Cirurgia Vascular

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Clinica de cirurgia vascular, angiorradiologia, endovascular, ecodoppler vascular, angiologia e radiologia intervencionista. Tratamento de varizes com laser.
Updated: 2 hours 50 min ago

Lúpus

Mon, 09/18/2017 - 17:12

Lúpus eritematoso sistêmico, conhecido como LES ou lúpus, é uma doença crônica (longo prazo) que provoca a inflamação sistêmica que afeta múltiplos órgãos.
Fatos Rápidos

  • Lúpus ocorre dez vezes mais frequentemente em mulheres do que em homens.
  • O tratamento depende dos órgãos envolvidos.
  • O envolvimento dos rins e/ou do cérebro é a manifestação mais grave de lúpus.
  • As pessoas podem viver bem com lúpus se trabalham ativamente pela boa saúde.
  • Exposição ao sol pode levar a erupções de lúpus.
  • Planeje cuidadosamente sua gravidez; Lúpus pode aumentar durante a gravidez e pode afetar o seu resultado.

Além de afetar a pele e as articulações, pode afetar outros órgãos do corpo como os rins, o tecido que reveste os pulmões (pleura), o cérebro e o coração (pericárdio). Muitos pacientes sentem fadiga, perda de peso e febre.
Os sinais de Lúpus variam de leve a grave. A maioria dos pacientes tem momentos onde a doença está ativa, seguidos por momentos onde a doença está sobretudo silenciosa - referido como uma remissão. No entanto, há muita razão para ter esperança. Melhorias no tratamento têm melhorado extremamente a qualidade de vida destes pacientes e aumentaram a expectativa de vida deles.
O especialista responsável pelo tratamento do lúpus é o reumatologista.

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Categories: Medical

Lipedema e a inflamação crônica

Mon, 09/18/2017 - 17:07

O lipedema é uma doença crônica do metabolismo lipidico que resulta em na distribuição e armazenamento anormal do tecido gorduroso associado com hiperplasia das celulas gordurosas causando edema e nas formas mais graves o lipolinfedema.
A disfunção linfática produz edema intersticial e disfunção imunológica causando inflamação crônica. A disfunção linfática e inflamação crônica são alvos terapêuticos para reduzir e/ou modular a progressão desta condição.
A inflamação crônica não está só presente no lipedema, mas também em outras condições como doenças cardiovasculares, sindrome metabólica, obesidade, diabetes, síndrome do intestino irritável, malignidades (tumores), doenças autoimunes e outras.
Dicas para reduzir inflamação na dieta:

  • dormir bem em quantidade e qualidade
  • exercícios de baixo impacto aeróbicos e para fortalecimento, melhorando a aptidão física
  • reduzir estresse
  • reduzir o consumo de álcool e cafeína
  • melhorar a função gastrointestinal
  • reduzir gordura trans, açucares refinados, glúten e derivados do leite
  • comer alimentos ricos em ômega-3, salmão fresco, azeite de oliva virgem, frando orgânico, grãos inteiros, vegetais crus, folhas verdes escuras, pimentas, berries, nozes, yogurte baixa gordura e não açucarado, gengibre, açafrão, alho, citrus, chá verde
  • eliminar alérgenos conhecidos e conservantes

Veja nosso artigo sobre dieta antiinflamatória.

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Tendinite (Bursite)

Wed, 09/13/2017 - 17:34
Tendão de Aquiles

Fatos Rápidos

  • Tendinite e bursite são a inflamação ou degeneração (repartição) do tecido mole ao redor dos músculos e ossos.
  • O tratamento imediato inclui RICE: Repouso (Rest), Gelo (Ice), Compressão (Compression) e Elevação (Elevation).
  • Os sinais de perigo incluem rápida piora da dor, vermelhidão e inchaço, ou súbita incapacidade para mover uma articulação.

Os tendões são estruturas semelhantes a um cordão, localizados onde um músculo se estreita para se fixar a um osso. O tendão é mais fibroso e denso do que o elástico, carnudo músculo. Um tendão transmite a tração do músculo ao osso para causar o movimento. A tendinite é frequentemente muito sensível ao toque.
Tendinite ou bursite, muitas vezes afeta o ombro, cotovelo, pulso, quadril, joelho e tornozelo. A dor faz com que possa ser bastante grave e muitas vezes ocorre de repente. Como na artrite, a dor é pior durante o movimento. Ao contrário da artrite, a dor é muitas vezes em partes do corpo distantes de uma articulação. A tendinite, muitas vezes, resulta do uso repetitivo (uso excessivo). Embora o problema possa ser recorrente ou ser crônico (longo prazo) em algumas pessoas, é mais frequentemente por curto prazo, principalmente se tratado precocemente.
Bursite é a inflamação da bursa. Este pequeno saco atua como um amortecedor entre estruturas móveis (ossos, músculos, tendões ou pele). Se um músculo ou tendão está puxando um canto de um osso, ou está sobre um osso, uma bursa saudável o protege contra o desgaste e estresse. Quando a bursa está inflamada, torna-se muito doloroso, mesmo durante o repouso.

musculardorortopediaAnatomia: TendõesCausa: A causa mecânica é provocada por esforços prolongados e repetitivos, além de sobrecarga. A causa química é provocada por alimentação incorreta e por algumas toxinas presentes no organismo. Também pode ocorrer quando os músculos e tendões não estão sendo suficientemente drenados, ocasionando a desidratação.Diagnóstico Diferencial: Depende da localização, mas pode ser LER (Lesão por esforço repetitivo), artrite reumatoide, e outrasTratamentos Possíveis: Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação. Há casos em que são prescritos apenas anti-inflamatórios; em outros, pode haver a imobilização do membro afetado com tala ou até mesmo gesso; enquanto que em casos muito graves pode haver a aplicação local de corticoides. Repouso e fisioterapia também são recomendados. Em casos de tendinite com origem química, os médicos indicam uma dieta alimentar especial. O sucesso do tratamento está no reconhecimento e tratamento da doença de base.Prevenção Primária: Manter uma alimentação balanceada; Antes de começar uma rotina de exercícios, condicionar os músculos; Sempre fazer aquecimento antes de começar qualquer atividade física; Quem trabalha muito com computador e faz movimentos repetitivos deve parar sempre e se alongar para evitar a LER (lesão por esforço repetitivo); Procurar ajuda médica e seguir todas as orientações prescritas.Sinais ou Sintomas: O sintoma básico da tendinite é a dor. Dependendo de onde a inflamação está localizada, há também sensibilidade da área, inchaço e rigidez. Se existe um histórico de dor, ou seja, se o paciente sentiu uma dor forte em alguma articulação, é preciso procurar um ortopedista para que o problema seja diagnosticado e tratado da maneira correta.Código: M65
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Arterite de Takayasu

Wed, 09/13/2017 - 17:12
Takayasu

Fatos Rápidos

  • Arterite de Takayasu é muito mais comum em mulheres do que em homens. A doença começa geralmente em adultos jovens, mas crianças e pessoas de meia-idade podem adquiri-la, também.
  • Médicos encontram Takayasu (TAK) em angiografias. Angiografias são tipos de exames de raio-x que examinam as artérias. Na TAK, a angiografia mostra estreitamento das artérias maiores.
  • Artérias estreitadas ou bloqueadas causam problemas que variam de leves a graves. E, nesse momento que o cirurgião vascular entra em ação.
  • O tratamento de TAK quase sempre inclui glicocorticoides (prednisona e outros), que ajudam a reduzir a inflamação. Também podem ser prescritos aos pacientes medicamentos que suprimem o sistema imunológico.
  • Os sintomas de TAK refletem o fluxo sanguíneo deficiente nos tecidos e órgãos.

Arterite de Takayasu, também chamada de TAK, é uma forma rara de vasculite, doença envolvendo a inflamação nas paredes das artérias maiores no corpo: a aorta e seus ramos principais. A doença resulta de um ataque pelo sistema imunológico do próprio corpo, causando inflamação nas paredes das artérias. A inflamação leva ao estreitamento das artérias, e isso pode reduzir o fluxo de sangue para várias partes do corpo.
Arterite de Takayasu pode resultar em um pulso fraco ou perda do pulso em braços, pernas e órgãos. Por esta razão, as pessoas costumavam referir-se a doença como "doença sem pulso". Às vezes os pacientes com TAK podem não ter sintomas, e a doença é tão rara que os médicos podem não reconhecê-la facilmente. Assim, muitas vezes, há um atraso na detecção, às vezes por vários anos.
 
 
 

reumatologiavasculararterialAnatomia: ArtériasCausa: desconhecida (autoimune, infecciosa, genética)Diagnóstico Diferencial: arterite cranial, fibrose retroperitoneal, aortite sifilítica, síndrome de Ehler-Danlos, Doença de Marfan, Síndrome de Cogan, Policondrite recorrente, Lúpus eritematoso sistêmico, aortiteEpidemiologia:  Arterite de Takayasu acomete principalmente mulheres (proporção masculino/feminino de 1:9) jovens, antes dos 40 anos, com idade de início entre 15 e 25 anos. Nos Estados Unidos sua incidência é de 3 casos/milhão de habitantes.Complicações Possíveis: As principais complicações são insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico e insuficiência renal.Tratamentos Possíveis: Sempre procure seu médico para indicar o melhor tratamento. Não faça auto medicação. O tratamento, deve ser sempre realizado em decorrência da possível morbidade e mortalidade da doença. As principais complicações são insuficiência cardíaca, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico e insuficiência renal.Fatores de Risco: Origem AsiáticaSinais ou Sintomas: Inicialmente inespecífica, apenas com sintomas constitucionais, como cansaço, febre, anorexia, perda de peso, sudorese noturna, mialgias e artralgias. Em seguida, costumam aparecer os sintomas de insuficiência arterial em decorrência principalmente da estenose das artérias. Código: M31.4Evolução Natural: O curso da AT é bastante variável, inclusive com relatos de caso de remissão espontânea.
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Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático

