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Dr. Alexandre Amato

Amato Consultório Médico - Tue, 01/08/2019 - 23:14

Cirurgia Vascular, Endovascular e Ecodoppler

Cirurgia Vascular, Endovascular e Ecodoppler

Prof. Dr. Alexandre Amato

Sistema Vascular Artérias e Veias Cirurgia de vasos Equipe de Cirurgia Vascular Artérias e Veias Vasos Doutorado pela USP Doutorado pela mais conceituada Universidade do país Médico pela PUC Cirurgião Médico formado numa das mais conceituadas escolas médicas do país Especialista em Cirurgia Vascular Varizes com laser, Aneurisma, Carótida, Lipedema Especialista Endovascular Embolização de miomas, colocação de stent, aneurismas, estenoses Especialista Ecodoppler Ultrassom vascular, mapeamento duplex, duplex scan

Doutor pela USP.

Professor Assistente de Cirurgia Vascular da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro.

Médico assistente do departamento de cirurgia vascular do Ospedale San Raffaele - "Vita-Salute" Università de Milão, sob direção do Prof. Roberto Chiesa.

Titulo de Especialista em Cirurgia Geral pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Titulo de Especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Medica Brasileira e Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Titulo de Especialista e área de atuação em Angioradiologia e Cirurgia Endovascular pela Associação Medica Brasileira e Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Diplomado pela Faculdade de Medicina de Sorocaba - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Prêmio "Cássio Rosa" de melhor desempenho e currículo na área de Cirurgia Geral.

 

Diretor de Informática do Centro Acadêmico Vital Brazil de 2000 a 2001. 2º Tenente Médico da Reserva da Aeronáutica. Cirurgião Geral do Hospital da Aeronáutica de São Paulo em 2005. Autor de cinco capítulos no livro "Tratado de Clínica Cirúrgica" e um capítulo no livro "Tratado de Clínica Médica". Editor da revista virtual Cultura & Saúde (www.culturaesaude.med.br). Autor do livro "Procedimentos Médicos: Técnica e Tática" e co-autor do livro "Metodologia da Pesquisa Científica" da editora Roca.

Publicou artigos científicos em revistas nacionais e internacionais, e artigos de divulgação científica no site Check-up MED (www.checkup.med.br) e na revista Suplemento Cultural da Associação Paulista de Medicina. Desenvolvedor do sistema informatizado de Avaliação de Risco Cirúrgico (www.riscocirurgico.com.br) e avaliação de fatores de risco no site Check-up MED.

Tags: Cirurgia VascularCirurgia EndovascularangiorradiologiaCirurgia GeralEcodoppler VascularEspecialidade: Cirurgia Vascular, Endovascular e Ecografia vascularConselho Regional (CRM): CRM 108651 RQE 29069 RQE 29069-1 RQE 29069-2 RQE 29112Currículo: ResearchGateMicrosoft Academic ResearchLattesGoogle Scholar
Categories: Medical

Dicas para pacientes ajudarem seus médicos

Amato Consultório Médico - Tue, 01/08/2019 - 12:32

Algumas dicas de como aumentar as chances de ser diagnosticado e tratado corretamente.
1) Conheça o histórico da sua família – e lembre seu médico disso: Não assuma que seu médico lembre daquela vez que você disse a ele que duas tias morreram de câncer de mama, ou que seu avô e seu pai tem histórico de malformação cerebrovascular. Estudos demonstram que o histórico familiar pode ser um melhor preditor de doença que testes genéticos. Descubra sobre sobre o histórico familiar, escreva, e assegure-se de que seu médico saiba disso – especialmente se você está doente e o médico está tentando definir o que está errado. Atualmente os melhores consultórios possuem prontuários eletrônicos e permitem que os médicos de diversas especialidades interajam e vejam o histórico armazenado, facilitando o diagnóstico e aumentando as chances de tratamento.
2) Pergunte: um médico típico atende aproximadamente 30 pacientes por dia, gastando 30 minutos ou menos com cada um. É muito comum ser referenciado a um especialista e começar o tratamento sem ter todas as suas questões respondidas. Aproveite para perguntar tudo que precisar antes de iniciar o tratamento.  
3) Não acredite que o Doutor Google irá te salvar: a melhor tecnologia existente está disponível nos dias de hoje, aliás, sempre esteve disponível. Estudos mostram que o melhor meio de se obter um diagnóstico correto é ter um médico que junte as peças da sua doença, com seu histórico familiar, com exames tradicionais e de baixa tecnologia. Se eu tivesse que escolher entre fazer um teste altamente tecnológico e um teste que o médico ficaria uma hora conversando comigo, pensando no meu caso, e juntando todas as peças, eu escolheria o médico.
4) Nem sempre confie nos exames de laboratório: alguns testes, como a revisão da biópsia, podem estar errados em até 40% das vezes. Por que? Porque interpretar esses exames é questão de julgamento e experiencia. Laboratórios podem ser confiáveis ou não, pergunte sempre para seu médico qual laboratório ele recomenda. Alguns exames, que são examinadores dependentes, como por exemplo o ultrassom e o ecodoppler, podem variar muito dependendo da experiência do examinador.

