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Instituto de Medicina Avançada
Updated: 31 min 11 sec ago

Barriga inchada: o que pode ser?

Wed, 05/25/2022 - 08:45

Também chamada de distensão abdominal, a barriga inchada causa incômodos que vão muito além do prejuízo estético. Além de marcar a roupa e arruinar qualquer figurino, a condição também pode significar problemas de saúde. Portanto, ao começarem os sintomas, um médico deverá ser consultado para avaliar as causas e indicar o tratamento adequado.

O que é barriga inchada?

 

Em princípio, barriga inchada é o nome popular da distensão abdominal, um sintoma que deixa o abdômen com o tamanho visivelmente aumentado. Além do inchaço, o quadro também causa sensação de empanzinamento, desconforto e, em casos mais graves, pode prejudicar a realização de várias atividades rotineiras.

 

O inchaço abdominal é mais comum do que se imagina e atinge aproximadamente 30% da população adulta. A condição pode ser ou não acompanhada de dor e acometer todo o abdômen ou apenas parte dele. Além disso, o inchaço abdominal também pode ser do tipo duro, quando geralmente está associado a problemas gastrointestinais. Todavia, também pode ser do tipo mole, quando é causado pela retenção de líquidos. 

Em ambos os casos, é preciso prestar atenção caso esses sintomas perdurem por vários dias. Apesar de ser um problema comum, ele pode indicar outros problemas de saúde e podem ser ou não associados a outros sintomas como sangramentos e enjoos, por exemplo.

 

O que causa barriga inchada?

 

A distensão abdominal é um problema muito comum e geralmente está associado à má digestão, acúmulo de gases e retenção de líquidos. Todavia, o estufamento abdominal também pode ser causado por outros fatores, tais como:

 

  • Prisão de ventre;
  • Menstruação (período pré-menstrual);
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Obesidade;
  • Comer muito de uma só vez e/ou rápido demais;
  • Uso de alguns medicamentos;
  • Consumo de sal em excesso;
  • Intolerância à lactose ou ao glúten;
  • Câncer de útero ou de ovário;
  • Obstrução intestinal;
  • Apendicite;
  • Colite;
  • Ascite;
  • Parasitas;
  • Doença hepática;
  • Problemas renais;
  • Insuficiência pancreática.

 

Como saber qual é a hora de procurar ajuda médica?

 

Quando a barriga inchada é causada por fatores como acúmulo de gases e má digestão, o sintoma tende a desaparecer em poucos dias. Contudo, caso isso não aconteça, pode indicar alguma das doenças citadas anteriormente. Sendo assim, sempre que a distensão abdominal se apresentar recorrente e combinada com os fatores listados a seguir, um médico deverá ser procurado:

 

  • Abdômen endurecido e com piora no quadro;
  • Febre;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Presença de sangue nas fezes ou no vômito;
  • Dor ao tocar o abdômen;
  • Não conseguir beber ou comer por longas horas;
  • Não conseguir evacuar ou urinar;
  • Dificuldade para respirar.

 

Obtendo o diagnóstico

 

O diagnóstico da barriga inchada começa com uma avaliação clínica, onde o médico escuta a queixa do paciente, faz uma análise dos sintomas e do tipo de inchaço. Para confirmar ou descartar a suspeita de alguma doença, o médico pode ainda solicitar alguns exames laboratoriais e de imagem, tais como:

 

  • Exame de fezes de urina;
  • Exame de sangue;
  • Ultrassonografia do abdômen total;
  • Tomografia computadorizada;
  • Ressonância magnética.

 

Como diminuir a barriga inchada?

 

O tratamento para a distensão abdominal pode variar bastante, conforme o quadro clínico do paciente, ou seja, conforme a causa do problema. Entenda adiante.

 

Má alimentação

 

Consumo de alimentos ricos em sal, pouca ingestão hídrica, excesso de bebidas alcoólicas e de alimentos que causam excesso de gases estão entre as causas mais comuns da barriga inchada. 

Nesses casos, o melhor tratamento é mudar os hábitos alimentares. Beber bastante água, comer somente o necessário e evitar alimentos que produzem gases como feijão e repolho são as principais recomendações. Deve-se ainda evitar alimentos de difícil digestão como a carne vermelha e bebidas gaseificadas.

 

Prisão de ventre

 

Outro problema que causa barriga inchada é a constipação intestinal, popularmente chamada de prisão de ventre. Ela acontece quando os movimentos peristálticos realizados pelo intestino são lentos ou irregulares, a ponto de dificultar a expulsão das fezes. A prisão de ventre pode causar cólicas abdominais, gases e desconforto.

O tratamento para a prisão de ventre geralmente é feito com uma alimentação rica em fibras e aumento da ingestão de água. Em alguns casos, o médico pode prescrever o uso de laxantes para regularizar as idas ao banheiro.

 

Intolerância ao glúten

 

O glúten é uma proteína encontrada em alguns cereais, como o trigo, a cevada, o centeio e o malte, por exemplo. Ele está presente no pão, no bolo, na pizza, no macarrão, no biscoito e, claro, na cerveja. Em pessoas comuns, ele não oferece nenhum risco. Já pessoas com alergia ao glúten e doença celíaca devem evitar o consumo desses alimentos.

 

 

Intolerância à lactose

 

Já a lactose é o açúcar do leite. A substância é a responsável pelo sabor levemente adocicado da bebida e está presente no leite animal. Quem tem intolerância à lactose também pode sofrer com barriga inchada e com outros sintomas como dor abdominal, vômitos e diarreia.

Para resolver o problema, é recomendada uma dieta restritiva. Ela consiste em retirar da alimentação todos os alimentos que contêm lactose, como leite e seus derivados. O leite sem lactose é acrescido de açúcares, portanto não é a melhor opção. Para garantir o aporte de nutrientes para o organismo, é feita a substituição de ingredientes de origem animal pelos de origem vegetal.

 

Ascite

 

A ascite, por sua vez, também é conhecida como barriga d’água. Nesse caso, o inchaço na barriga é decorrente do acúmulo de líquidos na região abdominal, causado por problemas hepáticos e renais, por exemplo. Dependendo do comprometimento do órgão doente, o tratamento pode variar da prescrição de medicamentos até intervenções cirúrgicas.

 

Síndrome do intestino irritável

 

A síndrome do intestino irritável é um distúrbio que provoca a inflamação das vilosidades intestinais, causando barriga inchada, gases, prisão de ventre ou diarreia. A condição médica não tem cura e pode ser agravada por fatores como alimentação, estresse, ansiedade e depressão.

O tratamento da síndrome do intestino irritável é feito com medicamentos antiespasmódicos e/ou antidepressivos. Para aliviar a dor, o médico também pode prescrever analgésicos.

Você anda sofrendo com barriga inchada? Neste artigo você aprendeu que a condição não significa apenas aumento de peso corporal e pode indicar vários problemas de saúde. Portanto, obter um diagnóstico preciso e precoce é a melhor forma de ter um tratamento adequado, com chances de bons resultados.

No Instituto Amato você tem ao seu dispor várias especialidades médicas para avaliar a sua distensão abdominal e oferecer um diagnóstico preciso. Além de gastroenterologista, nossa equipe também é composta por endocrinologistas, nutricionistas, geriatras entre outras especialidades, para oferecer a você e aos seus familiares um atendimento multidisciplinar de saúde. Livre do seu incômodo de uma vez por todas, clique aqui e marque a sua consulta!

Dr. Alexandre Amato

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Inchaço: o que pode ser?

Fri, 05/20/2022 - 08:21

Você convive diariamente com o inchaço? Pois saiba que mais do que denunciar uma alimentação rica em sódio, a condição também pode ser sinal de doenças cardiovasculares, hepáticas ou renais. Por isso, ao notar o aumento de volume em apenas um dos membros ou no corpo todo, é preciso buscar ajuda médica para obter um diagnóstico precoce e tratamento adequado. 

Mas afinal, o que é inchaço? Quais são as causas do problema? Como tratar? A resposta para essas e outras perguntas você confere no artigo a seguir. Acompanhe.

O que é inchaço?

 

Inchaço é o nome dado à retenção de líquidos no corpo, condição caracterizada principalmente pelo acúmulo de água nos tecidos. O edema, como também é chamado, pode acontecer em um dos membros apenas ou parte dele, em dois ou mais membros ou até mesmo no corpo todo.

A condição pode piorar no calor, já que as altas temperaturas ambientes provocam vasodilatação, comprometendo a circulação sanguínea. Mulheres em período pré-menstrual também tendem a sofrer com o problema por questões hormonais.

 

Principais causas do inchaço

 

Será que além dessas das causas citadas anteriormente existem outras explicações para o surgimento de edemas? A medicina garante que sim, principalmente se ele for recorrente. Entenda.

 

Insuficiência venosa crônica

 

A insuficiência venosa crônica é uma doença caracterizada pela má circulação sanguínea nos membros inferiores. A condição provoca varizes, dores nas pernas, inchaço e em casos mais graves, dermatite ocre e úlcera varicosa.

 

 

Lipedema

 

O Lipedema é a doença onde ocorre deposição de gordura nas pernas. A sensação de inchaço acompanha frequentemente o lipedema. Você sabe o que é o lipedema?

 

Problemas na tireóide

 

O mau funcionamento da tireóide, glândula que regula o metabolismo do corpo, também pode causar inchaço. No caso do hipotireoidismo, o metabolismo fica mais lento, o que propicia o acúmulo de água e sódio nos tecidos.

 

Má alimentação também causa inchaço

 

Alimentos industrializados são ricos em sódio e demais aditivos químicos nocivos à saúde. O excesso de sal presente nesses alimentos sobrecarrega os rins, que precisam de mais água para filtrar o sangue.

 

Trombose venosa profunda

 

A trombose venosa profunda (TVP) é uma doença caracterizada pela formação e acúmulo de coágulos de sangue nas veias dos membros inferiores (as pernas). A condição bloqueia o retorno sanguíneo ao coração, causando inchaço e dores nas pernas. Em alguns casos, há um deslocamento do coágulo para as artérias do pulmão, o que causa embolia pulmonar.

 

Problemas renais causam inchaço ao redor dos olhos, nos tornozelos e nos pés

 

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 10 milhões de pessoas sofrem com insuficiência renal no Brasil e entre essas, mais de 90 mil fazem hemodiálise. A doença crônica é caracterizada pela perda da função renal, que é a de filtrar o sangue e fazer com que substâncias nocivas com ácido úrico, ureia e amônia sejam expelidas do corpo através da urina.

 

Mas é claro que os rins não param de uma hora para outra. Até o comprometimento total dos órgãos, a insuficiência renal se manifesta através de sintomas como alteração na cor da urina, aumento da pressão arterial, dor lombar e edemas nos membros inferiores e ao redor dos olhos.

 

Insuficiência hepática

 

Assim como acontece com os rins, a perda das funções do fígado também causa inchaço. Só que nesse caso, o edema fica localizado na altura do abdômen.

 

Ficar muito tempo sentado

 

Quem passa muitas horas por dia sentado tende a ter problemas circulatórios e consequentemente edemas nos membros inferiores. Isso porque a posição relaxa a musculatura da panturrilha e dificulta o retorno do sangue localizado nas pernas para o coração.

 

Artrite causa inchaço em diferentes regiões do corpo

 

A artrite, doença reumática caracterizada pela inflamação das articulações, também é uma das causas de inchaço para se prestar atenção. Geralmente a doença provoca edemas nos joelhos, cotovelos, quadril, tornozelos, juntas das mãos e outras partes do corpo que possuem articulações. A doença também causa dor, vermelhidão local e rigidez muscular.

 

Gravidez

 

Já a gravidez causa inchaço principalmente nas pernas da gestante, mas também pode se estender para os braços e até mesmo para o corpo todo. Isso acontece porque durante a gestação há a redução de fluxo sanguíneo nas veias, o que ajuda a reter líquidos. Além disso, o próprio peso do corpo acaba dificultando a circulação sanguínea nos membros inferiores.

 

Como melhorar o inchaço?

 

Para melhorar o inchaço e aliviar os seus sintomas, que incluem sensação de peso, assimetria estética e aumento de peso corporal, o primeiro passo é consultar um médico, como clínico geral, cardiologista ou um angiologista. Somente a avaliação de um profissional de saúde especializado poderá indicar o tratamento adequado para o seu caso. 

 

Todavia, as recomendações mais comuns de especialistas para reduzir os edemas são:

 

  • Adotar uma alimentação mais natural, com menos produtos industrializados e processados;
  • Beber bastante água por dia (pelo menos dois litros);
  • Evitar roupas e calçados apertados;
  • Deitar-se com as pernas acima do nível do corpo (para o caso de edemas nas pernas);
  • Drenagem linfática, técnica de massagem que ajuda a eliminar o excesso de líquidos do corpo;
  • Medicamentos anticoagulantes para pacientes com trombose venosa profunda;
  • Diuréticos somente com prescrição médica e para algumas causas bem específicas;
  • Meias de compressão para melhorar a circulação sanguínea em pessoas com varizes;
  • Caminhadas para estimular a circulação sanguínea.

 

Para casos em que o edema é provocado por varizes, o médico pode ainda recomendar alguns procedimentos minimamente invasivos para tratar as causas do problema, como cirurgia de varizes e escleroterapia (aplicação de vasinhos).

 

Instituto Amato: diagnóstico preciso para inchaço com equipe de saúde multidisciplinar

 

Como você pode perceber, várias doenças podem causar inchaço em diferentes regiões do corpo. Nesse sentido, é preciso buscar uma equipe multidisciplinar de saúde para investigar as causas, chegar a um diagnóstico preciso e indicar o tratamento adequado.

 

No Instituto Amato você encontra endocrinologistas, angiologistas, cardiologistas, gastroenterologistas, nutricionistas e várias outras especialidades médicas para cuidar de todos os aspectos da sua saúde em um só lugar. Atuamos nos melhores hospitais de São Paulo e contamos com o Hospital Dia para procedimentos cirúrgicos simples e internação por um período de até 12 horas.

 

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Prof. Dr. Alexandre Amato

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Categories: Medical

Quercetina: para que serve e quais seus benefícios

Tue, 05/10/2022 - 11:26

A quercetina, flavonoide encontrado em várias frutas e vegetais, é uma substância importantíssima para o bom funcionamento do nosso organismo. Rica em antioxidantes, a substância neutraliza a ação dos radicais livres, previne doenças cardíacas, neurodegenerativas e até câncer.

Apesar de tamanha importância, a quercetina ainda é pouco conhecida pelo público. Por isso, nós, do Instituto Amato, fizemos este artigo para explicar sobre essa substância, como ela interage com o organismo e quais benefícios ela oferece para a sua qualidade de vida. Acompanhe!

Para que serve a quercetina?

Conforme pontuamos anteriormente, a quercetina é uma substância natural, encontrada em frutas e vegetais. Ela pertence à classe dos flavonoides, substâncias responsáveis pela pigmentação, textura e sabor desses alimentos. Graças às suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, a quercetina promove diversos benefícios à saúde, tais como:

  • Combate os radicais livres, prevenindo o envelhecimento e o surgimento de doenças crônicas;
  • Fortalece o sistema imunológico;
  • Ajuda a evitar alergias respiratórias e alimentares;
  • Previne e controla o diabetes e a hipertensão;
  • Protege os rins;
  • Melhora a capacidade ocular (cataratas e problemas de visão em diabéticos);
  • Previne vários tipos de cânceres;
  • Oferece mais disposição e resistência física;
  • Tem ação antitrombótica e vasodilatadora e por isso evita várias doenças cardiovasculares como infarto e AVC.

Entre todos os benefícios da quercetina, a ação antitrombótica e vasodilatadora da substância se destaca. Ela tem sido estudada para melhorar a circulação sanguínea e evitar condições como varizes, dermatite ocre e úlcera varicosa, doenças venosas que comprometem seriamente a qualidade de vida das pessoas.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), as Varizes atingem quase 40% da população brasileira. Com relação à Trombose Venosa Profunda, são diagnosticados 60 novos casos da doença para cada 100 mil habitantes anualmente. E quando o assunto é Aterosclerose, os dados são ainda mais alarmantes: a entidade revela que 4% dos brasileiros sofrem com a doença, cuja prevalência aumenta significativamente com a idade e atinge mais de 14% de idosos com mais de 70 anos.

Nesse sentido, fica fácil perceber que a quercetina é uma grande aliada para evitar doenças venosas, cardiovasculares entre vários outros tipos de enfermidades. Contudo, seu uso deve ser prescrito por um médico especializado.