Sat, 08/26/2017 - 20:41

Seu sistema linfático desempenha um enorme papel na proteção contra doenças, mas a maioria das pessoas não sabe muito sobre isso.
A Internet está cheia de informações questionáveis sobre o corpo e como cuidar de seus vários sistemas e órgãos — e o sistema linfático não é exceção. Aliás, é quase regra, pois é um sistema complicado, com poucos médicos que se dedicam a estudá-lo, muita ciência básica e pouca ciência aplicada. Uma rápida pesquisa no Google traz diversos artigos alegando que ele precisa ser desintoxicado para seu funcionamento ideal e melhor saúde geral. Outros alegam propriedades milagrosas ao sistema. Blogueiros aconselham a fazer coisas como tomar ervas especiais, secar escovando a sua pele, remover o arame do seu sutiã e ficar pendurado de cabeça para baixo numa “mesa de inversão" para liberar as toxinas do seu sistema — e eles afirmam que se você negligencia seu sistema linfático, corre o risco de ter eczema, artrite, sinusite crônica e outros problemas de saúde com diferentes graus de gravidade. Caramba. Puxa vida.
Na saúde, somos céticos sobre qualquer conselho relativo à desintoxicação. Afinal, a ciência prova que o nosso fígado e rins já fornecem um eficiente sistema de filtragem da maioria dos alimentos e substâncias prejudiciais que ingerimos. Além disso, certos tipos de limpeza fazem mais mal do que bem e podem levar a graves consequências. É por isso que podemos ler sobre tudo o que há para saber sobre o sistema linfático e estender a mão para médicos que tratam isso todos os dias. A especialidade dedicada é a cirurgia vascular e a angiologia, apesar disso, nem todos se dedicam ao assunto. Aqui, uma visão geral do que o sistema linfático faz — e a palavra final sobre se ele precisa ser limpo e desintoxicado ou não.
O que é o sistema linfático?
O sistema linfático é uma rede de tecidos e órgãos que transportam o fluido linfático através do corpo. Faz parte do sistema imunológico, ajudando o corpo a combater infecções. É, também, o sistema relegado entre os sistemas vasculares.
Também chamado de circulação linfática, é composta por vasos linfáticos que correm por todo o corpo em uma grande rede (sendo o maior vaso o ducto torácico, que coleta uma grande parte da linfa do corpo); gânglios linfáticos, localizados no pescoço, axila, virilha e no interior do centro do peito e abdômen; amígdalas e adenoides, que são coleções de tecido linfoide semelhantes aos gânglios linfáticos; e o baço e timo, que são órgãos linfoides.
Como é que funciona?
Quando o coração bombeia o sangue para os capilares, o fluido linfático — o fluido aquoso, fluido nutritivo no sangue — precisa ir até os vasos sanguíneos nos tecidos diversos do corpo para alimentá-los. Uma vez que esse fluido esteja lá, ele não consegue retornar pelas veias até o coração; é aí que o sistema linfático move o fluido de volta através do corpo. O sistema linfático coleta a linfa  pelos capilares linfáticos e a retorna para dentro do sistema circulatório. Uma vez dentro do sistema linfático, o fluido é chamado de linfa.
O fluido linfa filtra através dos gânglios linfáticos. Se os linfonodos detectam corpos estranhos como vírus e bactérias no líquido linfático, os gânglios encurralam os intrusos e produzem mais células brancas de combate à infecção para destruí-los. Pense no pequeno PAC-MEN limpando a sujeira, se você tem um corte no seu braço e os gânglios linfáticos acima em sua axila ficam vermelhos e sensíveis, ou se você tem um resfriado e os gânglios no pescoço ficam vermelhos, inchados ou doloridos, isso significa que eles estão fazendo seu trabalho. São as chamadas ínguas.
A partir daí, a linfa viaja através do ducto torácico no peito ou pelo ducto linfático direito e depois para uma área ao lado do pescoço, perto da veia jugular, onde volta ao sistema circulatório de novo. Alguns gânglios também transportam gorduras do seu trato gastrointestinal para a corrente sanguínea.
Você precisa desintoxicar seu sistema linfático?
Se você é uma pessoa razoavelmente saudável, você não precisa se preocupar com o seu sistema linfático ou a sua função. Ele vai fazer sua própria atividade, e seu estilo de vida não vai afetá-lo.
Então toda aquela conversa de acúmulo de toxinas em seu sistema linfático e a necessidade de desintoxicá-lo? Charlatanismo. Você não pode ou precisa aumentar a saúde do seu sistema linfático. Ele funciona maravilhosamente sozinho, e não há nada para desintoxicar. Desconfie dos supostos especialistas que afirmam que você pode ajudar a livrar seu corpo das toxinas no sistema adicionando certas ervas na sua dieta ou indo para a sauna. Exercício e massagem ajudam a mover a linfa através do corpo (veja sobre drenagem linfática), mas a movimentação normal diária e ao invés de ficar sentado ou ser sedentário por muito tempo cuida do bombeamento da linfa naturalmente.
O que pode prejudicar seu sistema linfático?
Quando os gânglios linfáticos são removidos ou danificados — geralmente devido ao tratamento de câncer — podem causar linfedema, ou inchaço nos braços ou pernas. Linfedema ocorre por um bloqueio no sistema linfático, impedindo que o fluido viaje através do corpo corretamente. Essa condição aumenta o risco de infecções. 
Outro problema potencial do sistema linfático: leucemia e linfomas que podem se desenvolver. Mas a limpeza ou desintoxicação do sistema não tem impacto sobre isto. Os fatores externos que parecem afetar o seu risco para estes cânceres são o Agente Laranja (um herbicida usado pelos militares dos Estados Unidos durante a guerra do Vietnã) e exposição à fumaça pesada (não-cigarro).
Se seu sistema linfático não está funcionando corretamente, você pode notar o acúmulo de líquido nos membros, como inchaço. Você verá o inchaço durante o dia, que pode melhorar à noite. Ao longo do tempo, o líquido pode não ir embora à noite e você pode ver as alterações na pele da região. Se tiver estes sintomas, converse com seu médico cirurgião vascular. O lipedema não deve ser confundido com o linfedema.
Em geral, o sistema linfático é uma ferramenta poderosa para nutrir os tecidos e ajudar nosso sistema imunológico, limpando as bactérias e patógenos. Ele não precisa ser desintoxicado — ele faz isso por conta própria. Ao se manter ativo, com hábitos saudáveis, exercícios físicos, você mantem seu sistema linfático funcionando corretamente.
 
 

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Tudo o Que Você Deve Saber Sobre O Seu Sistema Linfático

Sat, 08/26/2017 - 20:41

Seu sistema linfático desempenha um enorme papel na proteção contra doenças, mas a maioria das pessoas não sabe muito sobre isso.
A Internet está cheia de informações questionáveis sobre o corpo e como cuidar de seus vários sistemas e órgãos — e o sistema linfático não é exceção. Aliás, é quase regra, pois é um sistema complicado, com poucos médicos que se dedicam a estudá-lo, muita ciência básica e pouca ciência aplicada. Uma rápida pesquisa no Google traz diversos artigos alegando que ele precisa ser desintoxicado para seu funcionamento ideal e melhor saúde geral. Outros alegam propriedades milagrosas ao sistema. Blogueiros aconselham a fazer coisas como tomar ervas especiais, secar escovando a sua pele, remover o arame do seu sutiã e ficar pendurado de cabeça para baixo numa “mesa de inversão" para liberar as toxinas do seu sistema — e eles afirmam que se você negligencia seu sistema linfático, corre o risco de ter eczema, artrite, sinusite crônica e outros problemas de saúde com diferentes graus de gravidade. Caramba. Puxa vida.
Na saúde, somos céticos sobre qualquer conselho relativo à desintoxicação. Afinal, a ciência prova que o nosso fígado e rins já fornecem um eficiente sistema de filtragem da maioria dos alimentos e substâncias prejudiciais que ingerimos. Além disso, certos tipos de limpeza fazem mais mal do que bem e podem levar a graves consequências. É por isso que podemos ler sobre tudo o que há para saber sobre o sistema linfático e estender a mão para médicos que tratam isso todos os dias. A especialidade dedicada é a cirurgia vascular e a angiologia, apesar disso, nem todos se dedicam ao assunto. Aqui, uma visão geral do que o sistema linfático faz — e a palavra final sobre se ele precisa ser limpo e desintoxicado ou não.
O que é o sistema linfático?
O sistema linfático é uma rede de tecidos e órgãos que transportam o fluido linfático através do corpo. Faz parte do sistema imunológico, ajudando o corpo a combater infecções. É, também, o sistema relegado entre os sistemas vasculares.
Também chamado de circulação linfática, é composta por vasos linfáticos que correm por todo o corpo em uma grande rede (sendo o maior vaso o ducto torácico, que coleta uma grande parte da linfa do corpo); gânglios linfáticos, localizados no pescoço, axila, virilha e no interior do centro do peito e abdômen; amígdalas e adenoides, que são coleções de tecido linfoide semelhantes aos gânglios linfáticos; e o baço e timo, que são órgãos linfoides.
Como é que funciona?
Quando o coração bombeia o sangue para os capilares, o fluido linfático — o fluido aquoso, fluido nutritivo no sangue — precisa ir até os vasos sanguíneos nos tecidos diversos do corpo para alimentá-los. Uma vez que esse fluido esteja lá, ele não consegue retornar pelas veias até o coração; é aí que o sistema linfático move o fluido de volta através do corpo. O sistema linfático coleta a linfa  pelos capilares linfáticos e a retorna para dentro do sistema circulatório. Uma vez dentro do sistema linfático, o fluido é chamado de linfa.
O fluido linfa filtra através dos gânglios linfáticos. Se os linfonodos detectam corpos estranhos como vírus e bactérias no líquido linfático, os gânglios encurralam os intrusos e produzem mais células brancas de combate à infecção para destruí-los. Pense no pequeno PAC-MEN limpando a sujeira, se você tem um corte no seu braço e os gânglios linfáticos acima em sua axila ficam vermelhos e sensíveis, ou se você tem um resfriado e os gânglios no pescoço ficam vermelhos, inchados ou doloridos, isso significa que eles estão fazendo seu trabalho. São as chamadas ínguas.
A partir daí, a linfa viaja através do ducto torácico no peito ou pelo ducto linfático direito e depois para uma área ao lado do pescoço, perto da veia jugular, onde volta ao sistema circulatório de novo. Alguns gânglios também transportam gorduras do seu trato gastrointestinal para a corrente sanguínea.
Você precisa desintoxicar seu sistema linfático?
Se você é uma pessoa razoavelmente saudável, você não precisa se preocupar com o seu sistema linfático ou a sua função. Ele vai fazer sua própria atividade, e seu estilo de vida não vai afetá-lo.
Então toda aquela conversa de acúmulo de toxinas em seu sistema linfático e a necessidade de desintoxicá-lo? Charlatanismo. Você não pode ou precisa aumentar a saúde do seu sistema linfático. Ele funciona maravilhosamente sozinho, e não há nada para desintoxicar. Desconfie dos supostos especialistas que afirmam que você pode ajudar a livrar seu corpo das toxinas no sistema adicionando certas ervas na sua dieta ou indo para a sauna. Exercício e massagem ajudam a mover a linfa através do corpo (veja sobre drenagem linfática), mas a movimentação normal diária e ao invés de ficar sentado ou ser sedentário por muito tempo cuida do bombeamento da linfa naturalmente.
O que pode prejudicar seu sistema linfático?
Quando os gânglios linfáticos são removidos ou danificados — geralmente devido ao tratamento de câncer — podem causar linfedema, ou inchaço nos braços ou pernas. Linfedema ocorre por um bloqueio no sistema linfático, impedindo que o fluido viaje através do corpo corretamente. Essa condição aumenta o risco de infecções. 
Outro problema potencial do sistema linfático: leucemia e linfomas que podem se desenvolver. Mas a limpeza ou desintoxicação do sistema não tem impacto sobre isto. Os fatores externos que parecem afetar o seu risco para estes cânceres são o Agente Laranja (um herbicida usado pelos militares dos Estados Unidos durante a guerra do Vietnã) e exposição à fumaça pesada (não-cigarro).
Se seu sistema linfático não está funcionando corretamente, você pode notar o acúmulo de líquido nos membros, como inchaço. Você verá o inchaço durante o dia, que pode melhorar à noite. Ao longo do tempo, o líquido pode não ir embora à noite e você pode ver as alterações na pele da região. Se tiver estes sintomas, converse com seu médico cirurgião vascular. O lipedema não deve ser confundido com o linfedema.
Em geral, o sistema linfático é uma ferramenta poderosa para nutrir os tecidos e ajudar nosso sistema imunológico, limpando as bactérias e patógenos. Ele não precisa ser desintoxicado — ele faz isso por conta própria. Ao se manter ativo, com hábitos saudáveis, exercícios físicos, você mantem seu sistema linfático funcionando corretamente.
 
