se retira muita pele para a retirada da mama, é preciso fazer um retalho e o retalho é a movimentação de tecidos de outros lugares. Um exemplo desse é o retalho do músculo grande dorsal, em que é retirada pele das costas com o músculo, e ele é rodado para a frente e esse retalho e essa pele cobrem uma prótese. Existe também outro retalho mais conhecido, que é o TRAM. Esse TRAM é um retalho do abdômen e que se retira a pele e, com a musculatura, é levado para a mama, para reconstruir a mama e o resultado final do abdômen pode ser semelhante a uma abdominoplastia. Além disso, existem outras técnicas mais refinadas de reconstrução de mama, com transplante de tecido do próprio paciente para a mama. Exemplo do glúteo e da perna.   Depois de ter feito a mama, é possível fazer a aréola e a papila e isso pode ser feito com retalhos e enxertos. Além disso, uma técnica menos invasiva é a micropigmentação. Vale lembrar que também é direito da paciente realizar a plástica na outra mama, para deixá-la mais parecida com a mama reconstruída.    Era isso o que eu tinha para falar sobre reconstrução de mama. Fiquem atentos para os próximos vídeos e nos sigam nas redes sociais. Cirurgia Plásticamama
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Mastopexia e Mamoplastia

Wed, 09/20/2017 - 19:50
O Dr. Fernando Amato (CRM 133826) explica a diferença entre a mamoplastia e mastopexia. A primeira delas, como o próprio nome já diz, é a cirurgia plástica da mama que consiste em basicamente dois procedimentos: mamoplastia de aumento e mamoplastia redutora A mastopexia está relacionada ao reposicionamento das aréolas e está indicado mais em mamas com ptose, ou seja, caídas ou também com flacidez e excesso de pele. Veja mais sobre o assunto assistindo ao vídeo.    

***transcrição****   Olá, meu nome é dr. Fernando Amato e hoje vamos falar sobre mamoplastia e mastopexia.   Você sabe qual a diferença dessas duas cirurgias? A mamoplastia, como o próprio nome já diz, é a cirurgia plástica da mama. Envolve basicamente dois procedimentos: a mamoplastia de aumento, que é comumente realizada com a colocação de um implante de silicone, procedimento popularmente conhecido como prótese de mama e a mamoplastia redutora, para a redução do volume das mamas. Já a mastopexia é um nome de origem grega, em que masto é mama e pexia é fixação e este nome está relacionado ao reposicionamento das aréolas e está indicado mais em mamas com ptose, ou seja, caídas, muitas vezes também com flacidez e excesso de pele. Pode ser associada à colocação de prótese e nesse caso chamará de mastopexia com prótese.   Apesar de todas serem cirurgias nas mamas, cada uma possui sua característica e detalhe na evolução pós-operatória e as cicatrizes podem variar muito de cada técnica utilizada. O mais comum nas próteses de mama é a incisão no sulco mamário, mas também pode ser realizada o periareolar e axilar. Além de poder retirar um pouco do excesso de pele periareolar, o mais comum é realizar a retirada de pele e o reposiconamento da aréola, fazendo a cicatriz em T invertido. O T invertido é a cicatriz mais comum e é utilizada também nas grandes reduções de mama.   Se gostou do vídeo, curta nossas redes sociais e não deixe de acompanhar os próximos vídeos. Obrigado.   Cirurgia PlásticamamaO que você acha deste artigo?:  0 No votes yet
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Mastopexia e Mamoplastia

Wed, 09/20/2017 - 19:50
O Dr. Fernando Amato (CRM 133826) explica a diferença entre a mamoplastia e mastopexia. A primeira delas, como o próprio nome já diz, é a cirurgia plástica da mama que consiste em basicamente dois procedimentos: mamoplastia de aumento e mamoplastia redutora A mastopexia está relacionada ao reposicionamento das aréolas e está indicado mais em mamas com ptose, ou seja, caídas ou também com flacidez e excesso de pele. Veja mais sobre o assunto assistindo ao vídeo.    