Alimentos ricos em quercetina

A quercetina está presente em muitos vegetais e frutas que consumimos no dia a dia. Dessa forma, entre os alimentos mais ricos em quercetina, podemos citar:

  • Alcaparras;
  • Pimentão amarelo e verde;
  • Cebola roxa;
  • Uva vermelha;
  • Brócolis;
  • Limão;
  • Maçã (com casca);
  • Repolho.

Assim, como essa substância é uma das responsáveis pela pigmentação dos vegetais e frutas, geralmente os alimentos mais “coloridos” contam com alto teor dela. Assim além dos alimentos citados aqui, podemos acrescentar, de forma geral, as frutas cítricas e vermelhas, por exemplo. 

Entre os alimentos com maior índice de quercetina e mais utilizados no nosso dia a dia, está a cebola. Segundo especialistas em alimentação, a planta ajuda a fortalecer o sistema imunológico, combate vírus, fungos, bactérias e ainda oferece os benefícios descritos acima. Ou seja, a cebola não é apenas um ótimo tempero, mas um alimento que contribui para o bom funcionamento de todo o organismo.

 

Dosagem diária recomendada 

Para o consumo diário de alimentos ricos em quercetina, não há uma orientação específica. Até porque parte desse antioxidante pode se perder durante o preparo do alimento. Além do mais, em uma dieta equilibrada, não há risco do consumo em excesso dele. Outro ponto importante é que o organismo não absorve toda a quercetina do alimento. 

Por isso, a principal dica é seguir uma dieta balanceada e, de preferência, com a supervisão de um nutricionista. Especialmente se você já tem algum problema de saúde crônico, caso em que a recomendação se torna ainda mais relevante. 

Além de estar disponível em vários alimentos, a quercetina também pode ser encontrada na forma de suplementos alimentares. Alguns, inclusive, são associados a outras substâncias, que ajudam no sistema autoimune e na própria absorção do antioxidante. 

No caso dos suplementos, a dosagem recomendada pela maioria dos fabricantes é de, no máximo, 500 mg até 3 vezes ao dia. Mas como essa dosagem pode variar conforme as necessidades de cada pessoa, o indicado é buscar orientação de um médico ou nutricionista antes de iniciar o consumo do produto.

Outros benefícios da quercetina

Diante de tudo o que foi falado até agora sobre a quercetina, existem outros benefícios que ela traz para o organismo: 

  • De forma geral, combate o envelhecimento, fazendo uma espécie de “filtragem” e eliminando as células mais envelhecidas; 
  • Estudos revelam que a quercetina é um nutracêutico eficaz para ajudar na recuperação da Covid-19;
  • Além de ajudar a prevenir o diabetes e controlar os níveis de glicose no sangue, a substância também diminui as complicações dessa grave doença;
  • Como possui ação anti-inflamatória, também é uma importante aliada contra doenças como artrite reumatoide;
  • E, por fortalecer o sistema imunológico, a quercetina previne contra resfriados e outras doenças respiratórias;
  • A quercetina também oferece mais resistência capilar;
  • Por fim, previne o surgimento de vários tipos de cânceres, mas isso, claro, aliado a uma boa alimentação e hábitos saudáveis.  
Contraindicações

Na forma in natura, a quercetina oferece poucos riscos à saúde. Já o consumo de suplementos alimentares compostos pela substância pode não ser indicado para os seguintes grupos de pessoas:

  • Gestantes e lactantes;
  • Alérgicos a algum dos componentes presentes no produto.

Ficou interessado pelos benefícios da quercetina e quer saber se a substância é indicada para o seu caso? Então entre em contato com o Instituto Amato e marque a sua consulta médica. Temos uma equipe de saúde multidisciplinar composta por nutricionistas, cardiologistas, angiologistas, cirurgiões vasculares e várias outras especialidades para oferecer um diagnóstico preciso e tratamento humanizado para promover saúde, bem-estar e qualidade de vida, tanto para você como para a sua família.

Estamos há quase 40 anos no mercado cuidando da saúde das famílias com dedicação, respeito e principalmente competência. Além das consultas médicas, fazemos procedimentos minimamente invasivos, como cirurgias de hérnias, de varizes entre outras. Além disso, oferecemos os melhores tratamentos para infertilidade da atualidade. Clique aqui e agende a sua consulta.

 

Prof. Dr. Alexandre Amato

 

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Quando usar meia de compressão?

Mon, 05/09/2022 - 10:36

A meia de compressão é um dispositivo que facilita o retorno venoso das pernas para o coração, sendo recomendada para todos aqueles que sofrem com doenças e insuficiências venosas crônicas como varizes, trombose e úlceras venosas. Ela melhora a circulação sanguínea, alivia as dores nas pernas, reduz o inchaço e evita o surgimento de novas varizes.

Apesar de fazer parte da terapia compressiva, tratamento não invasivo para doenças venosas e linfáticas, é preciso ter cautela no uso da meia de compressão. Isso porque o dispositivo pode oferecer diferentes níveis de compressão, tamanhos e tipos. E para saber qual é a meia mais indicada para cada caso, um médico angiologista deverá ser consultado.

Além da recomendação médica com um especialista, outros fatores devem ser levados em consideração na hora de usar meia de compressão, conforme destacamos no artigo a seguir. Acompanhe.

Como funciona a meia de compressão?

Para entender como funciona a meia de compressão, é preciso primeiramente compreender como funciona a circulação sanguínea. O processo se inicia com o coração bombeando sangue para órgãos e membros do corpo humano através das artérias. E quando falamos em órgãos, estamos falando de membros superiores e inferiores.

Quando o sangue chega até esses órgãos e membros, ele precisa voltar ao coração para que seja novamente oxigenado e posteriormente bombeado de volta para todo o corpo. Contudo, quando lidamos com membros inferiores, estamos lidando também com um obstáculo: a força da gravidade. 

No caso das pernas, o retorno venoso é feito através da compressão muscular da panturrilha, mais conhecida como batata da perna. A panturrilha funciona como uma espécie de bomba, que impulsiona o sangue das pernas de volta para o coração.

E quando esse retorno não acontece de forma regular? Nesse caso, há o acúmulo de sangue nas veias e isso pode deixá-las inchadas e deformadas, causando o surgimento de varizes. Se não tratadas precocemente, inclusive, podem provocar outras doenças  venosas, como trombose, dermatite ocre e úlceras varicosas.

E justamente para evitar que esses problemas aconteçam é que entra em ação a meia de compressão. Ela comprime a região inferior das pernas e promove o retorno do sangue ao coração. 

 

Para quais casos a meia de compressão é indicada?

A meia de compressão é um dispositivo muito útil e indicado para os seguintes casos:

  • Pessoas que já tenham vasinhos e varizes nas pernas ou com histórico de doenças venosas na família;
  • Indivíduos que passam muito tempo em pé ou sentados, pois ambas as posições dificultam o retorno do sangue das pernas para o coração;
  • Gestantes, já que o sobrepeso pode provocar má circulação sanguínea e varizes;
  • Pacientes trombofílicos;
  • Pessoas que vão realizar viagens de avião com duração superior a 8 horas;
  • Praticantes de atividades físicas cujas atividades exijam maior esforço dos membros inferiores;
  • Pacientes que tenham se submetido a cirurgias em que o pós-operatório determine repouso absoluto;
  • Obesos e sedentários;
  • Portadoras de lipedema, a doença das pernas grossas;
  • Idosos, pois a circulação sanguínea costuma ser mais lenta para esse grupo de pessoas.

 

Vale salientar que a meia de compressão também pode ser usada por pessoas que não se enquadram nas situações acima, mas que sofrem constantemente com sensação de peso nas pernas, pernas inchadas e doloridas.

Isso porque embora seja classificada como uma terapia, a meia de compressão também pode prevenir doenças venosas. E, como já explicamos em outra oportunidade, a dor na panturrilha pode ser um indício de problemas vasculares. Leia o artigo na íntegra e saiba mais a respeito.

Quem não deve usar meia de compressão?

Apesar de garantir mais saúde e qualidade de vida a pacientes com problemas circulatórios, a meia de compressão não deve ser usada nos seguintes casos:

  • Insuficiência cardíaca congestiva e não controlada;
  • Isquemia; 
  • Flebite séptica;
  • Edema hepático;
  • Alergia aos materiais de fabricação da meia;
  • Dermatite úmida;
  • Eczemas e úlceras nas pernas (existem meias especiais para esses casos);
  • Fibromialgia reumática;
  • Edema renal.
Tipos de meias de compressão

Conforme mencionamos anteriormente, a meia de compressão pode ser classificada de acordo com o seu tipo ou com o nível de compressão que oferece. Quanto ao tipo, ela pode ser:

  • Meias ¾, até a altura dos joelhos;
  • Meia de compressão do tipo meia coxa (⅞) ou meia calça.

Já com relação aos níveis de compressão, a meia pode ser classificada como:

  • Suave compressão, esportivas ou preventivas: nível de compressão inferior a  20mmHg. Nesse caso, a meia de compressão pode ser utilizada por qualquer pessoa;
  • Média compressão: entre 20mmHg e 30mmHg. Indicada para quem já apresenta doenças venosas como varizes, edemas, dermatite ocre e úlceras venosas;
  • Alta compressão: acima de 40mmHg. Indicada para uso pós-cirúrgico e para pessoas com problemas de circulação sanguínea mais graves, como trombose e edemas pós-traumáticos.

A partir da média compressão, a meia deve ser prescrita por um médico especializado. 

Como usar

Na maioria dos casos, a meia de compressão é colocada de manhã, quando o paciente acorda, e é retirada antes de dormir. Na prática, a meia é usada por um período que varia entre 8 e 12 horas por dia. 

Cabe ressaltar, no entanto, que a meia não precisa ser utilizada durante o sono. Isso porque durante esse período, a perna já esta para cima, não havendo efeito da gravidade.

Terapia compressiva após o tratamento das varizes

Para obter melhores resultados com a terapia compressiva, o ideal é que a má circulação sanguínea seja tratada, ou seja, a causa do problema. Nesse sentido, a meia compressiva tem sido aplicada como um recurso pós-operatório muito eficaz. Quando utilizada após a realização de procedimentos, como cirurgia de varizes com laser, escleroterapia, entre outros, a meia oferece os seguintes benefícios:

  • Prevenir trombose;
  • Evitar embolia pulmonar;
  • Reduzir os riscos de inflamação e pigmentação na pele;
  • Potencializar a ação do esclerosante.

Você sofre com doenças venosas, quer adotar o uso da meia de compressão, mas não sabe se ela é ideal para o seu caso? O Instituto Amato possui uma equipe médica composta por angiologistas, cardiologistas e cirurgiões vasculares para oferecer um diagnóstico preciso e tratamento adequado. Entre em contato conosco e marque já a sua consulta

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O que é Úlcera Venosa?

Thu, 05/05/2022 - 13:16

A úlcera venosa, também conhecida como úlcera varicosa, representa um estágio avançado da insuficiência venosa. Doença crônica é caracterizada pela abertura de uma ferida na parte inferior da perna, geralmente na região dos tornozelos, a condição acomete cerca de 1% da população brasileira. Contudo, a incidência da doença tende a aumentar conforme o avanço da idade, atingindo aproximadamente 4% dos idosos acima dos 65 anos.

Como surge a úlcera venosa?

Conforme pontuamos anteriormente, a úlcera venosa é uma doença crônica, causada pela má circulação sanguínea. Na prática, ela acontece por causa da dificuldade do retorno do sangue dos membros inferiores ao coração. Isso, por sua vez, faz com que haja um acúmulo de sangue nas veias, que podem causar inclusive o rompimento dos vasos sanguíneos. 

Com o rompimento, os componentes do sangue causam uma inflamação na pele, que pode culminar na abertura de feridas de difícil cicatrização. Com relação à ferida, ela pode ser indolor, pouco ou bastante dolorida, conforme o seu estágio. Contudo, pode aumentar de tamanho e profundidade caso não seja tratada rapidamente e apresentar outras complicações como apresentação de secreção purulenta, mau cheiro, inchaço, vermelhidão e calor local.

Principais sintomas

Em outra oportunidade, falamos aqui no blog sobre a Dermatite Ocre, condição também provocada pelo mau funcionamento das veias. De acordo com o que explicamos, a Dermatite Ocre é causada por varizes do estágio 4, ou seja, varizes avançadas. 

Se fôssemos definir um estágio para a úlcera venosa, a doença seria então classificada como estágio 6, ou seja, gravíssima. Até mesmo porque ela é precedida pela Dermatite Ocre e os seus sintomas, que incluem:

  • Inchaço e vermelhidão na parte inferior das pernas;
  • Coceira;
  • Descamação, rigidez e atrofia da pele;
  • Rigidez muscular;
  • Aparecimento de manchas amarronzadas ou arroxeadas no local;
  • Surgimento de feridas com a presença ou não de pus.

 

De acordo com a SBACVSP (Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – Regional São Paulo), a úlcera varicosa não é uma doença fatal e, assim sendo, não causa riscos de morte ao paciente. Todavia, é uma condição que afeta consideravelmente a sua qualidade de vida, impedindo inclusive a realização de atividades rotineiras. 

Tratamentos para úlcera venosa

A úlcera venosa tem cura, mas, por ser uma doença crônica e vascular, é uma condição recorrente se não tratar a origem do problema. O tratamento para o problema é feito por um angiologista, médico especializado que cuida de patologias relacionadas aos vasos sanguíneos e linfáticos.

O tratamento tem como finalidade melhorar a circulação sanguínea, aliviar a dor e o inchaço, promover a cicatrização da ferida aberta e evitar o surgimento de novas úlceras. Para que isso seja possível, o profissional pode recomendar os seguintes procedimentos:

Terapia compressiva

Tratamento não invasivo, consiste no uso de meias de compressão para estimular a circulação local, diminuindo o inchaço, a dor e os riscos de a ferida infeccionar. Graças à melhora circulatória, a terapia compressiva também evita o surgimento de novas úlceras.

Limpeza da úlcera venosa

Além da terapia compressiva, a limpeza do ferimento também faz parte do tratamento. É preciso remover o tecido morto da úlcera varicosa com o auxílio de substâncias específicas para esse fim. Geralmente esse procedimento é feito com a aplicação de soro fisiológico no local para limpar e desinfetar a pele. 

Posteriormente, são aplicadas substâncias como hidrogel ou alginato de cálcio, que promovem uma cobertura capaz de cicatrizar feridas superficiais ou profundas, infeccionadas ou não e com ou sem necrose. Após a aplicação dos medicamentos, a ferida é protegida por um curativo.

Elevação das pernas

Deitar-se com as pernas elevadas a um nível superior ao do corpo também é uma das formas de tratamento para a úlcera varicosa. Prático, simples e funcional, ele consiste em apoiar as pernas sobre travesseiros ou almofadas, para facilitar o retorno do sangue das pernas para o coração.

 

Uso de medicamentos específicos para úlcera venosa

Em alguns casos, o angiologista poderá prescrever medicamentos orais para estimular a circulação sanguínea e ajudar no fechamento da ferida. Ainda, podem ser prescritos analgésicos para aliviar a dor.

Casos em que a cirurgia vascular é necessária

Em casos de úlceras venosas graves e recorrentes, o profissional de saúde pode recomendar tratamentos mais agressivos ou invasivos para sanar o problema e devolver a qualidade de vida ao paciente. Nesse caso, os mais indicados são:

 

Vale a pena destacar que os procedimentos buscam atuar na causa da úlcera venosa, ou seja, nas varizes. Por isso, eles diminuem em até 90% as chances de recidiva e promovem resultados mais rápidos dos que os tratamentos não invasivos. 

Apesar de causarem receio em muitos pacientes, tratam-se de procedimentos simples, indolores e de fácil recuperação. Eles são realizados com o uso de anestesia local ou raquianestesia, que inibe a sensibilidade dos membros inferiores. O pós-cirúrgico é bem tranquilo e inclui repouso durante as primeiras 48 horas da cirurgia e práticas como caminhar para evitar trombose, limpeza das feridas cirúrgicas, alimentação leve e equilibrada.

 

Tratamento e cirurgia de úlcera venosa no Instituto Amato

Conforme apresentamos ao longo deste artigo, a úlcera varicosa tem tratamento e até cura. Ela demanda acompanhamento multidisciplinar de saúde, como consultas regulares a especialidades como angiologia, cardiologia e cirurgia vascular. 

Nesse sentido, o Instituto Amato surge como grande aliado da sua saúde e bem-estar. Há quase 40 anos no mercado, a clínica reúne em um único lugar várias especialidades médicas para que você tenha um tratamento humanizado, assertivo e com excelentes resultados. 