 

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Categories: Medical

3 dicas para evitar: Aneurisma de aorta abdominal

Sun, 08/20/2017 - 12:50

Aneurisma é basicamente uma distensão, como um balão, de um ponto enfraquecido da parede de qualquer artéria do organismo. Pode ocorrer desde a cabeça até as pernas. Existe um grande desentendimento na população em geral sobre aneurismas, mas isso ocorre devido aos seus diversos seus tipos e tratamentos: podem ser fusiforme, sacular ou dissecante. Ainda podem ser classificados como congênito, inflamatório, degenerativo ou traumático. O motivo de todas essas classificações? Determinar o melhor tratamento. Um bom tratamento para uma determinada causa ou local pode não ser adequada para outra. Portanto o especialista indicado para a avaliação e tratamento de aneurismas em qualquer lugar do organismo, que não no cérebro, é o cirurgião vascular.
O aneurisma mais frequente ocorre na aorta, a maior artéria do corpo, também chamado de aneurisma de aorta abdominal. Como está muito relacionado ao fumo e à idade, no momento em que for diagnosticado o aneurisma, parar de fumar passa a ser uma prioridade. Embora os aneurismas possam produzir sintomas pressionando órgãos vizinhos, o perigo maior é a sua ruptura, que causa hemorragia gravíssima.
Desejamos sempre que possível tratar os pacientes antes deles apresentarem sintomas, e, portanto, antes das suas complicações. Assim o tratamento tem maior probabilidade de êxito. Mas como descobrir um aneurisma se ele não apresenta sintomas? Bom, frequentemente são diagnosticados ao fazer exames de imagem por qualquer outro motivo, como pedras nos rins, vesícula ou outros. São outros médicos e especialistas que descobrem os aneurismas e encaminham para o vascular. Mas existem fatores que indicam quem deve ser submetido a um ultrassom abdominal de rastreamento, para avaliar se você preenche esses critérios é necessário conversar com seu clínico geral. Estão mais suscetíveis homens com mais de 65 anos, aqueles que possuem algum familiar direto com história de aneurismas e fumantes.
Porque eu falo em probabilidade de êxito? O aneurisma pode romper, mas o risco de ruptura aumenta gradativamente de acordo com o seu tamanho. Como a cirurgia também tem riscos, somente devemos oferecer a cirurgia como possibilidade de tratamento caso o risco seja menor do que o risco do tratamento clínico. Temos que “colocar na balança” os prós e contras e somente então decidir o melhor tratamento.
Então quer dizer que mesmo tendo um aneurisma, e este podendo romper, pode não ser necessário cirurgia? Sim, o cirurgião vascular utiliza diversos critérios para definir qual a probabilidade de ruptura e risco cirúrgico. Caso o risco cirúrgico seja maior que o risco de ruptura espontânea, a cirurgia não vale a pena. Alguns aneurismas, apesar de terem um risco, possuem um crescimento tão lento que a probabilidade de ruptura é muito baixa e pode ser realizado tratamento clínico.
Atualmente, com as novas técnicas de cirurgia endovascular, procedimentos minimamente invasivos onde não é necessário grandes cortes, conseguimos oferecer tratamento para alguns pacientes que antes a cirurgia era considerada proibitiva. A decisão sobre a melhor técnica, aberta ou endovascular não deve ser baseada na estética da cicatriz, mas sim no benefício e risco do paciente. Deve ser feita por cirurgião vascular e endovascular, versado em todas as técnicas de tratamento, levando em consideração a opinião do paciente.
Dicas:

  1. Parar de fumar imediatamente
  2. Controlar a Pressão Arterial
  3. Faça o Check-up Vascular

 

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3 dicas para evitar: Aneurisma de aorta abdominal

Sun, 08/20/2017 - 12:50

Aneurisma é basicamente uma distensão, como um balão, de um ponto enfraquecido da parede de qualquer artéria do organismo. Pode ocorrer desde a cabeça até as pernas. Existe um grande desentendimento na população em geral sobre aneurismas, mas isso ocorre devido aos seus diversos seus tipos e tratamentos: podem ser fusiforme, sacular ou dissecante. Ainda podem ser classificados como congênito, inflamatório, degenerativo ou traumático. O motivo de todas essas classificações? Determinar o melhor tratamento. Um bom tratamento para uma determinada causa ou local pode não ser adequada para outra. Portanto o especialista indicado para a avaliação e tratamento de aneurismas em qualquer lugar do organismo, que não no cérebro, é o cirurgião vascular.
O aneurisma mais frequente ocorre na aorta, a maior artéria do corpo, também chamado de aneurisma de aorta abdominal. Como está muito relacionado ao fumo e à idade, no momento em que for diagnosticado o aneurisma, parar de fumar passa a ser uma prioridade. Embora os aneurismas possam produzir sintomas pressionando órgãos vizinhos, o perigo maior é a sua ruptura, que causa hemorragia gravíssima.
Desejamos sempre que possível tratar os pacientes antes deles apresentarem sintomas, e, portanto, antes das suas complicações. Assim o tratamento tem maior probabilidade de êxito. Mas como descobrir um aneurisma se ele não apresenta sintomas? Bom, frequentemente são diagnosticados ao fazer exames de imagem por qualquer outro motivo, como pedras nos rins, vesícula ou outros. São outros médicos e especialistas que descobrem os aneurismas e encaminham para o vascular. Mas existem fatores que indicam quem deve ser submetido a um ultrassom abdominal de rastreamento, para avaliar se você preenche esses critérios é necessário conversar com seu clínico geral. Estão mais suscetíveis homens com mais de 65 anos, aqueles que possuem algum familiar direto com história de aneurismas e fumantes.
Porque eu falo em probabilidade de êxito? O aneurisma pode romper, mas o risco de ruptura aumenta gradativamente de acordo com o seu tamanho. Como a cirurgia também tem riscos, somente devemos oferecer a cirurgia como possibilidade de tratamento caso o risco seja menor do que o risco do tratamento clínico. Temos que “colocar na balança” os prós e contras e somente então decidir o melhor tratamento.
Então quer dizer que mesmo tendo um aneurisma, e este podendo romper, pode não ser necessário cirurgia? Sim, o cirurgião vascular utiliza diversos critérios para definir qual a probabilidade de ruptura e risco cirúrgico. Caso o risco cirúrgico seja maior que o risco de ruptura espontânea, a cirurgia não vale a pena. Alguns aneurismas, apesar de terem um risco, possuem um crescimento tão lento que a probabilidade de ruptura é muito baixa e pode ser realizado tratamento clínico.
Atualmente, com as novas técnicas de cirurgia endovascular, procedimentos minimamente invasivos onde não é necessário grandes cortes, conseguimos oferecer tratamento para alguns pacientes que antes a cirurgia era considerada proibitiva. A decisão sobre a melhor técnica, aberta ou endovascular não deve ser baseada na estética da cicatriz, mas sim no benefício e risco do paciente. Deve ser feita por cirurgião vascular e endovascular, versado em todas as técnicas de tratamento, levando em consideração a opinião do paciente.
Dicas:

  1. Parar de fumar imediatamente
  2. Controlar a Pressão Arterial
  3. Faça o Check-up Vascular

 

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Lipedema

Thu, 08/17/2017 - 19:35

Sobre o lipedema

O lipedema é caracterizado pelo aumento do tecido adiposo nos membros, e esse tecido gordurosos pode ser doloroso. Existe uma ampla diferenciação nas características presentes. A dor pode ser constante, pode ir e vir, ou apenas ocorrer quando o tecido adiposo é pressionado. Pode ser muito leve ou grave. O mecanismo da sensação de dor não é compreendido pela medicina neste momento.
Além disso, muitas pessoas experimentam algum inchaço (edema não depressível).
Para simplificar bem o diagnóstico, procure por um "manguito", uma marca no tornozelo e no pulso e verifique se as mãos e os pés NÃO incham através do teste de Sinal de Stemmer (O chamado sinal de Stemmer é um sinal de diagnóstico confiável para reconhecer o linfedema. Experimente puxar uma prega da pele para cima (por exemplo, por cima de um dedo do pé). Se isso se mostrar difícil, ou mesmo impossível, estamos falando de um "sinal de Stemmer positivo").
A diferenciação entre doença venosa (exame de ultra-sonografia venosa), obesidade (examinar locais de depósito de gordura), linfedema (teste possível via linfocintilografia), lipedema e Doença de Dercum são importantes. 
O que fazer a respeito do lipedema.
Como o lipedema ainda não é bem compreendido, ninguém sabe ainda com certeza o que ajudará melhor as pessoas com lipedema. Os corpos de todos são diferentes e, no momento, não temos nenhuma fórmula única e mágica que funcione para todos. À medida que você for testando e acrescentando à sua vida diferentes tratamentos para ver o que funciona melhor, você deve começar cada terapia nova lentamente, uma de cada vez, para ver se isso ajuda.
NÃO MORRA DE FOME. Coma alimentos de melhor qualidade em uma quantidade saudável.
Não se concentre no peso, mas tente gerenciar o inchaço e o ganho de músculos para sustentar seu corpo e permaneça o mais ativo possível. É importante lembrar que existem algumas categorias de coisas que contribuem para o peso final que aparece na balança: alimentos no trato digestivo, músculo, gordura comum, gordura do lipedema e líquido. Pode ser difícil determinar quais estão mudando. Alimentos e líquidos são mais fáceis de influenciar, depois vem gordura regular, depois músculo, e depois a gordura do lipedema.
Os objetivos do tratamento são: reduzir a inflamação, administrar a dor, melhorar o fluxo linfático (reduzir o excesso de líquido), obter suporte emocional e ajudar seu corpo a lidar com o lipedema. 
Considerando que tratamentos testar, tenha em mente o que é "conservador", ou seja, o que não é cirúrgico, e o que é cirúrgico. Cirurgiões não operarão a menos que você estabeleça primeiro boas rotinas e mostre-se engajada com os tratamentos conservadores. A cirurgia não corrige os problemas subjacentes e você ainda precisará de bons hábitos conservadores após a cirurgia para manter o resultado.
Os tratamentos conservadores podem ser interpretados ​​como mudanças de estilo de vida (melhor nutrição e exercício mais moderado), mecânicos (DLM - Drenagem Linfática Manual, roupas de compressão e bombas de compressão) e suplementos / medicamentos.
Tratamentos que são baratos e fáceis de começar incluem respiração profunda e caminhada.
As sugestões de nutrição variam, mas são geralmente destinadas a comer menos alimentos inflamatórios. Reduzir calorias não reduz a gordura do lipedema, e há evidências crescentes que mostram que a redução de calorias incentiva seu corpo a armazenar mais gordura. Dietas Páleo, cetogênica, LCHF, RAD e anti-inflamatórias são algumas das dietas recomendadas. Um livro de nutrição bem pesquisado foi criado para pacientes com lipedema especificamente; Veja aqui. À medida que você considera diferentes planos de nutrição, faça suas pesquisas para ver o que normalmente acontece se você parar o plano.
As recomendações de exercícios são geralmente: caminhada, exercício na água de qualquer tipo (hidroginástica, natação), Pilates, ciclismo e yoga. Os objetivos são fazer com que o sistema linfático se mova, cuidar de suas articulações se você for hipermóvel e criar força para ajudar a combater o peso extra.
Muitas informações existem sobre tratamentos mecânicos, como MLD, roupas/botas de compressão e bombas. A informação é geralmente destinada a pacientes com linfedema, mas também são frequentemente aplicadas ao lipedema.

