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Video de parto normal 3D - Animação 3d de parto

Fertilidade - Mon, 04/01/2019 - 18:46

Animação médica 3D do nascimento de um bebê, mostrando uma visão de time lapse do trabalho de parto durante um nascimento via vaginal normal. Formas simplificadas mostrando apenas o esqueleto da mãe e o bebê no útero. Mostra em detalhe a dilatação durante as contrações.

Animação gráfica - Parto Normal e Cesárea. from Alexandre Amato on Vimeo.

vídeo3dparto
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Como é feito o diagnóstico do pé diabético?

Cirurgia Vascular - Mon, 04/01/2019 - 17:04

O diagnóstico é feito pela história clínica (anamnese) e pelo exame físico da lesão por um médico competente. A lesão, quando avançada, geralmente é indolor porém extensa e de odor extremamente desagradável devido à necrose úmida que provoca.
Casos mais avançados, como o pé de Charcot, ocorre fraturas e deslocamentos dos ossos dos pés e/ou tornozelo que ocorrem como resultado de pequenos traumatismos também chamado de "articulação de Charcot".

pé diabético
Categories: Medical

Quais são os sintomas do pé diabético?

Cirurgia Vascular - Mon, 04/01/2019 - 17:01
  • Desaparecimento ou diminuição dos reflexos do tendão, das rótulas e do calcanhar são freqüentes,
  • Diminuição na sensibilidade de temperatura e dor e áreas de anestesia explicam as lesões,
  • Mau cheiro exalado pela gangrena diabética e infecção.
pé diabético
Categories: Medical

O controle da diabetes é importante?

Cirurgia Vascular - Mon, 04/01/2019 - 17:00

Sim, ficou comprovado que ocorre queda nas taxas de hemoglobina glicosilada, e esta é utilizada exatamente para medir o controle da diabetes no paciente.

pé diabético
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Poderia um tipo misterioso do vírus da herpes desencadear a infertilidade feminina?

Fertilidade - Mon, 04/01/2019 - 16:55
Herpes Virus

É causa de infertilidade?

"O vírus misterioso pode ser causa de infertilidade inexplicada", informa o The Independent.

Pesquisadores italianos encontraram cópias do vírus HHV-6A - um tipo de vírus da herpes - no revestimento do útero de 43% das mulheres com infertilidade inexplicada, em comparação com 0% em mulheres com histórico de gravidez bem-sucedida.

Este pequeno estudo analisou células dos revestimentos de 30 mulheres com infertilidade sem explicação e 36 mulheres que tiveram uma gravidez bem sucedida. Os pesquisadores encontraram o vírus HHV-6A em células de quase metade das mulheres com infertilidade inexplicada, mas nenhuma das mulheres que tiveram bebês tinha o vírus HHV-6A.

Houve também alguma diferença nos níveis de certas moléculas do sistema imunológico, que os pesquisadores sugerem que poderiam afetar a capacidade de sustentar uma gravidez - mas isso é apenas especulação.

A maioria das pessoas é infectada com o vírus HHV-6 na primeira infância. Estes vírus (há um tipo A e B), causam uma erupção cutânea geralmente leve chamada roséola. Como outros vírus da herpes, eles vivem no corpo e permanecem inativos por muitos anos. No entanto, formas reativadas do vírus têm sido ligadas por diferentes pesquisadores, nos últimos anos, a mais de 50 condições diferentes, variando de amnésia a uveíte. Seu impacto nos resultados de saúde permanece incerto.  

Em última análise, esta é uma pesquisa em estágio inicial que deixa muitas perguntas sem resposta e mais estudos são necessários para descobrir se o HHV-6A realmente é uma causa de infertilidade e, em caso afirmativo, se tratar o vírus com antivirais melhoraria as chances de uma gravidez bem-sucedida.

De onde veio a história?

O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade de Genebra, Universidade de Ferrara e do Centro de Reprodução Humana do Hospital Brunico e foi financiado pela Regione Emila Romagna. O estudo foi revisado por pares e publicado na revista PLOS One, uma revista de livre acesso, e é grátis para ler online. O Independent fornece o resumo mais preciso do estudo. Outras fontes de notícias não funcionam tão bem. A história do Mail Online, embora basicamente correta, pode aumentar as esperanças de uma cura antes que a causa da fertilidade inexplicável seja estabelecida. Times diz: "Quase metade das mulheres com problemas inexplicáveis ​​de fertilidade estão infectadas com um vírus misterioso", embora não saibamos se a proporção de mulheres que tiveram infecção por HHV-6A neste pequeno estudo seria válida para todas as mulheres com infertilidade inexplicada. O Daily Telegraph tem uma manchete bizarra que assusta as pessoas a terem "Cuidado com quem você beija", com base no fato de que o vírus pode ser transmitido pela saliva, apesar do fato de que a maioria das pessoas é infectada quando criança. A história do Telegraph também diz que a infertilidade primária inexplicada significa "a incapacidade de gerar um filho", quando na verdade significa que uma mulher não conseguiu engravidar após um ano ou mais de tentativas, sem nenhuma causa óbvia.

Que tipo de pesquisa foi essa?

Este foi um estudo de coorte italiano no qual os pesquisadores pegaram células do revestimento do útero de mulheres com e sem infertilidade para procurar o DNA do vírus HHV-6. O HHV-6 (vírus do herpes humano 6) é um vírus com o qual a maioria das pessoas é infectada na infância e depois fica dormente no corpo. Foi descoberto em 1986 e pouco se sabe sobre o papel que ele pode desempenhar em relação à saúde humana.

A reativação do vírus tem sido associada a várias doenças, incluindo condições imunes e inflamatórias. Pesquisas anteriores sugeriram que o sistema genital e reprodutivo feminino poderia ser um local para o vírus ser reativado e esta foi a base para esta pesquisa.

Estudos de coorte podem mostrar diferenças entre grupos e ligações entre um fator (neste caso, infecção viral) e outro (infertilidade), mas eles não podem provar que um causa o outro.

O que a pesquisa envolveu?

A pesquisa envolveu a análise de amostras do útero tiradas de 30 mulheres que haviam comparecido a uma clínica para tratamento de infertilidade, para as quais nenhuma causa óbvia de infertilidade havia sido encontrada. Essas mulheres teriam participado de um ensaio randomizado, embora nenhuma outra informação sobre isso seja dada. Elas foram comparadas com outro grupo de 36 mulheres que tiveram pelo menos um filho, que estavam dentro da mesma faixa etária. O recrutamento do coorte de controle, ou o motivo de terem obtido amostras de útero, não é claro.  