***transcrição****   Olá, meu nome é dr. Fernando Amato e hoje vamos falar sobre mamoplastia e mastopexia.   Você sabe qual a diferença dessas duas cirurgias? A mamoplastia, como o próprio nome já diz, é a cirurgia plástica da mama. Envolve basicamente dois procedimentos: a mamoplastia de aumento, que é comumente realizada com a colocação de um implante de silicone, procedimento popularmente conhecido como prótese de mama e a mamoplastia redutora, para a redução do volume das mamas. Já a mastopexia é um nome de origem grega, em que masto é mama e pexia é fixação e este nome está relacionado ao reposicionamento das aréolas e está indicado mais em mamas com ptose, ou seja, caídas, muitas vezes também com flacidez e excesso de pele. Pode ser associada à colocação de prótese e nesse caso chamará de mastopexia com prótese.   Apesar de todas serem cirurgias nas mamas, cada uma possui sua característica e detalhe na evolução pós-operatória e as cicatrizes podem variar muito de cada técnica utilizada. O mais comum nas próteses de mama é a incisão no sulco mamário, mas também pode ser realizada o periareolar e axilar. Além de poder retirar um pouco do excesso de pele periareolar, o mais comum é realizar a retirada de pele e o reposiconamento da aréola, fazendo a cicatriz em T invertido. O T invertido é a cicatriz mais comum e é utilizada também nas grandes reduções de mama.   Se gostou do vídeo, curta nossas redes sociais e não deixe de acompanhar os próximos vídeos. Obrigado.   Cirurgia Plásticamama
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Síndrome de Nutcracker: doença rara, mas fenômeno frequente

Wed, 09/20/2017 - 19:45
O Dr. Alexandre Amato (CRM 108651) é cirurgião vascular e endovascular do Instituto Amato. Ele comenta sobre a Síndrome de Nutcracker também conhecida aqui no Brasil como a síndrome do quebra-nozes. Essa síndrome consiste na compressão da artéria mesentérica superior com a aorta da veia renal esquerda.  Então esse pinçamento da veia renal esquerda pela artéria mesentérica superior acaba diminuindo o espaço que ha para o retorno venoso do rim esquerdo. Isso acarreta numa sobrecarga numa hipertensão venosa na veia renal esquerda e consequentemente na veia gonadal também que pode levar as varizes pélvicas. Procure seu cirurgião vascular e endovascular para saber como fazer o tratamento.  

**** transcrição****       Olá, sou o dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular e endovascular do Instituto Amato e hoje nós vamos falar sobre a síndrome de nutcracker, também conhecida aqui no Brasil como a síndrome do quebra-nozes e o fenômeno do quebra-nozes, que são coisas semelhantes mas que deve ser diferenciadas.   A síndrome de nutcracker consiste na compressão da artéria mesentérica superior com a aorta da veia renal esquerda. Então esse pinçamento da veia renal esquerda pela artéria mesentérica superior acaba diminuindo o espaço que há para o retorno venoso do rim esquerdo. Isso acarreta numa sobrecarga, numa hipertensão venosa na veia renal esquerda e consequentemente na veia gonadal também, que pode levar às varizes pélvicas, que a gente já comentou em outro vídeo, na mulher e no homem pode levar à varicocele.   Então esse pinçamento vocês podem ver que na anatomia normal do ser humano que não tem a doença, essa angulação não é o suficiente para comprimir essa veia, ou pelo menos não comprimir e causar um déficit no retorno venoso, mas sempre existe um pouquinho dessa compressão. Então se a gente sai fazendo exame em todo mundo, a gente vai encontrar um ângulo um pouquinho menor e que pode causar uma pequena compressão, que não vai acarretar sintoma, não vai acarretar em nenhum problema de saúde. Isso se chama fenômeno de nutcracker. Esse fenômeno é uma compressão anatômica que não causou problemas. Agora, quando essa compressão é grande o suficiente para causar danos nesse rim esquerdo, danos nas varizes pélvicas, dor lombar, muitas vezes alterações urinárias, isso tem que ser tratado. Procure seu cirurgião vascular e endovascular, para saber como fazer o tratamento.   Agora que você entendeu o que é a síndrome de nutcracker, veja o nosso vídeo sobre varizes pélvicas e curta. VasculararterialvenosoO que você acha deste artigo?:  0 No votes yet
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Síndrome de Nutcracker: doença rara, mas fenômeno frequente