A maioria dos medicamentos diuréticos não ajudam a aliviar o inchaço do lipedema e podem causar complicações se usados por muito tempo. Alguns medicamentos para dor aumentam o inchaço, mais notavelmente os AINEs.  
 
Leia também:

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Lipedema

Thu, 08/17/2017 - 19:35

Sobre o lipedema

O lipedema é caracterizado pelo aumento do tecido adiposo nos membros, e esse tecido gordurosos pode ser doloroso. Existe uma ampla diferenciação nas características presentes. A dor pode ser constante, pode ir e vir, ou apenas ocorrer quando o tecido adiposo é pressionado. Pode ser muito leve ou grave. O mecanismo da sensação de dor não é compreendido pela medicina neste momento.
Além disso, muitas pessoas experimentam algum inchaço (edema não depressível).
Para simplificar bem o diagnóstico, procure por um "manguito", uma marca no tornozelo e no pulso e verifique se as mãos e os pés NÃO incham através do teste de Sinal de Stemmer (O chamado sinal de Stemmer é um sinal de diagnóstico confiável para reconhecer o linfedema. Experimente puxar uma prega da pele para cima (por exemplo, por cima de um dedo do pé). Se isso se mostrar difícil, ou mesmo impossível, estamos falando de um "sinal de Stemmer positivo").
A diferenciação entre doença venosa (exame de ultra-sonografia venosa), obesidade (examinar locais de depósito de gordura), linfedema (teste possível via linfocintilografia), lipedema e Doença de Dercum são importantes. 
O que fazer a respeito do lipedema.
Como o lipedema ainda não é bem compreendido, ninguém sabe ainda com certeza o que ajudará melhor as pessoas com lipedema. Os corpos de todos são diferentes e, no momento, não temos nenhuma fórmula única e mágica que funcione para todos. À medida que você for testando e acrescentando à sua vida diferentes tratamentos para ver o que funciona melhor, você deve começar cada terapia nova lentamente, uma de cada vez, para ver se isso ajuda.
NÃO MORRA DE FOME. Coma alimentos de melhor qualidade em uma quantidade saudável.
Não se concentre no peso, mas tente gerenciar o inchaço e o ganho de músculos para sustentar seu corpo e permaneça o mais ativo possível. É importante lembrar que existem algumas categorias de coisas que contribuem para o peso final que aparece na balança: alimentos no trato digestivo, músculo, gordura comum, gordura do lipedema e líquido. Pode ser difícil determinar quais estão mudando. Alimentos e líquidos são mais fáceis de influenciar, depois vem gordura regular, depois músculo, e depois a gordura do lipedema.
Os objetivos do tratamento são: reduzir a inflamação, administrar a dor, melhorar o fluxo linfático (reduzir o excesso de líquido), obter suporte emocional e ajudar seu corpo a lidar com o lipedema. 
Considerando que tratamentos testar, tenha em mente o que é "conservador", ou seja, o que não é cirúrgico, e o que é cirúrgico. Cirurgiões não operarão a menos que você estabeleça primeiro boas rotinas e mostre-se engajada com os tratamentos conservadores. A cirurgia não corrige os problemas subjacentes e você ainda precisará de bons hábitos conservadores após a cirurgia para manter o resultado.
Os tratamentos conservadores podem ser interpretados ​​como mudanças de estilo de vida (melhor nutrição e exercício mais moderado), mecânicos (DLM - Drenagem Linfática Manual, roupas de compressão e bombas de compressão) e suplementos / medicamentos.
Tratamentos que são baratos e fáceis de começar incluem respiração profunda e caminhada.
As sugestões de nutrição variam, mas são geralmente destinadas a comer menos alimentos inflamatórios. Reduzir calorias não reduz a gordura do lipedema, e há evidências crescentes que mostram que a redução de calorias incentiva seu corpo a armazenar mais gordura. Dietas Páleo, cetogênica, LCHF, RAD e anti-inflamatórias são algumas das dietas recomendadas. Um livro de nutrição bem pesquisado foi criado para pacientes com lipedema especificamente; Veja aqui. À medida que você considera diferentes planos de nutrição, faça suas pesquisas para ver o que normalmente acontece se você parar o plano.
As recomendações de exercícios são geralmente: caminhada, exercício na água de qualquer tipo (hidroginástica, natação), Pilates, ciclismo e yoga. Os objetivos são fazer com que o sistema linfático se mova, cuidar de suas articulações se você for hipermóvel e criar força para ajudar a combater o peso extra.
Muitas informações existem sobre tratamentos mecânicos, como MLD, roupas/botas de compressão e bombas. A informação é geralmente destinada a pacientes com linfedema, mas também são frequentemente aplicadas ao lipedema.

A maioria dos medicamentos diuréticos não ajudam a aliviar o inchaço do lipedema e podem causar complicações se usados por muito tempo. Alguns medicamentos para dor aumentam o inchaço, mais notavelmente os AINEs.  
 
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Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar

Mon, 08/07/2017 - 14:41
A cardiologista dra. Marisa Amato explica quais são as doenças decorrentes do hábito de fumar cigarros. Confira!  

  **** Transcrição *****   Eu sou a doutora Marisa Amato, cardiologista aqui do Instituto Amato. E hoje nós vamos falar sobre as doenças causadas pelo hábito de fumar. O tabaco é o único produto de consumo legal que mata a metade dos seus usuários, ele é um dos fatores determinantes das maiores causas de morte que são as doenças cardiovasculares e o câncer. O tabaco na fumaça do tabaco existem mais de cinco mil substâncias nocivas sendo que as mais conhecidas são a nicotina e o monóxido de carbono. A nicotina o efeito da nicotina é aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial prejudicando muito a irrigação sanguínea. O cigarro, a nicotina também causa uma falsa sensação de tranquilidade de equilíbrio emocional continua dessa fumaça causa uma tolerância a essa droga fazendo com que cada vez o indivíduo precisa fumar mais. O monóxido de carbono ele ocupa o lugar do oxigênio nos glóbulos vermelhos do sangue, ele também agride a parede arterial e ele aumenta a viscosidade do sangue, causando uma incidência maior de trombose arterial. A gravidade dos efeitos do tabagismo dependem de dois fatores, da quantidade e do tempo de uso. Os efeitos imediatos são o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, diminuição da temperatura da pele causando as extremidades frias, o mal hálito, a diminuição do apetite, tontura, diminuição da capacidade respiratória, tosse e aumento da trombose arterial. Agora os efeitos a longo prazo são principalmente o câncer e o órgão mais atingido é o pulmão, mas também atinge a laringe, a cavidade oral, a bexiga, pâncreas, útero, rins, fígado, quase todos os órgãos. E o alcatrão é a substância cancerígena responsável pelo início do câncer, 87% das mortes de câncer de pulmão são consequentes ao tabagismo. As doenças respiratórias obstrutivas, como o enfisema e a bronquite crônica, elas são quase que definitivas, porque a fumaça destrói os cílios que existe no epitélio do pulmão e isso causa o acúmulo de muco nas vias aéreas respiratórias. A fumaça ela também danifica completamente os alvéolos que perdem a capacidade de absorver o oxigênio do ar. E também os pulmões acabam perdendo a elasticidade e não conseguem expandir e contrair levando o indivíduo a ter aquela respiração ofegante e falta de ar. As doenças arteriais como infarto, acidente vascular cerebral e doença arterial obstrutiva crônica, elas também são consequências da nicotina que causa uma vasoconstrição e diminui a elasticidade das artérias e do monóxido de carbono que diminui o transporte de oxigênio para os órgãos e lesa a parede das artérias. As alterações a longo prazo elas são como, por exemplo, a impotência masculina, a infertilidade tanto masculina, como feminina, aquela cor amarelada nos dentes, as placas bacterianas, a gengivite acaba perdendo dentes precocemente são as doenças infecciosas Macas bacterianas acaba perdendo dentes, rugas precoces osteopenia, osteoporose, a perda da visão, a rouquidão, o abaixamento da voz e a maior propensão a ter doenças infecciosas. Bom, a expectativa de vida de um fumante é em média de 20 a 25 anos menor do que a do não fumante. E o que acontece se o indivíduo parar de fumar? Bom, se já atingiu alguns danos irreversíveis, como o enfisema e a doença pulmonar obstrutiva crônica, esses não vão regrediu, porém 20 minutos após parar de fumar a frequência cardíaca e a pressão arterial voltam ao normal, duas horas depois não há mais nicotina no sangue, 8 horas depois o nível de oxigênio está normal no sangue, 12 horas depois a capacidade pulmonar já melhorou, dois dias o paladar e olfato estão normalizados, em três semanas já existe uma a melhora da capacidade respiratória, em um ano o risco de morte por infarto já caiu pela metade, em 10 anos o risco de câncer caiu pela metade e o de infarto é igual ao de quem nunca fumou, e em 20 anos o risco de câncer é igual ao de quem nunca fumou. Bom, o risco do câncer é drasticamente reduzido depois de 10 anos de parar de fumar, principalmente se a interrupção do vício acontecer antes dos 40 anos de idade, por isso é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e assim tomar uma decisão, é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e tomar uma decisão. Para maiores informações acesse as nossas redes sociais.  

 

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Combate ao fumo e tabagismo: parar de fumar

Mon, 08/07/2017 - 14:41
A cardiologista dra. Marisa Amato explica quais são as doenças decorrentes do hábito de fumar cigarros. Confira!  