Coletaram amostras de células do revestimento do útero de cada mulher, durante a mesma fase do período menstrual. Eles analisaram as células quanto à presença de HHV-6A e do vírus HHV-6B ativado, tanto nas células quanto no suprimento de sangue.

Em estudos posteriores, os pesquisadores observaram como as células infectadas pelo HHV-6A se comportavam e se isso era diferente das células não infectadas pelo HHV-6A. Eles também analisaram outros fatores, como níveis hormonais.

Quais foram os resultados básicos?

Os pesquisadores descobriram:

  • Um número similar de mulheres com e sem infertilidade tinha DNA de HHV-6B em suas células sanguíneas (8 inférteis, 10 férteis)
  • Nenhuma mulher com ou sem infertilidade tinha DNA de HHV-6B em suas células de revestimento do útero
  • Nenhuma mulher com ou sem infertilidade tinha DNA de HHV-6A no sangue
  • 13 mulheres (43%) com infertilidade tinham DNA de HHV-6A nas células do revestimento do útero em comparação com nenhuma sem infertilidade

Em pesquisas adicionais, eles descobriram que mulheres com DNA de HHV-6A em células de revestimento do útero também tinham níveis mais altos de um tipo de hormônio reprodutivo (estradiol) e diferentes níveis de certas moléculas de sinalização do sistema imune comparadas a mulheres sem DNA de HHV-6A em mulheres inférteis e férteis.  

Como os pesquisadores interpretaram os resultados?

Os pesquisadores dizem: "mais estudos são necessários para confirmar a associação", mas "nosso estudo indica que a infecção por HHV-6A pode ser um fator importante na inexplicada infertilidade primária feminina".

Eles sugerem que o vírus reativado no útero pode desencadear mudanças no sistema imunológico que promovem "um ambiente uterino disfuncional", ou em outras palavras, condições no útero que são inadequadas para a gravidez.

Conclusão

A infertilidade inexplicada causa sofrimento a milhares de casais que estão tentando engravidar. Pode ser difícil aceitar que os médicos não encontram razão para a incapacidade de um casal engravidar, e muitos casais gastam muito tempo e dinheiro tentando tratamentos de fertilidade.

Encontrar uma causa potencial para a infertilidade inexplicada pode levantar muitas esperanças nas pessoas. Este estudo tem resultados interessantes, mas foi muito pequeno e precisa ser replicado em uma escala maior para garantir que os resultados sejam verdadeiros. Também precisamos lembrar que este estudo pode não mostrar causalidade (nexo-causal) - não pode nos dizer se o vírus é uma causa de infertilidade, apenas que parece ser mais comum em mulheres com infertilidade que não é explicada de outra forma. O que pode ser uma coincidência por alguma razão.

Dito isto, estas mulheres tinham infertilidade inexplicada e ainda há muito que ainda não sabemos sobre isso. Os pesquisadores dizem que não tiveram endometriose, nenhum problema com a ovulação ou quaisquer anormalidades estruturais do sistema reprodutivo.

No entanto, não sabemos mais do que isso, como a exploração dos fatores masculinos para a infertilidade, por quanto tempo a mulher/casal estiveram tentando engravidar, abortos anteriores ou o sucesso do tratamento futuro para a fertilidade. Nós também não sabemos nada sobre o grupo de controle - por exemplo, como foram recrutadas ou por que amostras do útero foram coletadas - além de que elas tiveram um bebê. Elas mesmas podem ter tido problemas para engravidar, por tudo que sabemos.

No geral, não se pode dizer que as mulheres com problemas de infertilidade e HHV-6A teriam necessariamente menos probabilidade de engravidar ou obter um resultado bem-sucedido da reprodução assistida.

Mesmo se descobríssemos que o HHV-6A era responsável por alguns casos de infertilidade, isso não é o mesmo que ser capaz de curar a doença. Uma variedade de medicamentos antivirais foram usados ​​para tratar outras condições ligadas à reativação do HHV-6A, mas nenhum foi desenvolvido especificamente para este vírus e não sabemos se eles seriam úteis no tratamento da infertilidade.

Muito mais pesquisas são necessárias antes de sabermos se metade dos casos de infertilidade inexplicada, como afirmam algumas fontes de notícias, poderiam ser tratados com o objetivo de combater esse vírus.

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Categories: Medical

Varizes é somente um problema estético?

Cirurgia Vascular - Mon, 04/01/2019 - 16:06

Varizes é uma doença, que tem um componente estético. Além de incomodar na aparência, também pode levar a sérias complicações.
A partir do momento em que passa a causar sintomas, como inchaço, dor nas pernas, cãibras, sensação de peso, cansaço vespertino em membros inferiores, hiperpigmentação (manchas), dermatite ou eczema (coceira e descamação) deixa de ser um problema somente estético. Tanto a doença como o problema estético podem ser tratados.

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Imposto de renda (2019) e despesas da saúde.

Amato Consultório Médico - Sun, 03/31/2019 - 10:58
Imposto de Renda

Como declarar

Frequentemente explicamos como declarar o reembolso médico no imposto de renda e aqui exatamente porque as despesas médicas podem gerar um dos maiores benefícios ao contribuinte na declaração do Imposto de Renda. Como esse tipo de gasto pode ser totalmente deduzido — não há limites de valor como no caso de despesas com educação — ele ajuda a reduzir a base de cálculo do imposto, que define se você terá imposto a pagar ou a restituir.
Afinal, o que estamos declarando?
Por exemplo, se você tem uma casa, você não vai pagar um Imposto de Renda só por tê-la (aí entra o IPTU). Ainda assim, seguindo a ideia da prestação de contas, a Receita vai querer saber que esse seu bem existe e, portanto, você deve declará-lo.

 Existem dois tipos de declaração. Você pode fazer uma declaração completa ou simplificada.

 Ao fazer a declaração completa, você poderá abater algumas despesas que teve ao longo do ano-calendário como, por exemplo, com educação, médicos, e outras despesas com seus dependentes, respeitando os devidos limites.


Exemplo: se você teve uma renda tributável anual de R$100 mil, mas gastou R$30 mil com despesas médicas, irá pagar imposto só sobre os R$ 70 mil de diferença

. Sim, as despesas médicas não reembolsadas são dedutíveis.
Ao fazer a declaração simplificada, você não declara as suas despesas. Em vez disso, o sistema deduz uma porcentagem automática (20% de sua receita, limitada a R$16.754,34) sem, portanto, lançar despesas de forma individual.