Há um número muito grande de doenças que podem parecer outras doenças. É aí que o julgamento clínico e a experiencia são essenciais. Apenas porque um teste te da a resposta de sim ou não, não significa que ele está certo. -  Dr. Lisa Sanders, Colunista do New York Times

Essas dicas para os pacientes podem nos ajudar muito na nossa prática clínica diária. São preciosidades que podem melhorar nosso raciocínio clínico e proporcionar uma maior resolutividade.
Fonte: Academia Médica

 

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Categories: Medical

Depressão e Envelhecimento

Amato Consultório Médico - Tue, 01/08/2019 - 12:26

A tristeza é um sentimento normal após situações de perda, frustação e outras adversidades. É uma reação adaptativa a um novo cenário, que leva a pessoa a um momento de maior retraimento e reflexão para  recuperar forças e rever expectativas . A depressão é uma síndrome com um conjunto de sintomas presentes há mais de duas semanas com alterações de humor (falta da capacidade de sentir prazer, tristeza, irritabilidade, apatia), alterações do sono, alterações da concentração, alterações do apetite e sintomas corporais.
Como é feito o diagnóstico de depressão?
De acordo com DSM- IV (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria e utilizado mundialmente, os critérios para o diagnóstico de depressão maior são:
 A.O individuo deve ter por um período mínimo de duas semanas cinco ou mais dos seguintes sintomas sendo obrigatório os sintomas 1 e/ou 2
1. Humor deprimido (tristeza, e angustia importante) ou,
2. Perda do prazer e interesse por quase todas as atividades (anedonia). O individuo não acha mais “graça” em atividades que até eram prazerosas.
Mais quatro sintomas
3. Perda ou ganho de peso não relacionados com dieta.
4. Insônia ou excesso de sono quase todos os dias.
5. Agitação ou lentificação dos movimentos, observado pro outras pessoas.
6. Fadiga ou perda de energia quase todos os dias.
7. Diminuição da memória, da concentração, indecisão.
8. Pensamentos de morte e ideação suicida
B. Não satisfazem os critérios de estado misto (bipolar)
C. Os sintomas causam sofrimento e prejuízo no funcionamento social e ocupacional.
D. Os sintomas não são devidos ao abuso de drogas (álcool e ilícitas), não se devem a medicamentos e não são causados por outras doenças (exemplo doenças da tireoide).
E. Os sintomas não são devidos à reação de luto.
 
Como se apresenta a depressão na população idosa?
A depressão é altamente prevalente nos idosos. Nessa faixa etária ocorrem diversos eventos de vida estressores que favorecem o surgimento da depressão tais como: viuvez, doença de familiar, dor crônica, limitações por doenças, déficit visual e auditivo, vivência de debilidade física e intelectual, uso de diversos medicamentos  e outros.
 
A depressão no idoso é semelhante a  do adulto jovem ?
Não, muitas vezes ocorre uma depressão “mascarada” onde o idoso não refere sintomas como  tristeza e  angustia, predominando a  apatia observada pelos familiares e  sintomas físicos que erroneamente são atribuídos  a velhice como dores, palpitação, tontura, falta de ar e alteração do sono e memória.