Além dos consultórios médicos, o Instituto Amato conta ainda como um centro de medicina avançada, o Hospital Dia. Trata-se, na verdade, de um centro cirúrgico próprio, equipado com equipamentos de altíssima tecnologia e especializado em procedimentos minimamente invasivos, em que o paciente recebe alta no mesmo dia.

No Hospital Dia, o paciente recebe todos os cuidados pós-cirúrgicos necessários durante um período não superior a 12 horas, em uma modalidade mais conhecida como internação parcial. Após esse período, ele recebe alta, mas continua sendo devidamente acompanhado pela equipe médica especializada. 

Desconfiado que tem úlcera venosa ou não sabe mais o que fazer para tratar o problema? Entre em contato com o Instituto Amato, marque a sua consulta e descubra os melhores tratamentos para melhorar a sua circulação sanguínea, recuperar a sua autoestima e qualidade de vida.

 

Prof. Dr. Alexandre Amato

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Dor na panturrilha: o que pode ser e como aliviar?

Fri, 04/29/2022 - 10:15

Provavelmente você alguma vez já sentiu dor na panturrilha, região mais conhecida como batata da perna. Afinal de contas, o incômodo é absolutamente normal após atividades físicas intensas, longas caminhadas ou ficar muito tempo de pé. O problema é quando essa dor se torna frequente mesmo sem ter feito maiores esforços, passando a indicar problemas de saúde.

Confira no artigo a seguir o que pode causar dor na panturrilha e como tratar esse incômodo.

O que é panturrilha?

Para quem não sabe, a panturrilha é uma região que fica localizada na parte inferior da perna, abaixo e atrás dos joelhos. Ela é popularmente conhecida como batata da perna e é composta pelos músculos gastrocnêmio e sóleo, responsáveis pela marcha e pelo amortecimento do corpo durante a caminhada. Além desses músculos, a panturrilha também é composta por tendões, veias e artérias.

Dessa forma, fica fácil perceber que a panturrilha é uma região indispensável ao bom funcionamento do corpo humano e à realização de vários movimentos corriqueiros. Ela ajuda a manter o equilíbrio, a postura, auxilia na caminhada e na flexão plantar. Além disso, facilita os movimentos de sentar, abaixar, levantar e dirigir. 

E como se já não bastassem todas essas funções, a panturrilha também atua na circulação sanguínea, ajudando a bombear o sangue venoso de volta para o coração.

O que pode causar dor na panturrilha?

Vários fatores podem causar dor na panturrilha e é preciso ficar atento a cada um deles. De maneira geral, os sintomas acontecem principalmente por sobrecarga dos músculos, mas a dor na região também pode ser indicativo de problemas mais graves, tais como:

Lesões musculares

As lesões musculares geralmente são causadas pelo excesso de exercícios físicos e podem ter origem no rompimento das fibras musculares, na lesão ou ruptura do tendão de Aquiles e na inflamação dos tendões. Elas podem causar dores intensas, conforme o quadro e a gravidade da situação. 

As lesões musculares podem ser tratadas com o uso de meias de compressão, compressas de gelo, massagem local com pomadas anti-inflamatórias e elevação da panturrilha com o auxílio de um travesseiro ou almofada. No caso do rompimento do tendão de Aquiles, recomenda-se a cirurgia para resolver o problema.

 

Má circulação sanguínea

A má circulação sanguínea também pode causar dor na panturrilha, em intensidades que variam conforme o problema apresentado. Isso porque várias patologias podem ser associadas à falta de circulação sanguínea, algumas mais graves do que as outras. 

Por isso, ao perceber dores persistentes na região, o ideal é procurar ajuda médica para receber um diagnóstico precoce e o tratamento adequado. No caso de problemas vasculares, os mais comuns são:

  • Varizes: veias inchadas e protuberantes, causam sensação de peso na perna, inchaço e vermelhidão local. Os sintomas tendem a desaparecer com repouso, uso de meias de compressão e remédios apropriados;
  • Trombose venosa profunda: coágulo que se forma dentro da veia e impede a passagem do sangue. Causa dores repentinas e agudas na panturrilha, inchaço e edemas. Se não diagnosticada e tratada a tempo, pode levar a pessoa a óbito. Geralmente o tratamento é feito com remédios anticoagulantes.

 

Claudicação intermitente

A claudicação intermitente representa um quadro grave de má circulação sanguínea e pode se manifestar com dor na panturrilha, principalmente após a prática de um exercício físico, ainda que leve. Na prática, trata-se de insuficiência circulatória e de oxigênio na região, causada pelo estreitamento das artérias. O problema atinge aproximadamente 5% da população brasileira e acomete principalmente pessoas entre os 55 e 60 anos de idade.

Em casos mais leves, o tratamento é feito com repouso, uso de medicamentos vasodilatadores e fisioterapia para desobstruir os vasos sanguíneos e aliviar a dor na panturrilha. Contudo, casos de moderados a graves podem necessitar de intervenção cirúrgica, já que se não tratados a tempo podem inclusive causar a amputação das pernas. 

 

Cisto de Baker

O cisto de Baker, por sua vez, é o acúmulo do líquido sinovial nos tendões e bursas da região do joelho. O problema pode causar inchaço local, dor na panturrilha e dificuldades para caminhar. 

Para aliviar os incômodos, ortopedistas e reumatologistas recomendam o uso de meias de compressão, de compressas geladas e fisioterapia. Todavia, diante de sintomas mais agudos, pode ser necessária a intervenção cirúrgica para retirada do cisto.

E por falar em cisto, saiba como é feita a cirurgia de cisto pilonidal em Hospital Dia.

 

Dor na panturrilha por celulite infecciosa

Embora seja mais conhecida como acúmulo de gordura, a celulite também pode se apresentar na forma de uma infecção das camadas profundas da pele. A condição geralmente se manifesta após feridas e cortes cirúrgicos e é causada por bactérias do tipo Streptococcus e Staphylococcus.

A celulite infecciosa também causa dor na panturrilha, vermelhidão, calor e inchaço local. O tratamento geralmente é feito com antibióticos para evitar que as bactérias caiam na corrente sanguínea e causem a morte do paciente.

 

Cãibras

As cãibras estão entre as principais queixas de dor na panturrilha e são causadas pela contração muscular involuntária. Elas são mais frequentes após a prática de atividades físicas intensas e de noite, durante o sono. Após os episódios de contrações, a batata da perna pode ficar dolorida e inchada.

As cãibras podem surgir por causa de desgaste físico, produção de ácido lático e alimentação pobre em sódio e potássio. O tratamento para o problema inclui reeducação alimentar, exercícios físicos para fortalecimento muscular e consumo de suplementos nutricionais.

 

Onde tratar a dor na panturrilha com uma equipe multidisciplinar de saúde?

 

Há quase 40 anos cuidando da saúde das famílias brasileiras, o Instituto Amato possui várias especialidades médicas para você tratar a dor na panturrilha e qualquer outro incômodo que esteja prejudicando a sua qualidade de vida. Nossa equipe médica é composta por cardiologistas, angiologistas, cirurgiões vasculares, fisioterapeutas entre vários outros especialistas para cuidar de vários aspectos da sua saúde em um só lugar.

Em nosso Hospital Dia, oferecemos uma moderna modalidade de internação parcial para procedimentos simples e que dispensam internação hospitalar superior a 12 horas. Por meio de aparelhos de última geração e tecnologia de ponta, oferecemos diagnósticos precisos, confiáveis e realizamos procedimentos minimamente invasivos. A alta hospitalar acontece no mesmo dia e proporciona uma recuperação mais rápida, custos mais acessíveis e baixíssimo risco de infecção hospitalar.

Sentindo dor na panturrilha? Busque ajuda médica, inicie o quanto antes o seu tratamento e recupere a sua saúde com uma equipe especializada. Entre em contato conosco e marque a sua consulta.

Prof. Dr. Alexandre Amato

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Dermatite ocre: mancha nas pernas pode ser vascular?

Fri, 04/29/2022 - 10:04

Você sofre com manchas marrons na pele, nos membros inferiores? Se sim, saiba que a condição pode significar dermatite ocre, uma inflamação da pele causada pelo mau funcionamento das veias. Nesse caso, a hipertensão venosa pode ser motivada pela falha das vávulas venosas, obesidade, sedentarismo, problemas circulatórios entre outros fatores. Conhecê-los, portanto, é a melhor maneira de combater e tratar o problema antes que a doença progrida de tal forma que atrapalhe a sua qualidade de vida.

De acordo com a SBACV (Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular), cerca de 38% da população brasileira sofre com varizes, sendo a doença mais frequente em mulheres. Caracterizada por veias dilatadas, deformadas e salientes, as varizes comprometem a estética, causam dores nas pernas e prejudicam a realização de várias atividades do dia a dia. Classificadas em estágios que variam do 1 ao 6, a dermatite ocre é causada por varizes do estágio 4, ou seja, já avançadas. E se não tratadas a tempo, podem causar feridas na pele.

Quer saber como tratar a dermatite ocre, suas causas e consequências? Confira no artigo a seguir como melhorar a sua saúde circulatória com uma equipe especializada e com os melhores tratamentos da atualidade.

 

Dermatite ocre: quando as manchas nas pernas são de origem vascular

Diante de tudo o que já foi exposto até aqui, fica fácil perceber que apesar do nome, a dermatite ocre não se trata apenas de um problema de pele. Absolutamente! Apesar das manchas escurecidas nos membros inferiores, a condição na verdade é provocada pela insuficiência venosa

Nesse cenário, o mau funcionamento das veias causa a hipertensão venosa, em que o sangue fica represado na região inferior das pernas. A pressão local então lesiona os vasos sanguíneos e os elementos do sangue extravasam e se fixam na pele, causando irritação e uma hiperpigmentação de cor amarronzada, que geralmente aparece nos tornozelos. Ao modificar a constituição da pele, a dermatite ocre deixa o tecido suscetível a feridas como úlcera varicosa.

 

Mas por que surgem as varizes?

As varizes podem surgir por vários motivos. Embora o sedentarismo e a obesidade sejam os mais comuns, existem outros que de igual forma contribuem para o surgimento do problema:

  • Predisposição genética;
  • Síndrome pós trombótica.

Ao perceber vasinhos ou veias dilatadas e aparentes sob a pele, o ideal é buscar ajuda médica. Nesse caso, é necessário procurar um angiologista, profissional especializado que cuida de alterações nas veias, artérias e vasos linfáticos. Quanto antes obter um diagnóstico para o problema, maiores são as chances de evitar a dermatite ocre entre outras complicações.

 

Sintomas

Além da identificação das causas da dermatite ocre, que são o aparecimento de vasinhos e veias dilatadas, outros sintomas também podem ajudá-lo a identificar o problema, tais como:

  • Inchaço e vermelhidão na parte inferior das pernas;
  • Coceira;
  • Descamação da pele;
  • Hiperpigmentação local (manchas de cor marrom ou arroxeadas);
  • Calor local;
  • Rigidez da pele e da musculatura;
  • Feridas na pele.
Tratamento de dermatite ocre

Uma vez instalada, a dermatite ocre vira uma doença crônica e como tal, não tem cura, mas tem tratamento. Ele consiste primeiramente em tratar as varizes, que é a causa do problema. Afinal de contas, de nada adianta tratar as manchas nas pernas e não tratar a insuficiência venosa. Caso isso aconteça, existe uma grande probabilidade de as manchas voltarem. E bem mais intensas.

O tratamento das varizes geralmente é feito com medicamentos que melhoram a circulação sanguínea. Todavia, dependendo da gravidade, pode ser necessária a intervenção cirúrgica. Após tratada a causa, podem ser adotados alguns procedimentos para clarear as manchas nas pernas e deixar a pele mais uniforme, como por exemplo:

  • Cremes clareadores com ação despigmentante;
  • Peelings;
  • Luz intensa pulsada;
  • Tratamento com laser.

Vale a pena destacar que com o tratamento da causa, ou seja, as varizes, já é possível observar uma boa melhora nas manchas de dermatite ocre. Contudo, o tratamento clínico específico para esse fim produz melhores resultados. Porém, cabe ressaltar que dependendo do grau de escurecimento da mancha, o tratamento pode apenas amenizar o problema e não clareá-la por completo.

 

Melhor tratamento é a prevenção

Conforme pontuamos anteriormente, a dermatite ocre é uma doença crônica e após instalada não tem cura. E é justamente por isso que o melhor tratamento para o problema é a prevenção das varizes, principalmente quando o fator genético não está envolvido. Confira a seguir algumas dicas para evitar varizes:

  • Evitar ficar sentado ou em pé por muito tempo;
  • Manter o peso sob controle;
  • Evitar alimentos ultraprocessados e gordurosos;
  • Em caso de má circulação, o uso de meias de compressão pode ser uma boa alternativa;
  • Elevação dos membros inferiores e repouso em casos de dores nas pernas;
  • Uso de medicamentos para melhorar a circulação e a pressão venosa.

 

Onde tratar a dermatite ocre com uma equipe especializada?

No Instituto Amato você encontra os melhores angiologistas, cardiologistas, cirurgiões vasculares e demais especialidades médicas para tratar doenças nos vasos sanguíneos e linfáticos, como varizes e obstruções arteriais

Para oferecer melhores resultados no seu tratamento, possuímos também em nossa equipe médica dermatologistas, profissionais que cuidam de várias doenças que acometem a pele. Assim, após tratar as varizes, você poderá clarear as manchas nas pernas em um só lugar, por meio de tratamentos modernos e tecnológicos.

Além de equipe multidisciplinar de saúde, o Instituto Amato possui uma clínica médica própria, o Hospital Dia. Com o auxílio de um moderno sistema de internação parcial, realizamos procedimentos de baixa complexidade como cirurgias de varizes com laser, secagem de vasinhos (escleroterapia) entre muitos outros.

Nessa modalidade hospitalar, o paciente recebe alta no mesmo dia, o que favorece a sua recuperação e diminui os riscos de infecção e complicações hospitalares. Além disso, torna os tratamentos mais acessíveis e humanizados. 

Quer tratar a dermatite ocre com uma equipe médica que há quase 40 anos cuida da saúde das famílias brasileiras com ética, respeito e principalmente competência? Entre em contato conosco e marque já a sua consulta.

Prof. Dr. Alexandre Amato

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O que é hérnia? Hérnia umbilical, hérnia inguinal e outras

Sun, 03/27/2022 - 11:20

Hérnias podem acontecer em muitos locais diferentes do corpo e cada local tem seu próprio tratamento. Já falamos até de hérnias na coluna.  O nome da hérnia costuma indicar sua localização: por exemplo, uma hérnia umbilical ocorre perto do umbigo (ou onde mais você esperaria?) enquanto uma inguinal é encontrada mais abaixo junto com outros tipos como femoral, que aparece na região da virilha; também há hérnias epigástricas que podem ocorrer por causa da obesidade ou cicatrizes de cirurgias estomacais prévias.

O que são as hérnias?

Hérnias são condições nas quais um órgão ou tecido se move através de um buraco que não é destinado a ele. Esse buraco é a hérnia. Quando um órgão ou tecido é empurrado para fora de sua localização normal através dessa hérnia, você pode notar que aparecem alguns sintomas. Estes podem incluir inchaço e/ou dor na região e desconforto, mas, às vezes, você não notará nenhum sinal de que algo está errado até mais tarde, quando os sintomas se tornam mais sérios. A cirurgia pode ser necessária para fechar esse buraco.

A hérnia não é algo que você deve ignorar. Ela pode causar sérias complicações se não for tratada, tais como gangrena ou morte!

Tipos de hérnia da parede abdominal

Hérnias abdominais são abaulamentos (parecidos com “bolhas”) observados no abdome (barriga)
Dependendo de sua localização as hérnias são classificadas como:

Dentro destas formações podem estar alojados órgãos que deveriam estar dentro da cavidade abdominal.

A cavidade abdominal é uma parte muito importante do nosso corpo. Neste espaço, podemos encontrar muitos órgãos diferentes que nos mantêm vivos e funcionando bem! Um tipo em particular chamado de “hérnia abdominal” ocorre quando muita pressão se acumula em torno de uma área da parede abdominal, fazendo com que esses órgãos internos se projetem através de um orifício nessa parede abdominal. Muitas vezes isso ocorre sem sinais ou sintomas de aviso. Felizmente são reparos relativamente fáceis com risco mínimo de complicações quando feito rápido diagnóstico por seu médico.