Parece confuso, né? Mas, fique tranquilo. O próprio programa da Receita faz as contas para você, na aba “Opção pela Tributação”. Cabe a você escolher o que é mais vantajoso, ou seja, onde irá pagar menos imposto. No caso da restituição, onde terá maior recebimento.

O sistema até varia as cores para facilitar: em verde, quando é imposto a restituir. Em preto, quando é imposto a pagar.

 

O contribuinte pode incluir no modelo completo de declaração de Imposto de Renda todos os gastos com saúde relacionados a tratamento próprio, de dependentes ou alimentandos, sem limite.

 

A regra vale somente para os que optarem pelo modelo completo, já que o simplificado prevê um desconto padrão de 20%, limitado a R$ 16.754,34, que substitui todas as deduções permitidas.

 

Deduções? Só na declaração completa!

A dedução das despesas médicas é válida apenas no modelo completo da declaração. Quem opta pelo modelo simplificado não pode fazer nenhum abatimento porque é concedido um desconto de 20% sobre a base de cálculo do imposto —limitado ao valor de 16.754,34 reais— que substitui todas as deduções.

Enquanto no modelo completo as despesas médicas realizadas durante o ano são declaradas para reduzir o valor sobre o qual é aplicado o imposto, na declaração simplificada o programa da declaração calcula a base de cálculo e apenas aplica um desconto de 20% sobre ela, sem observar exatamente quais gastos foram realizados no ano, que podem ter ultrapassado esse porcentual.

 

Para saber qual tipo de declaração é melhor, é recomendável informar todos os gastos dedutíveis. Ao final do preenchimento da declaração, o programa da Receita dirá, de forma automática, se seria melhor abater as despesas uma a uma no modelo completo ou se você ganha mais com o desconto simplificado.

 

 

O que pode e o que não pode

 

Apesar de ser ilimitado, o gasto com despesas médicas deve respeitar as regras do regulamento do IR. Pagamentos efetuados a médicos de qualquer especialidade, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e cirurgia plástica fazem parte da lista permitida pela Receita Federal. (Veja com mais detalhes aqui)

 

Também podem ser incluídos os gastos com plano de saúde, hospitais e procecimentos em hospitais dia, com exames de laboratório e serviços de radiologia, aparelhos ortopédicos e próteses dentárias. Por outro lado, ficam de fora os gastos com remédios e enfermeiros, a não ser que eles constem de conta emitida pelo hospital.

 

As despesas com saúde devem ser informadas na ficha Pagamentos Efetuados. Eventualmente, caso desconfie de alguma irregularidade, a Receita pode pedir a comprovação dos gastos realizados para tratamento médico. Sendo assim, é fundamental guardar todos os comprovantes, onde devem constar o nome, endereço e número do CPF ou do CNPJ de quem recebeu os pagamentos. Basta abrir um campo "novo" e escolher o código do pagamento efetuado. Ao escolher o código 10 - Médicos no Brasil, por exemplo, você deverá informar se a despesa foi efetuada com titular, dependente ou alimentando, declarar nome e CPF do profissional, valor pago e o valor reembolsado pelo plano de saúde, se for o caso.

 

Os comprovantes devem ser guardados por pelo menos cinco anos a partir da data da entrega. Se a declaração for retificada, guarde pelo prazo de cinco anos a contar da última retificação. Podem ser usados como comprovantes os recibos, notas fiscais e informes enviados pelo plano de saúde que contenham o nome, endereço e CPF ou CNPJ de quem recebeu os pagamentos, a assinatura do prestador do serviço e o nome do beneficiário (caso não seja o próprio titular da declaração). Um cheque nominal endereçado ao médico também serve como comprovante.

 

Lembramos que a receita federal cruza o valor declarado como pago pelo contribuinte, na declaração de imposto de renda, com a DMED – Declaração de Serviços Médicos enviado por todos os estabelecimentos de saúde informando o paciente o pagante e os respectivos CPF.

 
Plano de saúde reembolsou parte da despesa médica; como declaro no IR? (Situação em que o custo foi maior do que o valor reembolsado.)

É preciso lançar o valor integral pago na ficha Pagamentos Efetuados. Preencha também a linha Parcela Não Dedutível/Valor Reembolsado, informando o valor que foi reembolsado pelo plano de saúde.

 
Fonte: Uol Imposto de RendaLeonardisVitreoSebastião Luiz Gonçalves dos Santos, membro do Conselho Regional de Contabilidade de SP, Exame

 

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As varizes podem voltar mesmo após a cirurgia?

Cirurgia Vascular - Thu, 03/28/2019 - 22:17

As mesmas veias, se foram efetivamente tratadas, ou seja, se a cirurgia for bem feita, não voltam, entretanto, outras veias doentes podem aparecer com o tempo. Isso é normal, pois tratamos a conseqüência e não a causa primária.

A causa é genética, e, para isso, ainda não há cura definitiva. Pode ser necessário uma "manutenção" periódica do tratamento das varizes, para evitar acumular muito e necessitar outro grande tratamento.

varizes
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Gravidez causa varizes?

Cirurgia Vascular - Thu, 03/28/2019 - 22:12

Não, somente mulheres com refluxo venoso (ex: dano valvular) ou genética para a doença antes da gravidez apresentam varizes depois do parto ou durante a gestação. Então não é a causa das varizes, mas sim da piora se já houver um problema valvar prévio. 
Durante a gravidez ocorre um aumento de 40% do volume sangüíneo, aumentam também os hormônios que mudam os tecidos dos vasos sangüíneos, esticando-os e os vasos que ali estavam podem ficar mais aparentes. Mas apareceriam de qualquer forma, cedo ou tarde, independente da gestação. Porém algumas mulheres podem ter varizes por causa da gravidez, mas é um grupo menor que possui síndrome da congestão pélvica e passam por um parto normal. Podendo ter também varizes vulvares ou de coxa proximal.
Portanto a cirurgia de varizes com sintomas no intervalo de duas gestações não só é possível, como recomendável. Agora, com o advento da cirurgia de varizes com laser, um procedimento que pode ser feito com anestesia local com alta precoce, ficou mais evidente ainda o benefício do tratamento também precoce e minimamente invasivo.
Se você tem varizes e está pensando em engravidar, não precisa parar o tratamento das varizes enquanto não engravidar. 
Se você tem varizes e descobriu que está gravida, o melhor é passar para o tratamento clínico de varizes enquanto durar a gestação.
Cordts, P R, and T S Gawley. "Anatomic and Physiologic Changes in Lower Extremity Venous Hemodynamics Associated with Pregnancy." Journal of vascular surgery : official publication, the Society for Vascular Surgery [and] Internationa Society for Cardiovascular Surgery, North American Chapter 24, no. 5 (1996): 763-7.
Sparey, C, G Sissons, N Haddad, S Rosser, and L de Cossart. "Serial Colour Flow Duplex Scanning of the Veins of the Lower Limb Throughout Pregnancy." British journal of obstetrics and gynaecology 106, no. 6 (1999): 557-62.
Sparey, C, N Haddad, G Sissons, S Rosser, and L de Cossart. "The Effect of Pregnancy on the Lower-Limb Venous System of Women with Varicose Veins." European journal of vascular and endovascular surgery : the official journal of the European Society for Vascular Surgery 18, no. 4 (1999): doi:10.1053/ejvs.1999.0870.