Como diferenciar a reação de luto normal dos quadros depressivos?
No luto normal predomina a profunda tristeza, mas o individuo realiza atividades habituais quando estimulado. Devemos pensar na depressão quando estão presentes sentimentos de culpa, minusvalia, sintomas psicomotores com lentificação extrema  e alucinações
 
Como o médico faz o diagnóstico de depressão?
O diagnóstico é feito na entrevista médica utilizando critérios como os supracitados (DSM –IV). É fundamental na primeira consulta se solicitar exames complementares, para descartar outras doenças que pode ser a causa dos sintomas depressivos. O médico que atende idosos, também deve saber diferenciar a depressão dos quadros de demência, como por exemplo, a doença de Alzheimer. São essenciais também  as informações do familiar e do cuidador.
 
Como é o tratamento?
Na maioria dos casos o tratamento é farmacológico através do uso de antidepressivos. Na população geriátrica o tipo de antidepressivo deve ser criteriosamente escolhido, considerando que esse grupo  possui outras  doenças crônicas e faz uso de vários medicamentos,  evitando –se assim o risco das reações adversas.
A combinação da intervenção farmacológica e da psicoterapia  potencializa o tratamento.
 
Qual o prognóstico?
No primeiro ou segundo episódio de depressão o tratamento é muito eficaz,  com resultados tão bons  quanto nos mais jovens.
 
 
Dr. Marcos Galan Morillo
CRM 58571
Geriatria Clinica e Preventiva e Clinica Médica
Mestre pela UNIFESP
Especialista pela AMB
 
 
 
Fonte:Amato, MCM; Amato, CM; Amato, MCM; Morillo, MG. Manual para o médico generalista. 2˚ edição. 2012 (no prelo)

 

Tags: Geriatriaidosodepressão 0 No votes yet
Categories: Medical

Sedentarismo, o mal do século.

Amato Consultório Médico - Tue, 01/08/2019 - 12:12

Sedentarismo: saia já do sofá.

Com a rotina contemporânea muitas doenças metabólicas tem surgido e têm sido demonstradas como fatores de risco para doenças graves.
A Síndrome Metabólica é caracterizada pela associação de fatores de riscos para doenças cardiovasculares como: diabetes, hipertensão, dislepidemia e obesidade; todas estas agravadas por estilo de vida sedentário.

Para elucidar esse assunto, recentemente, foi publicado um artigo no Phys. Act. Health que comparava o nível de sedentarismo (baixo, médio, alto) e a predisposição para Síndrome Metabólica. Nesse estudo, pôde-se observar que quanto maior o grau de sedentarismo apresentado pelos pacientes maior o risco para apresentar doenças relacionadas à Síndrome Metabólica. O estudo ainda demonstrou que pacientes com grau alto e médio de sedentarismo apresentavam, respectivamente, 76% e 65% maior risco quando comparados a pacientes com baixo índice de  sedentarismo. Portanto, você não precisa ser um praticante assíduo de exercícios físicos, basta ter hábitos de vida menos sedentários para diminuir o seu risco de doenças metabólicas. Lembre-se disso quando pega um elevador ao invés de escadas, quando vai de carro a lugares poucos metros distantes! Comece já um novo estilo de vida mudando  pequenas rotinas no seu dia a dia, e veja os benefícios! 
Autor: Pollyana Takao
Equipe de Endocrinologia
 
Fonte: The effects of sedentary behavior on metabolic syndrome independent of physical activity and cardiorespiratory fitness.

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Categories: Medical

Cálculo Renal ("pedra no rim") e Cólica Renal

Amato Consultório Médico - Tue, 01/08/2019 - 12:05
Litrotripsia extracorpórea

Litrotripsia extracorpórea

A formação de cálculos renais (popularmente conhecida como "pedra nos rins" ou urolitíase) é muito comum.  Estudos demonstram que de 5 a 10 pessoas a cada 100, vão desenvolver cálculos na via urinária em algum momento das suas vidas. Estes cálculos são formações sólidas de uma série de substâncias como o oxalato de cálcio, ácido úrico, fosfato de cálcio ou cistina.
 