  **** Transcrição *****   Eu sou a doutora Marisa Amato, cardiologista aqui do Instituto Amato. E hoje nós vamos falar sobre as doenças causadas pelo hábito de fumar. O tabaco é o único produto de consumo legal que mata a metade dos seus usuários, ele é um dos fatores determinantes das maiores causas de morte que são as doenças cardiovasculares e o câncer. O tabaco na fumaça do tabaco existem mais de cinco mil substâncias nocivas sendo que as mais conhecidas são a nicotina e o monóxido de carbono. A nicotina o efeito da nicotina é aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial prejudicando muito a irrigação sanguínea. O cigarro, a nicotina também causa uma falsa sensação de tranquilidade de equilíbrio emocional continua dessa fumaça causa uma tolerância a essa droga fazendo com que cada vez o indivíduo precisa fumar mais. O monóxido de carbono ele ocupa o lugar do oxigênio nos glóbulos vermelhos do sangue, ele também agride a parede arterial e ele aumenta a viscosidade do sangue, causando uma incidência maior de trombose arterial. A gravidade dos efeitos do tabagismo dependem de dois fatores, da quantidade e do tempo de uso. Os efeitos imediatos são o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, diminuição da temperatura da pele causando as extremidades frias, o mal hálito, a diminuição do apetite, tontura, diminuição da capacidade respiratória, tosse e aumento da trombose arterial. Agora os efeitos a longo prazo são principalmente o câncer e o órgão mais atingido é o pulmão, mas também atinge a laringe, a cavidade oral, a bexiga, pâncreas, útero, rins, fígado, quase todos os órgãos. E o alcatrão é a substância cancerígena responsável pelo início do câncer, 87% das mortes de câncer de pulmão são consequentes ao tabagismo. As doenças respiratórias obstrutivas, como o enfisema e a bronquite crônica, elas são quase que definitivas, porque a fumaça destrói os cílios que existe no epitélio do pulmão e isso causa o acúmulo de muco nas vias aéreas respiratórias. A fumaça ela também danifica completamente os alvéolos que perdem a capacidade de absorver o oxigênio do ar. E também os pulmões acabam perdendo a elasticidade e não conseguem expandir e contrair levando o indivíduo a ter aquela respiração ofegante e falta de ar. As doenças arteriais como infarto, acidente vascular cerebral e doença arterial obstrutiva crônica, elas também são consequências da nicotina que causa uma vasoconstrição e diminui a elasticidade das artérias e do monóxido de carbono que diminui o transporte de oxigênio para os órgãos e lesa a parede das artérias. As alterações a longo prazo elas são como, por exemplo, a impotência masculina, a infertilidade tanto masculina, como feminina, aquela cor amarelada nos dentes, as placas bacterianas, a gengivite acaba perdendo dentes precocemente são as doenças infecciosas Macas bacterianas acaba perdendo dentes, rugas precoces osteopenia, osteoporose, a perda da visão, a rouquidão, o abaixamento da voz e a maior propensão a ter doenças infecciosas. Bom, a expectativa de vida de um fumante é em média de 20 a 25 anos menor do que a do não fumante. E o que acontece se o indivíduo parar de fumar? Bom, se já atingiu alguns danos irreversíveis, como o enfisema e a doença pulmonar obstrutiva crônica, esses não vão regrediu, porém 20 minutos após parar de fumar a frequência cardíaca e a pressão arterial voltam ao normal, duas horas depois não há mais nicotina no sangue, 8 horas depois o nível de oxigênio está normal no sangue, 12 horas depois a capacidade pulmonar já melhorou, dois dias o paladar e olfato estão normalizados, em três semanas já existe uma a melhora da capacidade respiratória, em um ano o risco de morte por infarto já caiu pela metade, em 10 anos o risco de câncer caiu pela metade e o de infarto é igual ao de quem nunca fumou, e em 20 anos o risco de câncer é igual ao de quem nunca fumou. Bom, o risco do câncer é drasticamente reduzido depois de 10 anos de parar de fumar, principalmente se a interrupção do vício acontecer antes dos 40 anos de idade, por isso é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e assim tomar uma decisão, é preciso colocar numa balança o prazer de fumar e os danos causados ao organismo e tomar uma decisão. Para maiores informações acesse as nossas redes sociais.  

 

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Linfedema: Inchaço das pernas

Mon, 08/07/2017 - 11:39
Confira mais sobre o Linfedema, doença que atinge muitas pessoas atualmente, mas é pouco comentado atualmente. O cirurgião vascular dr. Alexandre Amato esclarece tudo sobre esse doença.  

  **** Transcrição ****     Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Amato Instituto de Medicina avançada. E hoje nós vamos falar sobre linfedema, linfedema que é um problema que atinge tantas pessoas e tão pouco comentado por aí. O linfedema é o acúmulo de líquidos e proteínas no interstício no tecido entre os vasos e nos tecidos nossos membros inferiores, membros superiores e inferiores. Linfedema pode ocorrem em qualquer parte do nosso corpo. Normalmente membros superiores ele está associado a um pós-operatório, ou seja, paciente faz uma cirurgia de câncer de mama e fica com linfedema depois, em membros inferiores está mais associado com a erisipela ou com as infecções de repetição. O linfedema é uma das causas de inchaço, existem várias outras que não estão associados com o linfedema, por exemplo, insuficiência cardíaca, na insuficiência venosa, o mixedema, tireoide, e várias outras. Então, para fazer o diagnóstico é preciso primeiro afastar essas outras causas para depois chegar no diagnóstico do linfedema. O linfedema não possui uma cura, mas existe o tratamento então são maneiras da gente é controlar a doença. O tratamento se baseia em quatro pilares, que se consiste na drenática manual que não tem nada a ver com essa drenagem linfática com essa massagem que é feita por aí, a drenagem linfática de verdade ela é um pouquinho diferente, é preciso encontrar um profissional adequado que saiba fazer a drenagem corretamente. Também baseia-se em exercícios linfomiocinéticos que ajudam a bombear a linfa novamente e baseia-se também em terapia de compressão então o uso de meias elásticas ou compressão inelástica também, existem várias técnicas atualmente muita tecnologia aplicada na terapia de compressão atualmente. E no Cuidado com a pele e cuidados locais então esses cuidados são muito importantes para evitar feridas, evitar porta de entrada para infecção, no caso do membro inferior evitando uma nova i linfedema erisipela e que progressivamente vai piorando cada vez mais a situação do linfedema. Então, esses quatro pilares são os principais no tratamento do linfedema. Com relação aos cuidados locais, veja o vídeo sobre orientação para pé diabético, apesar de ser para pé diabético todas as orientações valem também para quem tem linfedema. Então curta nosso vídeo, compartilhe e obrigado por nos assistir. Tags: videolinfedemalinfático Select ratingGive Linfedema: Inchaço das pernas 1/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 2/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 3/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 4/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 5/5 No votes yet
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Linfedema: Inchaço das pernas

Mon, 08/07/2017 - 11:39
Confira mais sobre o Linfedema, doença que atinge muitas pessoas atualmente, mas é pouco comentado atualmente. O cirurgião vascular dr. Alexandre Amato esclarece tudo sobre esse doença.  

  **** Transcrição ****     Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Amato Instituto de Medicina avançada. E hoje nós vamos falar sobre linfedema, linfedema que é um problema que atinge tantas pessoas e tão pouco comentado por aí. O linfedema é o acúmulo de líquidos e proteínas no interstício no tecido entre os vasos e nos tecidos nossos membros inferiores, membros superiores e inferiores. Linfedema pode ocorrem em qualquer parte do nosso corpo. Normalmente membros superiores ele está associado a um pós-operatório, ou seja, paciente faz uma cirurgia de câncer de mama e fica com linfedema depois, em membros inferiores está mais associado com a erisipela ou com as infecções de repetição. O linfedema é uma das causas de inchaço, existem várias outras que não estão associados com o linfedema, por exemplo, insuficiência cardíaca, na insuficiência venosa, o mixedema, tireoide, e várias outras. Então, para fazer o diagnóstico é preciso primeiro afastar essas outras causas para depois chegar no diagnóstico do linfedema. O linfedema não possui uma cura, mas existe o tratamento então são maneiras da gente é controlar a doença. O tratamento se baseia em quatro pilares, que se consiste na drenática manual que não tem nada a ver com essa drenagem linfática com essa massagem que é feita por aí, a drenagem linfática de verdade ela é um pouquinho diferente, é preciso encontrar um profissional adequado que saiba fazer a drenagem corretamente. Também baseia-se em exercícios linfomiocinéticos que ajudam a bombear a linfa novamente e baseia-se também em terapia de compressão então o uso de meias elásticas ou compressão inelástica também, existem várias técnicas atualmente muita tecnologia aplicada na terapia de compressão atualmente. E no Cuidado com a pele e cuidados locais então esses cuidados são muito importantes para evitar feridas, evitar porta de entrada para infecção, no caso do membro inferior evitando uma nova i linfedema erisipela e que progressivamente vai piorando cada vez mais a situação do linfedema. Então, esses quatro pilares são os principais no tratamento do linfedema. Com relação aos cuidados locais, veja o vídeo sobre orientação para pé diabético, apesar de ser para pé diabético todas as orientações valem também para quem tem linfedema. Então curta nosso vídeo, compartilhe e obrigado por nos assistir. Tags: videolinfedemalinfático Select ratingGive Linfedema: Inchaço das pernas 1/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 2/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 3/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 4/5Give Linfedema: Inchaço das pernas 5/5 No votes yet
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Cuidados com o pé diabético. O que todo diabético deve saber.

Mon, 08/07/2017 - 11:20
O dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, explica quais são os principais cuidados que os diabéticos devem ter com os pés.  

  **** Transcrição *****       Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato. E hoje vou falar sobre pés diabéticos e os cuidados que temos que ter. As orientações valem não só para quem tem pé diabéticos, mas também para quem tem erisipela, insuficiência venosa crônica ou qualquer outro tipo de lesão em membros inferiores que seja necessário evitar feridas e infecções. Então eu falo aqui do pé diabético que é a situação bem comum de cinco a dez por cento da população tem. A diabetes e uma doença muito comum e com o decorrer do tempo a maior parte dos diabéticos principalmente os não controlados podem desenvolver algum grau de pé diabético. O pé diabético é uma das grandes causas no mundo de amputação e por isso todos os cuidados são até poucos para a gente evitar. Então vamos lá, o que a gente pode e deve fazer para evitar a infecção grave no pé diabético. Sabemos que o diabético tem uma dificuldade visual, uma evolução da doença existe uma perda da acuidade visual, há também uma perda da sensibilidade no pé, isso quer dizer que pequenas feridas e muitas vezes feridas grandes não são percebidas, não há a sensação tática, não há sensação  de dor então a gente têm que pro ativamente procurar essas lesões e evita-las, isso então significa que diariamente o diabético têm que examinar os seus pés a procura de pequenas feridas, pequenas lesões, pequenas rachaduras que podem crescer com o tempo, podem infeccionar e causar graves lesões. O tratamento das lesões deve obviamente ser feita em acompanhamento com o médico então se for identificado qualquer feridinha, por favor procure o seu cirurgião vascular, procure seu endocrinologista. Todos os pacientes diabéticos devem se preocupar com os pés e tomar os seguintes cuidados, então na higiene pessoal lavar e manter os pés sempre bem secos para evitar uma micose, o uso de talco pode ser orientado pelo seu médico, existem atualmente meias especiais para evitar infecção, o uso de sapatos confortáveis então, existem sapatos próprios para quem tem diabetes e para evitar lesões que são sapatos sem costuras internas. Falando em costura interna, a própria meia pode ser usada do avesso então com a costura para fora evitar o contato diário com a costura que pode causar danos pequenos, mas que podem crescer com o tempo, olhar sempre dentro do sapato para ver se não tem alguma pedrinha, algum pedacinho de unha que possa ficar cutucando o dia inteiro e no final do dia formar uma ferida, deve também tomar cuidado ao emergir o pé na agua então vai tomar o banho de banheira não vai colocar o pé primeiro na agua, porque o pé não tendo sensibilidade não vai conseguir perceber uma agua muito quente que pode queimar então colocar primeiro a mão vê a temperatura para depois entrar com o pé, evitar muito andar descalço, andar descalço é pedir para ter algum tipo de lesão com algum prego, alguma pedrinha, alguma coisa, evitar o uso da sandália de dedo que pode machucar preferindo sapatos confortáveis próprios para quem tem diabetes, ao cortar as unhas evitar aquelas bordas que podem acabar machucando os outros dedos, tomar muito cuidado para não fazer nenhum outro machucado tentando cuidar das unhas e dos pés, dos calos, não usar produtos químicos, e obviamente se não tiver parado ainda, mas tem que parar de fumar isso é um fator principal ai no tratamento do diabético, do pé diabético, de quem tem arteriosclerose e várias doenças vasculares. Então essas orientações de cuidado dos pés pode parecer um pouquinho exagerada mas é para evitar um problema a médio e longo prazo que é muito grave que ser a amputação. Obrigado pela sua atenção. Se você gostou desse vídeo compartilhe e veja as nossas outras dicas nas redes sociais. Muito obrigado.   Leia também: O que é o pé diabético?