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O que é a sífilis? por que é chamada de doença francesa? pode levar à infertilidade? quais são as curas e como é causada?

Fertilidade - Tue, 03/26/2019 - 21:40
Doença Sexualmente Transmissível

Sifilis

A SÍFILIS é uma infecção bacteriana que muitas vezes é transmitida por contato sexual ou relação sexual com alguém que está infectado.

Os casos na Inglaterra subiram 13% entre 2013 e 2017 em meio a preocupações de que a Inglaterra estivesse em uma “crise de saúde sexual”. No Brasil dados do Boletim Epidemiológico da Sífilis 2018 mostram que a taxa de detecção da sífilis adquirida aumentou de 44,1 para cada grupo de 100 mil habitantes, em 2016, para 58,1/100 mil em 2017. No mesmo período, a sífilis em gestantes cresceu de 10,8 casos por mil nascidos vivos para 17,2. Já a sífilis congênita, passou de 21.183 casos em 2016 para 24.666 em 2017. O número de óbitos por sífilis congênita foi de 206 casos em 2017, enquanto em 2016, haviam sido 195.

O que é a sífilis?

A sífilis é uma infecção bacteriana curável que pode causar dores de cabeça, dores nas articulações, cansaço e febre.

É por vezes conhecida como a "doença francesa", já que os primeiros registros escritos de um surto ocorreram em Nápoles do século 15, após uma invasão francesa durante a guerra italiana de 1494-98.

Preocupante, a sífilis pode ter implicações para a saúde a longo prazo, incluindo problemas cerebrais e infertilidade.

As mulheres grávidas devem sempre ter cuidado com a infecção, pois ela pode ser transmitida a bebês não nascidos.

Os casos de sífilis podem passar despercebidos por anos, por isso é importante fazer check-ups regulares para garantir que você não a tenha contraído.

Como a sífilis se espalha?

A infecção bacteriana é tipicamente capturada após o contato próximo com uma ferida infectada.

Isso pode ocorrer através do sexo oral, vaginal ou anal, bem como compartilhar brinquedos sexuais com alguém que está infectado.

Assim como as pessoas sexualmente ativas estão em risco, os usuários de drogas podem pegar a infecção compartilhando agulhas.

Em casos extremamente raros, também pode ser infectado após uma transfusão de sangue - apesar das amostras serem sempre testadas para a sífilis.

Ao contrário da crença popular, você não pode pegar a infecção compartilhando o mesmo banheiro, roupa ou talheres com uma pessoa infectada.

Preocupante, os especialistas acreditam que a ascensão de aplicativos de namoro pode ser a razão pela qual a IST é a que mais cresce.

Outro estudo acredita que as doenças associadas à Era Vitoriana estão subindo rapidamente por causa da queda dos padrões de vida, da desigualdade financeira e da má alimentação.

Quais são os sintomas da sífilis?

A sífilis primária pode ser perceptível quando o doente experimenta dor e uma úlcera pequena e indolor chamada cancro.

A ferida normalmente estará no pênis, na vagina ou ao redor do ânus, embora às vezes possam aparecer na boca ou nos lábios, dedos ou nádegas.

A maioria das pessoas só tem uma ferida, mas algumas pessoas têm várias e você também pode ter glândulas inchadas no pescoço, virilha ou axilas.

Algumas semanas após esses sintomas iniciais, aqueles com sífilis podem reparar em...

  • Uma erupção cutânea vermelha que pode aparecer em qualquer parte do corpo, mas geralmente se desenvolve nas palmas das mãos ou nas solas dos pés
  • Pequenos crescimentos cutâneos (semelhantes às verrugas genitais) - em mulheres, estas aparecem frequentemente na vulva e tanto para homens como para mulheres, podem aparecer ao redor do ânus
  • Manchas brancas na boca
  • Sintomas semelhantes aos da gripe, como cansaço, dores de cabeça, dores nas articulações e alta temperatura (febre)
  • Glândulas inchadas
  • Ocasionalmente, perda de cabelo irregular

Se não tratada, a infecção pode ter várias implicações para a saúde, levando à sífilis terciária.

Essas incluem…

  • Meningite
  • Apoplexia
  • Sintomas de demência
  • Perda de coordenação
  • Dormência
  • Problemas de visão ou cegueira
  • Problemas cardíacos
  • Aortite e Aneurisma

As mulheres grávidas que não sabem que contraíram a Sifilis podem ter consequências devastadoras para o seu feto.

Pode levar a aborto espontâneo, natimorto ou uma infecção grave no recém-nascido (sífilis congênita).

O que fazer se você acha que tem sífilis

As pessoas sexualmente ativas são incentivadas a fazer testes regulares de Sifilis.

Se você acredita ter contraído a infecção, é aconselhável visitar o seu médico o mais rápido possível.

Quanto mais rápida a sífilis for tratada, mais fácil será para o seu corpo combater o contágio.

Como a sífilis é tratada?

Você pode se proteger contra contrair a infecção usando preservativos durante a relação sexual.

Após o diagnóstico de sífilis, os pacientes recebem uma injeção de antibióticos nas nádegas ou um ciclo de comprimidos antibióticos.

A mulher grávida que tem sífilis também pode ser tratada com segurança com antibióticos.

Se a infecção não foi tratada por um longo período de tempo, pode demorar um pouco para o tratamento funcionar.

É aconselhável evitar contato sexual ou atividade por duas semanas após o término do tratamento.

Os casos de sífilis estão se tornando mais comuns?

Em Agosto de 2018, um aumento nos casos de sífilis foi atribuído à ascensão dos aplicativos de namoro - e a onda de calor do verão tornou as pessoas mais sexualmente ativas.

Um conselho de saúde no País de Gales relatou ter visto cinco vezes mais diagnósticos de sífilis nos últimos quatro meses em comparação com o mesmo período de 2017.

Um porta-voz para O Conselho de Saúde da Universidade Abertawe Bro Morgannwg disse: "Houve um aumento na sífilis em geral em todo o País de Gales.”