  • SINTOMAS

    Os cálculos são formados nos cálices renais e muitas vezes são assintomáticos enquanto estão localizados dentro deste órgão (chamados então de nefrolitíase). Quando os cálculos saem do rim e entram na pelve renal ou  no ureter (canal que transporta a urina do rim à bexiga), chamada de ureterolitíase, podem causar a cólica renal ("cólica nefrética"). Caracteriza-se por dor muito intensa na região lombar (nas costas) do lado acometido, muitas vezes com irradiação para a região genital do mesmo lado. 
    A dor é causada por dilatação de todo o sistema coletor devido à obstrução do sistema urinário, inclusive do rim acometido.

  • DIAGNÓSTICO

    O paciente com suspeita de nefrolitíase ou ureterolitíase deve consultar com o urologista e realizar exames de imagem na tentativa de determinar a presença de cálculos, localização  e o seu tamanho. Para isso, podemos lançar mão de exames como:
Raio-x: pouca radiação. Muitos cálculos são de difícil visibilização por este método. No entanto, quando é visível, é ótimo método para acompanhamento durante o tratamento.
 
Ultrassonografia: exame com boa acurácia para investigação de nefrolitíase (quando os cálculos são maiores do que 4mm). Quando o cálculo está no ureter médio, há muita dificuldade em se identificar a pedra, no entanto, pode-se determinar se há ou não dilatação do sistema coletor à montante.
 
 
Tomografia de Abdome e Pelve (sem contraste): exame considerado padrão-ouro para avaliação de urolitíase. Tem como desvantagem a alta radiação.
 
 

  • TRATAMENTO

1) NEFROLITÍASE (CÁLCULO NO RIM)
    LECO/LEOC (Litotripsia Externa por Ondas de Choque): método pouco invasivo, onde há fragmentação do cálculo renal ou no ureter proximal (próximo ao rim), sem incisões na pele ou necessidade de endoscopia do sistema urinário. Indicada em cálculos de 5mm a 1,5cm (a depender da sua localização). Contra-indicada em casos de infecção urinária, gestação ou em pacientes em uso de anticoagulantes ou AAS (ácido acetil salicílico) = pelo risco de sangramento e formação de hematoma renal.
 
URETEROSCOPIA FLEXÍVEL
    Procedimento realizado sem incisões, através da endoscopia do sistema urinário através de um instrumento flexível (ureteroscópio flexível) que permite alcançar o rim devido às deflexões que o aparelho proporciona. Utiliza como fontes de energia o laser. A retirada dos cálculos se faz através de sondas extratoras de cálculos.
NEFROLITOTRIPSIA PERCUTÂNEA
    Procedimento cirúrgico realizado através de uma pequena incisão na pele (aproximadamente 3cm) com abertura e dilatação do rim até o seu sistema coletor (onde são encontrados os cálculos). Utiliza-se uma fonte de energia para se fragmentar os cálculos e uma pinça remove os fragmentos de cálculos. É recomendada para pacientes com cálculos maiores do que 2,0cm. Possui menor morbi mortalidade do que a cirurgia aberta (com grandes incisões).  Suas contra-indicações são pionefrose (infecção grave do rim com saída de pus do sistema coletor) e gestação. Anticoagulantes ou AAS devem ser suspensos, conforme orientação do médico, antes do procedimento.
2) URETEROLITÍASE (CÓLICA RENAL)
    URETEROLITOTRIPSIA SEMI-RÍGIDA ou FLEXÍVEL
    Procedimento endoscópico para a extração de cálculos no ureter. É um procedimento com baixa morbi mortalidade e alta taxa de sucesso. Utiliza-se um instrumento que pode ser semi-rígido ou flexível (optando-se pelo segundo quando o primeiro não consegue atingir o cálculo devido a dificuldades anatômicas ou pelo fato do cálculo encontrar-se muito próximo ao rim).
    Utiliza-se uma fonte de energia (laser, ultrassom ou pneumático) e a retirada dos fragmentos se faz através de sondas extratoras de cálculos.
Autor: Dr Alvaro Bosco
 

 

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Categories: Medical

Prêmio 2018

Menção Honrosa pelo trabalho apresentado em ENDOSCOPIA DE COLUNA no XXXII Congresso Brasileiro de Neurocirurgia.

 

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Prêmio 2018

Menção Honrosa pelo trabalho apresentado em ENDOSCOPIA DE COLUNA no XXXII Congresso Brasileiro de Neurocirurgia.

 

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