Geralmente as hérnias são muito comuns, e aparecem em pessoas que tem predisposição. Atividades de esforço que aumentem a pressão abdominal pode desencadear o aparecimento da hérnia nestas pessoas que já tenham esta predisposição. Atividades como carregar muito peso, ou exercícios extenuantes.

Infelizmente não há tratamento preventivo, e quando a hérnia é confirmada no exame médico, o único tratamento realmente efetivo é a cirurgia.

Existe grande preocupação pela possibilidade de ocorrer um estrangulamento (torção; isquemia;  “nó nas tripas”) do órgão dentro do saco herniário, o que ocasiona dor intensa, com risco de complicações sérias, sendo necessária cirurgia de urgência. Isso se chama hérnia encarcerada e é uma situação muito grave, que requer tratamento imediato. A hérnia encarcerada pode evoluir para uma situação ainda pior, que é a hérnia estrangulada. Os sinais e sintomas de uma hérnia estrangulada podem incluir: náuseas, vômitos e febre e indicam que o órgão dentro da hérnia está morrendo. Pode haver morte tecidual se o paciente não for operado com rapidez suficiente. Intervenção médica urgente é necessária imediatamente!

Para cada tipo de hérnia existe uma técnica cirúrgica específica, sendo que, atualmente, com frequência, utilizamos materiais (telas) para reforço da região, diminuindo a possibilidade de retorno da hérnia no local operado.

Se o paciente não possui outras doenças associadas, a cirurgia da hérnia é de baixa complexidade, podendo ser realizada com programação de alta hospitalar no mesmo dia, sem a necessidade de dormir no hospital.

Marque sua consulta com Dr Cássio Barros

O é a hérnia inguinal?

A protrusão de algum órgão abdominal causada principalmente pelo enfraquecimento da parede abdominal na região da virilha. Mas, será que existe uma motivação para esse “escape”? Entre os motivos mais comuns destacam-se o levantamento constante de peso excessivo e a má formação dos órgãos abdominais (mais comum em bebês e crianças). Há ainda a predisposição genética: pessoas com casos de hérnia na família têm mais chances de desenvolver o problema. Em alguns casos ocorrem hérnias inguinais em ambas as virilhas – hérnia inguinal bilateral. Quando a hérnia é tão volumosa que o conteúdo chega até o saco escrotal, ela é chamada de hérnia inguino escrotal. O diagnóstico da hérnia inguinal é frequentemente simples e é feito pelo exame físico da parede abdominal pela palpação, de forma que é possível identificar um abaulamento que aumenta com o esforço ou a tosse. Às vezes, o cirurgião realiza um exame como ultrassom da parede abdominal ou uma tomografia de abdome para ajudar a definir o diagnóstico.Veja mais sobre hérnia inguinal.

O é a hérnia umbilical?

A hérnia umbilical consiste na protrusão na região do umbigo de algum órgão abdominal pelo enfraquecimento da parede abdominal. A hérnia umbilical é uma condição que ocorre quando parte do intestino ou outros órgãos localizados no abdômen passam por músculos fracos, devido a falhas congênitas (em bebês) e/ou lesões musculares. Estudos mostram que 20% da população brasileira sofre deste problema; ele pode afetar tanto crianças quanto adultos que podem ter inchaços esteticamente desagradáveis em seu umbigo, bem como uma qualidade de vida reduzida. Veja mais sobre hérnia umbilical.

 

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Fonte:Amato, MCM; Amato, CM; Amato, MCM; Morillo, MG. Manual para o médico generalista. 2˚ edição. 2012 (no prelo)

 

 

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Hérnia inguinal em Hospital Dia

Fri, 03/25/2022 - 07:12

Hérnia é um termo usado para definir a protrusão de parte do intestino ou de outros órgãos em determinados pontos do abdômen, causando nódulos visíveis. Geralmente isso acontece por causa do enfraquecimento da parede abdominal, que provoca a abertura de um orifício e possibilita a passagem do órgão através dele. Quando a protrusão ocorre na região da virilha, é chamada de hérnia inguinal.

A hérnia inguinal é a mais frequente na população, correspondendo a 75% de todos os casos de hérnia diagnosticados. Segundo a entidade, a condição é mais comum em pessoas do sexo masculino.

O que causa a hérnia inguinal?

A protrusão do órgão abdominal é causada principalmente pelo enfraquecimento da parede abdominal. Mas, será que existe uma motivação para esse “escape”? 

Entre os motivos mais comuns destacam-se o levantamento constante de peso excessivo e a má formação dos órgãos abdominais (mais comum em bebês e crianças). Contudo, prisão de ventre recorrente (constipação), tosse crônica e obesidade também podem contribuir para o surgimento do problema. 

Realizar muito esforço após cirurgias abdominais (retirada da vesícula, apêndice, cirurgia bariátrica entre outras) também pode causar hérnia inguinal. Há ainda a predisposição genética: pessoas com casos de hérnia na família têm mais chances de desenvolver o problema.

Como identificar?

Identificar uma hérnia inguinal é relativamente fácil, já que trata-se de uma saliência na região da virilha. Ela pode causar os seguintes sintomas:

  • Dor, inchaço e vermelhidão local;
  • Vômitos;
  • Endurecimento no local da hérnia;
  • Febre.
Tratamentos para hérnia inguinal

Dependendo do caso, o médico pode receitar medicamentos analgésicos para aliviar a dor local, como dipirona, paracetamol e corticoides. Todavia, o melhor tratamento para a hérnia inguinal é a cirurgia, que pode ser aberta ou laparoscópica, com o auxílio de microcâmeras e pequenos cortes ao redor do local. 

Dependendo do caso, pode haver a necessidade do uso de telas para reforçar o tecido e evitar que o órgão volte a ultrapassar a parede abdominal. As telas diminuem em 99% a reincidência do problema.

A cirurgia é feita com anestesia epidural, geral ou local, conforme a complexidade do procedimento. A anestesia epidural bloqueia a sensibilidade dos membros inferiores e região abdominal, enquanto a geral coloca o paciente para dormir. Esta, por sua vez, pode ser combinada com uma anestesia local para a realização do procedimento.

Após a cirurgia, recomenda-se repouso de 15 dias. Durante esse período, o paciente deve evitar pegar peso acima de 5% do peso do próprio corpo e não deve fazer esforço físico. Mas pode caminhar, tomar banho, sentar, deitar e realizar suas atividades diárias normalmente.

Possíveis complicações

Assim como acontece nos outros tipos de hérnias, a hérnia inguinal é um problema que evolui gradativamente, se nenhuma providência for tomada para conter a condição. Além do prejuízo estético, já que as hérnias vão aumentando de tamanho com o passar do tempo, existem ainda complicações de saúde caso a saliência não seja corrigida a tempo.

Se não tratada precocemente, a hérnia inguinal pode descer para os testículos, causando deformidades. Além disso, pode causar o estrangulamento do intestino, que é quando o órgão sai pelo orifício, mas não consegue mais voltar porque fica preso.

Também chamado de encarceramento do intestino, a complicação causa dores intensas, constipação intestinal, vômitos e, em casos mais graves, necrose do tecido. Nesse caso, é feita uma cirurgia de emergência, geralmente aberta, no paciente.

Justamente por isso recomenda-se tratar a hérnia logo que ela surge. Dessa forma, é possível programar a cirurgia com antecedência e optar pela laparoscopia, que quase não deixa cicatrizes no corpo e tem recuperação mais rápida.

A hérnia na virilha pode voltar após a cirurgia?

Infelizmente sim, se no pós-operatório o paciente não seguir as recomendações de repouso ou se não forem utilizadas telas para reforçar a região. A boa notícia é que graças ao avanço da medicina e à modernidade das técnicas cirúrgicas, atualmente a reincidência de casos de hérnia é de menos de 1%.

Após os primeiros 15 dias de repouso, uma reavaliação médica é feita para saber se o paciente pode voltar ao trabalho. Para atividades físicas, principalmente as mais intensas (musculação, abdominais entre outras), recomenda-se aguardar um período de 90 dias para retomar as atividades.

Hérnia inguinal em hospital dia

Uma pergunta frequente entre todos aqueles que sofrem com hérnia inguinal é se precisam se internar em hospital por muito tempo para realizar a cirurgia. Felizmente isso não é preciso, pois trata-se de um procedimento de baixa complexidade. Caso não haja nenhuma complicação após a cirurgia, o paciente recebe alta no mesmo dia.

Também chamada de cirurgia ambulatorial, a técnica utiliza sedação e anestesia local para a realização do procedimento. A recuperação tende a ser rápida, menos dolorosa e menos solitária quando comparada à internação hospitalar tradicional.

Antes de ser liberado, o paciente é submetido a uma avaliação médica para saber se está tudo em ordem. Caso esteja tudo bem, ele recebe orientações sobre o repouso necessário, dieta pós-cirúrgica e recebe uma receita com a prescrição de medicamentos necessários. Entre os mais recomendados, destacam-se os antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos.

 

Onde fazer cirurgia de hérnia inguinal com segurança e sem necessidade de internação hospitalar? Conheça o Hospital Dia do Instituto Amato

No Instituto Amato você faz cirurgia de hérnia inguinal com uma equipe médica especializada e multidisciplinar. Nosso atendimento é feito no Hospital Dia, uma instituição de saúde própria, com infraestrutura moderna e com modalidade de internação parcial.

Nessa modalidade, o paciente recebe todos os cuidados de saúde necessários por um período não superior a 12 horas. Trata-se, na verdade, de uma excelente alternativa à hospitalização clássica, pois é mais acessível, humanizada e oferece menos riscos. E, em caso de dúvidas ou de qualquer eventualidade com a cirurgia já em casa, basta entrar em contato com a equipe médica para a resolução do problema.

Quer saber mais sobre a cirurgia de hérnia inguinal ou saber mais sobre o Hospital Dia do Instituto Amato? Então entre em contato conosco e agende a sua consulta.

 

Dr. Cássio Jerônimo Machado de Barros

 

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Hérnia umbilical em Hospital Dia

Tue, 03/22/2022 - 11:36

Hérnia umbilical é um nódulo ou saliência que se forma na região do umbigo. Ela acontece quando parte do intestino ou de outros órgãos localizados no abdômen atravessa a parede abdominal por causa de enfraquecimento muscular ou por má-formação congênita. 

Estudos científicos mostram que até 20% da população brasileira sofre com hérnia umbilical. Apesar de ser mais comum em bebês e crianças, o problema também acomete adultos, prejudicando a estética e a qualidade de vida.

O que causa a hérnia umbilical?

Conforme pontuamos anteriormente, o enfraquecimento da parede abdominal é a principal causa para a protrusão de parte do intestino ou de outros órgãos na região do umbigo. Todavia, existem ainda outros fatores que também contribuem para o surgimento do problema:

  • Acúmulo de líquidos no interior da cavidade peritoneal (ascite ou barriga d’água);
  • Levantamento de peso excessivo;
  • Gravidez;
  • Obesidade;
  • Tabagismo;
  • Prática de atividades físicas intensas;
  • Tosse crônica;
  • Nascimento prematuro;
  • Predisposição genética;
  • Cirurgia abdominal.
Como identificar?

Assim como acontece nos outros tipos de hérnias, identificar a hérnia umbilical é uma tarefa relativamente fácil. Afinal, a principal característica do problema é o surgimento de uma saliência na região, que pode ou não ser acompanhada de dor.

Contudo, outros sintomas também ajudam a descobrir se você tem hérnia umbilical:

  • Movimento anormal no abdômen ao tossir, evacuar ou erguer peso;
  • Dor e inchaço local;
  • Enjoo;
  • Náuseas, vômito e febre, no caso de hérnia estrangulada.

Já o diagnóstico médico inicialmente é clínico e leva em consideração a queixa do paciente, a observação do local e a palpação da região onde a hérnia está instalada. Como em estágios iniciais a saliência é quase que imperceptível, o médico pode solicitar exames complementares para comprovar a existência de uma hérnia, como uma ultrassonografia.

Complicações

As complicações da hérnia umbilical vão além do comprometimento estético, já que o nódulo é visível. Elas também atrapalham o dia a dia, já que quem sofre com o problema não pode realizar atividades físicas intensas e carregar peso. Dependendo do tamanho da saliência, a hérnia no umbigo pode até mesmo dificultar movimentos simples, como sentar e abaixar, por exemplo.

Mas é claro que essas não são as únicas complicações da hérnia umbilical. As mais comuns e severas, inclusive, são o encarceramento e o estrangulamento intestinal. O encarceramento é a prisão do órgão dentro do saco hernial, enquanto o estrangulamento é a interrupção da passagem de sangue para o órgão. Esta, por sua vez, pode levar o paciente a óbito, caso ele não seja submetido a uma cirurgia de emergência.

Prevenção 

Diferentemente da hérnia inguinal, que é mais frequente em homens, a hérnia umbilical é mais comum em pessoas do sexo feminino. Como ela é geralmente decorrente do enfraquecimento da parede muscular, recomenda-se a prática de exercícios que fortaleçam a região.

Não fumar, adotar uma alimentação equilibrada, vigiar o peso e beber bastante água são hábitos de vida saudável que também podem evitar o aparecimento de hérnia no umbigo. Contudo, não tem como prevenir o problema em pessoas predispostas geneticamente. Nesses casos, apenas é feito o tratamento do problema para que não evolua e cause complicações.

Tratamento para hérnia umbilical

Como a hérnia umbilical é um problema que geralmente afeta tanto crianças quanto adultos, as formas de tratamento costumam ser diferentes para cada caso.

Crianças

Em crianças, a hérnia umbilical tende a desaparecer naturalmente até os 3 anos de idade. Porém, caso isso não aconteça, é recomendada então a cirurgia para corrigir o problema.

Adultos

Em adultos, o melhor tratamento para hérnia umbilical é sempre a cirurgia, que pode ser aberta ou por videolaparoscopia. Trata-se de uma técnica cirúrgica pouco invasiva que utiliza uma microcâmera para ajudar a reposicionar o órgão em seu devido lugar de forma precisa e sem a necessidade de cortes muito grandes.

No procedimento (tanto tradicional quanto laparoscópico), o órgão é reposicionado em seu devido lugar e colocada uma tela para reforçar a região do abdômen e impedir que o problema volte novamente.

A cirurgia é relativamente simples, de fácil recuperação e pode ser feita até mesmo em clínicas ambulatoriais com modalidade de internação parcial, como o Instituto Amato. O paciente recebe alta algumas horas após o procedimento e faz um repouso de 15 dias em casa, conforme orientação médica. 

Passado o período de repouso, o paciente passa por uma nova avaliação médica, que analisa a aderência da tela ao tecido abdominal e a cicatrização das incisões. Estando tudo bem, ele é liberado para voltar às suas atividades profissionais. Prática de atividades físicas intensas e levantamento de peso devem aguardar pelo menos 90 dias.

A hérnia umbilical pode voltar após a cirurgia?

Infelizmente sim, se a pessoa for predisposta geneticamente ao problema ou se não seguir à risca as recomendações para o pós-operatório. Contudo, a colocação de tela cirúrgica, geralmente feita de polipropileno, diminui a recidiva de hérnia umbilical em aproximadamente 99%.

 

Cirurgia de hérnia umbilical em Hospital Dia

Por se tratar de uma cirurgia de baixa complexidade, a cirurgia de hérnia umbilical dispensa internação em hospital por longos períodos. No Hospital Dia do Instituto Amato, o paciente recebe alta algumas horas após a cirurgia, o que torna o procedimento mais acessível, humanizado e com menos riscos de complicações.

Conforme o próprio nome sugere, o Hospital Dia oferece internação parcial, ou seja, por períodos não superiores a 12 horas. Durante esse período, o paciente recebe todos os cuidados de saúde necessários, feitos por uma equipe médica especializada e multidisciplinar. Conheça a nossa equipe médica.

Antes de ser liberado, o paciente é submetido a uma avaliação médica para saber se está tudo bem com a cirurgia. Caso a avaliação seja positiva, ele recebe orientações sobre o repouso no pós-operatório, sobre a dieta necessária e prescrição de medicamentos como analgésicos, antibióticos e anti-inflamatórios.

Além disso, o paciente recebe um telefone de contato, para que já em casa, ele possa tirar dúvidas a respeito da cirurgia ou resolver qualquer eventualidade. Quer fazer a sua cirurgia de hérnia umbilical com uma equipe médica que há quase 40 anos cuida da saúde e do bem estar de milhares de brasileiros? Entre em contato com o Instituto Amato e agende a sua consulta!