"Mas temos visto um aumento significativo em toda a área do conselho de saúde, particularmente nas últimas seis semanas.”

"É possível que a onda de calor no início do verão tenha levado as pessoas a se tornarem sexualmente mais ativas.”

"Também acreditamos que as mídias sociais e o crescimento de sites e aplicativos de namoro são outro fator que contribuem para isso".

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Para que operar varizes se elas vão voltar ?

Cirurgia Vascular - Tue, 03/26/2019 - 21:22

Inicialmente, devemos focar na bomba periférica, responsável pelo retorno venoso, e não somente nas veias varicosas. O ecodoppler é o melhor exame para avaliar a função da musculatura.
Operar sem o mapeamento venoso é possível, porém não é recomendável, pois a cirurgia se baseará somente no aspecto estético, e portanto, com um maior risco de recidiva.
Poucos cirurgiões se mantém atualizados nas últimas técnicas desenvolvidas e muitas vezes a cirurgia é realizada por residentes levando a índices de recidiva de 23% em 1 ano e 76% em 5 anos.
Utilizando as técnicas modernas a recidiva também ocorre, mas não em veias pré existentes, mas sim, em novas veias varicosas (3-4%)

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Ficar em pé muito tempo causa varizes?

Cirurgia Vascular - Tue, 03/26/2019 - 21:18

Enquanto o coração leva o sangue para os órgãos pelas artérias, as veias são responsáveis pelo retorno desse sangue, mas o coração sozinho não tem força suficiente para esse retorno. A musculatura da batata da perna é responsável pelo retorno do sangue pelas veias para o coração, e é chamada de bomba periférica ou coração periférico.
A falha da bomba periférica é causada usualmente por deficiências das válvulas venosas. Essas válvulas podem falhar, mas causar sintomas somente mais tarde, quando já ocorreu dano na pele e tecido subcutaneo. Nao existe, no momento, maneira efetiva e definitiva de fazer as válvulas voltarem a funcionar corretamente. O uso da meia elástica (prescrita pelo médico) pode auxiliar o funcionamento dessas válvulas pois diminuem o diâmetro venoso enquanto estão sendo usadas, efeito que desaparece logo após sua retirada.
O fato de ficar muito tempo em pé não causa varizes, mas em pacientes com válvulas danificadas, elas aparecerão mais rapidamente, ficando piores e mais graves. Sendo então um fator de piora, mas não desencadeante de varizes.

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Retirada de cateter de quimioterapia

Cirurgia Vascular - Tue, 03/26/2019 - 21:12
Retirada de Cateter de Quimioterapia

Se tem um procedimento simples dentro da cirurgia vascular que é agradável de realizar é a retirada de um cateter de quimioterapia após o tratamento do câncer com êxito.
A passagem do cateter de quimioterapia é um momento crítico, pois frequentemente vem acompanhado do diagnóstico do câncer, toda angústia e dúvida se aflora nesse procedimento, que é apenas um dos primeiros passos de uma grande batalha. O cirurgião vascular é um mero coadjuvante no tratamento dessa doença, e quanto menos for necessário, melhor. Somos expectadores, participantes ocasionais, onde o maestro é o oncologista. Quer dizer que o cateter funcionando, não precisa de manutenção, além da irrigação periódica, mas não precisa do vascular. Mas, após vencida essa batalha, vem o momento da retirada do cateter, um momento único, e final da batalha. Tem um significado psicológico muito grande para o paciente, e é sempre bom participar desse momento: a guerra vencida. É um procedimento que o paciente realiza com prazer, pois sabe que não será necessário outro. É muito bom participar desse momento.

catetervascularretiradaendovascular Select ratingGive Retirada de cateter de quimioterapia 1/5Give Retirada de cateter de quimioterapia 2/5Give Retirada de cateter de quimioterapia 3/5Give Retirada de cateter de quimioterapia 4/5Give Retirada de cateter de quimioterapia 5/5 Average: 5 (1 vote)
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Trombose Venosa Profunda (TVP): coágulo dentro da veia

Cirurgia Vascular - Tue, 03/19/2019 - 07:17

A você paciente, nossos cumprimentos. Se está lendo este pequeno texto, isto significa que está interessado na sua saúde. Para se aprofundar no assunto ou avaliar a sua situação, passe em consulta com um cirurgião vascular.

A palavra trombose, que tanto nos assusta, significa a coagulação, uma espécie de solidificação do sangue dentro dos vasos sanguíneos que impede o fluxo sanguíneo. Ocorre a formação de coágulos de forma indiscriminada dentro dos vasos. O sistema de coagulação na sua função normal serve para evitar que, num trauma, a perda de sangue seja exagerada. Então, a trombose é a oclusão de uma artéria ou veia por causa de um coágulo que não deveria ter ocorrido e acaba impedindo a corrente sanguinea. Muitas pessoas confundem a trombose venosa com a arterial, ou seja, aquela que ocorre nos vasos responsáveis pela condução do sangue para nutrir as extremidades. Não é. A trombose venosa ocorre nos vasos sanguíneos responsáveis pelo retorno do sangue ao coração e pulmões, depois de passar pelos tecidos de nosso corpo. Ao contrario da trombose nas artérias, a trombose venosa raramente é causa de amputação, ainda assim, está longe de ser doença benigna.

Complicações ligadas à trombose venosa:

Existem pelo menos duas complicações importantes, uma de curto prazo e outra de longo prazo ligadas a TVP. Na fase aguda (que dura alguns dias), pode ocorrer o deslocamento do trombo ou a formação de novo trombo a partir do local de formação (90% se inicia nas pernas) e este material viaja através do sistema venoso até causar a oclusão de um vaso no pulmão. Isto é chamado embolia pulmonar. Se a oclusão for múltipla ou em vasos pulmonares maiores, há risco de falência cardíaca, infarto pulmonar e até morte. Passada a fase aguda, o trombo na veia costuma se estabilizar e a chance de embolia pulmonar diminui drasticamente. Entretanto, se a trombose na perna não for tratada adequadamente, a dificuldade do retorno do sangue ao longo dos anos pode causar o represamento do sangue nessa perna e isso é a causa da segunda complicação, a chamada síndrome pós trombótica. Esta é caracterizada pelo inchaço crônico, sensação de peso ou dor de forma geral, escurecimento das pernas e, nos estágios mais graves, a abertura de feridas geralmente próximas aos tornozelos. Podendo demorar meses ou até mesmo anos para cicatrizar, essa síndrome é fonte considerável de sofrimento ao portador.

Qual a origem da TVP?