Wed, 09/20/2017 - 19:45
O Dr. Alexandre Amato (CRM 108651) é cirurgião vascular e endovascular do Instituto Amato. Ele comenta sobre a Síndrome de Nutcracker também conhecida aqui no Brasil como a síndrome do quebra-nozes. Essa síndrome consiste na compressão da artéria mesentérica superior com a aorta da veia renal esquerda.  Então esse pinçamento da veia renal esquerda pela artéria mesentérica superior acaba diminuindo o espaço que ha para o retorno venoso do rim esquerdo. Isso acarreta numa sobrecarga numa hipertensão venosa na veia renal esquerda e consequentemente na veia gonadal também que pode levar as varizes pélvicas. Procure seu cirurgião vascular e endovascular para saber como fazer o tratamento.  

**** transcrição****       Olá, sou o dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular e endovascular do Instituto Amato e hoje nós vamos falar sobre a síndrome de nutcracker, também conhecida aqui no Brasil como a síndrome do quebra-nozes e o fenômeno do quebra-nozes, que são coisas semelhantes mas que deve ser diferenciadas.   A síndrome de nutcracker consiste na compressão da artéria mesentérica superior com a aorta da veia renal esquerda. Então esse pinçamento da veia renal esquerda pela artéria mesentérica superior acaba diminuindo o espaço que há para o retorno venoso do rim esquerdo. Isso acarreta numa sobrecarga, numa hipertensão venosa na veia renal esquerda e consequentemente na veia gonadal também, que pode levar às varizes pélvicas, que a gente já comentou em outro vídeo, na mulher e no homem pode levar à varicocele.   Então esse pinçamento vocês podem ver que na anatomia normal do ser humano que não tem a doença, essa angulação não é o suficiente para comprimir essa veia, ou pelo menos não comprimir e causar um déficit no retorno venoso, mas sempre existe um pouquinho dessa compressão. Então se a gente sai fazendo exame em todo mundo, a gente vai encontrar um ângulo um pouquinho menor e que pode causar uma pequena compressão, que não vai acarretar sintoma, não vai acarretar em nenhum problema de saúde. Isso se chama fenômeno de nutcracker. Esse fenômeno é uma compressão anatômica que não causou problemas. Agora, quando essa compressão é grande o suficiente para causar danos nesse rim esquerdo, danos nas varizes pélvicas, dor lombar, muitas vezes alterações urinárias, isso tem que ser tratado. Procure seu cirurgião vascular e endovascular, para saber como fazer o tratamento.   Agora que você entendeu o que é a síndrome de nutcracker, veja o nosso vídeo sobre varizes pélvicas e curta. Vasculararterialvenoso
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Insuficiência Venosa Crônica: evolução das varizes e veias varicosas