Dr. Cássio Jerônimo Machado de Barros

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Cirurgia de vesícula em Hospital Dia: retirar pedra da vesícula

Mon, 03/21/2022 - 12:53

Também chamada de colecistectomia, a cirurgia de vesícula é um procedimento cirúrgico que tem como finalidade a retirada da vesícula biliar. Geralmente ela é realizada quando há a formação de cálculos na vesícula (colelitíase), em casos de câncer ou de inflamação no órgão (colecistite). 

A cirurgia é simples e mais comum do que se imagina. Atualmente, 20% da população mundial sofre com pedras na vesícula, sendo o problema mais frequente em mulheres após os 40 anos. Portanto, trata-se de uma intervenção cirúrgica de baixa complexidade e mortalidade. 

 

Função da vesícula

A vesícula biliar é um órgão em forma de pequeno saco e fica localizada junto ao fígado. Sua função é armazenar a bile, uma substância que atua na digestão dos alimentos, principalmente das gorduras. Formada pela mistura de várias substâncias, a bile é descarregada pela vesícula no duodeno durante o processo de digestão. Apesar dessa importante função, a vesícula não é um órgão essencial para a sobrevivência humana.

Uma das substâncias presentes na bile é o colesterol, responsável por 75% dos casos de formação de cálculos biliares. Quando os cálculos se deslocam para o duto biliar, impedem a passagem da bile para o intestino, causando fortes dores abdominais, além de náuseas e vômitos.

 

O que causa pedras na vesícula?

Vários são os fatores que alteram a consistência da bile e formam cálculos biliares. Entre os mais comuns, podemos destacar:

  • Predisposição genética;
  • Obesidade;
  • Alimentação rica em gorduras;
  • Colesterol alto;
  • Diabetes;
  • Hipertensão;
  • Gravidez, devido o aumento do estrógeno e do peso corpóreo;
  • Tabagismo;
  • Uso de anticoncepcionais por longo tempo.
Possíveis complicações

Na maioria dos casos, os cálculos na vesícula apenas provocam sintomas como dor, náuseas e vômitos, principalmente após as refeições. Todavia, a evolução do problema pode causar pancreatite aguda, inflamação do pâncreas causada pelo deslocamento do cálculo biliar.

Por ser uma complicação que pode colocar a vida da pessoa em risco, é recomendada uma cirurgia de emergência para tratar o problema. 

Cirurgia de vesícula

Quando a vesícula está doente, o melhor tratamento é a cirurgia de vesícula. Ela consiste na retirada total do órgão e pode ser feita por meio de duas técnicas distintas, a saber:

  • Cirurgia convencional (aberta): nesse caso, a vesícula é retirada através de um grande corte no abdômen e é indicada para situações de emergência;
  • Laparoscopia: popularmente conhecida por cirurgia por vídeo, é feita com o auxílio de uma microcâmera e cerca de 4 pequenas incisões no abdômen, sendo uma delas no umbigo, por onde a vesícula é retirada.

Tanto a cirurgia de vesícula convencional quanto a laparoscópica são feitas com anestesia geral. A primeira, no entanto, exige internação hospitalar por um período de 24 a 48h e tempo de recuperação maior. Já a cirurgia por videolaparoscopia é mais simples, quase não deixa cicatrizes e o paciente pode ter alta no mesmo dia. Cerca de 2 semanas após o procedimento, a pessoa já pode voltar ao trabalho.

Pré-operatório

Antes de realizar a cirurgia, o médico cirurgião solicita alguns exames complementares, mais conhecidos como risco cirúrgico

Ele é composto por ultrassonografias, exames de sangue, eletrocardiograma e raio x de tórax. Com esses exames em mãos, o profissional consegue avaliar melhor a condição da vesícula, da saúde do paciente e assim, evitar complicações durante e após o procedimento.

No dia anterior ao da cirurgia, o paciente deve consumir alimentos leves, pobres em gordura, não ingerir bebida alcoólica e, se possível, não fumar. É recomendado jejum total de 8 a 12 horas para a realização do procedimento. 

Pós-operatório

Após a cirurgia de vesícula, o paciente deve evitar pegar peso e fazer esforço físico para não desencadear uma hérnia. Atividades simples como andar, caminhar, sentar e deitar são permitidas. Além disso, é prescrita uma alimentação inicialmente líquida ou pastosa e pobre em gorduras para facilitar a digestão.

É muito comum após as cirurgias de vesícula uma dor abdominal, que pode irradiar para os ombros. Isso acontece por causa da irritação do nervo do diafragma (nervo frênico). Para minimizar o incômodo, os médicos costumam receitar analgésicos. Antibióticos e anti-inflamatórios também podem ser prescritos para evitar inflamações e infecções.

Alguns pacientes também relatam dor abdominal e nas costas após o procedimento cirúrgico para retirada de vesícula. Isso também é normal, visto que após a extração do órgão, os demais se deslocam um pouco pelo abdômen.

Cirurgia de vesícula: riscos

A cirurgia de vesícula é um procedimento simples e que oferece pouquíssimos riscos. Todavia, durante o procedimento pode ocorrer a lesão do ducto ou via biliar, que pode causar infecção ou hemorragia. Não muito comum, o trauma acomete menos de 1% dos casos cirúrgicos e geralmente acontece por causa do tamanho e posição anatômica do órgão.

Como saber se houve alguma complicação? Geralmente ela apresenta sintomas como febre alta e eliminação de secreção purulenta através das incisões operatórias. Além da febre, o paciente também pode apresentar dificuldade respiratória, vômitos e icterícia, uma coloração amarelada na pele e nos olhos.

Chances de recidiva

No caso da colecistectomia não há chances de recidiva, pois o órgão é retirado por completo. Após a retirada, a vesícula e as amostras dos cálculos são enviados para biópsia, para descartar qualquer malignidade que possa ter comprometido os outros órgãos abdominais.

Cirurgia de vesícula em Hospital Dia

Conforme mostramos neste artigo, a cirurgia de vesícula é um procedimento simples, de baixo risco e que não exige internação hospitalar prolongada. Sendo assim, pode ser realizada inclusive em clínicas ambulatoriais com internação parcial, como o Hospital Dia do Instituto Amato.

Nessa modalidade, o paciente recebe todos os cuidados de saúde necessários por um período não superior a 12 horas. Mais acessível e humanizada quando comparada à internação hospitalar convencional, a internação parcial também é mais segura e oferece menos riscos de complicações pós-cirúrgicas.

Desconfiado que tem cálculos na vesícula? Entre em contato com o Instituto Amato e marque a sua consulta. Temos uma equipe médica multidisciplinar apta a avaliar o seu caso e recomendar o procedimento adequado para solucionar o problema e devolver a sua saúde e qualidade de vida.

Dr. Cássio Jerônimo Machado de Barros

 

 

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Existe uma fórmula mágica para a gestação?

Sat, 03/19/2022 - 18:12

Está difícil engravidar? Será que existe uma fórmula mágica para a gestação? De acordo com a Dra Juliana Amato, ginecologista do Instituto Amato, não. Segundo a especialista, cada mulher possui sua bio-individualidade, duração de ciclo menstrual diferente entre outras particularidades que as tornam únicas.

Portanto, se você está tentando realizar o sonho da maternidade, mas ainda não conseguiu alcançar esse objetivo, saiba que infelizmente não existe uma receita pronta para o sucesso. Contudo, algumas dicas podem aumentar as suas chances de engravidar; confira a seguir!

Busque o autoconhecimento

Conhecer o próprio corpo é a primeira dica da Dra Juliana para a obtenção de uma gestação. Ela envolve conhecer o seu ciclo menstrual, o seu período ovulatório e possíveis anormalidades decorrentes desse ciclo. 

Diante dessas percepções, o recomendado é que você as anote em um aplicativo de celular para conseguir fazer um calendário do seu período ovulatório. Dessa forma, poderá aumentar o número de relações sexuais nesse período e, assim, acabar engravidando.

 

Cuide da alimentação

Outra dica da especialista em fertilidade e saúde da mulher é adotar uma alimentação equilibrada. Quem está buscando uma gestação deve evitar a todo custo ingerir bebidas alcoólicas em excesso, fumar, consumir produtos industrializados, processados, muita massa e frituras. Essas recomendações ajudam a manter o peso ideal e melhoram a fertilidade.

E por falar em alimentação, você sabia que alguns alimentos podem melhorar a fertilidade e ajudar você a ficar grávida? Confira a seguir o que inserir no cardápio o quanto antes para realizar o sonho da maternidade:

 

  • Frutas cítricas (limão, laranja, abacaxi, acerola, caju, tangerina): excelentes fontes de vitamina C, um antioxidante natural, essas frutas aumentam a imunidade e combatem os radicais livres que podem causar danos nas células reprodutoras femininas, os óvulos;
  • Alimentos fontes de ômega 3 (sardinha, salmão, atum e oleaginosas): o ômega 3 equilibra o sistema reprodutivo da mulher, ajuda a controlar o colesterol e combate o estresse oxidativo celular;
  • Hortaliças (preferencialmente as de coloração verde-escura): verduras como espinafre, brócolis, rúcula, couve e alface são ricas em ferro e folato, mineral e vitamina que melhoram a ovulação, evitam aborto espontâneo e aumentam significativamente as chances de uma gravidez;
  • Inhame (fitormônio): o vegetal possui uma substância chamada diosgenina, que estimula a produção de hormônios femininos, como a progesterona e o estradiol;
  • Ovos: alimentos fontes de vitaminas A, D e B12, além do mineral selênio, equilibra a produção de hormônios femininos e regula o ciclo menstrual.

Conheça a dieta da fertilidade da Dra Juliana Amato.

 

Pratique atividades físicas regularmente

Fazer exercícios físicos distrai a mente, promove consciência corporal, ajuda a controlar o peso e melhora a circulação sanguínea. Mas não apenas isso. 

Praticar atividades físicas com frequência também diminui os níveis de estresse e ansiedade e regula os hormônios. Portanto, a prática contribui para melhorar a produção de espermatozoides e a qualidade dos óvulos, aumentando as chances de uma gestação.

Mas será que é preciso se matar na academia para melhorar a fertilidade? Claro que não! Com apenas 45 minutos de atividades diárias você consegue beneficiar corpo e mente. Atividades como yoga, alongamento e pilates são as melhores opções para quem está tentando engravidar, pois estimulam o ganho de massa muscular, fortalecem a região pélvica e preparam o corpo para a gestação e para o parto.

Cuide da sua região íntima

Outra dica de ouro da Dra Juliana Amato é cuidar da região íntima. Além de manter a higiene local com produtos apropriados, quem está tentando engravidar deve também evitar calças muito apertadas, que causam lesões na região vulvar. Ademais, é preciso ter atenção à depilação e aos métodos adequados.

Faça consultas periódicas com o seu ginecologista

Manter a sua saúde ginecológica em dia é de extrema importância para obter uma gestação tranquila. Nesse sentido, procure manter a periodicidade das consultas e dos seus exames ginecológicos, como o Papanicolau, ultrassonografias e mamografias. 

Essas consultas devem ser feitas anualmente, mas dependendo do caso, como em problemas de saúde e planejamento familiar, podem ser realizadas com mais frequência.

Planeje a sua gestação

Planejar a gravidez inclui colocar em prática todas as dicas anteriores e entre outras de igual forma muito importantes. É preciso ainda avaliar as suas condições financeiras (ou do casal), preparar o espaço físico para receber o novo membro da família e o psicológico para lidar com os desafios diários da maternidade.

Além dessas recomendações, a futura mamãe deve buscar desde já um bom profissional para realizar o acompanhamento durante a gestação, ou seja, um bom obstetra. E como confiança não se conquista da noite para o dia, é válido iniciar essa busca o quanto antes. A Fertilidade, clínica de reprodução humana do Instituto Amato, oferece os melhores tratamentos para infertilidade possíveis, além de acompanhamento pré-natal. Saiba mais.

Querendo engravidar ou adiar o sonho da maternidade? Conheça as técnicas de reprodução humana do Instituto Amato

Se você está chegando aos 35 anos e ainda não começou a planejar a gravidez ou está tentando há mais de 6 meses engravidar, buscar ajuda profissional pode ser uma excelente ideia. Em um primeiro momento, um médico ginecologista ou obstetra vai buscar a compreensão do que está acontecendo, solicitar exames complementares para descobrir o problema e indicar as técnicas de reprodução assistida adequadas para a sua necessidade.

Na Fertilidade.org, clínica de reprodução humana do Instituto Amato, você tem acesso aos mais modernos tratamentos para infertilidade possíveis. Além de Fertilização In Vitro (FIV), Inseminação Intrauterina (IIU), Inseminação Artificial, Doação de Óvulos e Coito Programado, fazemos também Congelamento de Óvulos, para quem deseja planejar a gravidez a longo prazo.

Nossa avaliação é feita por uma equipe médica multidisciplinar e é realizada na própria clínica de medicina reprodutiva. Lá, tanto você quanto o seu parceiro (se houver) são investigados para descobrir quais fatores estão impedindo a gestação e qual é o melhor tratamento de infertilidade para o seu caso.

Seja para engravidar mais rápido ou para adiar o sonho da maternidade, a clínica Fertilidade tem a solução ideal para você. Não perca tempo, marque hoje mesmo a sua consulta!

Dra. Juliana Amato

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Cisto pilonidal em Hospital Dia

Wed, 03/16/2022 - 18:40
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O cisto pilonidal é um problema crônico, formado por abscessos ou orifícios que eliminam pus. Geralmente ele se desenvolve no cóccix, região localizada ao fim da coluna vertebral, mas também pode surgir nas axilas, no umbigo e na cabeça, na região do couro cabeludo.

O que causa cisto pilonidal?

A palavra pilonidal significa ninho de pelos e define muito bem a condição. Afinal, o cisto é formado por uma membrana que tem como conteúdo células epiteliais, pelos, glândulas sebáceas e sudoríparas. Essa mistura de fragmentos causa uma inflamação local que pode evoluir para uma infecção com eliminação de pus, dor e necrose do tecido epitelial.

O cisto pilonidal é mais comum em jovens de 17 a 30 anos e mais frequente em pessoas do sexo masculino. Até mesmo porque o problema está associado ao nascimento de pelos encravados na região. Embora essa seja a causa mais bem aceita, existem outras que de igual forma merecem atenção:

  • Lesão provocada por atrito, que faz com que pelos soltos atravessem a pele e se alojem na camada subcutânea;
  • Influência hormonal nas glândulas sebáceas;
  • Foliculite de repetição.

Ficar sentado por muito tempo e usar roupas muito apertadas diariamente também pode causar cisto pilonidal. O sedentarismo e a obesidade também são fatores de risco para o problema, bem como a falta de higiene também podem causar o problema.

Sintomas

Nem sempre o cisto é infeccioso e nesses casos, é assintomático. Agora, quando inflamado e infeccionado, o cisto pilonidal se transforma em um abscesso e produz os seguintes sintomas:

  • Dor, inchaço e vermelhidão local;
  • Eliminação de pus por um orifício que se abre no cisto;
  • Incômodo para sentar;
  • Febre;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Cansaço excessivo.
Tratamento de cisto pilonidal

Dependendo do agravamento da situação, podem ser recomendados diferentes tratamentos para o cisto pilonidal. Quando não há presença de inflamação ou infecção, geralmente o paciente é orientado a observar uma possível evolução do caso, mas pode ser feita a exérese desse cisto não infectado para prevenção de novos abscessos.

Agora, em casos em que o cisto já está com acúmulo de pus, é feita uma incisão na pele, de forma a liberar a secreção e aliviar a dor. O procedimento, mais conhecido como drenagem, é de baixa complexidade e é feito com anestesia local. Portanto, não exige internação hospitalar para que seja realizado, podendo ser feito inclusive em clínicas ambulatoriais com modalidade de internação parcial, como o Hospital Dia do Instituto Amato. Saiba mais.

Já para casos de recidiva de cisto pilonidal, o mais indicado é a cirurgia. Nesse caso, o abscesso é aberto, raspado, cauterizado e a ferida é deixada aberta para melhor cicatrização. Nessa técnica, geralmente é utilizada a raquianestesia, anestesia que bloqueia a sensibilidade do abdômen e membros inferiores. Todavia, ela também pode ser realizada com sedação e anestesia local.

Apesar disso, o procedimento também é bem simples e leva em torno de 40 minutos. O paciente recebe alta algumas horas depois da cirurgia. O pós-operatório dura de 30 a 45 dias e o processo de cicatrização da ferida dura de 4 a 6 semanas. Durante todo esse período, o paciente deve realizar a higiene local e depilar a pele ao redor da cirurgia. 