A TVP pode ocorrer sem um motivo aparente, mas a maioria (7 em cada 10) pode ser relacionada a algum fator de risco como:

  • Cirurgia recente, em especial as prolongadas, ortopédicas, por câncer e em pacientes acima de 40 anos
  • Traumatismos, principalmente associado a fratura
  • Outro fator de risco é o Câncer em atividade
  • É importante também a Imobilização prolongada (ficar muito tempo sentada, no leito)
  • Insuficiência cardíaca
  • Trombose venosa prévia
  • Gestação no último trimestre, e logo após o parto
  • Uso de anticoncepcionais e hormônios
  • Familiares (pais e irmãos) com TVP sem causa identificada
  • E a hospitalização. A TVP é uma das principais causas de mortalidade – não ligada à doença primária da internação durante a hospitalização – que é passível de prevenção

Alguns fatores são mais importantes do que outros, como as trombofilias, por exemplo.

Um fator de risco para trombose quando associado a outro, aumenta significativamente o risco de TVP.

Quais são os sintomas da TVP?

Um aspecto difícil com relação a esta doença é o fato de metade dos casos não apresentarem sintomas. Por outro lado, quando estes existem, em especial na presença de fatores de risco, devem ser valorizados. Dor em peso ou aperto associado ao inchaço em apenas uma das extremidades – que pode ser superior (braços), mas 90% dos casos envolvem os inferiores (pernas) – devem chamar a atenção para a possibilidade de TVP. Inchaços em ambos os lados sugerem outras causas, frequentemente sistêmicas como insuficiência cardíaca, renal, hepática, alterações da tireóide e outras.

Como se trata a TVP?

A TVP, quando diagnosticada e tratada precocemente, geralmente evolui bem, bastando o uso de medicamentos anticoagulantes, que atualmente podem ser administrados por via injetável e/ou por via oral. O uso destes anticoagulantes diminui a chance das complicações como embolia pulmonar e síndrome pós trombótica, ou ao menos minimiza seu impacto. O tempo de tratamento pode variar de poucas semanas até indefinidamente dependendo de sua origem, e pode envolver mais do que um tipo de medicação ao longe desse tempo.

Com relação a viagens, a chance exata de desenvolver trombose não está bem estabelecida. Sabemos que não é muito frequente, mas os portadores dos fatores de risco e, particularmente, em viagens aéreas de longa duração devem receber atenção especial. Beber agua em abundância, movimentar-se de hora em hora e, eventualmente, utilizar meias de compressão são medidas interessantes e suficientes para a maioria dos viajantes.

O uso de meias elásticas saiu recentemente das diretrizes com relação à prevenção da síndrome pós trombótica, mas continua sendo muito importante no alívio dos sintomas.

O exercício físico e a movimentação deve ser liberada pelo seu cirurgião vascular, mas, exceto poucos casos bem específicos, provavelmente será autorizado.

Dica:

Se você tem dúvidas sobre a prevenção, diagnóstico ou tratamento de trombose, converse com seu cirurgião vascular. Ele é o especialista que tem conhecimento sobre as melhores técnicas de investigação, prevenção e tratamento podendo, em conjunto com o paciente, definir a melhor forma de controlar esse problema.

Veja no vídeo o coágulo se formando. Veja os sintomas da trombose venosa.

A trombose venosa profunda é assunto recorrente aqui simplesmente pela sua importância e gravidade. 1 em cada 10 mortes em hospital ocorrem decorrentes da embolia pulmonar, sua principal complicação. Leia nossos outros artigos também:

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Fonte: SBACV, Trombose Venosa Profunda. 2015

Tags: vascularvenosotrombose Select ratingGive Trombose Venosa Profunda (TVP): coágulo dentro da veia 1/5Give Trombose Venosa Profunda (TVP): coágulo dentro da veia 2/5Give Trombose Venosa Profunda (TVP): coágulo dentro da veia 3/5Give Trombose Venosa Profunda (TVP): coágulo dentro da veia 4/5Give Trombose Venosa Profunda (TVP): coágulo dentro da veia 5/5 Average: 3.7 (6 votes)
Categories: Medical

Gonorreia

Fertilidade - Mon, 03/18/2019 - 15:34
Doença Sexualmente Transmissível

Gonorreia

Visão Geral

A gonorreia é uma infecção causada por uma bactéria sexualmente transmissível que pode infectar homens e mulheres. A gonorreia afeta mais frequentemente a uretra, o reto ou a garganta. Nas mulheres, a gonorreia também pode infectar o colo do útero.

A gonorreia é mais comumente disseminada durante o sexo. Mas bebês podem ser infectados durante o parto se suas mães estiverem infectadas. Nos bebês, a gonorreia afeta mais comumente os olhos.

A gonorreia é uma infecção comum que, em muitos casos, não causa sintomas. Você pode nem saber que está infectado. Abster-se de sexo, usar preservativo se tiver relações sexuais e estar em um relacionamento mutuamente monogâmico são as melhores maneiras de se prevenir infecções sexualmente transmissíveis.

Sintomas

Em muitos casos, a infecção por gonorreia não causa sintomas. Quando os sintomas aparecem, a infecção por gonorreia pode afetar vários locais do seu corpo, mas geralmente aparece no trato genital.

Gonorreia afetando o trato genital

Sinais e sintomas de infecção por gonorreia em homens incluem:

  • Dor ao urinar
  • Corrimento semelhante a um pus da ponta do pênis
  • Dor ou inchaço em um testículo

Sinais e sintomas de infecção por gonorreia em mulheres incluem:

  • Corrimento vaginal aumentado
  • Dor ao urinar
  • Sangramento vaginal entre os ciclos menstruais, como após o coito vaginal
  • Relação sexual dolorosa
  • Dor abdominal ou pélvica

Gonorreia em outros locais do corpo

A gonorreia também pode afetar essas partes do corpo:

  • Reto.   Os sinais e sintomas incluem coceira anal, secreção semelhante a pus no reto, manchas de sangue vermelho-vivo no vaso sanitário e tensão muscular durante os movimentos intestinais.
  • Olhos.   A gonorreia que afeta os olhos pode causar dor ocular, sensibilidade à luz e secreção semelhante a pus de um ou dos dois olhos.
  • Garganta.   Sinais e sintomas de uma infecção na garganta podem incluir dor de garganta e inchaço dos gânglios linfáticos no pescoço.
  • Articulações.   Se uma ou mais articulações forem infectadas por bactérias (artrite séptica), as articulações afetadas podem estar quentes, vermelhas, inchadas e extremamente doloridas, especialmente quando você move uma articulação afetada.