Pé diabético

 

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Cuidados com o pé diabético. O que todo diabético deve saber.

Mon, 08/07/2017 - 11:20
O dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, explica quais são os principais cuidados que os diabéticos devem ter com os pés.  

  **** Transcrição *****       Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato. E hoje vou falar sobre pés diabéticos e os cuidados que temos que ter. As orientações valem não só para quem tem pé diabéticos, mas também para quem tem erisipela, insuficiência venosa crônica ou qualquer outro tipo de lesão em membros inferiores que seja necessário evitar feridas e infecções. Então eu falo aqui do pé diabético que é a situação bem comum de cinco a dez por cento da população tem. A diabetes e uma doença muito comum e com o decorrer do tempo a maior parte dos diabéticos principalmente os não controlados podem desenvolver algum grau de pé diabético. O pé diabético é uma das grandes causas no mundo de amputação e por isso todos os cuidados são até poucos para a gente evitar. Então vamos lá, o que a gente pode e deve fazer para evitar a infecção grave no pé diabético. Sabemos que o diabético tem uma dificuldade visual, uma evolução da doença existe uma perda da acuidade visual, há também uma perda da sensibilidade no pé, isso quer dizer que pequenas feridas e muitas vezes feridas grandes não são percebidas, não há a sensação tática, não há sensação  de dor então a gente têm que pro ativamente procurar essas lesões e evita-las, isso então significa que diariamente o diabético têm que examinar os seus pés a procura de pequenas feridas, pequenas lesões, pequenas rachaduras que podem crescer com o tempo, podem infeccionar e causar graves lesões. O tratamento das lesões deve obviamente ser feita em acompanhamento com o médico então se for identificado qualquer feridinha, por favor procure o seu cirurgião vascular, procure seu endocrinologista. Todos os pacientes diabéticos devem se preocupar com os pés e tomar os seguintes cuidados, então na higiene pessoal lavar e manter os pés sempre bem secos para evitar uma micose, o uso de talco pode ser orientado pelo seu médico, existem atualmente meias especiais para evitar infecção, o uso de sapatos confortáveis então, existem sapatos próprios para quem tem diabetes e para evitar lesões que são sapatos sem costuras internas. Falando em costura interna, a própria meia pode ser usada do avesso então com a costura para fora evitar o contato diário com a costura que pode causar danos pequenos, mas que podem crescer com o tempo, olhar sempre dentro do sapato para ver se não tem alguma pedrinha, algum pedacinho de unha que possa ficar cutucando o dia inteiro e no final do dia formar uma ferida, deve também tomar cuidado ao emergir o pé na agua então vai tomar o banho de banheira não vai colocar o pé primeiro na agua, porque o pé não tendo sensibilidade não vai conseguir perceber uma agua muito quente que pode queimar então colocar primeiro a mão vê a temperatura para depois entrar com o pé, evitar muito andar descalço, andar descalço é pedir para ter algum tipo de lesão com algum prego, alguma pedrinha, alguma coisa, evitar o uso da sandália de dedo que pode machucar preferindo sapatos confortáveis próprios para quem tem diabetes, ao cortar as unhas evitar aquelas bordas que podem acabar machucando os outros dedos, tomar muito cuidado para não fazer nenhum outro machucado tentando cuidar das unhas e dos pés, dos calos, não usar produtos químicos, e obviamente se não tiver parado ainda, mas tem que parar de fumar isso é um fator principal ai no tratamento do diabético, do pé diabético, de quem tem arteriosclerose e várias doenças vasculares. Então essas orientações de cuidado dos pés pode parecer um pouquinho exagerada mas é para evitar um problema a médio e longo prazo que é muito grave que ser a amputação. Obrigado pela sua atenção. Se você gostou desse vídeo compartilhe e veja as nossas outras dicas nas redes sociais. Muito obrigado.   Leia também: O que é o pé diabético?

Pé diabético

 

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Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia)

Mon, 08/07/2017 - 11:13
O dr. Alexandre Amato explica quais são as recomendações gerais tanto para quem sofre, quanto para evitar a trombose venosa em viagens de avião. Confira!  

**** Transcrição *****       Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular, do Instituto Amato. E hoje vou falar sobre três assuntos, trombose venosa, embolia pulmonar e avião. Que será que avião tem a ver com tudo isso? Bom, a trombose venosa é a formação de um coágulo, um trombo dentro de uma veia e isso pode causar dor e inchaço. Quando esse coagulo se desprende ele pode percorrer as veias e ir parar no pulmão causando uma embolia pulmonar. A embolia pulmonar é muito grave podendo causar até a morte, por isso que as pessoas têm o medo da trombose. Na verdade, o medo é da embolia pulmonar decorrente de uma trombose venosa profunda. Então o tratamento da trombose consiste na anticoagulação e esse tratamento visa a diminuição do risco de embolia pulmonar. Quem tem uma embolia pulmonar pode sentir muita súbita falta de ar, dor torácica, escarro com sangue, formigamento e tudo isso pode sugerir uma embolia pulmonar. Mas normalmente estão associados aos sintomas da trombose venosa também. Então a pessoas que tem uma perna inchada, tem a dor na perna e em seguida passou a ter os sintomas da embolia pulmonar. Então agora o que que tudo isso tem a ver com avião? No avião em viagens longas principalmente com mais de 3 horas há um risco maior pela situação de ficar parado de se desenvolver uma trombose e consequentemente uma embolia então o medo vem daí. Mas agora o risco não é igual para todo mundo, quem possui fatores de risco, deve se preocupar mais com uma trombose então, quais são os fatores de risco? Quem já teve uma trombose, quem tem uma trombofilia, ou seja, uma doença do sangue que pode desencadear uma trombose, quem teve uma cirurgia recente, quem está imobilizado com a perna enfaixada, engessada, quem tem alguma doença grave e mais alguns outros fatores também. Existe um trabalho bem interessante um trabalho antigo que foi publicado mostrando quem teve trombose e tinha viajado de avião, dessas pessoas quase totalidade estava sentada em na janelinha, não estava sentado no corredor então isso vem do fato de que quem está no corredor acaba se movimentando mais tendo mais liberdade de movimentação do que quem está na janelinha. Então vamos lá, o que a gente pode fazer para evitar uma trombose e consequentemente uma embolia pulmonar no avião? Então, em primeiro lugar é não ficar parado o tempo todo tentar se movimentar, fazer exercícios na perna para bombear o sangue de volta, tomar bastante liquido o liquido não só dilui o sangue que não fica tão espesso, mas também te obriga a ir no banheiro que acaba se movimentando mais, o uso da meia elástica   serve não só para evitar trombose, mas também diminui os sintomas de uma viagem prolongada, como aquele inchaço no final da viagem e dor, sensação de peso e cansaço nas pernas. Outra dica agora, é usar o corredor e não a janelinha, Então como recomendações gerais para todo mundo eu digo, fazer exercícios de panturrilha então movimentar a perna durante o voo, se movimentar o máximo que puder, se hidratar bem tomar bastante liquido. E quem tem fator de risco, primeiro ter uma orientação pelo seu médico, pelo seu cirurgião vascular, mas basicamente vai ser o uso da meia elástica e possivelmente em alguns casos o uso de medicação anticoagulante para deixar o sangue mais fino e com menos risco de trombose. Se você gostou das informações compartilhe nosso vídeo e veja os nossos outros vídeos nas mídias sociais. Obrigado. Tags: trombosevenosavenosovideo Select ratingGive Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 1/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 2/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 3/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 4/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia)

Mon, 08/07/2017 - 11:13
O dr. Alexandre Amato explica quais são as recomendações gerais tanto para quem sofre, quanto para evitar a trombose venosa em viagens de avião. Confira!  

**** Transcrição *****       Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular, do Instituto Amato. E hoje vou falar sobre três assuntos, trombose venosa, embolia pulmonar e avião. Que será que avião tem a ver com tudo isso? Bom, a trombose venosa é a formação de um coágulo, um trombo dentro de uma veia e isso pode causar dor e inchaço. Quando esse coagulo se desprende ele pode percorrer as veias e ir parar no pulmão causando uma embolia pulmonar. A embolia pulmonar é muito grave podendo causar até a morte, por isso que as pessoas têm o medo da trombose. Na verdade, o medo é da embolia pulmonar decorrente de uma trombose venosa profunda. Então o tratamento da trombose consiste na anticoagulação e esse tratamento visa a diminuição do risco de embolia pulmonar. Quem tem uma embolia pulmonar pode sentir muita súbita falta de ar, dor torácica, escarro com sangue, formigamento e tudo isso pode sugerir uma embolia pulmonar. Mas normalmente estão associados aos sintomas da trombose venosa também. Então a pessoas que tem uma perna inchada, tem a dor na perna e em seguida passou a ter os sintomas da embolia pulmonar. Então agora o que que tudo isso tem a ver com avião? No avião em viagens longas principalmente com mais de 3 horas há um risco maior pela situação de ficar parado de se desenvolver uma trombose e consequentemente uma embolia então o medo vem daí. Mas agora o risco não é igual para todo mundo, quem possui fatores de risco, deve se preocupar mais com uma trombose então, quais são os fatores de risco? Quem já teve uma trombose, quem tem uma trombofilia, ou seja, uma doença do sangue que pode desencadear uma trombose, quem teve uma cirurgia recente, quem está imobilizado com a perna enfaixada, engessada, quem tem alguma doença grave e mais alguns outros fatores também. Existe um trabalho bem interessante um trabalho antigo que foi publicado mostrando quem teve trombose e tinha viajado de avião, dessas pessoas quase totalidade estava sentada em na janelinha, não estava sentado no corredor então isso vem do fato de que quem está no corredor acaba se movimentando mais tendo mais liberdade de movimentação do que quem está na janelinha. Então vamos lá, o que a gente pode fazer para evitar uma trombose e consequentemente uma embolia pulmonar no avião? Então, em primeiro lugar é não ficar parado o tempo todo tentar se movimentar, fazer exercícios na perna para bombear o sangue de volta, tomar bastante liquido o liquido não só dilui o sangue que não fica tão espesso, mas também te obriga a ir no banheiro que acaba se movimentando mais, o uso da meia elástica   serve não só para evitar trombose, mas também diminui os sintomas de uma viagem prolongada, como aquele inchaço no final da viagem e dor, sensação de peso e cansaço nas pernas. Outra dica agora, é usar o corredor e não a janelinha, Então como recomendações gerais para todo mundo eu digo, fazer exercícios de panturrilha então movimentar a perna durante o voo, se movimentar o máximo que puder, se hidratar bem tomar bastante liquido. E quem tem fator de risco, primeiro ter uma orientação pelo seu médico, pelo seu cirurgião vascular, mas basicamente vai ser o uso da meia elástica e possivelmente em alguns casos o uso de medicação anticoagulante para deixar o sangue mais fino e com menos risco de trombose. Se você gostou das informações compartilhe nosso vídeo e veja os nossos outros vídeos nas mídias sociais. Obrigado. Tags: trombosevenosavenosovideo Select ratingGive Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 1/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 2/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 3/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 4/5Give Trombose Venosa e Avião (TVP, tromboflebite, embolia) 5/5 No votes yet
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Dieta anti-inflamatória