Há ainda o tratamento sem cirurgia, que consiste em injetar localmente uma solução de Fenol 80%, que causa certa destruição celular local. Nessa opção, não há a aplicação de anestesia e são necessárias algumas sessões para conseguir secar a fístula. 

Chances de recidiva

Infelizmente o cisto pilonidal pode voltar, mesmo tendo você se submetido a tratamento ou cirurgia. Contudo, as chances de recidiva podem aumentar ou diminuir, conforme a técnica utilizada para tratar o problema:

  • Cirurgia aberta: menor que 10%;
  • Cirurgia fechada: até 20% de chance;
  • Incisão e drenagem: até 27% de chance de recidiva;
  • Cauterização (aplicação de Fenol 80%): 30%.

Além dos procedimentos já descritos, o paciente recebe prescrição médica com alguns medicamentos capazes de acelerar o fechamento da ferida, aliviar o incômodo local nos primeiros dias e evitar que o problema volte, como antibióticos e analgésicos.

Como prevenir

Mas será que dá para prevenir o cisto pilonidal? Embora o problema esteja associado ao nascimento, estrutura dos pelos da região e estilo de vida, algumas dicas podem evitar que você sofra com o problema. São elas:

  • Evitar passar horas ininterruptas sentado;
  • Cuidar da alimentação e praticar atividades físicas para manter o peso ideal;
  • Manter a higiene local;
  • Evitar usar roupas muito apertadas;
  • Procurar manter a região sempre livre de pelos, principalmente se você tiver pelos grossos e encaracolados.
Cisto pilonidal pode virar câncer?

Embora seja uma evolução rara (menos de 1% dos casos), a malignização do cisto pilonidal pode acontecer caso o tratamento não seja feito precocemente. 

O cisto pode evoluir para um carcinoma espinocelular, um tipo de câncer de pele. Geralmente isso acontece quando o cisto foi negligenciado por muito tempo, permanecendo por longos períodos infeccionado. Para tratar a complicação, o paciente é submetido à cirurgia para a retirada do tumor e posteriormente, ao tratamento radioterápico.

Essa é uma complicação que pode apresentar recidivas, além de metástases. Por isso, é altamente recomendado procurar um médico assim que identificar os abscessos na região. Somente um diagnóstico precoce e um tratamento adequado podem impedir a evolução do problema a tal ponto.

Marque consulta com Dr Cássio! Cirurgia de cisto pilonidal no Hospital Dia do Instituto Amato

No Hospital Dia do Instituto Amato você faz cirurgia de cisto pilonidal com uma equipe médica especializada e multidisciplinar. Trata-se de uma clínica ambulatorial com moderna infraestrutura e capaz de oferecer aos pacientes todos os cuidados de saúde necessários por um período não superior a 12 horas.

Também conhecida como internação parcial, a modalidade de atendimento é uma excelente alternativa à hospitalização clássica, pois é mais barata, humanizada e oferece menos riscos de complicações pós-cirúrgicas. Ela é indicada para casos de baixa complexidade, em que o paciente recebe alta horas depois do procedimento.

E, em caso de dúvidas ou de qualquer eventualidade com a cirurgia já em casa, basta entrar em contato com a equipe médica para a resolução do problema.

Quer fazer a sua cirurgia de cisto pilonidal com uma equipe médica que há quase 40 anos cuida da saúde de milhares de brasileiros? Então entre em contato com o Instituto Amato e agende a sua consulta!

Dr. Cássio Jerônimo Machado de Barros

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Cirurgia de hemorroida em Hospital Dia

Wed, 03/16/2022 - 13:12
Marque consulta com o Dr. Cássio

Apesar de atingir 50% da população adulta brasileira, a hemorroida é uma doença crônica que ainda desperta muitas dúvidas. As hemorroidas são causadas pela inflamação ou dilatação das veias ao redor do ânus e podem ser internas ou externas. A condição é tratada pelo proctologista e pelo cirurgião geral.

O que causa hemorroida?

Embora a constipação intestinal seja a principal causa das hemorroidas, existem outros fatores que também contribuem para o surgimento de varizes anais:

  • Obesidade;
  • Predisposição genética;
  • Gravidez, por causa do aumento do peso corpóreo e da pressão exercida sobre as veias da região pélvica;
  • Sedentarismo;
  • Prática de ciclismo, já que ficar sentado muito tempo no selim pode provocar lesões nesta região;
  • Alimentação pobre em fibras e pouca ingestão de água;
  • Prática de sexo anal.
Tipos de hemorroidas

As hemorroidas são classificadas de acordo com o grau de intensidade que apresentam:

  • Grau 1: internas, podem provocar coceira, dor e sangramento;
  • Grau 2: há exteriorização da protuberância na hora de evacuar, mas ela retorna sozinha para dentro;
  • Grau 3: as hemorroidas não retornam mais sozinhas para dentro, sendo necessário empurrá-las com os dedos;
  • Grau 4: as protuberâncias não retornam nem manualmente, ficando expostas permanentemente. Nesse caso, é recomendada ao paciente a cirurgia de hemorroida para corrigir o problema e aliviar as dores e os incômodos.
Sintomas

Os sintomas da doença podem variar conforme o nível de severidade da hemorroida, mas geralmente eles incluem:

  • Coceira na região do ânus;
  • Sangramentos;
  • Inchaço local;
  • Saliência palpável na região do ânus;
  • Dor ou ardência para evacuar;
  • Incômodo para sentar e andar;
  • Liberação de secreção esbranquiçada nas roupas íntimas.
Tratamento para hemorroidas

Nos níveis 1 e 2 da doença, o tratamento de varizes no ânus pode ser apenas clínico, ou seja, não há a necessidade de cirurgia de hemorroida. Nesse caso, a recomendação médica é que o paciente faça uma boa higienização na região, aumente o consumo de fibras e a ingestão de água. 

O paciente deve ainda evitar alimentos muito condimentados, evitar bebidas alcoólicas e o uso de papel higiênico. Remédios orais e pomadas anti-inflamatórias e anestésicas também ajudam a diminuir a coceira, a dor e o sangramento.

Diagnóstico

O diagnóstico de hemorroidas é clínico e complementar. Ou seja, ele é baseado na queixa do paciente, na observação das saliências (quando externas) e no toque retal. Contudo, o proctologista também pode solicitar exames de imagem para confirmar a existência das hemorroidas, como anuscopia e retossigmoidoscopia. 

Caso o diagnóstico seja confirmado, o proctologista indicará o tratamento ideal para a doença, de acordo com o grau de severidade dela. Se for uma hemorroida grau 1 e grau 2, o tratamento inclui mudanças nos hábitos alimentares e medicamentos para minimizar os sintomas. Para hemorroidas 3 e 4, o tratamento geralmente é cirúrgico.

Como é feita a cirurgia de hemorroida?

A remoção das hemorroidas pode ser feita através de diferentes procedimentos cirúrgicos, tais como:

  Marque consulta com o Dr Cássio Hemorroidectomia

É a técnica cirúrgica mais comum que existe e é indicada para hemorroidas graus 3 e 4 com saliências grandes. O procedimento consiste em remover as hemorroidas através de um corte, dura aproximadamente 45 minutos e pode ser realizado com anestesia local ou geral. É um tratamento eficaz, com pouca chance de recidiva e com excelente resultado estético.

Técnica por PPH (Procedimento para Prolapso Hemorroidário)

Também conhecida por hemorroidopexia, a técnica cirúrgica por PPH é indicada para hemorroidas graus 2 e 3. Ela se trata basicamente em colocar a hemorroida em sua posição original e fixá-las por meio de agrafadores circulares.

Escleroterapia

Por sua vez, a escleroterapia é uma cirurgia de hemorroida pouco invasiva e recomendada para casos de hemorroidas de grau 1 e 2. Trata-se, na verdade, da mesma técnica utilizada para eliminar vasinhos e varizes. Ela consiste em injetar uma substância nas veias inflamadas, de forma a provocar a morte do tecido e a consequente eliminação da estrutura.

Laqueação elástica

Outro tipo de cirurgia de hemorroida é a laqueação elástica. De simples realização e fácil recuperação, a técnica consiste em aplicar um dispositivo elástico na base da hemorroida. Fazendo isso, a circulação sanguínea local é interrompida e a veia inflamada acaba morrendo. Vale a pena destacar que o procedimento é muito utilizado em hemorroidas graus 2 e 3.

Técnica por THD (Desarterialização Hemorroidária Transanal)

Ao contrário da anterior, esta cirurgia de hemorroida é feita sem cortes e consiste em interromper a circulação sanguínea nos vasos que irrigam as hemorroidas. A identificação desses vasos é feita com um aparelho de ultrassom. Depois de identificados, os vasos sanguíneos são costurados, o que faz com que a hemorroida seque naturalmente. 

A técnica por THD é indicada em casos de hemorroidas graus 2, 3 e 4. E assim como a hemorroidectomia, é realizada com anestesia local ou geral.

Crioterapia

Assim como a escleroterapia, a crioterapia é uma técnica pouco invasiva e amplamente recomendada para tratar hemorroidas de grau 1 e 2. Na técnica, utiliza-se o nitrogênio líquido para causar a morte do tecido e eliminar a veia inflamada.

Como é o pós-operatório na cirurgia de hemorroida?

A cirurgia de hemorroida é um procedimento simples e possui um tempo de recuperação relativamente curto. Dependendo da técnica cirúrgica, a recuperação pode levar de 10 dias a 30 dias.

Apesar de simples, o paciente não deve carregar peso e fazer esforço físico durante esse período. Além disso, é recomendado o uso de laxantes para melhor conforto na hora de evacuar, além de analgésicos para diminuir a dor local. Ademais, também é recomendado o uso de uma almofada especial para sentar. A dieta deve ser rica em fibras e deve haver o aumento da ingestão de água.

Cirurgia de hemorroida em Hospital Dia

Técnicas cirúrgicas pouco invasivas como escleroterapia, crioterapia, THD e laqueação elástica oferecem uma recuperação mais rápida e exigem tempo de internação reduzido. Por isso, podem ser realizadas em clínicas ambulatoriais com sistema de internação parcial, como o Hospital Dia do Instituto Amato.

Modalidade hospitalar indicada para cirurgias de baixa complexidade em que o paciente é liberado horas após o procedimento, o Hospital dia diminui a dor, a ansiedade, o tempo de espera e principalmente os riscos pós-operatórios. No day hospital, o paciente recebe todos os cuidados de saúde necessários por um tempo não superior a 12 horas. Na alta médica, ele recebe um telefone de contato para tirar dúvidas ou resolver eventuais problemas no pós-operatório.

Quer tal fazer a sua cirurgia de hemorroida com uma equipe médica que há quase 40 anos cuida da saúde de milhares de pessoas com ética, respeito e competência? Entre em contato com o Instituto Amato e agende já a sua consulta.

Dr. Cássio Jerônimo Machado de Barros

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O que pode causar falso positivo no teste de farmácia?

Wed, 03/16/2022 - 09:50

A menstruação atrasou, você se encheu de expectativas, fez um teste de farmácia e deu positivo. Porém, quando foi confirmar a gravidez por meio do exame de sangue (BHCG) e de ultrassonografia, descobriu que o resultado foi equivocado. Parece até cena de novela, não é mesmo? Mas infelizmente o resultado falso positivo acontece na vida real, embora não seja tão frequente. Mas por que isso acontece? Apesar de ser confiável, vários fatores podem interferir no resultado do teste de gravidez de farmácia. A seguir você vai conhecer os principais motivos. Continue acompanhando e descubra!

Como funcionam os testes de gravidez de farmácia?

O teste de gravidez de farmácia detecta o hormônio gonadotrofina coriônica humana (HCG) na urina da mulher. Vale destacar que a substância só se faz presente em mulheres grávidas, visto que é produzida pela placenta. Então, ao ser detectada pelo teste de farmácia, existe uma grande chance de que você esteja realmente grávida.

Os fabricantes de testes de farmácias atribuem uma eficácia de 95% a 99% aos seus dispositivos, desde que sejam realizados conforme instruções que acompanham os produtos. Entre as mais comuns, estão as recomendações para que a mulher espere um atraso menstrual de pelo menos 10 dias, utilize a primeira urina da manhã e lave bem a região íntima antes de realizar o teste.

O que pode causar um falso positivo no teste de farmácia?

Apesar de raro, o resultado falso positivo pode acontecer por diferentes motivos, entenda adiante.

Uso de medicamentos para tratamento de infertilidade

Alguns medicamentos como o Pregnyl, Ovidrel e o Choriomon-m ajudam no desenvolvimento e maturação dos óvulos, sendo muito utilizados em técnicas de reprodução assistida. Eles possuem o hormônio HCG, cujos níveis podem demorar 3 ou 4 ciclos menstruais para normalizar no organismo. 

Sendo assim, caso você faça um teste de gravidez de durante esse período, corre o risco de ter um diagnóstico falso positivo. Ou seja, um resultado positivo, mesmo que não esteja grávida. Para tirar essa dúvida, uma ultrassonografia transvaginal pode ser prescrita pelo ginecologista ou obstetra.

Aborto espontâneo recente

Outro fator que pode causar um resultado falso positivo no teste de farmácia é ter acontecido um aborto espontâneo recente. Às vezes, o óvulo é fecundado, mas não consegue se fixar no útero, acaba se deteriorando e é eliminado em forma de menstruação, em um processo mais conhecido como gravidez química.

Nesse caso, provavelmente há resíduos do hormônio gonadotrofina coriônica humana no organismo, que pode inclusive ser detectado pelo teste de farmácia.

Problemas de saúde

Alguns cistos e tumores ovarianos também são produtores de hormônio HCG e podem interferir no resultado do teste de farmácia, indicando um falso positivo. Câncer de mama também pode causar um diagnóstico errado, bem como distúrbios hormonais.

Gravidez ectópica também pode dar falso positivo

Mas o que é uma gravidez ectópica? Em suma, a condição é rara e acontece quando o óvulo é fecundado pelo espermatozóide, mas o embrião começa a se desenvolver fora do útero, como nas trompas, nos ovários, na cavidade abdominal entre outros lugares.

Por oferecer sérios riscos à mulher, a gravidez geralmente é interrompida. Mas, após o processo, ficam ainda resíduos do hormônio HCG.

Teste de farmácia fora do prazo de validade

Além dos motivos listados anteriormente, um resultado falso positivo também pode ser decorrente de um teste de farmácia fora do prazo de validade ou armazenado de forma inadequada (umidade, luz do sol etc.). Por isso, na hora de comprar o teste verifique as informações sobre a validade do produto. Além disso, não se esqueça de verificar as condições físicas da embalagem: ela deve estar lacrada, intacta e seca.

Falso positivo no teste de farmácia e gravidez recente

Conforme já pontuamos, o hormônio HCG demora de 3 a 4 ciclos menstruais para desaparecer do organismo feminino. Dessa forma, caso você tenha dado à luz recentemente, existe uma grande possibilidade de obter um resultado falso positivo no teste de farmácia.

Testes de farmácia mais caros diminuem os riscos de um resultado falso positivo?

A bem da verdade, não existe um teste de gravidez de farmácia melhor do que outro, já que todos detectam o hormônio HCG da mesma forma, através do contato com a urina. O que existe, no entanto, são marcas diferentes e tecnologias menos ou mais modernas.

Alguns testes, por exemplo, são em tiras, enquanto outros possuem um formato de uma caneta. Existem também aqueles que no lugar das duas riscas (ou tiras), apresentam o resultado “grávida”, caso o HCG seja detectado. Todavia, ambos são considerados confiáveis e seguros, pois possuem precisão de 95% a 99%.

Exame de sangue (BHCG) dá falso positivo?

Bom, essa é uma situação ainda mais rara, pois o exame de sangue de gravidez é mais sensível do que o de farmácia e, portanto, mais preciso. Contudo, essa é uma possibilidade, caso a mulher esteja fazendo uso de medicamentos para infertilidade, tenha passado por uma gestação ou gravidez química recente ou ainda, tenha tenha cistos ou alguns tipos de tumores.

Tentando engravidar, mas sem sucesso? A reprodução assistida pode ser a solução

Um dos grandes desafios enfrentados por todas as mulheres que desejam engravidar é lidar com testes de gravidez com resultados negativos ou equivocados. Se esse também tem sido o seu dilema, saiba que você não precisa perder as esperanças. Graças às técnicas de reprodução assistida, você pode realizar o sonho da maternidade!