Quando ver seu médico

Marque uma consulta com seu médico se notar quaisquer sinais ou sintomas preocupantes, como sensação de queimação ao urinar ou secreção semelhante a pus no pênis, na vagina ou no reto.

Também marque uma consulta com seu médico se seu parceiro tiver sido diagnosticado com gonorreia. Você pode não sentir sinais ou sintomas que o levem a procurar atendimento médico. Mas sem tratamento, você pode reinfectar seu parceiro mesmo depois dele ter sido tratado para gonorreia.

 

Causas

A gonorreia é causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae. As bactérias da gonorreia são mais frequentemente passadas de uma pessoa para outra durante o contato sexual, incluindo relações sexuais orais, anais ou vaginais.

Fatores de risco

Fatores que podem aumentar o risco de infecção por gonorreia incluem:

  • Idade mais jovem
  • Um novo parceiro sexual
  • Um parceiro sexual que tem múltiplos parceiros simultâneos
  • Múltiplos parceiros sexuais
  • Diagnóstico prévio de gonorreia
  • Ter outras infecções sexualmente transmissíveis

Complicações

A gonorreia não tratada pode levar a complicações significativas, como:

  • Infertilidade em mulheres.   Gonorreia não tratada pode se espalhar para o útero e trompas de falópio, causando doença inflamatória pélvica (DIP), o que pode resultar em cicatrizes das trompas, maior risco de complicações na gravidez e infertilidade. DIP é uma infecção grave que requer tratamento imediato.
  • Infertilidade nos homens.   Os homens com gonorreia não tratada podem apresentar epididimite — inflamação de um pequeno tubo espiral na parte traseira dos testículos onde os ductos espermáticos estão localizados (epidídimo). A epididimite é tratável, mas se não for tratada, pode levar à infertilidade.
  • Infecção que se espalha para as articulações e outras áreas do seu corpo.   A bactéria que causa a gonorreia pode se espalhar pela corrente sanguínea e infectar outras partes do corpo, incluindo as articulações. Febre, erupção cutânea, feridas na pele, dor nas articulações, inchaço e rigidez são resultados possíveis.
  • Maior risco de HIV / AIDS.   Ter gonorreia torna você mais suscetível à infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), o vírus que leva à AIDS. As pessoas que têm gonorreia e HIV são capazes de transmitir as duas doenças mais prontamente aos seus parceiros.
  • Complicações em bebês.   Os bebês que contraem gonorreia de suas mães durante o parto podem desenvolver cegueira, feridas no couro cabeludo e infecções.

Prevenção

Tome medidas para reduzir o risco de gonorreia:

  • Use preservativo se você optar por fazer sexo.   Abster-se do sexo é o caminho mais seguro para prevenir a gonorreia. Mas se você optar por fazer sexo, use preservativo durante qualquer tipo de contato sexual, incluindo sexo anal, sexo oral ou sexo vaginal.
  • Peça ao seu parceiro para ser testado para infecções sexualmente transmissíveis.   Descubra se o seu parceiro foi testado para infecções sexualmente transmissíveis, incluindo gonorreia. Se não, pergunte se ele ou ela estaria disposto a ser testado.
  • Não faça sexo com alguém que tenha algum sintoma incomum.   Se o seu parceiro tiver sinais ou sintomas de uma infecção sexualmente transmissível, como ardor durante a micção ou uma erupção cutânea ou uma ferida, não faça sexo com essa pessoa.
  • Considere o rastreio regular de gonorreia.   Recomenda-se o rastreio anual para todas as mulheres sexualmente ativas com menos de 25 anos e para as mulheres mais velhas com risco aumentado de infecção, tais como as que têm um novo parceiro sexual, mais de um parceiro sexual, um parceiro sexual com parceiros concomitantes ou um parceiro sexual que tenha uma infecção sexualmente transmissível.

Para evitar a reinfecção com gonorreia, abstenha-se de sexo desprotegido por sete dias depois que você e seu parceiro tiverem completado o tratamento e após a resolução dos sintomas, se estiverem presentes.

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Categories: Medical

Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs)

Fertilidade - Mon, 03/11/2019 - 10:55
Útero e sistema reprodutor feminino

Doenças sexualmente transmissiveis

  • Vírus do papiloma humano/HPV
    • Infecção que causa verrugas em diversas partes do corpo, dependendo do tipo do vírus.
  • Herpes genital
    • Infecção comum sexualmente transmissível caracterizada por dor e feridas genitais.
  • Clamídia
    • Uma doença comum e sexualmente transmissível que pode não apresentar sintomas.
  • Gonorreia
    • Infecção bacteriana sexualmente transmissível que, se não for tratada, pode causar infertilidade.
  • AIDS/HIV
    • A AIDS é causada pelo vírus HIV, que interfere na capacidade do organismo de combater infecções.
  • Sífilis
    • Infecção bacteriana geralmente transmitida pelo contato sexual que começa como uma ferida indolor.
dstdoençasLocal do corpo: Sistema reprodutor femininoTipo de procedimento: NoninvasiveStatus: Bem definido
Categories: Medical

Sistema Arterial: artérias que levam o sangue

Cirurgia Vascular - Sat, 03/02/2019 - 11:08

Doenças do sistema arterial:

Aneurisma de aorta, aneurisma de ilíaca, aneurisma de vasos viscerais, aneurisma de artéria esplênica, aneurisma de carótida, aneurisma de tronco celíaco, aneurisma de artéria renal, estenose de carótida, estenose de artéria femoral superficial, estenose de poplítea, síndrome do roubo da subclávia,kinking de carótida, looping de carótidatumor glômico carotídeo, fenômeno de Raynaud e outras

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Sistema Venoso: veias trazem o sangue de volta

Cirurgia Vascular - Sat, 03/02/2019 - 11:08

Doenças do Sistema Venoso:
A mais comum, sem dúvida nenhuma é varizes. Sendo que os vasinhos já são considerados varizes, num grau menor, mas são. A trombose venosa profunda é frequente e de importante tratamento para evitar a embolia pulmonar. Má formações arterio venosas, úlceras venosas, úlceras de estase, e outras fazem parte do acervo de doenças do sistema venoso que compete ao cirurgião vascular.

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Sistema Linfático: responsável pela linfa

Cirurgia Vascular - Sat, 03/02/2019 - 11:08

Doenças do Sistema Linfático:
Existem várias doenças do sistema linfático. A mais prevalente na prática diária do cirurgião vascular é a Erisipela. Mas também fazem parte os linfedemas.
Não confundir linfedema com lipedema, entidade clinica que se diferencia por ser uma doença crônica que ocorre na maioria das vezes em mulheres, caracterizada por ser bilateral, com excesso simétrico de tecido gorduroso principalmente nas pernas e tornozelos, combinado a uma tendência de inchaço que piora ao ficar de pé, muitas vezes associado a dor.