Wed, 09/20/2017 - 19:41
O Dr. Alexandre Amato (CRM 108651) explica tudo sobre a insuficiência venosa crônica que é muito frequente e as pessoas confundem com varizes. Pelo fato de que elas estão relacionadas, é possível existir varizes sem a insuficiência venosa crônica e também é possível ocorrer a insuficiência venosa crônica sem a existência das varizes. Mesmo assim elas estão interligadas. A insuficiência venosa crônica é a alteração da pele e a gordura abaixo da pele decorrente de uma insuficiência venosa, de um refluxo venoso, de uma hipertensão venosa ou mesmo das varizes. Quem tem insuficiência venosa crônica já tem a fase mais avançada da doença venosa necessitando de um tratamento um pouco mais intervencionista e um pouco mais agressivo. O tratamento clínico pode ser feito, mas tem que ser acompanhado de perto pelo cirurgião vascular. Saiba mais assistindo ao vídeo.   ***transcrição ***   Olá, sou o dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular e endovascular do Instituto Amato e hoje nós vamos falar um pouquinho sobre insuficiência venosa crônica, que é muito frequente e as pessoas confundem com varizes, porque elas estão relacionadas.   É possível existir varizes sem a insuficiência venosa crônica e também é possível a insuficiência venosa crônica sem a existência das varizes. Apesar disso, elas estão interligadas. A insuficiência venosa crônica é a alteração da pele e a gordura abaixo da pele decorrente de uma insuficiência venosa, de um refluxo venoso, de uma hipertensão venosa ou mesmo das varizes. Então essa alteração na pele e subcutâneo pode desencadear e aparentar como manchas, como eczema, áreas que descamam, que coçam, uma pele bem endurecida, que perde a elasticidade, que é a lipodermatoesclerose e pode também ter as lesões mais avançadas, como as feridas, as chamadas úlceras venosas.   A gente classifica o paciente que tem refluxo venoso, que tem doença venosa entre 1 a 6. Os pacientes que têm uma classificação acima de 3 já se considera a insuficiência venosa crônica, principalmente por causa do inchaço. Falado isso, então dá para perceber que quem tem insuficiência venosa crônica já tem a fase mais avançada da doença venosa, necessitando de um tratamento muitas vezes um pouco mais intervencionista, um pouco mais agressivo.   O tratamento clínico pode ser feito, mas tem que se acompanhado de perto pelo cirurgião vascular, mas muitas vezes o tratamento cirúrgico, mesmo que seja minimamente invasivo, com laser ou radiofrequência, pode ser mais benéfico para o paciente. Então a insuficiência venosa crônica pode ser uma fase mais avançada de quem tem varizes e esses pacientes precisam de uma atenção maior.   Gostou deste vídeo? Aproveite e curta nossos outros no nosso canal na internet. Muito obrigado.    venosovarizesVascularO que você acha deste artigo?:  0 No votes yet
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Insuficiência Venosa Crônica: evolução das varizes e veias varicosas

Wed, 09/20/2017 - 19:41
O Dr. Alexandre Amato (CRM 108651) explica tudo sobre a insuficiência venosa crônica que é muito frequente e as pessoas confundem com varizes. Pelo fato de que elas estão relacionadas, é possível existir varizes sem a insuficiência venosa crônica e também é possível ocorrer a insuficiência venosa crônica sem a existência das varizes. Mesmo assim elas estão interligadas. A insuficiência venosa crônica é a alteração da pele e a gordura abaixo da pele decorrente de uma insuficiência venosa, de um refluxo venoso, de uma hipertensão venosa ou mesmo das varizes. Quem tem insuficiência venosa crônica já tem a fase mais avançada da doença venosa necessitando de um tratamento um pouco mais intervencionista e um pouco mais agressivo. O tratamento clínico pode ser feito, mas tem que ser acompanhado de perto pelo cirurgião vascular. Saiba mais assistindo ao vídeo.   ***transcrição ***   Olá, sou o dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular e endovascular do Instituto Amato e hoje nós vamos falar um pouquinho sobre insuficiência venosa crônica, que é muito frequente e as pessoas confundem com varizes, porque elas estão relacionadas.   É possível existir varizes sem a insuficiência venosa crônica e também é possível a insuficiência venosa crônica sem a existência das varizes. Apesar disso, elas estão interligadas. A insuficiência venosa crônica é a alteração da pele e a gordura abaixo da pele decorrente de uma insuficiência venosa, de um refluxo venoso, de uma hipertensão venosa ou mesmo das varizes. Então essa alteração na pele e subcutâneo pode desencadear e aparentar como manchas, como eczema, áreas que descamam, que coçam, uma pele bem endurecida, que perde a elasticidade, que é a lipodermatoesclerose e pode também ter as lesões mais avançadas, como as feridas, as chamadas úlceras venosas.   A gente classifica o paciente que tem refluxo venoso, que tem doença venosa entre 1 a 6. Os pacientes que têm uma classificação acima de 3 já se considera a insuficiência venosa crônica, principalmente por causa do inchaço. Falado isso, então dá para perceber que quem tem insuficiência venosa crônica já tem a fase mais avançada da doença venosa, necessitando de um tratamento muitas vezes um pouco mais intervencionista, um pouco mais agressivo.   O tratamento clínico pode ser feito, mas tem que se acompanhado de perto pelo cirurgião vascular, mas muitas vezes o tratamento cirúrgico, mesmo que seja minimamente invasivo, com laser ou radiofrequência, pode ser mais benéfico para o paciente. Então a insuficiência venosa crônica pode ser uma fase mais avançada de quem tem varizes e esses pacientes precisam de uma atenção maior.   Gostou deste vídeo? Aproveite e curta nossos outros no nosso canal na internet. Muito obrigado.    venosovarizesVascular
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Tromboflebite Superficial: a trombose das veias superficiais