Na Clínica Fertilidade, a clínica de reprodução humana do Instituto Amato, você encontra os melhores tratamentos de fertilidade possíveis. Nossa avaliação clínica é feita por equipe de profissionais especializados e nossos tratamentos incluem Fertilização In Vitro, Monitorização da Indução da Ovulação, Inseminação Intrauterina, Congelamento de óvulos e muitos outros.

E para tornar o seu tratamento mais completo e humanizado, oferecemos também consultas e acompanhamento para a gestante (pré-natal). Para garantir a sua saúde e o seu bem-estar, além da clínica de fertilidade possuímos também laboratório externo e centro cirúrgico próprio. Gostou? Então entre em contato conosco e marque já a sua consulta.

Dra. Juliana Amato

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Dá pra confiar no teste de gravidez de farmácia?

Tue, 03/15/2022 - 07:21

Se você anda suspeitando que está grávida, fazer um teste de gravidez de farmácia pode ser um excelente caminho para confirmar ou descartar uma gestação. Práticos de realizar e acessíveis sob o aspecto financeiro, os testes comprados em farmácia oferecem resultados em apenas alguns minutos.

Mas será que dá para confiar no teste de gravidez de farmácia? Quais são as chances de o resultado dar errado? Continue lendo este artigo e tire todas as suas dúvidas sobre esses dispositivos.

Como funciona o teste de gravidez de farmácia?

Apesar de simples, o teste de gravidez de farmácia desperta muitas dúvidas, principalmente em quem nunca teve uma experiência anterior com ele. Em suma, trata-se de um dispositivo em forma de tira ou caneta que, em contato com a urina da mulher com suspeita de gravidez, detecta (ou não) a presença do hormônio HCG no organismo.

O HCG (Gonadotrofina Coriônica Humana) também é conhecido como hormônio da gravidez. Isso porque ele é produzido pela placenta e contribui para o desenvolvimento do feto. Em outras palavras, isso significa que a substância só se faz presente em mulheres grávidas, o que torna o teste de farmácia muito confiável.

Disponível em várias marcas, formatos e tecnologias, o teste de gravidez comprado na farmácia possui uma precisão de 95% a 99%. Mas é claro que para obter um resultado confiável, é preciso seguir algumas recomendações:

  • Esperar um atraso menstrual de pelo menos 10 dias, pois após esse período os níveis do hormônio HCG no organismo são maiores e mais fáceis de serem detectados;
  • Lavar bem a região íntima antes de realizar o teste, já que alguns produtos de higiene podem interferir no resultado;
  • Usar a primeira urina da manhã, pois é a que possui maior concentração do hormônio da gravidez;
  • Evitar ingerir líquidos 4h antes de fazer o procedimento;
  • Esperar o tempo indicado pelo fabricante para fazer a leitura do teste. Em alguns casos, o tempo de espera pode chegar a 30 minutos.
A interpretação do resultado

O teste de gravidez de farmácia apresenta dois resultados, positivo ou negativo. E a interpretação do diagnóstico é muito simples:

  • Positivo: representado geralmente por duas riscas ou pela palavra “grávida” no dispositivo.
  • Negativo: representado por uma risca ou pela palavra “não grávida”.

Ao entrar em contato com a urina, apenas uma risca é ativada. Ela demonstra que o teste está funcionando perfeitamente. Ao final do tempo estipulado pelo fabricante (geralmente cerca de 5 minutos), você terá como resultado uma risca (resultado negativo) ou duas riscas (resultado positivo).

Teste de gravidez de farmácia pode dar errado?

Mas se os testes de farmácia são tão confiáveis, por que existem casos de resultados equivocados? Se você já viveu essa experiência ou conhece alguém que já passou por ela, saiba que embora não muito comum, isso pode acontecer. E vários são os fatores que podem interferir no resultado do teste; abaixo você confere os mais frequentes:

Falso positivo

O que é um resultado falso positivo? O diagnóstico equivocado acontece quando a mulher não está grávida, mas o teste de gravidez de farmácia diz que sim. Essa é uma condição rara e acontece por diversos motivos:

  • Gestação ou aborto recente: em ambos os casos, ainda há resíduos do hormônio HCG no organismo;
  • Uso de medicamentos para infertilidade feminina: remédios que têm a Gonadotrofina Coriônica Humana em suas composições também podem alterar o resultado do teste, dando um falso positivo;
  • Problemas de saúde: alguns cistos e tumores ovarianos são produtores do hormônio HCG. Câncer de mama e distúrbios hormonais também podem contribuir para um resultado equivocado;
  • Gravidez ectópica: caso em que o óvulo é fecundado pelo espermatozóide, mas o embrião começa a se desenvolver fora do útero, como nas trompas, nos ovários, na cavidade abdominal entre outros lugares;
  • Teste de gravidez de farmácia fora da validade.
Falso negativo

Já o resultado falso negativo geralmente está associado à realização do teste de farmácia de forma errada. Entre os erros mais comuns podemos destacar:

  • Possuir ciclo menstrual irregular;
  • Não esperar a menstruação atrasar para fazer o teste;
  • Não usar a primeira urina da manhã;
  • Não higienizar as partes íntimas antes de realizar o teste;
  • Não esperar o tempo indicado pelo fabricante para fazer a leitura do resultado.

Se você obteve um resultado negativo, mas continua acreditando estar grávida, procure ajuda de um especialista, como um ginecologista ou um obstetra. Certamente ele irá solicitar exames complementares para confirmar ou descartar a possibilidade de uma gestação, como exame de sangue e ultrassonografias.

O que fazer em casos de sucessivos resultados negativos? 

Se você está tentando realizar o sonho da maternidade, mas tem se deparado com sucessivos resultados negativos, buscar compreender o que pode estar impedindo a concepção é uma excelente ideia. A boa notícia é que a Fertilidade, clínica de reprodução humana do Instituto Amato, oferece os melhores tratamentos de infertilidade da atualidade.

Lá, você será atendida por uma equipe multidisciplinar, que há quase 40 anos cuida da saúde da mulher. Nosso diagnóstico é feito por meio de exames complementares modernos e confiáveis, sendo os principais o Controle ultrassonográfico da ovulação e a Histerossalpingografia.

Após descobrir por quais motivos você não consegue engravidar, você será direcionada ao melhor tratamento de infertilidade para a sua condição. Atuamos com vários procedimentos diferentes para atender necessidades específicas: FIV (Fertilização In Vitro), IIU (Inseminação Intrauterina), Congelamento de Óvulos, Doação de Óvulos, Inseminação Artificial e muitos outros.

E para possibilitar que você tenha uma melhor experiência em seu tratamento de infertilidade, a Fertilidade também oferece consultas e acompanhamentos para a gestante (Pré-Natal). Além da clínica de reprodução humana, possuímos também laboratório externo, hospital próprio e ainda atuamos nas melhores instituições de saúde, como no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Querendo adiar o sonho da maternidade ou não consegue engravidar mesmo após inúmeras tentativas? Seu teste de gravidez de farmácia sempre apresenta resultado negativo, mas o seu relógio biológico está no limite? Não perca as esperanças! Entre em contato com a clínica Fertilidade e marque já a sua consulta com nossos especialistas.

Dra. Juliana Amato

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O que pode alterar o resultado do teste de gravidez?

Fri, 03/11/2022 - 09:08

Quando os primeiros sintomas de uma gestação surgem, a maioria das mulheres recorre logo ao teste de gravidez de farmácia. De baixo custo, fácil realização e com eficácia de aproximadamente 99%, o dispositivo é muito procurado por todas aquelas que desejam confirmar ou descartar uma possível gravidez. Mas será que o resultado do teste de gravidez pode dar errado? Quais fatores podem influenciar o diagnóstico?

Se você compartilha das mesmas dúvidas, acompanhe o artigo a seguir. Nele, você vai saber o que pode interferir no resultado, como obter um resultado seguro e muito mais. Vale a pena conferir!

O que pode alterar o resultado do teste de gravidez?

Tanto o teste de gravidez de farmácia (de urina) quanto o teste de laboratório (de sangue) detectam a presença do hormônio HCG (Gonadotrofina Coriônica Humana) no organismo da mulher. Vale a pena destacar que essa substância é produzida pela placenta e, portanto, só se encontra em mulheres grávidas (ou algumas doenças bem raras). Ele é indispensável ao desenvolvimento do bebê durante a gestação.

Apesar de confiáveis, alguns fatores podem alterar o resultado do teste de gravidez, produzindo um falso-positivo ou falso-negativo. Veja a seguir.

Realização precoce do teste

Esse é um fator que pode alterar o resultado do teste de gravidez, indicando um falso-negativo. 

Isso acontece porque quando a gestação está muito no início, há pouca concentração do hormônio HCG no organismo, o que dificulta a detecção da substância pelos testes, principalmente pelos de farmácia. Para não correr esse risco, recomenda-se aguardar um atraso menstrual de pelo menos 10 dias para realizar os testes.

Teste de gravidez feito de forma errada

No caso do Beta HCG (BHCG, de sangue), a coleta do sangue pode ser feita a qualquer hora do dia, pois não há a necessidade de estar em jejum. Apesar de ser mais seguro, já que consegue detectar quantidades mínimas de hormônio HCG no sangue, recomenda-se aguardar o atraso menstrual para a sua realização.

Já no caso do teste de farmácia, o ideal é que ele seja feito após o atraso menstrual e com a primeira urina da manhã. Dessa forma, as chances de obter um resultado do teste de gravidez mais seguro são bem maiores, pois a concentração do hormônio na urina é maior.

Veja também: Qual o melhor teste de gravidez de farmácia?

Urina diluída em água

O excesso de ingestão de líquidos (água, sucos, refrigerantes) também pode contribuir para um resultado falso-negativo. Neste caso, recomenda-se não beber líquidos 4 horas antes da realização do teste para obter uma urina mais concentrada. Além disso, deve-se lavar bem a região íntima antes do teste para evitar contaminação da urina.

Aborto espontâneo recente

Diferentemente das situações listadas anteriormente, o aborto espontâneo é um caso em que o resultado do teste de gravidez dá falso-positivo. Nesse cenário, o óvulo chegou a ser fecundado, mas não conseguiu se prender na parede do útero e foi eliminado na forma de menstruação. Todavia, como o organismo chegou a produzir o hormônio HCG, pode ser que o teste ainda consiga detectar a substância.

E por falar em óvulo e fecundação, saiba o que significa estar ovulando.

Uso de alguns medicamentos

Alguns medicamentos também podem alterar o resultado do teste de gravidez, produzindo um falso-positivo. Remédios usados no tratamento da infertilidade feminina como o Ovidrel e o Choriomon, por exemplo, possuem o hormônio Gonadotrofina Coriônica Humana (HCG).

Problemas de saúde

O resultado falso-positivo pode ser ainda decorrente de problemas de saúde. Cistos e tumores nos ovários, câncer de mama, hepatite e câncer de ovário também podem alterar o resultado do teste de gravidez.

Teste de gravidez de farmácia fora da validade ou armazenado inadequadamente

Por fim, mas não menos importante, cabe destacar que o contato com a umidade, calor entre outros fatores externos pode comprometer a eficácia do teste de gravidez de farmácia. Por isso, quando for comprar o seu, verifique sempre se o produto está dentro do prazo de validade, lacrado e se a caixa está em boas condições.

Este artigo também pode lhe ser útil: Como funciona o teste de gravidez de farmácia?

O que não altera o resultado do teste de gravidez?

Agora que você já sabe o que pode alterar o resultado do teste de gravidez, é hora de conhecer alguns fatores que não interferem no diagnóstico. São eles:

  • Anticoncepcionais orais (pílulas);
  • Antibióticos;
  • Analgésicos;
  • Anticonvulsivantes.

Mesmo que o resultado tenha dado negativo e você continue suspeitando de que está grávida, consulte um médico ginecologista ou obstetra. Somente a avaliação clínica de um profissional especializado seguida de exames complementares poderão acabar de uma vez por todas com a sua dúvida. Caso a suspeita se confirme, você será orientada a dar início ao pré-natal.

O que fazer em casos de sucessivos resultados negativos?

Se você está tentando engravidar, sucessivos resultados negativos podem causar frustração e desânimo, principalmente quando se está chegando ao limite da idade reprodutiva. Mas a boa notícia é que graças às técnicas de reprodução assistida, você pode formar a sua própria família no tempo que bem desejar.

Dra. Juliana Amato

 

Nós, da Clínica Fertilidade, pertencente ao Instituto Amato, estamos há quase 40 anos tratando da saúde da mulher. Oferecemos uma grande variedade de tratamentos de infertilidade, como FIV (Fertilização In Vitro), IIU (Inseminação Intrauterina), Inseminação Artificial, Coito Programado, Congelamento e Doação de Óvulos entre muitos outros. Para assegurar a sua saúde e o seu bem-estar, contamos com centro cirúrgico próprio e laboratório externo.

Além das soluções em reprodução humana, atuamos também como clínica multiespecialidades. Possuímos uma equipe de especialistas em diferentes áreas para garantir um tratamento assertivo, humanizado e individualizado às nossas clientes. Nesse sentido, também oferecemos ginecologia, obstetrícia, mastologia e também fazemos colocação de DIU, ultrassonografias, exame Papanicolau e muitos outros procedimentos.

Cuide da sua saúde e realize o sonho da maternidade com uma equipe multidisciplinar que há quase 40 anos se preocupa com o seu bem-estar e ajuda a criar famílias por meio dos melhores tratamentos para a mulher moderna. Entre em contato conosco e marque a sua consulta

 

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Pode fazer teste de gravidez qualquer hora do dia?

Tue, 03/08/2022 - 07:19

Se você está suspeitando que está grávida, fazer um teste de gravidez pode ser um excelente caminho para acabar com essa dúvida. Mas, qual é o melhor momento do dia para realizar o teste? E qual é o melhor, o teste de gravidez de farmácia ou de sangue?

Sabendo que esse momento envolve muita ansiedade, mas também muitas dúvidas, nós, do Fertilidade.org, reunimos em um único artigo tudo o que você precisa saber sobre testes de gravidez. Continue a leitura e descubra quais testes podem ser feitos, como funcionam e qual é a melhor hora do dia para realizá-los para obter um resultado confiável.

Qual é o melhor momento para fazer um teste de gravidez?

Para garantir um resultado confiável, o ideal é que os testes de gravidez sejam realizados após o atraso menstrual. Isso porque nesse período, já existe uma boa concentração do hormônio HCG (Gonadotrofina Coriônica Humana) no organismo da mulher. Sendo assim, a possibilidade de um resultado falso-negativo diminui consideravelmente.

Como funciona um teste de gravidez?

Uma suspeita de gestação pode ser confirmada ou descartada com a realização de dois exames, o Beta HCG (de sangue) ou o teste de farmácia (de urina). Ambos detectam a presença do hormônio HCG no organismo da mulher, um hormônio que é produzido pela placenta a partir do 10º dia após a fecundação do óvulo. Ou seja, o hormônio só é encontrado em mulheres grávidas.

No caso do teste de farmácia, a tira ou a caneta deve ser colocada em contato com a urina. Passados alguns minutos, uma tira (ou risca, conforme preferir) fica ativa, para indicar que o exame está funcionando. Caso seja detectado o hormônio na urina, outra tira fica ativa, indicando um resultado positivo. Na ausência do hormônio, o teste termina apenas com uma tira ativa. O teste de gravidez de farmácia é barato, pode ser comprado sem receita e é muito simples de ser realizado.

Já no teste de sangue, mais conhecido como Beta HCG, é feita a coleta de sangue da mulher com suspeita de gravidez. Assim como o exame de urina, ele detecta a presença da substância Gonadotrofina Coriônica Humana no organismo da mulher, mas neste caso, no sangue. O teste é acessível sob o ponto de vista financeiro, é feito em quase todos os laboratórios e dispensa pedido médico. E dependendo do laboratório, o resultado sai no  mesmo dia.

Pode fazer teste de gravidez qualquer hora do dia?

Depende do teste. O teste de gravidez de farmácia é menos sensível do que o de sangue. Portanto, para que produza um resultado confiável, o indicado é realizá-lo com a primeira urina da manhã, já que esta possui maior concentração do hormônio HCG (caso este esteja presente no organismo).