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10 Perguntas sobre laser e varizes

Cirurgia Vascular - Sat, 03/02/2019 - 10:40
O laser no tratamento de varizes é reconhecido como melhor opção no tratamento de varizes no mundo todo. A recente publicação das diretrizes europeias de 2015, e pela diretriz americana de 2012 reconhecendo o método como melhor opção trouxe mais força à técnica, que colocou a cirurgia tradicional em segundo lugar. Deixou de ser um procedimento experimental há anos para ser o procedimento de escolha - padrão ouro - no mundo todo. A Equipe Amato tem ampla e histórica experiência com o laser no tratamento de varizes, que já foi publicada e reconhecida internacionalmente. O trabalho mostrou claramente os melhores resultados advindos por equipe com maior experiência com o laser, pois a curva de aprendizado é grande.  

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1. Como é o procedimento de varizes a laser? O laser é energia luminosa que se converte em térmica aplicada à veia para fechá-la. Existem duas maneiras de utilizá-lo: por dentro da veia ou por fora. A tecnica endovenosa (por dentro) serve para as veias maiores e insuficientes como as safenas, e a técnica transdérmica (por fora) serve para as varizes superficiais, como as teleangiectasias e reticulares, que sao os chamados vasinhos. Então, dependendo do tipo de veia, é possível o EVLT (laser endovenoso) ou o CLaCs (Criolaser transdermico). São lasers e equipamento diferentes, com objetivos diferentes.     2. Qual a diferença em relação ao método tradicional? Comparando com a cirurgia convencional (stripping), a técnica a laser não arranca a veia fora, e sim a fecha e exclui da circulação. Dessa forma, sendo menos agressiva, a recuperação é bem mais comoda e rápida.  Quando falamos do laser transdermico, devemos compará-lo à escleroterapia, ou "aplicação" dos vasinhos. Ele permite maior possibilidade de tratamento e menos sessões, principalmente quando associado a outras técnicas. Enquanto o laser endovenoso (cirurgia de varizes com laser) deve ser comparada à cirurgia tradicional de stripping (arrancamento das veias safenas)   3. O método de laser para varizes é menos invasivo? Sim, muito menos. Enquanto a cirurgia tradicional requer cortes e dissecção, o laser endovenoso é feito através de punção, ou seja um furinho apenas. Além disso, como não há o arrancamento da safena, não há grandes sangramentos e portanto menos hematomas e equimoses. Isso faz o pós operatório da cirurgia de varizes com laser muito mais tranquilo que a cirurgia tradicional.   4. Quando o tratamento de varizes a laser é indicado ao paciente? As diretrizes internacionais já colocaram o laser venoso como indicação IA e a cirurgia tradicional como IIB, ou seja, o mundo já percebeu os beneficios da técnica, que não é nada experimental. Isso pode ser compreendido de várias maneiras e resumindo é: a cirurgia tradicional funciona, mas se há a possibilidade de oferecer o laser como tratamento, este deve ter a preferência. Para aqueles que tem a possibilidade de realizar tanto uma quanto a outra técnica, a preferência deve ser dada para o laser.   5. Qual o tempo de recuperação da cirurgia de varizes a laser? Em torno de uma semana. Muitos pacientes já estão se sentindo bem muito antes. Enquanto na cirurgia tradicional a recuperação ficava em torno de 15 a 30 dias. Além disso, com o laser, no dia seguinte atividades diárias já devem ser retomadas.       6. Também pode ser usado na cirurgia da safena da perna? Sim, o laser endovenoso deve ser usado nas safenas, e pode ser usado em outras veias doentes também, como as perfurantes insuficientes e outras veias menos "famosas". Aliás, a adaptabilidade do laser permite o tratamento de diversas veias, como veias perfurantes insuficientes, veia safena parva, veia safena magna, e mesmo veias reticulares e colaterais.   7. Com a cirurgia a laser é possível acabar de vez com as varizes? Acabar de vez com as varizes é complicado. A doença, quando primária, tem um componente genético importante, então, por mais que todas as veias doentes sejam retiradas e tratadas, por carregar a genética para isso, outras veias podem ficar doentes no futuro. O que é possível no entanto, é eliminar todas, ou a maioria das veias doentes, no momento tendo um benefício circulatório e consequentemente estético. Também diminuindo a recorrência da doença.   8. Como prevenir o aparecimento das varizes? Como a genética não é possivel mudar, devemos atuar nos fatores predisponentes, como a obesidade, os hormônios e os fatores agravantes, como alterações posturais e a profissão. Ou seja, evitar a obesidade com dieta saudável e exercicio físico, que também melhora a musculatura da panturrilha. Evitar uso de hormônios, se possível. E, com relação à profissão, aqueles que ficam muito tempo de pé e parado, devem se movimentar mais, e, se indicado pelo vascular, usar meia elástica.    9. A cirurgia pode ser feita por homens e mulheres? Ambos sofrem de varizes, a diferença é que as mulheres procuram ajuda médica antes, porque se incomodam com a questão estética. Os homens muitas vezes chegam no consultorio em fases mais avançadas da doença. E, para ambos, a cirurgia pode ser o tratamento indicado.   10. É verdade que mulheres tem mais propensão a ter varizes? Por quê? Como disse antes, tanto homens como mulheres sofrem de varizes, mas as mulheres procuram o tratamento mais cedo porque se incomodam com a estética das pernas. Por causa disso, a procura nos consultórios é maior pelas mulheres, mas isso não quer dizer que os homens não tem varizes, apenas que não estão procurando tratamento nas fases iniciais. As mulheres tem também a influencia dos hormonios e a piora por causa da gravidez, que aumentam as varizes.   11. Bônus: Pode me mostrar fotos pré e pós de cirurgia de varizes? A lei brasileira e o código de ética médico impedem a divulgação, mesmo que autorizada pelo paciente, de fotos de antes e depois de cirurgias. Em consulta médica o cirurgião vascular pode mostrar os resultados. Por isso marcar consulta é muito importante. Se o médico está mostrando fotos de antes e depois na internet já está indo contra as regras do CRM... sugiro não confiar.      

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Bibliografia

Moraes Amato, A. C. (2018). Lessons Learned After 366 Thermoablated Veins. Vascular and Endovascular Review, 1(1), 22. https://doi.org/10.15420/ver.2018.13.1

 

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