Wed, 09/20/2017 - 19:35
O Dr. Alexandre Amato (CRM 108651) é cirurgião vascular do Instituto Amato e sobre a tromboflebite superficial, uma doença que frequentemente é confundida com a trombose venosa profunda.       A tromboflebite superficial não deixa de ser uma trombose. A doença é nomeada assim quando o sangue é coagulado dentro de uma veia. Só que essa veia não é uma veia profunda como na trombose venosa, ela é uma veia superficial. É por isso que ela causa no local um endurecimento da veia, um vermelhão tipo um vergão e uma dor no trajeto dessa veia. Algumas vezes ao palpar, parece um cordão endurecido.        Essa tromboflebite superficial pode acontecer tanto em membros superiores quanto em membros inferiores e ela pode estar associada a trombose venosa profunda e embolia pulmonar.       Entenda melhor assistindo ao vídeo!    

***transcrição****     Olá, sou o dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje nós vamos falar sobre a tromboflebite superficial, uma doença que frequentemente é confundida com a trombose venosa profunda.   A tromboflebite superficial não deixa de ser uma trombose, é sangue coagulado dentro de uma veia. Só que essa veia não é uma veia profunda, como na trombose venosa, é uma veia superficial, por isso, ela causa no local um endurecimento da veia, um vermelhão tipo um vergão e uma dor no trajeto dessa veia. Muitas vezes, ao palpar parece um cordão endurecido. Essa tromboflebite superficial pode acontecer tanto em membros superiores quanto em membros inferiores e pode estar associada à trombose venosa profunda, à embolia pulmonar e a varizes. Então a tromboflebite superficial não é tão grave quanto a trombose venosa profunda, mas pode ser a precursora da trombose venosa profunda e da sua grave consequência, que é a embolia pulmonar.   O tratamento portanto deve ser feito por médico especializado, que é o cirurgião vascular e deve ser feita a investigação de outras causas da tromboflebite. Muito frequentemente nós temos trombofilias, que são as doenças da cascata da coagulação, que alteram a coagulação sanguínea, predispondo à formação de coágulos e isso deve ser investigado, mas tem outra causa também que deve ser rastreada, que são as neoplasias, os cânceres. Então a neoplasia pode ser um fator de desencadeamento da tromboflebite superficial. Apesar de ser uma doença relativamente tranquila, ela deve ser bem diagnosticada, deve ser bem tratada e isso desencadeia também um rastreamento de outras doenças.   Gostou deste vídeo? Acesse nossos outros vídeos no nosso canal e curta. tromboseVascularvenoso
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