Wed, 08/02/2017 - 19:29

Está se tornando cada vez mais claro que a inflamação crônica é a causa de muitas doenças graves – incluindo doenças cardíacas, muitos cânceres, e a doença de Alzheimer. Todos conhecemos a inflamação na superfície do corpo como dor, calor, inchaço e vermelhidão local. É o pilar da resposta de cura do corpo, trazendo mais nutrição e mais atividade imunológica para um local de lesão ou infecção. É com a inflamação que o corpo resiste e luta contra algo que não seja natural. Mas quando a inflamação persiste, não cessa ou ocorre onde não deve, danifica o corpo e provoca doenças. Estresse, falta de exercício, predisposição genética e exposição a toxinas (como o fumo de tabaco), todos podem contribuir para tal inflamação crônica. Mas, as escolhas alimentares também desempenham um papel importante, e é aí que podemos fazer a diferença. A aprendizagem de como alimentos específicos influenciam o processo inflamatório é a melhor estratégia para conter e reduzir os riscos de doença a longo prazo. 
A dieta anti-inflamatória não é uma dieta no sentido popular de perder peso – não é um programa de perda de peso (embora as pessoas possam fazer e perder peso com ela), além da dieta anti-inflamatória não ser um plano de alimentação para ficar por um período limitado de tempo, ou seja é mais uma reeducação alimentar. Em vez disso, ela é uma maneira de selecionar e preparar alimentos que tenham propriedades anti-inflamatórias, baseando-se no conhecimento científico de como podem ajudar seu corpo a manter a saúde ótima. Juntamente influenciando a inflamação, esta dieta natural anti-inflamatória fornecerá energia constante e amplas vitaminas, minerais, fibra dietética de ácidos graxos essenciais e a proteção dos fitonutrientes.
Você também pode adaptar suas receitas existentes de acordo com estas dicas de dieta anti-inflamatória:
Dicas gerais da dieta anti-inflamatória:

  • Foque na variedade. Principio importante para qualquer mudança de longo prazo.
  • Inclua alimentos frescos tanto quanto possível.
  • Minimize o consumo de alimentos processados e fast-food.
  • Coma em abundância frutas e legumes.

Ingestão calórica

  • A maioria dos adultos precisa consumir entre 2.000 e 3.000 calorias por dia.
  • Mulheres e pessoas menores e menos ativas precisam de menos calorias.
  • Homens e pessoas maiores e mais ativas precisam de mais calorias.
  • Se você está comendo o número apropriado de calorias para o seu nível de atividade, seu peso não deve variar muito.
  • A distribuição das calorias que você ingerir deve ser da seguinte forma: 40 a 50% de carboidratos, 30% de gordura e 20 a 30% de proteína.
  • Tente incluir carboidratos, gordura e proteína em cada refeição.

Hidratos de carbono (Carboidratos)

  • Em uma dieta de 2.000 calorias por dia, as mulheres adultas devem consumir entre 160 a 200 gramas de carboidratos por dia.
  • Homens adultos devem consumir entre 240 a 300 gramas de carboidratos por dia.
  • A maioria disto deve ser na forma de alimentos menos refinados, menos-processados com uma carga de baixo índice glicêmico.
  • Reduza o consumo de alimentos feitos com farinha de trigo e açúcar, especialmente o pão e alimentos embalados (incluindo batatas fritas e biscoitos).
  • Coma mais grãos integrais tais como arroz integral e trigo bulgur, em que o grão está intacto, ou em alguns pedaços grandes. Estes são preferíveis aos produtos de farinha de trigo integral, que tem aproximadamente o mesmo índice glicêmico que os produtos de farinha branca.
  • Coma mais feijões, abóboras de inverno e batata doce.
  • Cozinhe o macarrão al dente e coma-o com moderação.
  • Evite produtos feitos com alta frutose e xarope de milho.

Gordura

  • Em uma dieta de 2.000 calorias por dia, 600 calorias podem vir de gordura – ou seja, cerca de 67 gramas, e isso é saudável. Isto deve ser na proporção de 1:2:1 de gordura saturada a monoinsaturada e poliinsaturada.
  • Reduza sua ingestão de gordura saturada comendo menos manteiga, creme, queijo de alto teor de gordura, frango com pele e carnes gordas e produtos feitos com óleo de palmeira e óleo de côco.
  • Use o azeite extra virgem como um óleo de cozinha principal. Se você quer um óleo de sabor neutro, use óleo de canola prensado, orgânico. As versões de óleos de girassol e açafrão orgânicos, altamente oleicos e expelíveis também são aceitáveis.
  • Evite açafrão-bastardo/cártamo e óleos de girassol, óleo de milho, óleo de semente de algodão e mistura de óleos vegetais.
  • Evite rigorosamente margarina, gordura vegetal e todos os produtos que as listam como ingredientes. Estritamente evite todos os produtos feitos com óleos parcialmente hidrogenados de qualquer tipo. Inclua na sua dieta abacate e nozes, especialmente nozes, castanha de caju, amêndoas e manteigas de castanhas, feitas a partir dessas nozes.
  • Para ácidos graxos ômega-3, coma salmão (de preferência salmão fresco, congelado ou enlatado), sardinhas embaladas em água ou azeite, arenque e bacalhau preto (peixe negro, peixe-manteiga); ovos enriquecidos com ômega-3; as sementes de linhaça (de preferência moídas na hora); ou tome um suplemento de óleo de peixe (procure produtos que fornecem tanto EPA e DHA, em uma conveniente dose diária de duas a três gramas).

Proteína

  • Em uma dieta de 2.000 calorias por dia, sua ingestão diária de proteína deve estar entre 80 e 120 gramas. Coma menos proteína, se você tiver problemas renais ou hepáticos, alergias, ou uma doença autoimune.
  • Diminua o consumo de proteína animal, com exceção do peixe, iogurte e queijo natural de alta qualidade.
  • Coma mais proteína vegetal, especialmente a partir de grãos em geral e soja em particular. Familiarize-se com toda a variedade de alimentos de soja disponíveis e encontre aqueles que você gosta.

Fibra

  • Tente comer 40 gramas de fibra por dia. Você pode obter isso, aumentando o consumo de frutas, especialmente berries, legumes (especialmente feijões e grãos) e cereais integrais.
  • Cereais prontos para consumo podem ser fontes de boa fibra, mas leia os rótulos para certificar-se de que eles te dão pelo menos 4, e de preferência 5, gramas de farelo para cada porção de 30 gramas.

Fitonutrientes

  • Para obter máxima proteção natural contra doenças relacionadas a idade (incluindo doenças cardiovasculares, câncer e doenças neurodegenerativas), bem como contra a toxicidade ambiental, coma uma variedade de frutas, legumes e cogumelos.
  • Escolha frutas e legumes de todas as áreas do espectro de cor, especialmente berries, tomate, laranja e frutas amarelas e folhas verdes escuras.
  • Escolha produtos orgânicos sempre que possível. Saiba quais culturas convencionalmente cultivadas são mais suscetíveis de transportar resíduos de pesticidas e evite-as.
  • Coma os vegetais crucíferos (família da couve) regularmente.
  • Inclua alimentos de soja em sua dieta.
  • Beba chá em vez de café, especialmente chá branco, verde ou oolong de boa qualidade.
  • Se você bebe álcool, escolha vinho tinto, preferencialmente. E com moderação.
  • Desfrute de chocolate amargo com moderação (com um teor mínimo de cacau de 70 por cento).

Vitaminas e minerais
A melhor maneira de obter todas as suas vitaminas diárias, minerais e micronutrientes é comer uma dieta rica em alimentos frescos, com uma abundância de frutas e legumes. Além disso, é possível complementar sua dieta com coquetel antioxidante, desde que acompanhada por médico:

  • Vitamina C, 200 miligramas por dia.
  • Vitamina E, 400 IU de Tocoferóis mistos naturais (d-alfa-tocoferol com outros tocoferóis, ou, melhor, um mínimo de 80 miligramas de uma mistura natural de tocoferóis e tocotrienóis).
  • Selênio, 200 microgramas de uma forma orgânica (ligada ao fermento).
  • Carotenoides mistos, 10.000-15.000 IU diariamente.
  • Os antioxidantes podem ser mais convenientemente tomados como parte de um suplemento multivitamínico/multimineral diário que também fornece pelo menos 400 microgramas de ácido fólico e 2.000 UI de vitamina D. Ele não deve conter nenhum ferro (a menos que você seja uma mulher e tenha períodos menstruais regulares) e nenhuma vitamina A pré-formada (retinol). Tome estes suplementos com a sua maior refeição.
  • As mulheres devem tomar cálcio suplementar, de preferência como citrato de cálcio, 500-700 miligramas por dia, dependendo da sua ingestão deste mineral. Os homens devem evitar cálcio suplementar.

Outros suplementos dietéticos

  • Se você não está comendo peixes oleosos pelo menos duas vezes por semana, tome suplemento de óleo de peixe, em cápsula ou em forma líquida (dois a três gramas por dia de um produto contendo EPA e DHA). Procure produtos certificados por serem livres de metais pesados e outros contaminantes.
  • Converse com seu médico sobre fazer terapia de baixa dose de aspirina, tome uma ou duas aspirinas por dia (81 ou 162 miligramas).
  • Se você não vai comer regularmente gengibre e cúrcuma, considere tomar estes de forma suplementar.
  • Adicione coenzima Q10 (CoQ10) ao seu regime diário: 60-100 miligramas em forma de softgel, tomado com sua maior refeição.
  • Se você é propenso a síndrome metabólica, tome ácidos alfa-lipóicos, 100 a 400 miligramas por dia.