Já o Beta HCG (laboratorial) consegue detectar uma quantidade menor de hormônio no sangue. Por isso, é mais útil, confiável e pode ser realizado a qualquer hora do dia. Além disso, ele pode ser do tipo quantitativo ou qualitativo, a saber:

  • Quantitativo: indica os níveis de hormônio HCG presente no sangue, sendo possível descobrir o tempo de gravidez;
  • Qualitativo: indica apenas a presença (ou não) do hormônio HCG no sangue, resultando em positivo ou negativo.
Precisão dos dois testes de gravidez

Na prática os dois testes são confiáveis, desde que sejam realizados corretamente. Os de farmácia, por exemplo, são encontrados em marcas diversas e cada fabricante possui sua própria recomendação. 

Caso opte pelo teste de farmácia, antes de realizá-lo leia atentamente a bula que acompanha o dispositivo. Geralmente os fabricantes atribuem aos testes de farmácia de 90% a 99% de eficácia, desde que sejam realizados após o primeiro dia de atraso menstrual.

Por outro lado, o teste BHCG (de sangue) oferece cerca de 99% de eficácia e pode ser realizado mesmo antes do atraso menstrual. Apesar disso, a recomendação é esperar a menstruação atrasar para realizar o teste.

Teste de gravidez pode dar falso-positivo?

Por mais que esse seja um resultado frustrante, sim. Isso acontece porque algumas condições de saúde podem estimular a produção do hormônio no organismo, mesmo que você não esteja grávida. 

E falso-negativo?

Também é um diagnóstico possível. Só que geralmente ele acontece porque o teste é realizado precocemente, ou seja, antes do atraso menstrual. Testes de farmácia realizados com a urina coletada ao longo do dia (sem ser a primeira urina da manhã) também podem produzir resultados equivocados, já que a concentração do hormônio HCG é menor.

Sintomas de gravidez

Embora fazer um teste de gravidez ajude a acabar com as dúvidas, alguns sintomas também indicam uma possível gestação. São eles:

 

  • Vontade de urinar com frequência;
  • Enjoos;
  • Cansaço e indisposição;
  • Sono em excesso;
  • Azia;
  • Seios aumentados de tamanho e sensíveis;
  • Aumento do apetite;
  • Alterações de humor.
O que fazer após inúmeros testes de gravidez negativos?

Sucessivos resultados negativos podem indicar problemas de saúde ou de fertilidade, caso em que um médico (ginecologista ou obstetra) deve ser consultado. Caso tenha alguma condição de saúde, ele irá te encaminhar para um especialista para realizar o tratamento adequado. Caso ele suspeite de infertilidade, ele irá te encaminhar para uma clínica especializada, como a Fertilidade.org.

Somos uma clínica de reprodução humana e fertilidade pertencente ao Instituto Amato e há mais de 37 anos ajudamos casais a formarem sua própria família. Entre os muitos tratamentos que oferecemos, destacam-se o FIV (Fertilização In Vitro), IIU (Inseminação Intrauterina), congelamento de óvulos, doação de óvulos, coito programado, entre muitos outros procedimentos. 

Além das técnicas de reprodução assistida, oferecemos também diversas especialidades e exames para a saúde da mulher, como exame Papanicolau, colocação de DIU, ultrassonografia ginecológica e obstétrica, pesquisa do vírus HPV e muitos outros. Nossa equipe atua no Instituto Amato, no Hospital Albert Einstein, no Hospital Sírio-Libanês, no Hospital São Luiz Itaim e em outras instituições de saúde renomadas.

Quer realizar o sonho da maternidade, mas não sabe por onde começar? Marque uma consulta com a nossa equipe e tenha acesso aos mais modernos tratamentos de fertilidade que existem. Priorizamos um atendimento qualificado, humanizado e focado na resolução do seu problema. Agende já a sua consulta.

Dra. Juliana Amato

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Teste de gravidez de farmácia: quando fazer?

Fri, 03/04/2022 - 11:40

Se você está tentando realizar o sonho da maternidade, bem sabe o quanto um atraso na menstruação pode gerar uma grande ansiedade. A boa notícia é que o teste de gravidez de farmácia pode acabar com a sua dúvida em apenas alguns minutos. Prático e acessível, ele pode ser comprado sem prescrição médica e ser realizado em casa sem nenhuma dificuldade. 

Mas, com quantos dias de gravidez o teste de farmácia dá positivo? O dispositivo é confiável? Como funciona? Como fazer o teste? No artigo a seguir você vai encontrar a resposta para essas e muitas outras perguntas. Vale a pena ler até o final!

Como funciona o teste de gravidez de farmácia?

O teste de gravidez de farmácia é um dispositivo que detecta a presença do hormônio HCG (Gonadotrofina Coriônica Humana) na urina da mulher. Vale a pena destacar que esse hormônio é produzido pela placenta e portanto, só se faz presente quando a mulher está grávida.

O teste de farmácia pode ser encontrado em marcas e formatos diferentes. Independentemente do formato, o dispositivo possui duas tiras, uma que indica que o teste está funcionando e outra, que só é ativada quando os anticorpos presentes na fita encontram o hormônio HCG na urina.

Como fazer

Alguns testes de gravidez acompanham um coletor de urina, enquanto outros possuem uma ponta que é colocada em contato direto com o jato, ou seja, dispensam o uso do potinho. 

Para obter um resultado mais confiável, recomenda-se aguardar o atraso menstrual e fazer o teste de gravidez com a primeira urina da manhã. Isso porque em ambos os casos a concentração do hormônio é maior, o que diminui consideravelmente as chances de um resultado falso.

Cada fabricante possui suas recomendações para a realização do teste, por isso, é muito importante ler a bula do dispositivo antes de fazer o exame. Mas, geralmente os testes apresentam seus resultados após 3 minutos. E por mais que isso pareça uma eternidade para você, é preciso esperar pacientemente o tempo indicado nas instruções do seu teste!

Com quanto tempo dá para saber se a mulher está grávida?

De acordo com especialistas, é possível identificar uma gravidez a partir do 10º dia de fecundação do óvulo, já que é a partir dessa data que o hormônio HCG começa a ser produzido. Apesar disso, o indicado é fazer o teste de gravidez de farmácia após o atraso da menstruação, pois ele é menos sensível para detectar o hormônio.

Teste de gravidez de farmácia é confiável?

Conforme pontuamos anteriormente, o teste de gravidez de farmácia possui anticorpos que reagem em contato com o hormônio HCG presente na urina da mulher. Então sim, o dispositivo é confiável e desde que você siga à risca as recomendações do fabricante, terá grandes chances de obter um resultado 99% seguro.

O falso-negativo e o falso-positivo

Embora confiável, o teste de gravidez de farmácia nem sempre funciona. Mas por que isso acontece? Na verdade, vários motivos podem levar a um resultado falso-positivo ou falso-negativo.

Uma das principais causas para um falso-negativo, por exemplo, é a baixa concentração do hormônio HCG no organismo. Isso pode acontecer caso o teste seja realizado precocemente (antes do atraso menstrual) ou caso a urina utilizada não seja a primeira da manhã. 

Por outro lado, existem patologias que estimulam a produção do hormônio HCG no organismo, mesmo que a mulher não esteja grávida. Nesse caso, o diagnóstico é falso-positivo.

Teste de gravidez com coloração fraca

Na prática, a cor das duas linhas, riscas ou listas só é liberada quando existe a presença do hormônio HCG na urina. Então, mesmo que a segunda linha se apresente mais fraca, é possível que você esteja grávida.

Contudo, você pode tirar essa dúvida repetindo o teste após 3 dias ou realizando o exame de sangue, o Beta HCG. Ele é barato, não requer pedido médico e, dependendo do laboratório, fica pronto no mesmo dia.

Sinais de uma possível gravidez

Ainda em dúvida se está grávida? Alguns sintomas são característicos de gravidez e podem indicar que tem um bebê a caminho. Entre os mais comuns destacam-se:

  • Cansaço e indisposição física;
  • Alterações de humor;
  • Sensibilidade e aumento dos seios;
  • Cólica abdominal leve;
  • Enjoos, principalmente na parte da manhã;
  • Pequeno sangramento vaginal;
  • Azia;
  • Olfato e paladar mais apurado;
  • Vontade de fazer xixi com frequência.

Cabe ressaltar que nem sempre uma gestação vem acompanhada de sintomas. E ainda que eles apareçam, não significa que você esteja de fato grávida. Até mesmo porque o fator psicológico e a ansiedade também podem desencadear essa explosão de sensações. Nesse contexto, um teste de gravidez de farmácia e a consulta com um ginecologista ou obstetra podem ser bem úteis para confirmar ou não a gravidez e assegurar a sua saúde.  

 

O que fazer após inúmeros resultados negativos? A reprodução assistida pode ser a solução

De fato, um resultado negativo pode ser muito frustrante, principalmente se você está tentando engravidar. Mas a boa notícia é que você não precisa perder as esperanças, mesmo que o seu relógio biológico da reprodução esteja no limite. Com os tratamentos de reprodução humana da atualidade você pode formar a sua família, seja qual for a sua idade.

Na Fertilidade.org, a clínica de reprodução assistida do Instituto Amato, você tem acesso aos melhores tratamentos de infertilidade possíveis, como Fertilização In Vitro (FIV), Inseminação Intra-uterina (IIU), Congelamento de Óvulos, Inseminação Artificial entre muitos outros. Todas as técnicas são indicadas e conduzidas por profissionais altamente especializados, para que você consiga realizar o sonho da maternidade.

Muito mais que uma clínica de reprodução humana, a Fertilidade.org é uma empresa que há mais de 37 anos cuida da saúde da mulher. Além dos tratamentos para infertilidade, realizamos também consultas médicas, exames de ultrassonografia ginecológica e obstétrica, exames de Papanicolau, colocação de DIU entre outros procedimentos minimamente invasivos. 

Quer saber mais sobre a equipe Fertilidade.org e tudo o que ela pode fazer pela sua saúde e bem-estar? Então acesse o nosso site, conheça os nossos tratamentos e marque a sua consulta.

 

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Fertilidade: o que significa estar ovulando?

Thu, 03/03/2022 - 07:16

Ovulação e fertilidade são palavras que fazem parte do cotidiano da maioria das mulheres adultas, principalmente daquelas que têm dificuldades para engravidar. Mas, apesar de os dois conceitos fazerem parte do ciclo menstrual feminino, eles ainda geram muitas dúvidas. Afinal, o que significa estar ovulando? Será que é a mesma coisa que período fértil? Os dois conceitos resultam em uma gravidez? Acompanhe o artigo a seguir e esclareça de uma vez por todas essas dúvidas!

O processo de ovulação

Afinal, o que significa estar ovulando? Compreender o que essa fase significa de fato pode melhorar a sua saúde, proporcionar o autoconhecimento e até mesmo resultar em uma gestação. 

Em linhas gerais, a ovulação é uma fase do ciclo menstrual. Ela consiste na liberação de um óvulo de dentro do folículo ovariano para as trompas uterinas, também conhecidas como trompas de Falópio. Por se tratar da liberação de uma célula reprodutora feminina, caso aconteça uma relação sexual sem preservativo durante esse período, pode acontecer uma gravidez.

Essa liberação do óvulo pelo ovário acontece uma vez por mês e marca o período fértil feminino, já que ele pode culminar com a fecundação do óvulo pelo espermatozoide, a célula reprodutora masculina. Caso isso aconteça, o óvulo fecundado caminha até o útero e dá início à gestação. Todavia, caso isso não aconteça, o óvulo morre e é expelido do corpo junto com a menstruação.

O papel dos hormônios na ovulação

Diante do que já foi exposto até aqui, provavelmente você já deve ter compreendido que estar ovulando significa poder realizar o sonho da maternidade caso haja uma relação sexual sem proteção. Mas, para que esse sonho se torne realidade, há ainda a contribuição de dois hormônios importantes, o FSH e o LH. Ambos são produzidos pela glândula hipófise, localizada no cérebro e atuam no desenvolvimento folicular e na ovulação.

O Hormônio Folículo Estimulante (FSH) estimula o desenvolvimento do óvulo dentro do folículo, enquanto o LH (Hormônio Luteinizante) promove a maturação e a liberação do óvulo para as trompas de Falópio. Por isso, alterações nos níveis desses dois hormônios podem causar infertilidade feminina.  

Ovulação: quando acontece?

O período da ovulação varia de mulher para mulher, mas geralmente acontece de 12 a 15 dias antes do próximo ciclo menstrual. Contudo, dependendo dos fatores ambientais, emocionais ou da alimentação, pode ser que não aconteça em um determinado mês. Puérperas, lactantes e mulheres na fase de pré-menopausa também podem não ovular com regularidade.

Estar ovulando ou não: por que saber isso é tão importante?

Conforme você pode perceber, não ovular regularmente não significa necessariamente um problema de saúde, já que vários fatores podem interferir na ovulação. Contudo, a ausência de ovulação (anovulação) também pode significar SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos), disfunções hormonais, problemas na glândula tireoide entre outras condições de saúde.

Ter certeza de estar ovulando ou não também é importante para quem deseja engravidar. Conforme pontuamos anteriormente, é a liberação da célula reprodutora feminina que aproxima as mulheres do sonho da maternidade. Se esse é o seu caso, é preciso estar atenta ao processo e fazer uso dos recursos existentes para se certificar que a ovulação está acontecendo.

Felizmente, vários exames clínicos e laboratoriais ajudam você a descobrir se está ovulando ou não. Entre os mais indicados, destacam-se o exame de sangue, de urina, ultrassonografia transvaginal e o gráfico da temperatura basal. Todavia, alguns sinais físicos são bons indícios de que você está ovulando:

  • Aumento da libido;
  • Pequeno sangramento vaginal;
  • Secreção vaginal de cor clara e consistência pegajosa (semelhante à clara do ovo);
  • Alterações de humor;
  • Aumento do apetite;
  • Seios mais sensíveis;
  • Cólicas;
  • Aumento da temperatura corporal basal.
Duração da fertilidade feminina

É sabido que as mulheres já nascem com uma determinada quantidade de óvulos nos ovários, em média 2 milhões de gametas femininos. Mas é claro que nem todos serão liberados, já que o envelhecimento natural, hábitos de vida entre outros fatores diminuem drasticamente a quantidade da reserva produtiva. 

Só para você ter uma ideia, desse total, apenas 400 ou 500 óvulos chegam à fase madura e são liberados em um intervalo de 23 – 28 dias, mais ou menos. Isso resulta em um limite de fertilidade de aproximadamente 45 anos. Todavia, as chances de uma mulher com 45 anos engravidar são muito pequenas. Isso porque com o passar dos anos, não somente a quantidade dos óvulos é afetada, mas também a qualidade dessas células. É justamente por isso que nós, da Clínica Fertilidade, recomendamos que a tentativa se dê naturalmente até os 35-40 anos de idade.

Reprodução assistida: uma alternativa para quem deseja adiar a gravidez

Mas será que existe uma solução para quem deseja adiar o sonho da maternidade? Muitas mulheres decidem primeiramente alcançar a estabilidade financeira antes de ter um filho ou apenas encontram o(a) parceiro(a) ideal após os 40 anos e não há mal nenhum nisso. Graças às técnicas de reprodução assistida, é possível adiar a maternidade para um momento mais oportuno. Confira a seguir as mais utilizadas atualmente:

  • FIV (Fertilização In Vitro): método em que é feita a coleta dos óvulos maduros e dos espermatozoides para que seja realizada a fecundação em tubos de vidro, no laboratório. Após a fecundação, os embriões são selecionados e transferidos para o útero da mulher;
  • Inseminação Intra Uterina (IIU): técnica que consiste na introdução de espermatozoides capacitados dentro do útero da mulher no período da ovulação;
  • Congelamento de óvulos: também conhecida como criopreservação, a técnica consiste em congelar os óvulos em nitrogênio líquido em temperaturas extremamente baixas. Dessa forma, preserva-se a integridade das células reprodutoras por muitos anos;
  • Doação de óvulos: método indicado para mulheres que não produzem seus próprios óvulos ou quando os que produzem são de baixa qualidade. Nesse caso, é feita a FIV com óvulos de outra mulher, que são fecundados com os espermatozoides do marido da paciente.

Com este artigo você aprendeu que estar ovulando é importante para gerar uma vida, não é mesmo? Mas também aprendeu que com as técnicas de reprodução assistida, mesmo que você já tenha atingido o seu limite de fertilidade é possível formar uma família saudável e feliz. 

Quer saber mais sobre o assunto? Então entre em contato com a Fertilidade.org. Somos uma clínica de reprodução humana atuante há mais de 34 anos no ramo da fertilidade. Possuímos uma equipe formada por especialistas de diferentes áreas para transformar o seu sonho de ser mãe em realidade. Agende já a sua consulta.

Dra. Juliana Amato

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