Nenhuma medicação ou suplemento deve ser tomado sem o acompanhamento médico!!!
Água

  • Beba água pura, ou bebidas que são basicamente água (chá, suco de fruta muito diluído, água com gás com limão) durante todo o dia.
  • Use água engarrafada ou obtenha um purificador de água em casa, se a água da torneira tiver gosto de cloro ou outros contaminantes, ou se você vive em uma área onde a água é suspeita ou conhecida por ser contaminada.

 

Tags: dieta Select ratingGive Dieta anti-inflamatória 1/5Give Dieta anti-inflamatória 2/5Give Dieta anti-inflamatória 3/5Give Dieta anti-inflamatória 4/5Give Dieta anti-inflamatória 5/5 No votes yet
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Dieta anti-inflamatória

Wed, 08/02/2017 - 19:29

Está se tornando cada vez mais claro que a inflamação crônica é a causa de muitas doenças graves – incluindo doenças cardíacas, muitos cânceres, e a doença de Alzheimer. Todos conhecemos a inflamação na superfície do corpo como dor, calor, inchaço e vermelhidão local. É o pilar da resposta de cura do corpo, trazendo mais nutrição e mais atividade imunológica para um local de lesão ou infecção. É com a inflamação que o corpo resiste e luta contra algo que não seja natural. Mas quando a inflamação persiste, não cessa ou ocorre onde não deve, danifica o corpo e provoca doenças. Estresse, falta de exercício, predisposição genética e exposição a toxinas (como o fumo de tabaco), todos podem contribuir para tal inflamação crônica. Mas, as escolhas alimentares também desempenham um papel importante, e é aí que podemos fazer a diferença. A aprendizagem de como alimentos específicos influenciam o processo inflamatório é a melhor estratégia para conter e reduzir os riscos de doença a longo prazo. 
A dieta anti-inflamatória não é uma dieta no sentido popular de perder peso – não é um programa de perda de peso (embora as pessoas possam fazer e perder peso com ela), além da dieta anti-inflamatória não ser um plano de alimentação para ficar por um período limitado de tempo, ou seja é mais uma reeducação alimentar. Em vez disso, ela é uma maneira de selecionar e preparar alimentos que tenham propriedades anti-inflamatórias, baseando-se no conhecimento científico de como podem ajudar seu corpo a manter a saúde ótima. Juntamente influenciando a inflamação, esta dieta natural anti-inflamatória fornecerá energia constante e amplas vitaminas, minerais, fibra dietética de ácidos graxos essenciais e a proteção dos fitonutrientes.
Você também pode adaptar suas receitas existentes de acordo com estas dicas de dieta anti-inflamatória:
Dicas gerais da dieta anti-inflamatória:

  • Foque na variedade. Principio importante para qualquer mudança de longo prazo.
  • Inclua alimentos frescos tanto quanto possível.
  • Minimize o consumo de alimentos processados e fast-food.
  • Coma em abundância frutas e legumes.

Ingestão calórica

  • A maioria dos adultos precisa consumir entre 2.000 e 3.000 calorias por dia.
  • Mulheres e pessoas menores e menos ativas precisam de menos calorias.
  • Homens e pessoas maiores e mais ativas precisam de mais calorias.
  • Se você está comendo o número apropriado de calorias para o seu nível de atividade, seu peso não deve variar muito.
  • A distribuição das calorias que você ingerir deve ser da seguinte forma: 40 a 50% de carboidratos, 30% de gordura e 20 a 30% de proteína.
  • Tente incluir carboidratos, gordura e proteína em cada refeição.

Hidratos de carbono (Carboidratos)

  • Em uma dieta de 2.000 calorias por dia, as mulheres adultas devem consumir entre 160 a 200 gramas de carboidratos por dia.
  • Homens adultos devem consumir entre 240 a 300 gramas de carboidratos por dia.
  • A maioria disto deve ser na forma de alimentos menos refinados, menos-processados com uma carga de baixo índice glicêmico.
  • Reduza o consumo de alimentos feitos com farinha de trigo e açúcar, especialmente o pão e alimentos embalados (incluindo batatas fritas e biscoitos).
  • Coma mais grãos integrais tais como arroz integral e trigo bulgur, em que o grão está intacto, ou em alguns pedaços grandes. Estes são preferíveis aos produtos de farinha de trigo integral, que tem aproximadamente o mesmo índice glicêmico que os produtos de farinha branca.
  • Coma mais feijões, abóboras de inverno e batata doce.
  • Cozinhe o macarrão al dente e coma-o com moderação.
  • Evite produtos feitos com alta frutose e xarope de milho.

Gordura

  • Em uma dieta de 2.000 calorias por dia, 600 calorias podem vir de gordura – ou seja, cerca de 67 gramas, e isso é saudável. Isto deve ser na proporção de 1:2:1 de gordura saturada a monoinsaturada e poliinsaturada.
  • Reduza sua ingestão de gordura saturada comendo menos manteiga, creme, queijo de alto teor de gordura, frango com pele e carnes gordas e produtos feitos com óleo de palmeira e óleo de côco.
  • Use o azeite extra virgem como um óleo de cozinha principal. Se você quer um óleo de sabor neutro, use óleo de canola prensado, orgânico. As versões de óleos de girassol e açafrão orgânicos, altamente oleicos e expelíveis também são aceitáveis.
  • Evite açafrão-bastardo/cártamo e óleos de girassol, óleo de milho, óleo de semente de algodão e mistura de óleos vegetais.
  • Evite rigorosamente margarina, gordura vegetal e todos os produtos que as listam como ingredientes. Estritamente evite todos os produtos feitos com óleos parcialmente hidrogenados de qualquer tipo. Inclua na sua dieta abacate e nozes, especialmente nozes, castanha de caju, amêndoas e manteigas de castanhas, feitas a partir dessas nozes.
  • Para ácidos graxos ômega-3, coma salmão (de preferência salmão fresco, congelado ou enlatado), sardinhas embaladas em água ou azeite, arenque e bacalhau preto (peixe negro, peixe-manteiga); ovos enriquecidos com ômega-3; as sementes de linhaça (de preferência moídas na hora); ou tome um suplemento de óleo de peixe (procure produtos que fornecem tanto EPA e DHA, em uma conveniente dose diária de duas a três gramas).

Proteína

  • Em uma dieta de 2.000 calorias por dia, sua ingestão diária de proteína deve estar entre 80 e 120 gramas. Coma menos proteína, se você tiver problemas renais ou hepáticos, alergias, ou uma doença autoimune.
  • Diminua o consumo de proteína animal, com exceção do peixe, iogurte e queijo natural de alta qualidade.
  • Coma mais proteína vegetal, especialmente a partir de grãos em geral e soja em particular. Familiarize-se com toda a variedade de alimentos de soja disponíveis e encontre aqueles que você gosta.

Fibra

  • Tente comer 40 gramas de fibra por dia. Você pode obter isso, aumentando o consumo de frutas, especialmente berries, legumes (especialmente feijões e grãos) e cereais integrais.
  • Cereais prontos para consumo podem ser fontes de boa fibra, mas leia os rótulos para certificar-se de que eles te dão pelo menos 4, e de preferência 5, gramas de farelo para cada porção de 30 gramas.

Fitonutrientes

  • Para obter máxima proteção natural contra doenças relacionadas a idade (incluindo doenças cardiovasculares, câncer e doenças neurodegenerativas), bem como contra a toxicidade ambiental, coma uma variedade de frutas, legumes e cogumelos.
  • Escolha frutas e legumes de todas as áreas do espectro de cor, especialmente berries, tomate, laranja e frutas amarelas e folhas verdes escuras.
  • Escolha produtos orgânicos sempre que possível. Saiba quais culturas convencionalmente cultivadas são mais suscetíveis de transportar resíduos de pesticidas e evite-as.
  • Coma os vegetais crucíferos (família da couve) regularmente.
  • Inclua alimentos de soja em sua dieta.
  • Beba chá em vez de café, especialmente chá branco, verde ou oolong de boa qualidade.
  • Se você bebe álcool, escolha vinho tinto, preferencialmente. E com moderação.
  • Desfrute de chocolate amargo com moderação (com um teor mínimo de cacau de 70 por cento).

Vitaminas e minerais
A melhor maneira de obter todas as suas vitaminas diárias, minerais e micronutrientes é comer uma dieta rica em alimentos frescos, com uma abundância de frutas e legumes. Além disso, é possível complementar sua dieta com coquetel antioxidante, desde que acompanhada por médico:

  • Vitamina C, 200 miligramas por dia.
  • Vitamina E, 400 IU de Tocoferóis mistos naturais (d-alfa-tocoferol com outros tocoferóis, ou, melhor, um mínimo de 80 miligramas de uma mistura natural de tocoferóis e tocotrienóis).
  • Selênio, 200 microgramas de uma forma orgânica (ligada ao fermento).
  • Carotenoides mistos, 10.000-15.000 IU diariamente.
  • Os antioxidantes podem ser mais convenientemente tomados como parte de um suplemento multivitamínico/multimineral diário que também fornece pelo menos 400 microgramas de ácido fólico e 2.000 UI de vitamina D. Ele não deve conter nenhum ferro (a menos que você seja uma mulher e tenha períodos menstruais regulares) e nenhuma vitamina A pré-formada (retinol). Tome estes suplementos com a sua maior refeição.
  • As mulheres devem tomar cálcio suplementar, de preferência como citrato de cálcio, 500-700 miligramas por dia, dependendo da sua ingestão deste mineral. Os homens devem evitar cálcio suplementar.

Outros suplementos dietéticos

  • Se você não está comendo peixes oleosos pelo menos duas vezes por semana, tome suplemento de óleo de peixe, em cápsula ou em forma líquida (dois a três gramas por dia de um produto contendo EPA e DHA). Procure produtos certificados por serem livres de metais pesados e outros contaminantes.
  • Converse com seu médico sobre fazer terapia de baixa dose de aspirina, tome uma ou duas aspirinas por dia (81 ou 162 miligramas).
  • Se você não vai comer regularmente gengibre e cúrcuma, considere tomar estes de forma suplementar.
  • Adicione coenzima Q10 (CoQ10) ao seu regime diário: 60-100 miligramas em forma de softgel, tomado com sua maior refeição.
  • Se você é propenso a síndrome metabólica, tome ácidos alfa-lipóicos, 100 a 400 miligramas por dia.

Nenhuma medicação ou suplemento deve ser tomado sem o acompanhamento médico!!!
Água

  • Beba água pura, ou bebidas que são basicamente água (chá, suco de fruta muito diluído, água com gás com limão) durante todo o dia.
  • Use água engarrafada ou obtenha um purificador de água em casa, se a água da torneira tiver gosto de cloro ou outros contaminantes, ou se você vive em uma área onde a água é suspeita ou conhecida por ser contaminada.

 

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